O que fazer em Sydney: roteiro de 7 dias
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O que fazer em Sydney: roteiro de 7 dias

[su_wiloke_sc_company_website target=”_self”]O que fazer em Sydney: roteiro de 7 dias.

Nossos sete dias em Sydney fora divididos da seguinte maneira:

  • 1 dia: Pontos turísticos mais famosos em Sydney (Ópera House, Harbour Bridge, Royal Botanic Gardens, Art Gallery NSW, St Mary Cathedral e Hyde Park)
  • 2 dia: Darling Harbour e Museu Marítimo
  • 3 dia: Taronga Zoo
  • 4 dia: Centro da cidade, Powerhouse musuem, Paddy’s Market, Chinatown
  • 5 dia: Bondi Beach
  • 6 dia: Ferry, Manly Beach e The Rocks
  • 7 dia: Chippendale

1 dia – Pontos turísticos mais famosos em Sydney:

Ópera House, Harbour Bridge, Royal Botanic Gardens, Art Gallery NSW, St Mary Cathedral e Hyde Park

Começamos o dia com o miolo mais famoso da cidade, indo à região da Ópera House e Harbour Bridge.

Almoçamos no Ópera Bar, estava tudo muito gostoso, mas a conta ficou cara, 95 USD por dois pratos, duas cervejas e uma batata frita. Paga-se pela linda vista da ponte e opera house.

Após o almoço, descansamos um pouco dentro da Ópera House, tem um lounge com um café e uns sofás – aproveitamos pra por a bebê pra dormir e fugir do sol.

Recuperados, fomos passear no Royal Botanic Gardens. O jardim é lindo demais, super bem cuidado e enorme. Uma opção pra quem não quer andar é pegar o trenzinho. Custa 10 USD por adulto. Eu até queria, mas tinha uma fila de espera de 40 minutos, então andamos mesmo.

Próxima para foi a galeria de arte Art Gallery NSW. A entrada para a exposição principal é gratuita, a exposição temporária custava 25 USD. Ficamos somente no andar térreo que já tinha muita coisa pra ver como obras de artistas australianos, além das obras européias. O museu sempre tem muitas atividades pras crianças, vale a pena conferir no site e se planejar pra participar. Nós demos sorte e conseguimos fazer uma oficina de “máscara/capacete” – artigo usado na contação de história do folclore japonês.

Últimos pontos do dia cheio: St Mary Cathedral e Hyde Park. A catedral vale a pena entrar, muito bonita! Depois descanse no parque em frente e veja se o caminhão de sorvete está por lá.

2 dia – Darling Harbour e Museu Marítimo

Um dos pontos altos de Sydney, principalmente para quem viaja com crianças, é o Darling Harbour e o Museu Marítimo que fica no porto mesmo.

No Darling Harbour tem MUITAS atrações. Ele é dividido em parte antiga e a parte nova.

A parte antiga é onde está o porto em si, e lá se encontram as seguintes atrações: restuarantes, bares, shopping, aquário, zoológico, Madame Taussaud, Museu Marítimo, pedalinho e calçadão.

Na parte nova do Darling Harbour tem: restaurantes, bares, parquinho infantil, Chinese Garden e uma praça com fontes.

O Darling harbour é tão grande que nós fomos duas vezes pra poder aproveitar bastante. Fomos duas vezes também porque primeiro fomos à parte nova e não sabíamos que estava interligada com a antiga. O local é muito grande mesmo.

Uma dica é começar pelo Museu Marítimo e ir subindo até o Chinese Garden. Na parte alta achamo um restaurante asiático onde tomamos chopp por 5 AUD com direito a uma porção de asinha de frango. Um achado na cidade. Quem quiser o nome do lugar me deixa um comentário no fim do post.

3 dia: Taronga Zoo

Pode dedicar um dia inteiro só pro zoológico, pois é um passeio puxado. O zoo é enorme, prepare-se pra caminhar. Segundo o applicativo do iphone, nós andamos por volta de 5 km lá dentro.

Eu não sou fã de ir a zoológicos, mas minha filha estava procurando kangurus e koalas na rua e reclamando que ainda não os tinha visto na Austrália. Sendo assim, levai-a onde certamente veríamos os bichanos. Existe também a possibilidade de interação com koalas no zoológico, mas optamos por não fazer.

Além dos animais australianos como koala, kanguru, demônio da tasmânia, e outros tantos que não sei os nomes – vimos elefantes, girafas, chimpanzés, focas, penguins e por aí vai.

Dentro do parque tem bastante estrutura, banheiros, cantinas e bebedouros de água.

Tem que passar protetor solar e de preferência usar boné. Não deixe de levar o carrinho, mesmo se sua criança for maior. Na lojinha na entrada do zoo aluga-se por 15 AUD um carrinho.

Quanto custa a entrada: 48 AUD por adulto , 29 por criança (4 a 15 anos) e grátis para menores de 4 anos. É possível comprar o ingresso antecipado pelo mesmo preço aqui.

Como chegar: 30 minutos de onibus no M30 (nossa escolha por ser mais perto de onde estávamos hospedados) ou então pelo ferry boat que sai do Circular Quay e leva somente 12 minutos.

4 dia: Centro da Cidade, Sydney Tower, Powerhouse, Paddy’s Market & Chinatown

Divida este dia em 2.

Parte 1

Pela manhã vá ao centro da cidade, que os locais chama de CBD. É o centro comercial, cheio de prédios, escritórios e vários cafés legais.

Shopping QVB – um shopping lindíssimo e antigo no centro da cidade. Mesmo pra quem não gosta de compras (eu no caso), vale a pena entrar e ver o prédio em si.

Sydney Tower Eye – a torre mais famosa da cidade com vistas 360. De lá se vê a ponte e a Ópera Huse e toda a cidade de Sydney.

Parte 2

À tarde, suba até o Powerhose Museum e faça o restante do roteiro à pé:

Powerhouse MusuemMuseu de ciência e tecnologia. Excelente museu, super interativo e interessante. Tem a parte de trens antigos, aviões, réplicas de foguetes e outras tantas máquinas antigas. Uma excelente chance pra ensinar nossos filhos. (Minha filha de 4 anos achou que um antigo mac era um aspirador de pó). Mas a melhor parte do museu são as áreas interativas, onde aprende-se sobre física: eletricidade, magnetismo, robótica, mecânica e tem a interação digital também. Vale a pena.

Preços: 15 AUD por adulto e crianças até 16 anos não pagam.

Paddy’s Market – seria o nosso famoso camelódromo. O andar térreo tem mil e uma barracas de bugigangas, uma feira livre, peixaria, açougue e etc. No primeiro andar tem um shopping center com lojas e praça de alimentação e o último andar restaurantes. Não faz muito meu estilo de passeio, entramos, demos uma voltinha e pronto.

Chinatown – tem um pórtico bonito, algumas lojas e muitos restaurantes pra todos os gostos. Vietinamita, koreano, chinês, japonês, tibetano, malaio, cambojano e sei lá mais o que! A gente quis experimentar o famoso churrasco koreano e nos demos mal na escolha. Foi super caro e mal servido. Tivemos que jantar quando chegamos em casa.

5 dia: Bondi Beach

Bondi beach é certamente a praia mais famosa de Sydney. É uma praia de um areião extenso e mar bom pra surfar – nem tão bom pras crianças.

Tem um lindo calçadão com várias lojas e diversos restaurantes e bares, um mais “cool” que o outro. Uma vantagem pra nós também foi encontrar um parquinho para as crianças brincarem.

Nós fomos em um domingo de manhã tomar brunch no restaurante Harry’s Bondi que super recomendo. O lugar estava lotado, não entra sem reserva, então se organize. Os locais adoram um sunday brunch na praia – quem não!?

Como o dia estava bem nublado e com chuviscos não estava pra praia.

6 dia: Ferry, Manly Beach e The Rocks

Manly Beach é um subúrbio de Sydney, mas mais parece uma cidadezinha. Tem um centro comercial no calçadão e outro calçadão à beira-mar. No beira-mar também tem vários restaurantes.

O legal de Manly é que existem muitas outras prainhas além da praia principal. Sugiro Shelly Beach e Manly Cove. Outra opção bacana em Manly é a piscina de pedra Fairy Bower Pool. Ao lado da piscina tem uma ducha de água doce, trocador e banheiro.

Pra chegar em Manly tem que pegar o ferry na Circular Quay, que tem a vista mais linda da Ópera House e Harbour Bridge – prepare-se pra foto.

Nós pegamos o fast ferry, que custou 9,90 por adulto. Foi tão rápido que mal deu pra tirar as fotos do caminho, chegamos em 10 minutinhos. O ferry comum leva uns 20 minutos e custa 7.60 AUD. Ambos saem do Circular Quay.

Na volta, bem ao lado do Circular Quay está o bairro mais antigo de Sydney: The Rocks. Aproveite para passar o fim de tarde lá e tomar uns drinks ou jantar. É um bairro bem pequenino, são basicamente uns 3 quarteirões, mas vale uma passada rápida.

7 dia em Sydney – Passeio pelo bairro Chippendale

Na verdade esse passeio fizemos logo no primeiro dia na cidade.  Porquê? Simplesmente porque Chipendale é o bairro no qual nos hospedamos e optamos por um dia mais leve nas redondezas. Mas não é um MUST SEE. Fica a dica pra quem está por perto do bairro.

Chippendale é o bairro dos hipsters, galerias de artes, restaurantes, cafés e lojas. Nessa onda, conhecemos os seguintes pontos:

Parque Victoria – com espaço para caminhada, piscina pública de natação e o bom e velho amado parquinho infantil.

White Rabbit – uma galeria de arte modernosa com exposição de artistas chineses contemporâneos. Muito interessante de ver, vale a pena. Na galeria também tem um café e lojinha descolada. Entrada é gratuita. Endereço: 30 Balfour St

Chippendale Green – um enorme parque/praça aberta. A idéia é conectar o bairro. É uma área de lazer e de passagem.

Central Park Mall – um shopping center descolado mas não tão grande. Tem bastante lojas de tênis. Endereço: 28 Broadway

Broadway Mall – um baita de um shopping com tudo. Lojas de departamentos como K-mart e Target, supermercados (Cole e Farmers Market), lojas de roupas, acessórios, casa e etc. Tem muitos restaurantes também, todos super autênticos e culinária de todo o mundo.

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