9 restaurantes onde comer no Atacama

Se você está em San Pedro de Atacama ou com viagem marcada pra lá, uma de suas dúvidas deve ser: Onde comer no Atacama, e mais do que ‘onde’ você deve estar se perguntando ‘o que’ será que tem pra comer no deserto mais árido do mundo… Acertei?

Nos quase 6 dias que estive por lá, deu pra provar um pouco de tudo o que o deserto tem a oferecer e este post aqui te ajudará nesta árdua tarefa que é encontrar lugares bons pra comer na pequena cidade de San Pedro de Atacama.

Assim como a maioria das agências de turismo, a maior parte dos restaurantes também estão na Calle Caracoles, ou nas ruas paralelas, bem próximos a ela.

Se você já leu o post Deserto do Atacama: como planejar essa viagem, já ouviu falar da Calle Caracoles. Se não leu ainda, clica aí pra ler na sequência.

Ah, também temos um post bem legal com sugestão de Roteiro de 5 dias no Atacama, cheio de fotos e dicas de todos os passeios. Abre aí também pra ler depois desse.

Então vamos à lista: Onde comer no Atacama?

| MERCADO BLANCO, PIZZARIA ADOBE e LA CASONA |

O Mercado Blanco tem pizza e comidinhas mais rápidas. Além de ser um restaurante, é também uma ‘galeria-mercado’ de roupas, livros e arte. Todos os produtos são de marcas e produtores locais. Na livraria, por exemplo, o foco são livros sobre o Deserto. Muito interessante.

Então por mais que você não esteja na pegada da compra, vale entrar pra conhecer. E tem um banheiro aberto ao público também, o que pode ser muito útil entre um passeio e outro quando não dá tempo de voltar pro hotel. Ah, e tem wifi gratuito 😉

O La Casona oferece pratos mais típicos e é um lugar mais pra ir, sentar, ficar um tempo, mais cara de lugar pra jantar, bem família. A pizzaria Abobe, como diz o nome, serve pizzas e a verdade é que não são super boas, não. Daí você lembra que está no meio do deserto e elas ficam bem ok.

E a Pizzaria Abobe, como o próprio nome diz, é o lugar mais famosinho da Caracoles para se comer pizza. Não espere a melhor pizza da sua vida, ok?

Estão todos na Calle Caracoles e são do mesmo dono. O preço médio de um prato é de 10 mil pesos.

Mercado_Blanco_Atacama
Foto cedida gentilmente pelo Robson do Um Viajante

| LOLA BAR |

É um pizza bar e karaokê, pra xóvens. Bom lugar pra conhecer gente e passar vergonha cantando Evidências.

Também na Calle Caracoles com a Toconao, bem na esquina.

Lola_Bar_Atacama
foto by sanpedroatacama.com

| LAS DELICIAS DE CARMEN |

É um restaurante pra se comer muito bem e barato. Um prato dá pra duas pessoas. O cardápio vai de saladas e carnes, à pizza. Também servem café da manhã.

Fica na rua Calama 370, uns 100-150m da Caracoles.

Onde_Comer_Atacama_Carmem

| EMPÓRIO ANDINO |

Ambiente pequeno também, mas com espaço suficiente pra algumas mesinhas pra sentar dentro. As especialidades da casa são: empanadas e maravilhosas tortas doces.

Fica bem no começo da Calle Caracoles, próximo a Calle Domingo Atienza.

Onde_Comer_Atacama_Emporio

| ROOTS CAFÉ |

Bem pequenininho, ambiente charmoso e aconchegante. Ideal pra uma café da manhã ou lanchinho a tarde. Também servem pizza.

Calle Toconao, 492. Já sabe, também próximo a Caracoles.

onde_comer_atacama_roots

| BENDITO DESIERTO |

O ambiente é legal, um bar que tem tudo pra ser descontraído, se você der sorte de ser bem atendido. Achamos o atendimento bem ruim, mas tem música ao vivo, fogueira e pizzas, então na soma total valeu.

Não é muito barato, mas é um bom lugar pra conhecer uma galera e curtir um pouco a noite do Deserto.

Fica na Calle Domingo Atienza, 426, próximo ao Empório Andino.

Onde_Comer_Atacama_Bar
foto by Me Leva de Leve

| CAFETERÍA YALÍ |

Uma das opções de restaurante mais em conta de San Pedro. Menu do dia com bebida por 5 mil pesos (R$22 reais aprox).

Preço bom + comida honesta = restaurante sempre cheio.

Fica na Calle Vilama, 425, também uma rua que cruza a Caracoles.

Onde_comer_Atacama_Yali

| BAR CHACLAKABUL |

É – O bar de San Pedro – e digo O porque é o único, rs. Só servem bebidas. Também bom lugar para fazer novas amizades, paqueras e descobrir onde vai rolar festas na cidade.

Gente, só lembrando, apesar de parecer terra de ninguém, não pode beber na rua, tá? Em San Pedro, existe uma Lei municipal onde tudo fecha à meia noite. Todos os bares.

E é aí que começam as festas clandestinas, que são carinhosamente apelidadas de ‘prainha’.

Elas acontecem no meio do deserto. Normalmente, é só descer a rua Caracoles até o final, atravessar um laguinho e ir andando até ver umas luzes piscando. Essas luzes são do pessoal da festa mostrando a direção de onde está rolando a festa. Lá vendem cerveja e bebidas.

O caminho é um breu total, a lanterna do celular ajuda nessa hora. De qualquer maneira, é melhor conhecer uma galera em um desses bares baladinha, e confirmar o local da festa antes de ir e se tem no dia que você estará lá, né…

E é bom saber também que os guias não deixam ir pro passeio bêbado. Então não exagera.

Fica na Calle Caracoles, próximo ao Mercado Blanco.

bares_atacama

| BURGER GARDEN |

É uma hamburgueria em um food truck com mesinhas comunitárias pra você poder comer desfrutando do movimento da rua. Os hambúrgueres são bem gourmet, gostamos muito.

Fica na Calle Tocopilla, 455, bem próximo a Caracoles. A Tocopilla é a rua onde na esquina está o Mercado Blanco.

Burger_garden_Atacama
Foto by TripAdvisor

| BABALU |

Depois de tanto comer, é hora da sobremesa, é hora de dar aquela refrescada, já que a Babalu é uma sorveteria.

Não dá pra ir embora sem antes provar um sorvete de rica rica, hein?
Rica rica é uma erva aromática típica da região dos Andes e que você verá muito durante os passeios.

O sorvete custa 2 mil pesos (R$10 aprox).

A Babalu também fica na Caracoles, um pouco mais pra frente do Lola Bar.

Sorveteria_Babalu_Atacama

~

E com esse docinho, acabamos nossa listinha com bons lugares de Onde comer no Atacama. Espero que ela ajude vocês a não passarem aperto por lá.

Qualquer dúvida ou opinião que possa ajudar outros viajantes, é só escrever aí abaixo.

LEMBRETE

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~ Se Lança ~

Roteiro de 3 semanas no Peru e no Chile

Fiz este roteiro de 3 semanas no Peru e no Chile, e foi uma das melhores viagens que já fiz EVER. São dois países lindos e mágicos. Esta viagem abriu meus olhos pra quanta beleza, ternura e história tem nossos hermanos.

Como sou super fominha, queria incluir o máximo de lugares nestas 3 semanas, e então o roteiro ficou assim:

 

Fez parte do Roteiro de 3 semanas entre Peru e Chile as seguintes cidades: Lima, Nazca, Cuzco, Águas Calientes, Arequipa, Tacna, Arica, San Pedro de Atacama e Santiago.

E foi QUASE perfeito! Hoje, se fosse recomendar, diria para ficar apenas 2 ou 3 dias em Santiago e mais dias no Atacama. A pegada dessa viagem foi mais natureza e coisas diferentes do que estamos acostumados a ver, então quando chegamos em Santiago e vimos que iríamos perder a semana inteira em uma cidade grande, depois de ter visto tanta coisa linda e mágica, bateu uma pequena tristeza. Mas faz parte, não da pra ganhar sempre.

Vou contar um pouco sobre cada lugar que passamos e o que fizemos:

Lima

Em Lima recomendo dormir no bairro Miraflores, é o mais moderninho da cidade. Nós dormimos no Hostal El Patio, um lugar simples mas bem ajeitado, com jardins e terraços. (Apesar do nome Hostal, os quartos são individuais). Em outra viagem (de trabalho) a Lima, fiquei no Radisson, que é bem legal e moderno. Outras opções de hospedagem em Lima aqui.

Na primeira noite que chegamos de São Paulo, fomos ao Shopping Larcomar. O shopping fica no bairro Miraflores, fomos andando do hotel pra lá. É na beira do mar, mas não no nível do mar, fica em um penhasco. A vista é bem bonita e tem bastante opção de restaurantes e lojas.

No primeiro dia fomos bater perna no centro histórico de Lima. Foi bem fácil ir de ônibus de Miraflores para o centro. Visitamos a Praça das Armas, Catedral de Lima, Palácio do Governo, Igreja de Santo Domingo, Mercado Central e tantos outros edifícios históricos na região. Fizemos tudo à pé com mapa em mãos. É um pouco cansativo, mas na minha opinião, sempre a melhor forma de conhecer um lugar – andando.

À noite jantamos no Rafael. O restaurante é elegante e chique, comida peruana com ar de modernidade. Ex-ce-len-te!

Veja nosso post: Roteiro de 1 dia em Lima – com mais dicas do que fazer por lá.

Sobrevoando as linhas de Nazca

No segundo dia, fizemos algo meio doido… Eu disse que sou fominha de viagem certo!? Pois então – estava doida pra sobrevoar as linhas de Nazca, mas ir para lá sairia muito do roteiro. Então… contratamos um  tour bate e volta de Lima para Nazca! São 450 km – cada trecho! Saímos cedo de Lima, às 6:30 e fomos direto para Nazca. Chegamos lá e fizemos os trâmites burocráticos e aguardamos nossa vez.

O vôo dura 30 mins. É surreal ver as imagens no chão! Incrível. Porém, tem um ponto negativo, dá MUITO enjôo. O piloto vira o avião de um lado para o outro durante 30 minutos, só de lembrar passo mal. Se soubesse, tomaria um plasil antes. Na volta paramos em Paracas bem rapidinho e voltamos para Lima. Doidera né!? Mas valeu a pena. É aquele tipo de coisa, já que estou aqui, vou fazer!

Como e quanto: Tudo organizado pela Alas Peruanas. Entrei em contato por email no Brasil e saí com tudo organizado. Preço foi de 550 USD para duas pessoas.

Cuzco e Machu Picchu

O ponto alto e mais aguardado da viagem era Machu Picchu. Já tinha muito tempo que eu falava que queria conhecer este lugar. Fomos para Cuzco de avião pela LAN (agora LATAM).

Em Cuzco dormimos no Rumi Punku, um dos hotéis mais legais que já fiquei. É super bem localizado, do lado do centro histórico e os funcionários são bem prestativos.

Cuzco, o Valle Sagrado, Machu Picchu e toda região foi ainda mais surpreendente do que eu esperava. Foi como um “dream come true“. Fiquei encantada.

Aqui neste post eu conto em detalhes tudo o que fizemos em 4 dias nessa região.

Arequipa

Parece redundante dizer que me surpreendi com Arequipa, mas é a mais pura verdade. Cada lugar novo que eu chegava no Peru era uma surpresa. Eu não esperava gostar tanto deste país.

Chegamos de avião também, voamos de Cuzco para Arequipa pela LATAM. Nos hospedamos na Casa de Avila, super bem localizado no centro histórico da cidade.

Em Arequipa ficamos apenas 2 dias. 1 dia para conhecer a cidade e o outro dia para ir ao Caynon del Colca ver o famoso Condor Andino.

Veja neste post o nosso roteiro de Arequipa.

Cruzando a fronteira do Peru para o Chile

Para ir de Arequipa para o Deserto do Atacama levamos quase 24 horas. É bem longe. Saímos de manhã em um ônibus de Arequipa para Tacna. Lá tomamos um taxi coletivo para Arica, onde pegamos outro ônibus para San Pedro de Atacama. Detalhes de como fazer este trajeto neste post aqui.

San Pedro de Atacama

Este foi o lugar mais surpreendente de toda viagem. Acho que não esperávamos gostar tanto do Deserto, por isso eu disse no começo do post que teria ficado mais dias aqui. Alguns amigos me aconselharam a ficar de 5 a 7 dias, mas pensei “ah eu não sou tão aventureira quanto eles…” ficamos só 4 dias. Faltou tempo para fazer tudo o que queríamos.

Dormimos na Casa Solcor. Uma pousada/casa em que cada hóspede fica em um quarto. Os quartos todos são suítes e de manhã tem sempre uma pessoa lá para fazer o café da manhã e limpar os quartos. A dona mesmo eu não vi. O lugar é bem legal, tem um quintal enorme para descansar ao sol, os quartos são legais também. Só achei meio longe do centrinho. Para voltar à noite é super escuro também, precisávamos usar uma lanterna.

No Atacama alugamos duas bicicletas no primeiro dia e fomos pedalar. Nos outros dias fizemos os passeios do Vale de la Luna e Vale da Morte. Fomos na Laguna Cejar e nos Geiseres el Tatio. Além claro do Salar de Atacama. Em uma das noites fomos ver as estrelas no Tour Astronômico – sensacional. Vale super a pena. Os passeios reservamos todos lá na cidade. Tem várias operadoras de turismo, todas próximas umas das outras, você dá uma andanda e pesquisa melhores preços e horários pra sua programação.

Veja neste post aqui detalhes e preços destes passeios e outros que tem pra fazer no Atacama.

Santiago e El Colorado

Do Atacama para Santiago pegamos um vôo direto da LATAM. Separamos 6 dias para Santiago, incluido os dois dias que fomos esquiar. Com certeza poderia ter ficado só uns 2 dias em Santiago e manteria os 2 dias de esqui.

Pra ajudar, ainda demos azar de pegar 1 dia de feriado em Santiago, ou seja, estava tudo fechado. Acabamos indo no shopping e cinema… vê se pode rs.

Em Santiago um dos passeios que mais gostei foi visitar La Chascona – uma das casas do Pablo Neruda – esta ele construiu para sua então amante Matilde. O lugar é super diferente além de ter uma vista linda da cidade, vá no por do sol. Também andamos pelo centro histórico, Praça das Armas, Cerro San Cristóbal e Parque Metropolitano. Além de visitar o Mercado Central para ver um monte de coisas esquisitas do mar que a galera come. O Juliano que é corajoso provou um monte deles, eu fiquei no peixe grelhado.

Veja neste post 7 passeios para fazer em Santiago e Região.

Como esquiar perto de Santiago?

Nós dormimos em Santiago todos os dias, no bairro Providencia. Um bairro super residencial e bem bonito, recomendo. Ficamos no Vilafranca Petit Hotel. Um dos lugares mais fofos que já me hospedei na vida. Os quartos são bem pequenos, mas o atendimento compensa pelo tamanho.

Para esquiar, pelas manhãs íamos cedinho à loja Ski Total e subíamos na van com eles para as montanhas. Também alugamos todo equipamento com eles, já chegávamos lá em cima prontos. Como em Junho ainda não havia muita neve, a única pista aberta era no El Colorado. Sorte a nossa pois também é onde tem as pistas de iniciantes.

Lá fizemos uma aula antes de começar a brincar – o que é recomendável pra quem nunca esquiou. Vou ser bem sincera. ODIEI meu primeiro dia. Foi tudo difícil, eu só caía, tinha dificuldade de descer a montanha, aquela bota é horrível. Queria desistir. Mas o Juliano insistiu que o segundo dia seria melhor – e foi mesmo. Deu pra me divertir. Então minha dica é, se for esquiar, vá pelo menos 2 dias – ou nem vai, se não vai sair de lá com péssima impressão. Nós adultos demoramos pra pegar o jeito.

E por fim, depois de 3 semanas maravilhosas descendo a costa do Peru e do Chile, retornamos a São Paulo.

Se Lança…

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Do Atacama ao Salar de Uyuni

Continuando a saga Chile: Santiago e Atacama, este é o terceiro e último post da Carla sobre essa viagem incrível.

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O Atacama é um lugar incrível, surpreendente, misterioso, místico, lindo e por aí vai… Uma vibe super boa, vale a pena ir pra lá. Todo mundo deveria conhecer este lugar. Sério. To-do-mun-do.

Vou listar aqui os passeios que fizemos no Atacama e a falar sobre a viagem de 4 dias para o Salar de Uyuni na Bolívia.

SAN PEDRO DE ATACAMA

O que fazer

Existem passeios que são feitos de manhã, outros de tarde e uns que duram até o meio da tarde. A cidade é cheia de operadoras de turismo nas ruas principais. Dá para organizar os passeios e ir em mais que um no mesmo dia. Como tínhamos tempo, fizemos todos com calma e passeamos bastante pela cidade.

O preço varia bastante nas agências, mas se falar que vai fazer mais que um com a agência, dá para negociar o preço. A maioria das agências tem um guia que fala inglês, mas é bom perguntar. Escolhemos a LaYana que tinha todos os passeios (menos o astronômico). Aí conseguimos um bom preço. Para 4 dos nossos passeios, os guias eram: Leandro, Leonardo, João Paulo (juan Pablo) e Daniel. Essa música sertaneja que me persegue… Eu sei que depois fiquei cantando as músicas dessas duplas. Mas a música tema do deserto do Atacama tinha que ser essa: No deserto… que atravessei… ninguém me viu passar…

Voltando aos passeios… Recomendo ir primeiro nos de baixa altitude para se acostumar. As folhas de coca ajudam a amenizar o problema de altitude. Existem balas de coca. Mas não é gostoso. O chá é mais ok. Tem gente que coloca as folhas secas na boca e fica mastigando. Nem tentei.

Em todos deve-se levar água. Como o tempo é seco, o suor seca rápido e por isso não parece que estamos perdendo líquido. Então é importante estar sempre bebendo água. Por causa desse tempo seco, as narinas ficam ressecadas, acabam ardendo e até sangrando (no meu caso). Para contornar isso, pode-se levar um hidratante nasal, vulgo Rinossoro ou qualquer coisa do tipo. Os olhos também ficam secos e tem que ficar pingando colírio. A boca também resseca no frio e dá-lhe batom de cacau! Sem falar no protetor sempre!!! Sempreeeeee!!!!

Lista dos passeios no Atacama

Esses são os passeios que fizemos no Atacama:

  • Geisers el Tatio: Saída é bem cedo entre 5h e 6h da manhã. A volta é em torno das 13h. A entrada do parque é 10.000 pesos para estrangeiros. Deve-se levar boné, roupa de banho (pode entrar na piscina termal, mas fora dela, a temperatura é de 0 a -15ºC), ir com calça térmica, casaco (quando fui estava -10ºC… muito frio mesmo), água, protetor sempre, toalha e chinelos caso entre na piscina, óculos de sol e luvas. Teve um café da manhã oferecido pela agência. Nesse passeio se vê o campo geotérmico, piscina termal, alguns animais típicos da região e o povoado de Machuca. A altitude é de 4.321 msnm. geysers_atacama_chile
  • Laguna Altiplânicas e Piedras Rojas: Saída também é cedo. Entre 5h e 6h da manhã. O retorno é em torno das 15h. A entrada é de 3.000 pesos. Também é frio, por ser muito cedo. Durante a tarde, esquenta. Normalmente o café da manhã e o almoço estão inclusos no pacote. Deve-se levar boné, ir com calça térmica, casaco, água, protetor solar, óculos de sol e luvas. É um dos lugares mais lindos. Ah! Tem churrasquinho de lhama, provem! É diferente e bom! Esse passeio passa por Laguna Tuyaito, salar de Talar (Piedras Rojas), Povoado de Socaire, Laguna Miscanti e Meñiques. Altitude de 4.160 msnm.pideras_rojas_atacama_chile
  • Valle de la Luna: Esse passeio é no período da tarde. A saída é em torno das 15h e a chegada é mais a noite entre 19h e 20h. A entrada custa no total 4.000 pesos (são duas entradas, uma de 3.000 pesos e outra custa 1.000 pesos). Esse passeio não é tão frio, mas é bom levar uma blusinha, boné, água, lanterna para a caverna, protetor solar e óculos de sol. Nesse passeio se vê um dos mais incríveis pôr do sol. Em cima da Pedra do Coiote, você vê uma imensidão e se sente tão pequeno… Deve ter sido como o Simba se sentiu quando foi apresentado para os animais no Rei Leão. Esse passeio visita a Pedra do Coyote, Cavernas de sal (dentro dessas cavernas é bem escuro, precisa de uma lanterninha como a do celular ou outra e suja muito a roupa), Valle de la Luna, por do sol no Valle de la Muerte. Depois do por do sol tem uns snacks que a agência disponibiliza. A altitude é de 2.487 msnm. (antes tinha o Valle de la Muerte incluso nesse passeio, mas separaram os passeios por causa do ingresso a mais que começaram a cobrar e vimos que não vale a pena pagar a mais para ir)valle_de_la_luna_atacama_chile
  • Laguna Cejar: Também é a tarde. Saída e chegada é no mesmo horário que o do Valle de la Luna. A entrada é de 15.000 pesos na Laguna Cejar e mais 2.000 pesos da laguna Tebinquiche. A Laguna Cejar é aquela que tem tanto sal que não dá para afundar. Você entra e consegue boiar de pé. A água é bem fria (16ºC), mas já que está ali, nunca se sabe quando vai voltar, né?! Tem um lugar que é melhor para entrar na água por não ser muito raso. É do outro lado da entrada para a laguna. Depois de tirar toda a uruca na água fria e cheia de sal, tem uma ducha para tirar o restante do sal do corpo (não pode usar shampoo e nem sabonete, por isso não aconselho molhar o cabelo). Deve-se levar boné, roupa de banho, ir com calça térmica, casaco, água, protetor sempre, chinelos, toalha, óculos de sol e luvas. Algumas agências dão um snack. Visita-se a Laguna Cejar, Ojos del Salar (também dá para nadar lá) e Laguna Tebinquiche. A altitude é 2.300 msnm.laguna_cejar_atacama_chile
  • Termas de Puritama: Podem ser visitadas em dois horários. De manhã a água não é tão quente (temperatura boa), o passeio sai às 8h da manhã, e também é mais cara a entrada, 15.000 pesos. De tarde a água fica bem mais quente, e o preço é menor, 9.000 pesos. O passeio dura em torno de 4 horas. É bom levar boné, roupa de banho, casaco, água, protetor (muito!), chinelos, toalha e óculos de sol. A altitude é de 3.550 msnm.termas_de_puritana_atacama_chile
  • Tour astronômico: é bem de noite, então faz frio! Tem que ir com casaco, calças, luva e gorro. É incrível ver tantas estrelas e usar os telescópios. Dá para ver alguns planetas, estrelas cadentes e satélites. Morri de medo de ver um ovni e ser abduzida. Depois tomamos um chocolate quente muito gostoso. Fomos pela Space Obs. Precisa agendar antes. E eles confirmam se tem o passeio somente no dia, pois depende muito do tempo. Atenção – cuidado com o lugar que se escolhe para fazer o tour. Tem uns que não falam, mas em época de lua cheia não dá para ver as estrelas e não dá para fazer o tour astronômico. Contato: [email protected]

Onde comer

Pica del Indio (meu favorito), Sol Inti e a pizzaria El Charrua.

Onde dormir

Nós ficamos no hostal La Ruca. O chuveiro alternava entre água quente e água fria, isso complicava o banho, mas a localização é a melhor. Próximo aos principais pontos de turismo e restaurantes. A moça também foi bem legal com a gente. Caso tivéssemos mais malas, podíamos deixar no hostal e quando voltássemos da Bolívia, era só ir buscar.

Veja neste link outras opções de hospedagem no Atacama.

Como chegar em San Pedro de Atacama

Para chegar em San Pedro de Atacama por Santiago, pegue um vôo (LATAM) para Calama. Tem vários transfers do aeroporto para a cidade. Veja com seu hotel se eles tem um transfer.

Veja como chegar no Atacama vindo do Peru ou Machu Pichhu aqui neste post.

SALAR DO UYUNI

Para ir ao Salar do Uyuni, compramos o pacote com a World White Travel, que é uma das mais recomendadas. Eles ficam no Atacama e também tem uma sede na Bolívia. Compramos nosso passeio no Atacama pois sai mais barato negociar no local do que comprar pela internet. E eles aceitam dólares (o que é ótimo, pois se você usa pesos para pagar precisa adicionar uma taxa ao valor). Ah! Não esqueça de pedir um saco de dormir, caso você não tenha. Eles emprestam, mas tem que pedir assim que fechar o passeio.

No Uyuni fizemos um passeio de 4 dias e 3 noites e passamos por vistas incríveis. Vimos muitos flamingos! E tiramos muitas fotos!

Logo no início do passeio, precisamos escolher um grupo de até 6 pessoas que é o que cabe em cada carro (fomos com o tour coletivo). É importante ir com pessoas que você ache legal, pois elas vão ficar sempre com você. Depois disso, o guia é sorte! Mas pelo que eu vi, todos da World White Tour são legais. Ficamos com um guia chamado Gabriel e ele foi muito legal com a gente. Todos os guias sabem tirar fotos. Peça ajuda para eles para tirar fotos legais!

salar_do_uni_bolivia

Se prepare, pois a comida é simples, mas não é ruim como falam. Banho são poucos… Isso é triste. Por isso precisa levar lenços umedecidos para se limpar. E papel higiênico, pois tem lugares que não tem. Sempre carregue na mochila o papel higiênico, o protetor solar, snacks e água. Ah! Câmera fotográfica também. Se não tiver, usa o celular, mas precisa registrar os momentos!

Sempre tivemos café da manhã, almoço, café da tarde e janta.

Ao roteiro…

Primeiro Dia no Salar do Uyuni

Visitamos várias lagoas e vimos vários flamingos. Passamos na Lagoa Branca (foto abaixo), Lagoa Verde, vimos o vulcão Licancabur, passamos pelo deserto de Salvador Dali, alguns geisers e a Laguna Colorada. Nesse caso, as imagens falam mais que as palavras.

laguna_blanca_uyuni_bolivia

No final fomos para um hotel que não tinha chuveiro. Não tinha energia. Não precisa levar chapinha ok!? A noite tem um gerador que ilumina os quartos e banheiro. Às 21h eles desligam esse gerador. Não dá para recarregar o celular (que só serve para tirar foto… Nenhum lugar tem wi-fi nem pega internet). Fez muito frio, mas graças ao saco de dormir, não passamos frio. Mas tinha tanta coberta que me senti esmagada. A altitude também colaborou. Foi uma das noites mais difíceis de dormir. Muita gente passa mal na primeira noite por causa da altitude. Então come balinha de coca e toma o chá antes de dormir…

Segundo Dia no Salar do Uyuni

Acordamos cedo para caramba! Porque esquecemos que tem diferença de fuso do Chile para a Bolívia. Então acordamos uma hora antes do que deveria. E deveríamos ter acordado às 4 horas da manhã… Acordamos cedo assim para poder arrumar as malas para colocar no carro e ir ver o nascer do sol. Fomos para um salar. Bem, nós fomos dormindo no carro. É bem bonito ver todas as montanhas e vulcões. Nesse dia visitamos as árvores de pedra e outros lagos com cores incríveis e animais silvestres lindos. O hotel onde ficamos era feito de sal e foi incrível. Os móveis, as paredes, o chão eram feitos de sal. E parecia que estávamos andando na areia. Foi um dos hotéis mais quentes que passamos. Nesse tinha chuveiro com água quente também!

laguna_canapa_uyuni_bolivia

Terceiro Dia no Salar do Uyuni

No terceiro dia fomos finalmente para o salar gigante de Uyuni. Lá é outro mundo mesmo. Os desenhos formados pelo sal no chão eram como uma obra de arte. Para todos os lados que se olhava, não se via uma montanha, uma árvore ou qualquer indício de casa. Ótimos para fotos com efeito. Tem alguns carros que tem dinossauros ou coisas para fazer fotos engraçadas, mas como no nosso não tinha, usamos a imaginação e pegamos potes e copos que tinham no nosso carro. Também fomos para um cemitério de trens. Bem legal! Ver todo aquele maquinário daquele jeito parecia cena de filme. Fiquei andando por lá tentando imaginar como as pessoas usavam aquilo e como deveria ser o trabalho e o dia a dia de cada um.

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Nesse dia nos despedimos das pessoas que iriam ficar na Bolívia e iam fazer o pacote de 3 dias. Foi um dos dias que fomos para a cidade de Uyuni. Aproveitamos para dar uma olhada na cidade e ver os habitantes de lá. Naquela noite, começamos o trajeto para a volta ao Chile. Ficamos num hotel frio. Muito frio. Nesse dia é melhor dormir com todas as roupas de frio que tiver. Só passamos mal na primeira noite por causa da altitude. Nas duas outras noites foi normal.

Quarto Dia no Salar do Uyuni

O último dia foi basicamente de retorno para o Chile.

No final, só temos lembranças maravilhosas e imagens inesquecíveis!

Ah, não se esqueça do seguro de viagem. Aquele tipo de coisa que ninguém que usar, mas é bom ter, não se brinca com saúde! Nós usamos o site Seguros Promo, que faz comparação de preços de vários seguros. (Se você não sabe o que é um seguro de viagens, leia este post aqui).

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~ Se Lança ~

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Continuando a saga Chile: Santiago e Atacama, aqui vamos para o segundo post da Carla.

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Esses são os principais passeios que fizemos em Santiago, Valle Nevado, Val Paraíso e Viña del Mar:

O que fazer em Santiago

Free tour de Santiago para conhecer a cidade – bem legal, pois o cara deu dicas de onde ir beber, comer (vimos onde comer as comidas típicas), lugares com feirinhas artesanais, parques e museus para visitar… Aconselho a fazer nos primeiros dias, para pegar as dicas dos lugares que estão bombando no momento e para escolher os lugares por onde passar nos tempos livres.

Mercadão – é mais um lugar com restaurantes para estrangeiros. Eles tentam te empurrar para um restaurante de qualquer jeito… Isso até incomodava a gente. Você não consegue passar perto sem que eles tentem te abordar… Mas é legal pra ver o monte de coisa esquisita que sai do mar e a galera come.

Vinícolas – A Santa Rita e a Concha y Toro são as mais recomendadas para conhecer – e nós optamos pela Santa Rita. Realmente foi uma surpresa para nós. O tour é de 1 hora, eles mostram todo o processo até se ter o vinho. Eles ensinam a degustar o vinho. São 3 vinhos que eles dão. É tudo muito bom. Lá tem até o Museu Andino (que é de graça). Então dá para conhecer a fazenda, ir no museu e depois comprar os vinhos de lá. E não é só vinho que tem não. Também tem um pão de vinho e outras coisas que é legal experimentar e levar. Sem falar do restaurante lá dentro.

Como chegar – fomos com uma operadora de tursimo, mas não aconselho. É melhor ir de ônibus normal. Tem um ponto de ônibus perto. Aí você pode ir andando, fazer as coisas no seu ritmo, escolher o que quer fazer e não ficar preso com um grupo e tempo.

DICA: É melhor visitar as vinícolas no final da viagem para não carregar todos os vinhos que são mega baratos pelo resto da viagem…

O que fazer ao redor de Santiago

Cajon del Maipo

É lindo o lugar. Não dá nem para acreditar que existe! E tem que ir! É uma represa que fica perto de montanhas. Mas a luz do sol, em contraste com as montanhas e o rio dão um espetáculo para os visitantes. Em época de inverno mesmo, precisa andar por um bom trecho. Como o período que fomos estava mais no final, conseguimos ir com a van.

Como chegar –  fomos pela Somos Tour. Conseguimos um desconto legal de 15%. Mas não curti. Eles nos levam até o lugar através de uma van. Buscam a gente bem cedo, param numa lanchonete de posto e nós que pagamos pelo café da manhã. Basicamente só tinha brasileiro na van (podiam disponibilizar um guia que falava português já que as pessoas que nos vendem o passeio são todos brasileiros, mas o guia só falava em espanhol). A tarde é servido um pouco de queijo, salgadinho e azeitonas com vinho e pisco sour (bebida típica do Chile muito boa, levei de lembrança também) mas quando olhava para os lados, as outras empresas estavam fazendo churrasco. E fomos um dos primeiros a voltar também… Não recomendo a empresa…=/

Veja no Get Your Guide outras opções de operadoras que realizam este passseio. Este aqui por exemplo custa 110 USD e tem 5 estrelas de avaliação.

Mas o lugar é um dos mais lindos que já vi. Só de estar lá, já valeu a pena. O passeio sai cedo e volta lá pelas 16h para Santiago.

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Valle Nevado

O Valle Nevado foi incrível, gostei bastante de ir. É o recomendado para iniciantes. Para quem quer esquiar ou aprender, é aqui que se deve vir. Não é o mais barato para ir, mas as outras pistas têm mais gente local que não tem paciência com pessoas inexperientes na pista… =/

Existe também outros lugares para ver neve, mas na época que fomos, final de agosto e início de setembro, só alguns tem neve e o Valle Nevado era um deles. La Parva é um outro parque de ski, mas é mais para o povo local que já sabe andar bem. Farellones é um parque que desce a neve numa bóia, mas por causa da pouca neve da época, não estava aberto.

Como chegar – Fomos com uma empresa chamada Ski Total. Eles alugam as roupas, levam até lá e já te dão o ingresso do parque. Sai cedinho de Santiago, passa o dia na montanha e volta no fim da tarde. Outras empresas só alugam as roupas e fazem o transporte.

Dica importante – não se esqueça de fazer um seguro de viagens que inclua esportes radicais, nem todos tem essa cobertura. Veja na SegurosPromo os preços, e se for fechar com eles, use o cupom SELANCA5 para ter 5% de desconto adicional. Não é caro, 1 semana no Chile custa à partir de 70 reais.

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Val Paraíso e Viña del Mar

Val Paraíso – Possui ruas peculiares, cheias de grafites lindos que dão personalidade ao lugar. Várias casas de artesanato e exposições. Tem uma paisagem bem interessante por causa das escadas coloridas, os portos, os morros com as várias casinhas pequenas e charmosas e os bondinhos que ajudam a subir os morros…

Viña del Mar – praia! Como fomos no período de setembro, estava bem frio durante a manhã. As pessoas que estavam lá, estavam de roupa mesmo (agasalho e calça). Algumas corajosas estavam no mar, principalmente criança… Não esqueçam de comer salmão por lá. São coloridos naturalmente e não pela ração que ingerem. Muito gostoso!

Como chegar – Fomos de Santiago para lá por ônibus e os passeio de Viña del Mar e Valparaíso foram feitos a pé. Os ônibus saem toda hora e por isso não é problema. Fomos para Valparaíso primeiro e depois fomos de metrô para Viña del Mar. Tivemos que comprar um cartão de ônibus que só serve lá. Fizemos esses dois lugares em um só dia. Para quem gosta, lá tem um cassino, mas não fomos.

Outra opção é alugar um carro e fazer este passeio por conta própria. É bem tranquilo, só levar sua carteira de motorista e andar com o passaporte. Nós sempre usamos a RentCars para alugar carro no exterior, eles tem os melhores preços.

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Hostal em Santiago

Poker Hostal Atendimento de primeira! O quarto não é grande, mas como na maior parte do dia estávamos fora, então tudo bem. Tivemos problemas com o chuveiro no primeiro dia, mas o gerente de lá foi tão legal que nos colocou em outro quarto, mudou toda nossa mala e olha que nem tava organizada… Ele levou tudo para o outro quarto. O café da manhã é bem servido e eles dão ótimas dicas para passeios. Também nos ajudaram a chamar o taxi para volta. Também é importante falar da localização do hostal que é ótima e fica perto de ótimos restaurantes.

Veja outras opções de hospedagem em Santiago aqui.

Onde Comer

Chipre Libre – Comemos um ceviche maravilhoso e também é um restaurante conhecido pelos pisco sour que eles fazem. Um melhor que o outro!!

Se Lança…

Leia mais nestes posts:

Roteiro de 3 semanas no Peru e no Chile
Como ir de Machu Picchu para o Deserto do Atacama
Do Atacama ao Salar de Uyuni
Roteiro de duas semanas no Chile + Dicas de viagem
Circuito dos Lagos Andinos no Chile
Seguro de Viagem Internacional – vale a pena?

Como ir de Machu Picchu para o Deserto do Atacama

Você já curtiu bastante Cusco e Machu Picchu e agora vai ao Chile, siga esses passos de como ir de Machu Picchu para o Deserto do Atacama.

Essa é uma das informações mais preciosas e difíceis que consegui quando fiz uma viagem de 3 semanas entre Peru e Chile (veja o roteiro aqui).

Vamos direto ao ponto, é assim que se faz:

  1. voar de Cusco para Arequipa
  2. ônibus de Arequipa para Tacna
  3. taxi coletivo de Tacna para Arica
  4. ônibus de Arica para San Pedro de Atacama

Aos detalhes:

Para ir de Cusco a Arequipa dá pra ir de busão ou avião, mas eu não quis encarar duzentas horas de ônibus, então voamos pela LAN – agora LATAM. Ok, são “só” 10 a 12 horas de ônibus de Cusco para Arequipa, mas mesmo assim, preferi avião – por ser mais rápido e mais seguro. Quem for encarar o ônibus, use a Cruz del Sur.

Passamos dois dias em Arequipa (veja neste link o roteiro) e depois pegamos o ônibus da Cruz del Sur para Tacna. (Infelizmente no site não mostra mais esse trajeto – recomendo ligar e verificar se ainda fazem esse percurso).

Em Tacna, contratamos um taxi coletivo para ir a Arica. Tem saídas diárias das 6 às 22, nos fins de semana é possível contratar fora destes horários, mas o preço é maior.

Para cruzar a fronteira é possível ir de ônibus ou taxi coletivo. Nós optamos pelo taxi coletivo pois é a maneira mais rápida e segura de cruzar a fronteira. Contratamos na hora na própria rodoviária e custou 15 soles na época.

Essa opção parece meio estranha, mas foi bem tranquilo. Filmamos um pouco essa jornada, olha aí.

Para cruzar a fronteira do Peru e Chile é bem simples. Você desce do carro e entra no predio/casa para apresentar seu passaporte. Tem que descer a mala para passar no raio-x também. Faz isso duas vezes, a primeira para sair do Peru e depois de novo para entrar no Chile.

Chegando na rodoviária de Arica, você compra o bilhete de ônibus para San Pedro de Atacama. É uma viagem bem longa, então nós viajamos a noite para ir dormindo. Usamos a Turbus.

Deixamos as malas no locker (guarda-volumes) da rodoviária e fomos bater perna no centro de Arica até o horário do ônibus., saímos às 22h. A cidade é simpática, deu pra distrair bem. Depois rumo ao Atacama.

Nessa viagem nosso ônibus foi parado umas 3x para ser revistado. Em uma das paradas tivemos que descer e passar as mochilas no raio-x. A polícia é bem rígida por ser região de fronteiras, mas foi muito tranquilo – só foi chato ser acordada no meio da madrugada.

Quando chegamos na rodoviária de San Pedro de Atacama, pegamos um taxi até o hotel, mas se o seu hotel é no centrinho, dá pra ir a pé.

É isso! Espero ter ajudado!

Se lança…

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Circuito dos Lagos Andinos no Chile

 

LEMBRETE!

Não se esqueça do seguro de viagem! Eu sei que é aquele tipo de coisa que ninguém quer usar, mas que é importante ter, com saúde não se brinca! Nós usamos o portal Seguros Promo, pois faz cotações com várias seguradoras trazendo um comparativo de preços e benefícios.

Pra vocês terem idéia, um seguro de 7 dias na América do Sul custa à partir de 55 reais. Não é caro!
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E, tem mais…

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Roteiro de duas semanas no Chile + dicas de viagem

Este é o primeiro guest post super especial da Carla Matsumoto. São 3 posts da série Chile, além deste que você lê, tem Santiago e Atacama.  Aqui ela fala como ela se organizou pra planejar a viagem dela e o roteiro de duas semanas no Chile.

Tem que conferir todas essas dicas sen-sa-cio-nais. Ou sen-sei-cio-nais 😉 Ai piadinha fraca, né!? rs

Chega de enrolação, vamos ao que interessa!

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Acabei de voltar de uma viagem ao Chile e quero contar as várias dicas que peguei e falar sobre dúvidas que tive.

Roteiro pelo Chile

Primeiramente, nosso roteiro foi:

  • 3 dias em Santiago,
  • 6 dias no Atacama,
  • 4 dias no Uyuni (que fica na Bolívia)
  • e mais 3 dias em Santiago.

Sim, começamos em Santiago e depois voltamos para lá. Isso, pois queríamos comprar lembrancinhas e vinhos, mas não queríamos ficar carregando por ai, por isso a segunda parte em Santiago serviria para compras (sabíamos que levaríamos vinhos e tinha o perigo de quebrarem no meio da viagem, além do espaço ocupado pelas garrafas).

Mas as dúvidas começaram bem antes…

Dicas para montar um roteiro legal pelo Chile

Eu e meu namorado queríamos fazer uma viagem dessas que mostram no Globo Repórter. Cheias de paisagens lindas e que você só vê em filme. E o Chile parecia ter tudo isso. Basicamente, queria me sentir a Glória Maria japa. Então começamos a montar nosso roteiro e vários fatores tiveram que ser levados em conta.

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Primeiramente listamos tudo o que queríamos fazer e onde poderíamos ir. Com isso e o mapa do Chile em mãos, vimos mais ou menos os lugares que passaríamos e começamos a definir a data.

Eu nunca esquiei, mas meu namorado já. E eu queria ver a neve, aprender a esquiar, descer a montanha fazendo zig zag, parar de ladinho e fazer pose. E para que isso pudesse acontecer, tinha que ter neve…

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A temporada de esqui vai até o início de setembro, depois disso, a neve começa a derreter e só fica gelo. Como fomos para o Chile logo após o feriado de 7 de setembro, tínhamos que esquiar nesses primeiros dias do Chile para garantir.

Então depois de definidas as datas, começamos a ver os passeios para fazer em cada lugar. E conforme nosso gosto, fomos dividindo os dias da viagem pelos lugares e passeios – assim fomos afunilando o roteiro e conseguimos bater o martelo.

Dicas para economizar no Chile

Próximo passo era garantir a logística, compramos as passagens internas (Santiago – Atacama) pela SkyAirlines. Mas fica a dica: compre pelo site chileno. Se o seu cartão não passar no site deles, ligue para lá e compre as passagens por telefone. Vale muito mais a pena, pois se economiza demais (em torno de 50% do valor para brasileiros. Economizei uns 450 reais =D).

Sempre veja se as agências e operadoras de turismo aceitam dólares em espécie, pois ai vem isento de taxas. Faça as reservas de hotéis com antecedência, nós usamos muito o Booking.

Dá para levar mochila/mala de rodinhas. Não precisa ser mochilão como fizemos.

No Atacama e em Santiago tem lugares para lavar a roupa. No Atacama as roupas ficam cheias de pó. Não vale a pena lavar no primeiro dia…

Em Santiago, veja o preço do vinho no supermercado (antes de ir para a vinícola) que sai bem mais barato!

Não se esqueça do seguro de viagem, aquele tipo de coisa que ninguém quer usar mas é fundamental ter. Faça sua cotação na SegurosPromo, eles trazem um comparativo de preços e pode-se pagar em 12x ou ter 5% de desconto no boleto. Leitores do blog devem usar o cupom SELANCA5 para ter 5% adicional de desconto.

E essas são minhas dicas gerais, agora vamos ao mais importante, os próprios passeios em Santiago e Atacama e Uyuni.

~ Se Lança ~

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Circuito dos Lagos Andinos no Chile

Se lança pro Circuito dos Lagos Andinos no Chile – Lago Llanquihue (Puerto Varas, Frutillar, Vulcão Osorno)

Guest post por Rodrigo Matos

Dicas para viajar no Chile

O Chile é um país bem diferente com 4300km de extensão e somente 175km (média) de largura. Ao norte começa com o Deserto do Atacama, lhamas e salares gigantes, passando ao centro com maravilhosas vinículas, a capital Santiago e descendo ao sul encontram-se vulcões, geleiras, baleias e pinguins.

A moeda local é o peso chileno e os preços de comida, transporte etc é padrão São Paulo/Rio, portanto, caro. Para quem gosta de vinhos, esta é a terra das uvas cabernet sauvignon e da carmenére, uva essa que esteve extinta no mundo por mais de um século devido a uma praga e foi redescoberta no Chile em 1994, se adaptando às terras chilenas e hoje é conhecida como uma das mais importantes uvas do país. Os vinhos no Chile são baratos, portanto, não deixe de degusta-los e visitar algumas vinícolas.

No Chile existe uma opção de almoço mais em conta que é o “menu del dia”. É um valor fixo com entrada, prato principal e bebida ou dependendo do lugar, sobremesa inclusa. O menu del dia costuma variar entre 3500 a 7000 pesos e sempre tem placa na frente do restaurante com o preço e o cardápio do dia. No Chile não tem comida farta como no Brasil. Os pratos são servidos prontos e geralmente uma carne com 1 acompanhamento. Sempre é servido antes uns pãezinhos com manteiga e o pebre, molho típico chileno que se equipara ao nosso vinagrete, porém com muito coentro (cilantro em espanhol). Portanto, é aconselhável que sempre coma os pães para não ficar com fome. Para os que não gostam de coentro, é bom perguntar antes se vem na comida, pois tudo leva coentro.

Em quase todas as ruas é necessário pagar para estacionar o carro. Os preços variam de acordo ao horário, e sempre sai entre 1.000 e 4.000 pesos uma parada, dependendo de quantas horas você vai ficar.

Roteiro pelo Sul do Chile

Nessa viagem resolvemos sair um pouco do trivial do que eu chamo de “passeio basicão ao Chile
(Santiago – Viña Del mar – Valparaíso)” e nos aventuramos ao sul do país na região do Lago Llanquihue. Região conhecida como Região dos Lagos, “abraçada” pelos vulcões Osorno e Calbuco e começo da patagônia chilena.

Algumas pessoas gostam de fazer o passeio de toda a volta ao lago. O caminho é lindo, com paisagens maravilhosas, mas nós preferimos dividir o passeio ao lago em 2 dias concentrando nosso ponto focal em Puerto Varas.

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O ponto negativo é estar atrelado aos horários e lugares de almoço que as empresas de turismo têm acordos. E por essas duas razões, é que nós optamos pelo aluguel de um carro, o que indico fortemente. Nós usamos a RentCars para alugar carro. Assim você pode aproveitar mais a beleza das estradas locais, fazer paradas onde desejar e não ficar atrelado a horários.

Puerto Montt

Puerto Montt é a capital da Província de Llanquihue. Ela é uma cidade portuária, sendo a porta de entrada ou saída para as regiões mais austrais. É dela que sai o passeio de Cruce de lagos (a travessia dos lagos andinos até a Argentina) e algumas excursões a locais mais ao sul como a ilha de Chiloé.

Chegamos com tempo nublado e uma leve chuvinha no estilo “chove-não-molha”. Clima bem típico da região e que nos acompanhou por outro dia de viagem. Como a visão do vulcão Calbuco estava ofuscada pelas nuvens, demos uma passada pela orla da cidade e fomos almoçar no Mercado Angelmó, conhecido pelo artesanato e restaurantes com pescados e mariscos.

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Puerto Varas

É a principal cidade no entorno do Lago Llanquihue. Situada a somente 20km de Puerto Montt, é o lugar perfeito para se hospedar. Com sua arquitetura alemã, tem uma orla linda na beira do lago com vista nítida para os vulcões Osorno e Calbuco, muitos restaurantes, comércio, feiras de artesanato e para quem quer tentar a sorte, um cassino. Nos hospedamos no hotel Casa Kalfu onde ficamos em um quarto com vista para o lado, super acessível, pagamos 60 USD a noite.

Vista da Janela do quarto
Vista da Janela do quarto

Frutillar e Puerto Octay

Frutillar é uma cidadezinha de colonização alemã imperdível, super tranquila, com muitos restaurantes e bares na beira do lago Llanquihue, inspirada na música. É nela que ocorre anualmente – entre o final de janeiro e começo de fevereiro – as “Semanas Musicales de Frutillar”.
Como atrações turísticas tem o Museo Colonial Alemán e o Teatro Del Lago.

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A surpresa boa ficou por conta do almoço com menu del dia no restaurante Duendes del Lago. Pelo valor de 7.000 pesos, comemos cordeiro assado acompanhado de vinho tinto e sobremesa. O detalhe ficou pelo charme e atendimento do local, que é todo trabalhado em madeira artesanal com vista para o lado.

Nosso passeio a Frutillar ficou prejudicado pelo tempo nublado, que tirou o charme da vista dos vulcões ao fundo do lago, mas valeu a pena.

O percurso de carro até Frutillar e estendendo até Puerto Octay é uma atração à parte, passando por pequenas fazendas de gado leiteiro, ovelhas, plantações de flores e casarões antigos.

Saltos de Petrohue – Vulcão Osorno – Lago Todos los Santos

Esse foi o passeio mais aguardado de nossa viagem. Agora indo a sentido sul de Puerto Varas. O caminho ao vulcão passa pelo vilarejo de Ensenada, onde tem vários restaurantes na beira da estrada com vista ao vulcão, e cada vez que nos aproximamos dele a paisagem se torna mais linda.

Mirante na estrada com vista ao vulcão Osorno
Mirante na estrada com vista ao vulcão Osorno

Logo após Ensenada já se vê a bifurcação para o Lago Todos los Santos. Fomos sentido a ele primeiro, com a parada nos Saltos de Petrehue.

Os saltos são os deságües no Rio Petrohué das águas do Lago Todos Los Santos, as quais caem entre rochas de origem vulcânica formando poças naturais. A cor da água é esmeralda, que combinadas com a vegetação local e a vista para o vulcão, se torna um lugar maravilhoso com visita imperdível. A entrada custa 2.000 pesos por pessoa mais 1.000 de estacionamento.

O inconveniente de ir a essa região em janeiro é por causa de um inseto chamado tábano. Ele é um pouco maior que uma abelha, na verdade BEM maior. Voa sempre em bando e adora picar a gente apesar de não ser venenoso. O pior não é o vôo e a picada, mais o zunido no ouvido. Não contente em picar, ele se enfia ate no meio das fotos. Portanto, se for fazer esse passeio em janeiro, se prepare para brigar com os tábanos. A dica dada pelos locais é usar roupas brancas, pois eles são atraídos pelas cores escuras.

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Lago Todos los Santos

Seguindo mais 6km pela estrada que leva aos Saltos você chegará ao Lago Todo los Santos. Vale a pena fazer o passeio de barco pelo lago. Tem a opção do passeio em grupo, ou privado. O preço varia e tem que negociar com os donos das embarcações. Conseguimos por 10.000 pesos o passeio de 50min para duas pessoas. Para quem quer almoçar, na outra margem do rio próxima a saída das embarcações tem alguns restaurantes. É só avisar que quer ir lá que tem alguns barquinhos para te levar.

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Vulcão Osorno

O Osorno é um vulcão ativo com 2.661 metros e faz parte do Parque Nacional Vicente Perez Rosales. Ao contrário do vulcão Villarica onde constantemente se vê fumaça saindo do cume, esse é coberto de neve. Na estação de inverno funciona uma estação de esqui, que é aproveitada no verão usando os teleféricos para levar os turistas mais próximos à neve do vulcão. Na temporada de verão também ficam abertas algumas tirolesas.

O preço da subida aos teleféricos (são 2) é de 18.000 pesos por pessoa. Mas tem opção de subir só no primeiro, nos 2, subir nos 2 com descida em tirolesa e opção de subida em trecking.
Sem dúvida, uma vista maravilhosa.

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Caso você volte do vulcão para Puerto Varas na parte da tarde, indicamos fazer uma parada estratégica no Km 32 no restaurante e cabañas “Once Bella Vista”. La once é o típico café da tarde chileno, com bolos e pães típicos acompanhado de café ou chá. Nesse restaurante, além de apreciar um pouco mais da vista do local, eles oferecem um café da tarde bem completo. Optamos por provar uma torta típica alemã e muito conhecida nessa região, a Kuchen (pronuncia-se kúrren).

Vista do restaurante
Vista do restaurante

Como sugestão para quem vai com mais tempo, fica o passeio a ilha de Chiloé e o Cruze de Lagos – que é um passeio de barco de Puerto Montt a Bariloche, Argentina. Esse ficou guardado para a próxima!!

Se lança…

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Dá uma olhada nestas excursões pelo Sul do Chile:

Ainda não sabe pra onde ir?
A gente te ajuda! Escolha um destino.