O que fazer em Graz na Austria

Graz é a segunda maior cidade da Austria, mas o fato mais curioso, é que é a cidade natal de Arnold Schwarzenegger. Yes Baby! Cultura inúltil à parte, tem bastante o que fazer em Graz.

Tem aproximadamente 300 mil habitantes na cidade e 600 mil na área metropolitana. Tem 6 universidades importantes e um dos centros históricos mais bem preservados da Europa.

Quanto tempo ficar em Graz?

Mesmo sendo a segunda maior cidade da Austria, 1 dia está bom pra conhecer e bater perna. Nós chegamos na hora do almoço, passamos uma noite e partimos no dia seguinte de carro para Viena.

Principais atrações turísticas em Graz

Nós começamos o passeio almoçando na Lendplatz, pois era do ladinho do nosso hotel. De lá passamos para

Murinsel / Island in the Mur – significa, ilha no Rio Mur. Esta construção de aço extravagente foi construída em 2003 quando a cidade desempenho o papel de Capital da Cultura. Serve como conexção entre cidade e ponte e lá dentro tem um café.

Bem próximo da ilha está o Kunsthaus Graz – outra construção moderna super extravagante, meio futurística e também construída em 2003. Abriga o Museu de de Arte Moderna da cidade. A entrada custa 9 euros por adulto. Nós não conhecemos pois estávamos com 3 crianças com 3 anos ou menos, então imagine a alegria delas… rs

Continuando a caminhada para o centro histórico, você passará pelos seguintes pontos de interesse:

Landhaushof, a Praça Central onde encontrará a Prefeitura (Rathaus), fonte de água, prédios históricos e a Casa da Armas (Landeszeughaus).

Por último, camimnhamos até a Uhrturm / Clock Tower.

Como estávamos com crianças, optamos por subir pelo elevador, custa 3 euros por pessoa, crianças menores de 6 anos não pagam. Quem tiver pique, pode encarar gratuitamente os 260 degraus até o topo!

Lá do alto tem uma vista linda da cidade, um café/restaurante bem bonito e parque enorme – o Schlossberg, super gostoso pra andar. Vale a pena terminar a caminhada aqui, tomar um cafézinho ou cervejinha pra relaxar antes de voltar pro hotel.

Museus em Graz

Graz tem um passe único para visitar 12 museus em 24 horas. Custa apenas 13 euros e pode ser comprado com antecedência neste link. É preciso imprimir o voucher. Inclui o Museu de arte moderna e das armas que eu mencionei no roteiro acima. Além destes, tem acesso ao museu de história natural, o museu da caça e agricultura entre outros.

Roteiro de 1 dia em Graz

Olha aí no mapa nossa rota pela cidade:

Onde ficar em Graz

O melhor lugar é ficar próximo ao centro histórico pra poder passear à pé. Nós conhecemos e recomendamos:

Hotel Feichtinger –  bem localizado, fica ao lado da Lendplatz e dá pra ir caminhando pro centro histórico. Os quartos são super grandes e confortáveis.

Veja aqui outras opções de hospedagem em Graz.

Onde comer

L’Osteria – excelente escolha de restaurante italiano da cidade com opções de pizza e massas, fica no centro.

Zur Steirerstub’n – restaurante de comida típica austríaca, claro que tem o prato mais famoso do país: Schnitzel. Fica na praça Lendplatz em frente ao ponto de taxi.

Chivito – excelente hamburguer uruguaio, feito com dois filézinhos ao invés de carne moída. Super saboroso, um pouco picante, mas recomendo!  Fica na praça Lendplatz.

Lendplatz

Deixa suas dicas aqui nos comentários também!

Se Lança…

Vejas estes outros posts que podem te interessar:

Roteiro de 2 dias em Viena com Crianças Pequenas
Roteiro de 5 dias pela linda Suiça
Roteiro de 7 dias pelo norte da Itália
Roteiro de 5 dias na Grécia
Como tirar sua Permissão Internacional de Direção (PID)

LEMBRETE!

Seguro de viagem é obrigatório na Europa! Eu sei que é aquele tipo de coisa que ninguém quer usar, mas que é importante ter. Nós usamos o portal Seguros Promo, pois faz cotações com várias seguradoras trazendo um comparativo de preços e benefícios.

Pra vocês terem idéia, um seguro de 7 dias na Europa custa à partir de 55 reais. Não é caro! Neste site você pode pagar em 12x no cartão ou ter 5% de desconto pagando no boleto.

E, tem mais…

Nossos leitores tem direito a um desconto de 5% (adicional ao do boleto). É só inserir o cupom SELANCA5 pra ganhar. Ou seja, fica bem acessível contratar este serviço para viajar tranquilo. Clique aqui para fazer sua cotação.

Se Lança…

George, a maior cidade da Garden Route

George é a maior cidade da Garden Route, tem muita infraestrutura, shoppings, bancos, mercados. Uma vantagem é que George fica exatamente no meio do caminho entre Cape Town e Port Elizabeth.

No entanto, não é uma das cidades mais famosas da Garden Route, principalmente porque não é cidade de praia, está a 8 kilômetros da costa. O maior atrativo turísitco era um passeio de trem que foi desativado, mas ainda tem muita coisa sobre trem na cidade, inclusive um passeio de bonde. Para os fãs de golfe, a cidade tem excelentes campos para praticar o esporte.

Onde dormir em George

Aqui vão duas sugestões de pousadas bem bacanas na cidade:

French Lodge – lindo e exclusivo hotel bem localizado no centro da cidade, difícil não avistar a mini Torre Eiffel no jardim. Diárias à partir de 899 Rands o casal. Fone: +27 (0)44 874 0345, Endereço: 29 York Street

Outeniqua Inn – pousada com decoração super clean e minimalista. Excelente custo x benefício com diárias à partir de 940 rands o casal. Fone: +27 (0)72 554 3070, Endereço: 70 C J Langenhoven Road

Onde Comer

Bayleaf Cafe – um casa bem fofa transformada em restaurante. Tem um lindo jardim para sentar e relaxar, boa opção para almoço com saldas, sanduiches e pratos quentes. Fone: +27 (0)44 873 4422 Endereço: 24 Cathederal Street

La Capannina – restaurante familiar com pratos italianos e mediterrâneos. Fone: +27 (0)44 874 5313, Endereço: 121 York street

101 Meade – restaurante fino, boa opção para jantar com excelentes pratos grelhados, carta de vinhos e sobremesas. Fone: +27 (0)44 874 0343 , Endereço: 101 Meade street

O que fazer em George

Os principais atrativos em George envolvem trens e locomotivas, para os fãs deste transporte, vale conhecer. É uma cidade que é boa para passear com crianças, ver trens e passear na fazenda. É também casa de excelentes campos de golfe.

Museu do Transporte – A principal atração na cidade era o passeio no trem Outeniqua Choo-Tjoe, porém este foi desativado em 2006 por causa de inundações. Hoje resta o museu do transporte com 11 locomotivas e mais de uma dezena de carroagens. É interessante para pessoas que se interessam pelo assunto.

Outeniqua Power Van – É um trem com dois vagões que te leva para passear nas montanhas. O passeio dura por volta de 2 horas e para 30 minutos para um piquenique – o qual você deve levar. É altamente recomendável reservar com antecedência, já que em algumas épocas o trem fecha. Custo 150 rands por adulto e 130 rands por criança. Fone: +27 (0)44 801 8239, Email: [email protected]

Red Berry Farm – este passeio é bem interessante para fazer com crianças. Visita à fazenda com diversos passeios e atividades, como um trenzinho, pedalinho, barquinho de bate-bate, passeio de ponei. É possível também colher morangos e alimentar os coelhos. Um atrativo interessante na fazendo é o labirito de arbusto. É o maior labirinto do hemisfério sul, onde tem uma brincadeira de encontrar 7 estações dentro do labirinto guiando-se com um mapa. Na propriedade tem uma lanchonete que serve sucos, sanduíches e vinhos pro adultos.

Campos de Golfe em George – o mais famoso é o Links, dentro do hotel Fancourt. É considerado o melhor campo de Golfe da África do Sul e o 43º do mundo pela Golf Digest.

Se Lança…

 

Veja estes outros posts que podem te interessar:

Viajar para a África do Sul – Post Índice
O que fazer na Cidade do Cabo, melhores dicas reunidas
Franschhoek e Stellenbosch, melhor região de vinícolas do mundo
Roteiro da Garden Route, dirigindo desde Joanesburgo
Mossel Bay
Swellendam e De Hoop
Knysna, equilíbrio perfeito entre Mar e Montanha
Saltar de Bungee Jump na África do Sul
 

Dê uma olhada no nosso Guia Se Lança pra África do Sul:

[products ids=”3484″]
 

Roteiro de 5 dias na Garden Route

Este roteiro de 5 dias na Garden Route, na verdade se extende além dela! Oficialmente a rota começa em Mossel Bay e termina na região de Storms River (ou vice-versa) – mas na prática, muita gente dirige de Cape Town a Port Elizabeth.  

Essa é uma viagem que fiz de 8 dias na região de Cape Town, ficando 3 dias em Cape e 5 dias dias viajando de carro.

Como essa já era minha 4a visita à Cape Town, ficamos poucos dias lá, mas já contei aqui no blog TUDO sobre a cidade. Veja esses 3 posts: Guia completo de Cape Town, Além do roteiro tradicional, Praias de Cape Town.

Como ir de Cape Town a Port Elizabeth

Alugar um carro é tranquilo na África do Sul (veja neste post detalhes de como fazer isso e dirigir na mão inglesa). Diferente de outros países, não fica muito mais caro pegar o carro em uma cidade e devolver na outra. Vale a pena.

Um roteiro muito legal na África do Sul é chegar em Joanesburgo, de lá voar até Cape Town, alugar um carro e dirigir até Port Elizabeth. Devolver o carro em Port Elizabeth e voltar voando para Joanesburgo. Assim você vê bastante coisa no país!

A estrada da Garden Route é muito boa, não tem muitas supresas. Só recomendo sempre estar com o tanque cheio, postos de gasolina não são frequentes na beira da estrada – às vezes tem que entrar nas cidades pra abastecer. Também não tem muitos restaurantes, então leve água e lanche.

Principais cidades da Garden Route

As principais cidades são Mossel Bay, Wilderness, Sedgefield, Knysna, Plettenberg Bay e Storms River.

Atrações turísticas da Garden Route

A natureza é o carro chefe da região. Tem muita montanha e praia. Ideal para fazer caminhadas e se esticar na areia de praias lindas.

Duas atrações bem famosas da Garden Route são o mergulho com o tubarão branco (leia tudo aqui) e o salto de bungee jump com a Face Adrenalin. Um dos maiores bungee jumps do mundo (leia tudo neste post aqui)!

Outro ponto bem conhecido é ir à ponte suspensa dentro do Tsitsikamata Park.

E de Julho/Agosto a Outubro é época de whale-watching na região, é possível avistar baleias da costa ou fazer um “safari no mar” pra vê-las mais de pertinho.

Storms River

Roteiro de 5 dias na Garden Route

Como eu já conhecia Cape Town e Stellenbosch quando fiz essa viagem, meu roteiro ficou assim:

Cape Town – 3 dias / Stellenbosch – 1 dia /  

Swellendam – 1 dia / Mossel Bay – 1 dia / Knysna – 2 dias / Bungee Jump-Jeffrey’s Bay – 1 dia

(tem posts detalhando todas essas cidades da garden route!)

Oficialmente Swellendam não conta como Garden Route, mas inclui aqui no roteiro pois foi uma parada importante pra quebrar a viagem, somando assim os 5 dias. Em Swellendam nos hospedamos no Cypress Cotage, uma pousada antiga bem bacana!

Depois de Swellendam fomos pra Mossel Bay, onde dormimos no Protea e fizemos o mergulho com tubarões. Dia seguinte partimos para Knysna, chegamos no fim da tarde, deixamos as malas no Inyathi e fomos conhecer a Thesen Island e o Waterfront. No segundo dia em Knysna, dedicamos inteiro para hiking.

No último dia, na ida para Port Elizabeth para pegar o vôo pra Joburg, paramos no bungee jump de manhã e depois almoçamos em Jeffrey’s Bay. Nem ficamos em Port Elizabeth, é uma cidade bem grande, não achei muito legal pra turismo.

Esse foi nosso caminho:

Foi suficiente?

Claro que não, nunca é. Eu gostaria de ter passado em Hermanus, Cape Agulhas, Plettenberg Bay e entrado no Parque Tsitsikamta. Mas aí 5 dias não seriam suficientes, teriam que ser ao menos 8 dias pra fazer isso tudo. Então a gente faz o que pode com o que tem!

Valeu a pena?

SUPER! Essa região é linda demais. Vale muito a pena percorrer essa rota, principalmente para os amantes da natureza. O que eu mais gostei foi o mergulho com tubarão em Mossel Bay e curtir Knysna, bons restaurantes e excelentes trilhas.

O que eu faria diferente?

Uma sugestão bem bacana é começar a rota em Port Elizabeth e terminar em Cape Town. Assim você deixa o melhor pro final, pois depois de conhecer a Cidade Mãe, nada se compara. Também ficaria mais uns 2 dias se tivesse mais tempo.

E você, qual rota escolheu? Conta pra gente!

Se Lança…

Veja estes outros posts que podem te interessar:

Viajar para a África do Sul – Post Índice
Franschhoek e Stellenbosch, melhor região de vinícolas do mundo
Roteiro da Garden Route, dirigindo desde Joanesburgo
Mossel Bay
Swellendam e De Hoop
Knysna, equilíbrio perfeito entre Mar e Montanha
Saltar de Bungee Jump na África do Sul
O que fazer em Plettenberg Bay

Dê uma olhada no nosso Guia Se Lança pra África do Sul:

O que fazer em Plettenberg Bay na Garden Route

Tem muito o que fazer em Plettenberg Bay, essa cidadezinha é uma graça, mistura de praia e campo, bem gostosa, chamada carinhosamente pelos locais de “Plett”.

Assim como Knysna, é uma excelente cidade para escolher para fazer de base para passear pela Garden Route.

A maneira mais fácil de conhecer Plett e região é de carro. Nós usamos a RentCars para alugar carro no exterior.

Onde Dormir em Plettenberg Bay

Olha aí nossas sugestões na cidade:

Christiana Lodge – Essa guest house é sensacional, quartos modernos, novos, café da manhã excelente, é mais caro que a média, mas vale a pena. A única desvantagem é que precisa pegar o carro pra ir pro centrinho. Diárias à partir de 100 rands a noite por casal. Endereço: Aquarius Close, Solar Beach

The Robberg Beach Lodge – este hotel está localizado a 2 minutos a pé da praia, a melhor opção pra quem quer curtir sol, mar e areia. Diárias à partir de 1200 rands por noite. Endereço: 89 Beachy Head Drive

Urban Plett – opção de apartamentos para quem quer chegar e cozinhar em casa, boa opção para ficar com crianças. Localizado no centro da cidade. Endereço: Church street 6

Onde Comer

Tem excelentes restaurantes na cidade, e tem para todos os bolsos!

The LookoutQuem vai à Plett tem que almoçar na varanda deste restaurante, que fica na praia. Sente-se aqui e sinta a brisa do mar enquanto aprecia a vista. Não deixe de pedir um vinho branco à la sul-africano, com uma pedrinha de gelo. Fone: +27(0)44 533 0637, Endereço: Lookout Beach

Nguniculinária sul-africana, restaurante de decoração moderna e pratos finos. Preços são salgados, mas é uma boa opção para um jantar mais relaxado. Fone: (+27) 44 533 6710, Endereço: 6 Crescent Street

Thyme & Again – café e doceria na estrada N2, bem na saída da cidade. Pare aqui antes de partir para um cafézinho com bolo. Fone: +27 (0)44 535 9432

O que fazer em Plettenberg Bay

Em Plettenberg Bay e na região tem muita coisa pra fazer, muitos passeios na natureza e interação com animais – e claro – o famoso salto de paraquedas.

Passeio de barco para avistar golfinhos e baleias. As duas operadoras que vão são a Ocean Blue Adventures e a Ocean Safaris. Preços vão de 500 a 750 rands dependendo da atividade.

Skydivequeda livre de 20 minutos com um dos cenários mais lindos do planeta! Os preços vão de 2550 a 4250 rands, dependendo do pacote escolhido. Faça sua reserva pelo telefone +27 (0)82 905 7440.

Robberg Peninsulaeste ponto é muito famoso para fazer hiking. São 3 trilhas, uma de 2 kms, 4 kms e 11kms. A dificuldade das trilhas é de moderada a difícil – não é aquela trilha que você faz de bobeira só para espairecer, tem que bater perna! A trilha de 11 kms não é recomendada para crianças. Tem um estacionamento para carros. Coordenadas para GPS: S34 06.037 E23 22.652

Old Nick Village – um espaço para comprar artesanatos, tem também um restaurante. Fica 3 kilômetros fora da cidade, na estrada sentido a Port Elizabeth. Às quartas-feiras tem tem feira livre de alimentos.

Elephant Sanctuary – Um espaço onde elefantes resgatados são levados e reabilitados. É possível interagir com os elefantes, levando eles para passear pela tromba e escovando seu corpo. O passeio também dá uma aula sobre este bichano. Preços vão de 580 a 1160 dependendo do pacote. É recomendável fazer reserva. Eu não conheci o de Plett, mas sim o perto de Joanesburgo (passeio aqui) – mas é da mesma instituição e são bem parecidos, é um passeio que recomendo.

Monkeyland – um dos passeios mais famosos da região. Este parque é um santuário de macacos que foram resgatados de zoológicos ou casas particulares. Eles oferecem um safari guiado, a pé, pela densa floresta com diversas espécies de macacos. Preços vão de 210 a 260 rands dependendo da temporada. É melhor fazer reserva antes de ir.

Brids of Eden – A maior cúpula de pássaros do mundo com 2 hectares de extensão. Preços vão de 210 a 260 rands dependendo da temporada. Atualmente residem mais de 3500 pássaros no santuário.

Nota – é possível comprar um ticket combo para o Monkeyland e Elephant Sanctuary com desconto. O combo vai de 320 a 410 rands dependendo da temporada.

Vinícolas na região de Plettenberg

São atualmente 16 vinícolas que fazem parte da Rota dos Vinhos de Plettenberg, rota esta que vai de The Crags até Harkerville. Das 16, apenas 3 engarrafam os vinhos na sua própria propriedade, as outras que são menores, usam as instalações da Bramong Wine Estate.

Principais propriedades para visitar: Bramong Wine Estate – que tem um dos melohres restaurantes da região; Plettenvale e a Packwood.

Se Lança…

Veja estes outros posts que podem te interessar:

Viajar para a África do Sul – Post Índice
Roteiro de 5 dias na Garden Route
O que fazer na Cidade do Cabo, melhores dicas reunidas
Roteiro da Garden Route, dirigindo desde Joanesburgo
Mossel Bay
Swellendam e De Hoop
Knysna, equilíbrio perfeito entre Mar e Montanha
Saltar de Bungee Jump na África do Sul

Dê uma olhada no nosso Guia Se Lança pra África do Sul:

[products ids=”3484″]

Como chegar na Suazilândia

A grande maioria das pessoas chega na Suazilândia de carro, no entanto, em Manzini também há um aeroporto. Veja aqui detalhes dessa logística e como cruzar as fronteiras.

Como chegar na Suazilândia de Carro

A melhor maneira de chegar é de carro, estando na África do Sul ou Moçambique. Pra quem não tem carro, pode cotar preços na RentCars, esse site traz o comparativo de várias operadoras.

A Suazilândia tem diversos postos fronteiriços por todo país, tanto para a fronteira com a África do Sul quanto para Moçambique. Quando você pesquisa as fronteiras no GPS ou internet, elas geralmente tem dois nomes, o nome na Suazilândia e o nome no País vizinho. Para entender, vamos listar primeiro o nome na Swazi e depois o nome local no outro país.

Como Chegar na Suazilândia vindo de Moçambique

Postos Fronteiriços SuazilândiaPostos Fronteiriços MoçambiqueHorários de Funcionamento
LomahashaNamaacha07:00-20:00
MhlumeniGoba24 horas

Na minha opinião pessoal, sempre preferi passar por Goba. Apesar de ser um pouco mais longe de Maputo, é bem menos vazio.

Como Chegar na Suazilândia vindo da África do Sul

Postos Fronteiriços SuazilândiaPostos Fronteiriços MoçambiqueHorários de Funcionamento
ManangaMananga07:00-18:00
MatsamoJeppe’s Reef07:00-20:00
BulembuJosefsdal08:00-16:00
NgwenyaOshoek07:00-22:00
LundziWaverley08:00-16:00
SandlaneNerston08:00-18:00
SicunusaEmahlathini08:00-18:00
GegeBothashoop08:00-16:00
MahambaMahamba07:00-22:00
SalitjeOnverwacht08:00-18:00
GolelaLavumisa07:00-22:00

Fonte da tabela aqui.

São muitos postos para escolher e vai depender de onde estiver vindo na África do Sul.

Vindo de Joanesburgo, a opção mais comun é o posto de Ngwenya/Oshoek. Este é também o posto mais movimentado, se estiver viajando em data de feriado, é melhor escolher outro caminho para evitar filas.

Vindo de Nelspruit ou do Kruger, a melhor opção é Matsamo/Jeppe’s Reef. E vindo de Durban, utilize o posto Golela/Lavumisa.

(Outros postos que já utilizei foram o Mahamba/Mahamba e Sicunusa/Emahlathini – ambos em uma viagem de Maputo para Drakensberg – cruzando pela Suazilândia. São bem tranquilos sendo que o Mahamba é melhor.)

Como cruzar a fronteira terrestre na África

É muito tranquilo fazer a imigração. Você precisa ter os seguintes documentos em mãos: Passaporte (com validade de ao menos 3 meses), Carteira de motorista e Documento do carro. (Obs: se o carro for alugado, precisa da carta da locadora).

É preciso também pagar uma pequena taxa de 50 rands ou 50 lilangeni para fazer a documentação de importação/exportação do carro. É prudente sair de casa com dinheiro em espécie para não ter problemas. Se você esquecer, às vezes encontra um cambista na entrada fazendo negócio. (Em Namaacha tem).

Chegando lá, você desce do carro e apresenta toda a documentação para a autoridade responsável, ele vai fazer sua saída do país de origem (África do Sul ou Moçambique). Depois você entra no carro e dirige alguns metros até a outra imigração, onde irá fazer sua entrada no país. Pronto, você está na Suazilândia. Quando for voltar, o processo é o mesmo.

Como chegar na Suazilândia de avião

Apesar da maioria das pessoas chegarem na Suazilândia de carro, existe a opção de voar da África do Sul. A South African tem vôos diários de Joanesburgo (JNB) para Manzini (SHO).

Se Lança…

Veja estes outros posts que podem te interessar:

O que visitar na Suazilândia em 2 dias
Como viajar para Moçambique – Guia de Sobrevivência
Maputo City Tour
Viajar para a África do Sul – Post Índice
Turistando em Joanesburgo
Safari no Kruger Park, África do Sul

 

Dê uma olhada no nosso Guia Se Lança pra África do Sul:

[products ids=”3484″]

Cape Agulhas, o encontro dos Oceanos Índico e Atlântico

Cape Agulhas é um lindo local onde os grandes oceanos se encontram, o Oceano Atlântico e o Oceano Índico. É também considerado o ponto mais ao sul de todo continente africano.

Um fato curioso é que onde a Corrente Marítima Agulhas encontra a Corrente Benguela varia sazonalmente! No entanto, a International Hydrographical Organisation demarcou Cape Agulhas como o ponto oficial.

Muita gente acha que vai chegar lá e ver duas águas diferentes se encontrando, tipo o Rio Negro e Solimões, mas não é bem assim… É imperceptível ver no mar o encontro das águas. No entanto tem uma placa super legal demarcando o ponto, e que dá uma foto bacana! Olha aí:

duas pessoas na placa de cape agulhas
Nossos tios e leitores do blog em Cape Agulhas!

Como chegar em Cape Agulhas

A melhor maneira de chegar é de carro (nós usamos a RentCars), mas pra quem não está dirigindo na África do Sul, tem outras opções. Aqui falaremos como incluir Cape Agulhas no seu roteiro, ou fazer uma viagem de 1 dia para lá.

1 – Bate e Volta de Cape Town

É possível fazer um bate e volta para Cape Agulhas de Cape Town, leva entre 2,5 a 3 horas de viagem, ou seja, uma pernada! (O que fazer na Cidade do Cabo, melhores dicas reunidas). Veja o mapa abaixo, pela estrada N2 e R316 são 223 kms. Se optar pos fazer este passeio, separe um dia inteiro para fazer essa visita.

2 – Incluir no Roteiro da Garden Route

É possível também incluir este ponto no seu roteiro na Rota Jardim, mas vai desviar bastante dele, principalmente quem está vindo de Swellendam.

3 – Incluir no roteiro pelo Cabo

A Flávia incluiu Cape Agulhas em uma viagem pelo Cape passando em Hermanus e Gansbaai. Outra opção de roteiro para quem não vai fazer a Garden Route mas quer conhecer um pouco mais da região do Cabo.

4 – Com operadoras de turismo

Existem operadoras de turismo que podem te levar saindo de Cape Town. Veja estes dois tours:

Este tour (link aqui) leva 9 horas entre viagem e passeio. Custa 125 euros por pessoa e inclui a entrada no Museu do Naufrágio em Bredasdorp. É um passeio de carro que passa em lindas estradas cênicas, a Sir Lowry’s pass na ida e a Clarence Drive na volta. Além de conhecer a cidade de Caledon.

Pra quem quer um passeio bem patrão, bem top, pode ir de helicóptero (link aqui)! Custa 150 euros por pessoa e sobrevoa também a cidade de Cape Town, a Table Mountain e outros pontos turísticos.

mapa_cape_town_para_cape_agulhas

O que visitar e ver em Cape Agulhas

Chegando lá, é claro que não tem como não amar, a paisagem é linda!

Neste post veremos fotos de dois passeios, dos nosso tios (acima) e da Flá. Um dia nublado e outro dia de sol. Cape Agulhas é lindo de qualquer jeito.

Lá tem um farol antigo que vale a pena conhecer. São 71 degraus de uma escadinha que não é prá todo mundo… A vista 360º de lá de cima é bem bacana também! Custa 28 rands para subir.

farol_cape_agulhas

Do farol até o ponto de encontro dos oceanos é uma caminhada de 1000m, mas é tranquilo pois tem um tablado de madeira e a caminhada é confortável. Prá quem não quer ou não pode caminhar, dá prá ir de carro por uma estradinha de terra que chega até lá. Tem um estacionamento junto ao farol que costuma ficar bem vazio.

caminho_do_farol_ate_placa_cape_agulhas

Continue andando e você vai se deparar com esta carcaça do navio Meisho Maru. É um naivo japonês, que estava carregado de atum, e se acidentou na costa em 1982. Olhem esta foto antiga, tirada em 1987 e compare com o estado atual do navio. É incrível ver a atuação da força do mar.

É possível chegar a pé, dá 1 a 1.5 kms de caminhada da placa dos oceanos, ou então dirigir pela estrada de terra que costeia o mar. A estrada é bem conservada, tranquila de usar. O sentido é em direção à Suiderstrand.

Viagem de volta a Cape Town

Pra quem tiver disposição e tempo, na viagem de volta é possível passar pela Clarence Drive. Esta é uma das estradas mais bonitas da África do Sul. São 22 kms entre Rooi-Els e Gordon’s Bay. Você dirige costeando o mar e com as montanhas te acompanhando. Olha essa linda foto do Blog do Craig Lotter, parece propaganda de moto né!?


Este é o mapa da rota, que te acrescentará 1 hora de viagem do que se fosse pela N2. Outra pernada, é pra quem curte estrada mesmo…

mapa_cape_town_para_cape_agulhas_passando_clarens_drive

De qualquer maneira, essa região do Cabo e o Parque Cape Agulhas são lugares bem bonitos. Pra quem vai ficar bastante dias em Cape Town, pode considerar fazer esse passeio bate-e-volta, ou então um roteiro de alguns dias dormindo em Hermanus, mergulhando com tubarões em Gansbaai, indo a Cape Agulhas e até De Hoop se for época de ver baleias.

Se Lança…

[Mikado id=’30’]

Outras posts que podem te interessar:

Viajar para a África do Sul – Post Índice
O que fazer na Cidade do Cabo, melhores dicas reunidas
Cape Town – além do roteiro tradicional
Franschhoek e Stellenbosch, melhor região de vinícolas do mundo
Roteiro da Garden Route, dirigindo desde Joanesburgo
Vale a pena alugar carro na África do Sul?
Safari no Kruger Park, África do Sul
Pilanesberg, safari a somente 2 horas de Joanesburgo

Dê uma olhada no nosso Guia Se Lança pra África do Sul:

[products ids=”3484″]

Roteiro da Garden Route, dirigindo de Joanesburgo a Cape Town

Este relato é da minha grande amiga Thaís, que morou 4 anos em Joanesburgo e desbravou bastante a África do Sul.

Essa foi a primeira viagem dela fazendo a Garden Route (Rota Jardim), depois ela voltou algumas vezes, mas esse roteiro foi a sua estréia. Saiu de carro dirigindo de Joanesburgo a Cape Town. Pernada né?!

Vamos lá!

Saindo de Joanesburgo

Nossa primeira parada foi em Graaff-Reinet, é a quarta cidade mais antiga da África do Sul, bem bonitinha, uma boa opção de pernoite pra quem vai de carro de Joanesburgo sentido sul. Lá dormimos no Cottage Cypress, uma guest house bem típica, meio rústica. uma das muitas opcoes nesse estilo na cidade. Uma vez em Graff-Reinet vale a pena uma visitinha rapida no Cambedoo Park para conhecer o Valley of Desolation!

Graaff Reinet

No dia seguinte, passamos por Port Elizabeth, é uma cidade grande, portuária, almoçamos em um pub de frente a praia e subimos de carro até o mirante. Acho que não vale a pena dormir lá, cidade sem muitos atrativos para turistas.

E logo em seguida, fomos para Jefferey’s Bay, que decepcionou um pouco. Deve ser legal somente quando tem ondas no mar e no caso o mar estava totalmente flat, então a cidade estava bem parada e na verdade não tem muito o que fazer e ver por lá. A não ser que voce vá no verão e queira curtir uma praia simplesmente, o que não é nada mal, diga-se de passagem.

A Garden Route começa aqui na verdade:

Storm River

Storm River

Uma região cheia de canyons, linda, pena que estava garoando e nublado. Entramos no Tsitsikama Park, vale muito a pena, é lindo, caminhe ate a ponte pênsil, é bem legal. Lá da pra fazer várias caminhadas e até passar a noite em cabanas, mas só fizemos um picnic após a caminhada até a ponte e fomos embora. É um lugar onde quero voltar. Depois fomos a:

Plettenberg Bay

Ficamos no Christiana Lodge. Essa guest house é sensacional, quartos modernos, novos, café da manha excelente, é mais caro que a média, mas vale a pena. A única desvantagem é que precisa pegar o carro pra ir pro centrinho. Essa cidadezinha é uma graça, mistura de praia e campo, bem gostosa, ficaria mais por lá com certeza, mas partimos para:

Knysna

Onde passamos o dia, cidade muito bonita também, uma paisagem linda do mirante, comemos na Ile du Pain, super recomendo! Pode tomar café ou almoçar, delícia. (Veja mais opções do que fazer em Knysna neste post).

Wilderness

Ficamos na guest house Shining Waters bem de frente pro mar. Essa cidade é menor ainda que as duas anteriores, então é um sossego só, dizem que é ideal pra ver as baleias. Da pra andar na praia e tem um parque gigantesco, porém não fomos, mas deve ser legal. E aí chegamos em:

Cape Town

O blog já está cheio de dicas, mas eu também tenho minhas cartas na manga! Lá indico os restaurantes Harbour em Waterfront e Blues em Camps Bay, foram muito bons. O primeiro é pro jantar e precisa reservar, o segundo é melhor de dia, fica de frente ao mar. Interessante também foi descer a Table Mountain a pé. Apesar de ter ficado uns 3 dias com dores nas pernas, demoramos 2hs pra fazer. Quem tiver medo de altura, desencana.

Também recomendo assistir um jogo de rugbi, olha no site do Stormers a programação, uma experiência bem sul-africana, ainda mais se voce participar de um braii (churrasco) que costumam fazer na porta do estádio antes do jogo. De noite fomos num bar bem legal chamado Asoka, aperitivos bem gostosos e vai até tarde (raridade)! Ponto fraco, cigarros por toda parte a partir das 23hs. Nessa rua do Asoka (Kloof Street) tem outras opções de bares e restaurantes e são bem menos turísticos, vale a pena explorar. Nessa viagem nos hospedamos no Westin em Cape Town.

Dirigindo de Cape Town para Joanesburgo

Depois de alguns dias em Cape Town, voltamos dirigindo para Joanesburgo, parando apenas uma vez na cidade de Kimberley. Essa rota não tem muito o que fazer, é um deserto só a estrada, mas as paisagens não deixam de ser lindas. Em Kimberley dormimos no Formula 1 e fomos conhecer o Buraco Azul (Big Hole), que dizem ser o maior buraco escavado pelo homem. Não gostei da cidade, achei bem feia e suja, mas a parada era estratégica para quebrar a viagem.

Voltando para casa

A viagem toda foi longa, mas valeu super a pena, pois foi uma maneira de realmente conhecer a África do Sul.

Alugue seu carro na RentCars para fazer esta viagem!

~ Se Lança ~

Leia mais sobre a África do Sul nestes posts:

Viajar para a África do Sul – Post Índice
O que fazer na Cidade do Cabo, melhores dicas reunidas
Mossel Bay
Swellendam e De Hoop
Knysna, equilíbrio perfeito entre Mar e Montanha
Saltar de Bungee Jump na África do Sul
Franschhoek e Stellenbosch, melhor região de vinícolas do mundo

Dê uma olhada no nosso Guia Se Lança pra África do Sul:

 

Viajar para a África do Sul – Post Índice

Viajar para a África do Sul vale muito a pena! Pode parecer difícil, mas não é. Morei na África mais de 3 anos e sou apaixonada por este lindo país.

Aqui no blog tem MUITA dica de turismo e do que fazer na África do Sul, como chegar, como se virar, onde dormir, onde comer e muitas dicas de passeios e atrações turísiticas.

Este post é um índice de tudo que tem por aqui pra te ajudar a navegar e curtir ao máximo sua viagem para a África do Sul.

DICAS GERAIS NA ÁFRICA DO SUL

Como se virar na África do Sul
Vale a pena alugar carro na África do Sul?
Roteiro de 2 semanas na África do Sul
É seguro viajar para a África do Sul?
Seguro de Viagem Internacional – vale a pena?

CAPE TOWN / CIDADO DO CABO

O que fazer na Cidade do Cabo, melhores dicas reunidas
Cape Town – além do roteiro tradicional
Praias de Cape Town
Mergulhando com tubarões brancos na África do Sul
Onde ficar em Cape Town
Onde fazer Safari perto de Cape Town
Onde comprar diamantes em Cape Town

VINÍCOLAS

Franschhoek e Stellenbosch, melhor região de vinícolas do mundo
10 melhores vinícolas de Stellenbosch
5 melhores vinícolas de Franschhoek
Constantia, vinícolas pertinho de Cape Town
3 melhores vinícolas em Paarl
3 vinícolas para ir com crianças na África do Sul
Vinícola Spier: Onde ficar em Stellenbosch

VINHOS SUL-AFRICANOS

10 vinhos tintos bons e baratos para tomar na África do Sul
10 vinhos brancos bons e baratos para tomar na África do Sul
7 Melhores Vinhos Sul-Africanos

JOANESBURGO, PRETORIA

Turistando em Joanesburgo
Onde comer em Joanesburgo – 8 sugestões de restaurantes
Onde ficar em Joanesburgo
Pretoria
Sun City Hotel, o que fazer
Museu do Apartheid em Joanesburgo

SAFARIS

Safari no Kruger Park, África do Sul
Onde ficar no Kruger
Pilanesberg, safari a somente 2 horas de Joanesburgo
Madikwe
Onde fazer Safari perto de Cape Town
Onde fazer safari na África do Sul
Safari com criança na África do Sul: Aquila Private Reserve

GARDEN ROUTE / ROTA JARDIM

Roteiro de 5 dias na Garden Route
Mossel Bay
Swellendam e De Hoop
Knysna, equilíbrio perfeito entre Mar e Montanha
Saltar de Bungee Jump na África do Sul
Roteiro da Garden Route, dirigindo desde Joanesburgo.
Cape Agulhas, o encontro dos Oceanos Índico e Atlântico
O que fazer em Plettenberg Bay na Garden Route
George, a maior cidade da Garden Route

OUTROS CAMINHOS NÃO TÃO TRILHADOS

Panorama Route
Onde dormir em Nelspruit – 5 sugestões de hotéis e pousadas
Ballito, praia tranquila próxima a Durban
Drakensberg

RESTAURANTES

Os 10 melhores restaurantes da África do Sul 2016
Os 10 melhores restaurantes da África do Sul 2017

ESTUDAR INGLÊS NA ÁFRICA DO SUL

Vale a pena estudar inglês na África do Sul?
Dicas práticas de intercâmbio na África do Sul

Ou melhor ainda, baixe nosso guia com todas as informações mastigadinhas pra você planejar sua viagem. Você pode ler o guia offline no celular, tablet, ou até imprimir e fazer suas própias anotações.

Dê uma olhada no nosso Guia Se Lança pra África do Sul:

 

Vale a pena alugar carro na África do Sul?

Transporte público não é o ponto forte da África do Sul. A minha primeira sugestão para quem pode é: alugue um carro. Vale a pena sim pela liberdade e segurança que te traz.

Como dirigir na mão inlgesa?

Uma pequena dificuldade para dirigir na África do Sul é a direção em mão inglesa, ou seja, o motorista senta do lado direito do carro e passa a marcha com a mão esquerda. Se você não tem experiência na mão inglesa, sugiro alugar um carro automático, assim você pode se concentrar no trânsito e não na mecânica do carro.

Muita gente pensa que vai ser difícil operar o carro, mas o mais difícil é dirigir no sentido correto. É preciso prestar  muita atenção para não entrar na contra-mão, diriga com muito cuidado. Eu cometi esse erro apenas uma vez, e foi depois que já estava morando a 2 meses em Joanesburgo – foi porque me senti confiante e baixei a guarda, então pense sempre que você tem que fazer às curvas à esquerda fechada e à direita aberta.

Mas você logo se acostumará.

Carteira de Motorista Internacional

A permissão internacional para dirigir (PID) é aceita na África do Sul. Para fazer este documento, entre em contato com o Detran da sua cidade (veja detalhes no nosso post). Quando estiver dirigindo, tem que portar sempre a carteira de habilitação do Brasil, a PID e o passaporte juntos.

Onde alugar carro na África do Sul?

Nós aqui do Se Lança nos afiliamos à RentCars. Em nossa última viagem testamos o serviço deles e aprovamos. Nos tornamos parceiros e agora recomendamos os serviços.

Como funciona?

A Rentcars busca o melhor preço nas principais locadoras de carro (Localiza, Movida, Alamo, Hertz, Budget, Dollar, Avis, etc) e apresenta as ofertas com uma comparação entre elas, mostrando o melhor custo x benefício.

Você clica no nosso banner abaixo e você será redirecionado à página principal da RentCars. Lá você insere as informações da sua viagem e recebe as cotações.

Vantagens

  • Cobrança em reais e isenção de IOF (economia de mais de 6%)
  • Possibilidade de parcelar, os sites gringos não permitem parcelamento
  • O pagamento pode ser por boleto ou transferência bancária – tem 5% de desconto – mas lembre-se, se usar seu cartão de crédito, isso ajuda a acumular pontos que podem ser revertidos em milhas
  • Qualquer perrengue, é só ligar para a RentCars, eles tem um callcenter em portugûes

Para quem vai fazer a Garden Route (Rota Jardim) é possível alugar o carro em Cape Town e devolver em Port Elizabeth (ou vice-versa)

Precisa alugar carro 4×4 na África do Sul?

Não, a infraestrutura de estradas na África do Sul é, excelente. Viajar de carro é muito tranquilo, apenas evite as estradas à noite por causa da baixa iluminação e, em alguns casos, falta de acostamento.

Outras opções de transporte na África do Sul

Muita gente me pergunta se é possível viajar na África do Sul sem carro. A resposta é que SIM, é possível, PORÉM, vai ser um pouco mais complicado.

O transporte público na África do Sul é quase inexistente. Em Joanesburgo tem o Gautrain que te leva do aeroporto até alguns pontos da cidade, este trem é excelente, seguro e rápido. Em Cape Town tem o My Citi, um sistema de transporte de micro-ônibus relativamente novo na cidade. A primeira linha foi implementada em 2011 e tem expandido desde então.

Taxi em Joanesburgo é muito caro, em Cape Town, como a cidade é menor, às vezes sai mais em conta.

Uber também está presente nestas duas cidades, sendo outra opção.

Eu sempre sugiro evitar andar nos taxis coletivos (vans).

Para viajar entre cidades, as companias de ônibus são a Greyhound e a Intercape. Existe também um ônibus turístico chamado BazBus.

Se Lança!

Veja estes outros posts que podem te interessar:

Viajar para a África do Sul – Post Índice
Como se virar na África do Sul
O que fazer na Cidade do Cabo, melhores dicas reunidas
Roteiro da Garden Route, dirigindo desde Joanesburgo
Como é dirigir na África do Sul – post no Blog To Pensando em Viajar

Roteiro de 7 dias no Norte da Itália

Fizemos uma viagem em família pelo norte da Itália, foram mais ou menos 7 dias, pois cada um chegou em uma data diferente.

Queríamos comemorar os 60 anos do meu pai, e como ele é “oriundo” escolhemos a Itália como destino, com a intenção de conhecer a pequena cidade de onde vieram nossos antepassados. E nisso aproveitamos para bater carteirinha em vários pontos turísticos, e outros nem tanto.

Como cada um estava chegando de um local diferente, em datas diferentes e vôos separados – combinamos de nos encontrarmos em Milão. Eu voei de Maputo para Milão com a Ehtiopian Airlines, escala em Adis Abeba. Bem tranquilo. Os outros estavam vindo de São Paulo, Rio, Miami, Londrina e Barcelona… ou seja, bem sussa alinhar as agendas!

Alugamos nosso pequeno carro e…(alugue seu carro na Itália aqui)

Enfim, começamos a viagem em:

Milão

Que me matem os milanos – mas eu particularmente não sou muito fã desta cidade. Paramos aqui mais porque tem um grande aeroporto internacional e era nosso ponto de encontro. Como eu, meu pai e meu avô fomos os primeiros a chegar, aproveitamos um pouco mais Milão.

De dia subimos na Duomo di Milano – que é lindíssimo. Quem é do tipo organizado, pode comprar os ingressos com antecedência e furar a fila na hora. Custa 13 euros e é vendido neste link, e inclui um audio-guia em Português. Não precisa nem imprimir o ingresso, só mostrar o voucher no celular.

Pela noite assistimos a um concerto de música clássica no Teatro Scala, um dos mais importantes teatros de ópera e ballet do mundo. Conseguimos comprar os ingressos de última hora, a cabine abre uma hora antes do espetáculo para vender ingressos que sobraram. Os assentos não eram bons, mas deu pra curtir.

Dormimos no hotel Acca Palace, 10 minutos de metro do centro, excelente café da manhã! Veja neste link outras opções de hospedagem em Milão.

Duomo di Milano
Teatro Alla Scala

Neste dia, quase de madrugada chegaram meu irmão e Cunha Flá e depois maridão. Na manhã de sábado, enquanto esperávamos minha mãe chegar, fomos a Arona, uma linda cidade no lago Maggiore. Subimos no mirante do Parco della Rocca Borromeo e depois almoçamos na beira do lago. Essa cidade é muito bonita, dá vontade de morar. Excelente lugar para passear com crianças no verão.

roteiro_7_dias_norte_italia_arona_lago_maggiore
Arona, na beira do Lago Maggiore

Mais tarde buscamos minha mãe no aeroporto e zarpamos de Milão, direto para:

Porto Venere

Onde fizemos nosso jantar de comemoração dos 60 anos do meu pai no Restaurante Della Baia (Via Lungomare 111). Espere gastar mais ou menos 30 euros por pessoa. Dormimos em La Spezia no Hotel Ca’ Dei Costa, este hotel foi beeem mais ou menos, mas dormir na Riviera Italiana ia ficar muito caro e iríamos passar o dia todo batendo perna mesmo, encaramos. Aqui tem mais opções de hotéis em La Spezia.

Dia seguinte foi dia de passear em:

Cinque Terre

Pegamos o trem em La Spezia para passar o dia e Cinque Terre. Veja aqui neste post tudo o que fizemos em Cinque Terre. Batemos perna em todas as vilas, tomamos cerveja, sorvete e fizemos uma trilha.

De noite voltamos para La Spezia, onde per-noitamos e saímos cedinho rumo a:

Pisa

Na verdade, este foi um desvio de caminho. A Fla deu a excelente idéia de desviarmos um pouco e ir lá conhecer e bater nossa foto ridícula segurando a torre 😉 (direção de arte do Juliano – só podia dar nessa foto tosca). Só passamos rapidinho por Pisa, paramos para almoçar em Bologna e chegamos em:

Veneza

Ou melhor, chegamos em Mestre, cidade do lado de Veneza. Ficamos no hotel Locanda Cavalli, deixamos as malas e já fomos passear e jantar em Veneza. O hotel está a 5 minutos a pé do ponto de ônibus, que em mais 10 minutos nos deixou na ponte que cruzamos a pé para entrar em Veneza. Achei um bom custo x benefício dormir em Mestre, os hotéis em Veneza são bem caros, e chega-se rapidinho em Veneza. Encontre aqui seu hotel em Mestre

Neste dia comemos em um restaurante desses para turistas com menu fixo. Eu detestei os restaurantes em Veneza, são todos super turísticos e você se sente explorada. Deveria ter pesquisado algum lugar antes de ir, mas como esse não era o foco, comemos em qualquer lugar mesmo.

Dia seguinte voltamos de manhã cedo para Veneza e fizemos o que todo mundo faz. Anda por lá feito doido perdido e vai esbarrando em um monte de coisa legal, como os princiais pontos turísticos: o Grande Canal, Piazza San Marco, Ponte Rialto, Basílica de São Marco, Ponte do Suspiro, Palazzo Ducale e outros.

Claro que andamos nas gôndolas também. É um passeio bem caro, 80 euros por gôndola, mas é o tipo de coisa que você simplemente tem que fazer, ir até Veneza e não passear de gôndola é um sacrilégio.

No fim da tarde, compramos um passe de barco – transporte público – e fomos até Murano. Queríamos ver a fábrica de vidros, mas chegamos em cima da hora e já tinham fechado =(

Murano

Então demos uma voltinha na micro-ilha e partimos no transporte público para Burano, uma ilhazinha bem simpática com casas coloridas. Não tem muito o que fazer a não ser conhecer e andar pelas ruas.

Burano

Dormimos de novo em Mestre e no dia seguinte partimos para:

Treviso

Aqui começa nossa jornada familiar. Treviso não é muito turística, mas é dessas cidades que dá vontade de morar sabe? Até olhamos preço de aluguel por lá 😉 Dormimos em uma casa que uma senhora viúva transformou em pousada, a B & B Villa Angelina – da Dona Angelina e seu cão Whiskey. Demos uma volta no centro e a noite comemos na pizzaria La Montelliana (endereço: Via Caduti di Cefalonia e Strada del Mozzato), excelente, nada turística. Veja outras opções de hospedagem em Treviso neste link.

Dia seguinte cedinho fomos para Ormele. Essa é a cidade de nossos antepassados. Fomos no cartório e depois batendo em algumas portas procurando primos. Juro. Foi muito engraçado, encontramos várias pessoas com o mesmo sobrenome, mas ninguém que pudéssemos afirmar que era famiglia. Foi divertido e meu pai ficou super feliz. Almoçamos ali mesmo, pagamos a bagatela de 3 euros por prato de massa!

Após o almoço, seguimos viagem rumo a:

Asolo e Vicenza

Essas duas cidades apenas passamos para conhecer. Tomamos um café em Asolo no Caffe Centrale. Andamos pelas ruas e fomos no Castello della Regina Cornaro, que tem uma vista linda da cidade.

Asolo

Continuamos na estrada e chegamos em Vicenza. Lá passamos pela Basilica Palladiana e Piaza dei Signori.

Vicenza

Em seguida, fomos para:

Verona

Chegamos e jantamos na Osteria da Morandin (endereço: Via Venti Settembre 144), excelente! Foi um dos melhores restaurantes da viagem. Super informal, descolado e sem turistas (exceto nós rs). Dormimos no Hotel Ibis Verona, um pouco afastado da cidade histórica, mas com estacionamento e café da manhã inclusos. Veja hotéis no centro de Verona aqui.

Pela manhã fomos de carro até a cidade histórica, lá tem vários estacionamentos subterrâneos.

Visitamos a Arena di Verona, Castelvecchio (castelo e ponte), sentamos na Piazza Bra para almoçar e perambulamos bastante nas ruas. Essa cidade é muito legal, adorei. Por causa de seus muitos monumentos históricos, Verona é considerada um patrimônio da humanidade pela UNESCO.

Verona é também o palco de três peças de Shakespeare -mas curiosamente não se sabe se ele visitou esta cidade. A mais famosa é sem dúvida Romeu e Julieta. Lá tem a suposta Casa de Julieta, e a famosa varanda onde Romeu a paquerava. Pensa num lugar cheio! O romantismo aflora na galera e muitos vão em busca de tirar a sorte no amor. Uns esfregam o seio direito da estátua de bronze, outros deixam bilhetes de amor e tem aqueles que gostam de deixar um cadeado com o nome da pessoa amada. Leia mais sobre a casa neste blog. Pra chegar lá siga as placas até a Piazza Erbe, depois só seguir a muvuca.

 

No fim do dia, tivemos que voltar para Milão, pois meu avô tinha um vôo cedinho na manhã seguinte para voltar ao Brasil.

Dormimos em Milão, (Acca Palace de novo). Como ninguém queria bater perna em Milão, então fizemos um bate-e-volta na cidade de:

Como

Linda cidade com lago, faz fronteira com a Suiça. Gostaria de ter ficado mais por aqui.

E assim passamos uma semana no norte da Itália.

Planejamento e Mapa

Na Itália é tudo lindo e maravilhoso, mas o melhor da viagem pra mim foi Arona, Cinque Terre, Veneza, Verona e Como.

LEMBRETE

Seguro de viagem é obrigatório na Europa! Eu sei que é aquele tipo de coisa que ninguém quer usar, mas que é importante ter. Nós usamos o portal Seguros Promo, pois faz cotações com várias seguradoras trazendo um comparativo de preços e benefícios.

Pra vocês terem idéia, um seguro de 7 dias na Europa custa à partir de 55 reais. Não é caro! Neste site você pode pagar em 12x no cartão ou ter 5% de desconto pagando no boleto.

E, tem mais…

Nossos leitores tem direito a um desconto de 5% (adicional ao do boleto). É só inserir o cupom SELANCA5 pra ganhar. Ou seja, fica bem acessível contratar este serviço para viajar tranquilo. Clique aqui para fazer sua cotação.

Se Lança…

[Mikado id=’35’]

Veja estes outros posts que podem te interessar:

Cinque Terre, cinco vilas pitorescas na Riviera Italiana
Florença e Pisa, cidades mais visitadas na Toscana
Roteiro de 5 dias pela linda Suiça
Lagos Plitvice com crianças pequenas
1 dia em Zagreb, a capital da Croácia
Seguro de Viagem Internacional – vale a pena?

Saltar de Bungee Jump na África do Sul

Vai encarar e se lançar de bungee jump na África do Sul?! Te conto tudo sobre isso…

Eu fui!

Fui até lá na Bloukrans Bridge ver meu marido saltar. Fala sério, não encarei MESMO! Assumo sem a menor vergonha que eu não tive coragem. Aliás, não é que cheguei lá e amarelei – nunca nem cogitei a hipótese. Então pode-se dizer que agi de acordo com meus princípios.

Mas vamos ao que interessa…

Esse bungee jump é o maior salto comercial de ponte do mundo. Já foi o maior Bungee Jump – EVER – mas a loucura nunca acaba né, sempre tem alguém mais ganancioso e a altura vai subindo… Hoje é o número 4 no ranking.

De qualquer maneira, a Boulkrans Bridge tem 216 metros de altura!!! UAU né!? Olha aí:

Você deve cair uns 160 metros mais ou menos, dependendo do seu peso.

Os saltos são todos individuais, ou seja, não tem dessa de instrutor pra segurar a mão.

Pra chegar no ponto do salto, tem que encarar uma passarela sinistra. Dá muito medo. Nessa posso afirmar, pois fui até lá. Gente, parece bobeira, mas é muito horrível andar nessa passarela. Muito mesmo, e isso é unânime.

Chegando lá, tem uma estrutura de concreto onde fica todo mundo, vários funcionários e todo equipamento. Pra começar a deixar todo mundo acelerado, rola um som super animado, com os funcionários todos dançando e a galera vai entrando na onda. Adrenalina vai subindo.

E aí é por sequência, a turma vai saltando. São duas cordas, então enquanto um é preparado – o outro é resgatado do salto.

O corajoso:

Onde fica o Bungee Jump na África do Sul?

Muita gente já ouviu falar sobre este bungee jump, mas não sabe onde fica né… Ele está na Bloukrans Bridge na estrada R102, entre Plettenberg Bay e Port Elizabeth.

É bem longe de Cape Town – 560 kms. Esta atividade vale mais a pena para quem está fazendo a Garden Route (Rota Jardim).

Como Chegar

Aqui é meio óbvio, mas a resposta é de carro minha gente. Eu desconheço excursões que levam até lá. Neste post tem dicas de como se virar em geral na África do Sul.

Operadora

A empresa que faz este serviço é a Face Adrenalin. Contato: +27 (0) 42 281 1458 / +27 (0) 71 109 6872

Quanto custa

  • Para acompanhar – 150 rands
  • Para saltar – 950 rands se comprar na hora e 900 rands se fizer reserva online (na alta temporada, é preciso fazer reserva)
  • Video (no pen drive) – 300 rands
  • Fotos – 200 rands
  • Video + Foto – 400 rands

Horários

Das 9:00 às 17:00 diariamente.

Video do Bungee Jump na África do Sul

Por último, mas não menos importante, olha aí o vídeo do Juliano saltando!!! São 5 minutos, do minuto 1 a 2, é a preparação e salto. Minutos 3 a 5 resgate.

Se Lança!!

[Mikado id=’32’]

 

Veja estes outros posts que podem te interessar:

Viajar para a África do Sul – Post Índice
O que fazer na Cidade do Cabo, melhores dicas reunidas
Mossel Bay
Swellendam e De Hoop
Knysna, equilíbrio perfeito entre Mar e Montanha

 

Dê uma olhada no nosso Guia Se Lança pra África do Sul:

[products ids=”3484″]

O que visitar na Suazilândia em 2 dias

Veja aqui todas as dicas do que visitar na Suazilândia com dois dias ou aquele passeio de um fim de semana.

A Suazilândia é um país bem pequeno, de norte a sul tem 200 kms de extensão e de leste a oeste 130 kms – sendo um dos menores da África. Estima-se que a população seja de 1.25 milhões de pessoas. Por mais incrível que pareça, a Suazilândia (ou Swazi) é uma monarquia absoluta – sim, lá é o Rei Ngwenyama Mswati III quem aponta o ministros.

Apesar de pequena, tem uma grande diversidade de clima e vegetação, tendo montanhas altas e frias e vales secos e baixos. O povo, como a maioria dos Africanos, são amáveis.

Com dois dias no país dá pra passear e conhecer bastante coisa.

O que fazer na Suazilândia

As Principais Atrações Turísticas são:

Mantenga Nature Reserve and Swazi Cultural Village – aqui tem uma vila típica representando o modo de vida na Suazilândia por volta de 1850. Você faz um tour guiado pela vila, onde conhece as construções e hábitos do povo e após esse tour, assiste a um lindo show de dança típica. São duas performances por dia, às 11:30 e 15:15.

A reserva também tem um rio e cachoeira que é possível chegar com uma leve caminhada.

Nós chegamos na vila por volta do almoço, comemos no restaurante The River Café lá dentro, caminhamos pela reserva e assistimos o show das 15:15.

 

Fábrica de Velas – esta fábrica – a Swazi Candles – existe desde 1982 quando começou com um trabalho pequeno de duas pessoas e hoje exportam para mais de 20 países. Aqui você pode comprar lindas e coloridas velas com temas africanos. Geralmente tem uma pessoa trabalhando como demonstração de como este artesanato é feito. No recinto tem também algumas lojinhas e um café bem gostoso. Abre todos os dias das 8:00 às 17:00.

fábrica de velas na suazilândia

Fábrica de Vidros – A Ngwenya Glass é uma fábrica que produz artigos com vidro 100% reciclados. Aqui você pode encontrar artigos de decoração e também taças, vasos e outros produtos feito em vidro. Os itens são todos feitos de maneira artesanal, se for durante a semana, pode ver a arte de “glass blowing”. Pois é, não precisa ir até Murano na Itália, África também tem vidros artesanais! A fábrica fica em um centro com um jardim, café e lojinhas de artesanato. Aberto durante a semana das 8:00 às 16:30, nos fins de semana e feriados fecha às 16:00.

fábrica de vidros na suazilândia

Hilane Royal National Park – Este parque é muito tranquilo e sereno, uma opção para descansar e relaxar. Aqui é possível fazer safaris guiados no jeep ou à pé. Uma observação importante é notar que o parque é dividido em áreas, ou seja, os animais não circulam livremente, apesar das áreas serem bem grandes. Dito isso, fica mais fácil ver leões e rinocerontes pois estes estarão em suas devidas áreas. É possível passar o dia ou pernoitar no parque. Quem optar pela opção de self-catering, ou seja, onde você cozinha sua própria comida, pode passar no mercado (Pick n Pay) em Manzini.

Onde Comer

Malandela’s Farmhouse Restaurant – este restaurante fica em um lugar é bem legal, chama House on Fire, uma enorme área aberta com mesas debaixo de árvores e um campo grande para as crianças correrem. Tem também um palco para eventos e pequeno parque. A curiosidade é que por todo recinto tem várias obras à la Gaudi, misturado com ocas africanas, super eclético. Ótimo para almoçar hamburgueres com fritas. Tenha paciência com o atendimento, principalmente se estiver cheio.

The Calabash – restaurante europeu, especializado em pratos austríacos, alemães e suíços. Preços um pouco caros para a Suazi, mas é uma boa opção para um jantar mais tranquilo e relaxado. Fone: (+268) 416 1187

Mugg n’Bean – quem conhece a África do Sul certamente conhece um Mugg n’Bean. Aqui os pratos não tem erro, hamburguer, sanduíches, tortas, sopas, cafés, bolos e etc… Este fica dentro do shopping The Gables.

Onde ficar na Suazilândia

A melhor região para ficar é no Ezulwini Valley.

Mantenga Lodge –  Nós e muitos amigos ficaram aqui. Este hotel está no Ezulwini Valley, onde estão localizados a maioria dos hoteis e opções de turismo. É vizinho do Mantenga Nature Reserve e Cultural Village e fica atrás do shopping. Tem um restaurante que é uma boa opção para jantar a noite depois de um dia de passeios. A especialidade é o Iyasha Inyama – um prato típico da suazilândia que quer dizer: a carne em fogo. Diárias à partir de 885 rands para duas pessoas. Endereço: 2 Mantenga Falls Road

Mogi Boutique Hotel – esta linda pousada foi recentemente reformada no maior capricho. É um lugar aconchegante e intímo, também no Ezulwini Valley. Os quartos tem microondas e frigobar, mas o wifi é só na recepção. Diárias à partir de 1250 rands para duas pessoas. Endereço: Main Road, M407

Royal Swazi Spa – esta opção é mais luxuosa, com SPA, golf, cassino e piscina ao ar livre, além da academia e saunas. Diárias a partir de 1700 rands para duas pessoas. Endereço: Manzini Main Road

Shopping

The Gables – este pequeno shopping center é bem ajeitadinho. Uma boa opção de onde comprar algumas coisinhas. Tem um supermercado, o Pick n Pay, um Wollies (roupas) e um Mugg n’Bean. Um pequeno mall parecido com os da África do Sul, muito organizado. Endereço: MR 103 Road no Ezulwini Valley

Eventos na Suazilândia

Os principais eventos no país são:

MTN Bush Fire – festival de música que acontece uma vez ao ano no eclético House on Fire. O evento recebe por volta de 25 mil pessoas!! É um dos eventos mais famosos na África, então se quiser ir, se programe com muita antecedência, compre os ingressos e reserve seu hotel. Muita gente que não consegue hotel leva barraca para acampar. Este evento, como eles mesmo denominam, é holístico, envolvendo música, artes, comida, artesanatos e experiências únicas. O evento dura 3 dias e geralmente acontece no final de maio. Vale muito a pena!

bush_fire_swazi_2016
Foto Divulgação

Umhlanga – também conhecido como Reed dance festival – é uma tradição cultural da Suazilândia que celebra a castidade. Milhares de meninas de todo país vem para o festival dançar, onde o rei tem direito a escolher mais uma esposa. Ultimamente ele não tem pego mais esposas, afinal já tem 15, mas o evento tem se mantido para preservar a cultura local. No entanto, há sempre polêmicas. O The Guardian publicou em 2016 um artigo dizendo que as famílias da meninas que se recusam a participar são punidas.

Tem bastante coisa pra fazer em dois dias nesse país, pra quem mora na região, vale a pena passar um fim de semana na Suazilânida.

[Mikado id=’22’]

Veja estes outros posts que podem te interessar:

Como chegar na Suazilândia
Como se virar na África do Sul
Turistando em Joanesburgo
Safari no Kruger Park, África do Sul
Panorama Route
Onde dormir em Nelspruit – 5 sugestões de hotéis e pousadas
Maputo City Tour

Dê uma olhada no nosso Guia Se Lança pra África do Sul:

~ Se Lança ~

10 dias pela Ilha Sul da Nova Zelândia

Passamos 10 dias pela Ilha Sul da Nova Zelândia e conforme prometido neste post Se Lança pra Nova Zelândia Djáh, agora vou contar em detalhe o que tem pra ver, pra fazer, pra comer e onde nos hospedamos em cada uma das cidades que passamos.

A Ilha Sul da Nova Zelândia possui os destinos de turismo mais procurados do país. Com certeza quando começar a pesquisar sobre a ilha, nomes como: Queenstown, Wanaka, Franz Josef, Mount Cook, West Coast, Abel Tazman, Nelson, Lake Pukaki, Christchurch entre outros, aparecerão e você vai querer morar lá por uns 6 meses para conseguir conhecer tudo. Pelo menos foi isso que aconteceu comigo…

Fomos de avião de Auckland para Queenstown pela JetStar e lá foi nosso ponto de partida para nossa RoadTrip pela West Coast. O plano aqui foi se lançar sem hotéis reservados. Chegávamos à cidade e procurávamos. Antes olhávamos nos guias e íamos perguntando se tinham quarto disponível.

Essa era a ideia da viagem: independência.

Para essa independência alugamos um carro, que pegamos no aeroporto de Queenstown e depois deixamos no aeroporto de Christchurch.

Para os que vão se aventurar na direção como nós, lembre-se que o volante estará do lado direito do carro e a marcha na sua mão esquerda, então, alugue um carro automático, pra evitar a fadiga. E não é mais caro, pelo contrário, é bem comum por lá. Nós usamos a RentCars para alugar carro no exterior.

10 dias pela Ilha Sul da Nova Zelândia: Queenstown

Reservamos apenas uma noite de hotel no Absoloot, mas essa cidade vale com certeza uns 2 dias inteiros. Tem muita coisa pra fazer por lá e uma das coisas que faria se soubesse antes, é saltar de paraquedas aqui, porque essa é uma das cidades mais lindas da Ilha Sul.

Essa cidade é a “capital” dos esportes radicais, dentre eles: Bungy Jump, Paraquedas, Paraglide, Shotover Jet etc… Dentre todas as opções, o que escolhemos foi o Bungy Jump.

Pulamos do Kawarau Bridge. Esse foi o primeiro Bungy “comercial” do mundo, e é um dos mais baixos, apenas 43 metros. Mas garanto que é o suficiente para que você sinta que esta pulando de encontro à morte. A sorte é que os caras da AJ Hackett são muito TOP no que fazem e a chance de você partir dessa pra uma melhor é quase nula. Escolhemos essa ponte porque além de ter uma história bacana e poder dizer: “Pulei do 1º Bungy do mundo” – tem o rio Kawarau embaixo (no caso, o fato de ter o rio embaixo foi o fator decisório, hehe). Assim, caso eu fosse a infeliz em iniciar a estatística de acidentes, teria a chance de cair e sair nadando, pelo menos.

Pulei, não morri e foi uma das experiências mais loucas da minha vida.

Vá! Adrenalina doida, você fica doido, quer pular em seguida de novo, vale cada centavo. Mas não pense duas vezes e nem olhe pra baixo. Se lança sem dó! Depois de pular, se quiser pular de novo, eles cobram apenas 20 nzd o segundo pulo. Então, se já estiver na pilha para pular duas vezes, deixe pra pagar o segundo lá que vai te sair bem mais barato.

Valores: o pulo custa 180 nzd e fotos+vídeo são mais 80 nzd. Você pode deixar para decidir essa compra lá na hora, depois do pulo. Nós reservamos somente o pulo pelo site com 30 dias de antecedência porque desta forma tem desconto de 30nzd. Compramos só o vídeo (45nzd).

Comidinhas que deixaram saudade: tem uma padaria muito SENSACIONAL que vale a menção aqui, a Ferg Bakery na Shotover Street, a mesma rua da loja central da AJ Hacket. Comam o cookies de chocolate, a focaccia e o chocolate and raspberry fudge. Só de lembrar, passo mal de tanta vontade.

FergBakery_Cookie_Ilha_Sul_da_Nova_Zelândia
O melhor cookie do mundo!

Não comemos em lugares muito bons durante toda a viagem, então quando eu mencionar aqui é porque realmente é bom.

Outros lugares famosinhos (comemos em todos): Ferg Burger, Vudu Café, Supermercado FourSquare, The Bakery.

Nos hospedamos no Absoloot. É um hostal, super bem localizado, em frente ao Lake Wakatipu, bem limpo, free wifi e de qualidade, com quartos de casal bem confortáveis e com vista pro lago. Super recomendo. Diárias a partir de 98nzd. Não tem café da manhã, mas tem cozinha e um monte de lugares gostosos pra comer perto.

Queenstown_Wharf_2_Ilha_Sul_da_Nova_Zelândia

Passamos um dia inteiro em Queenstown, dormimos, e na tarde do dia seguinte partimos em direção à…

10 dias pela Ilha Sul da Nova Zelândia: Te Anau

São 171km de Queenstown a Te Anau. Levamos quase 3 horas. Chegamos à noite, dormimos no Te Anau Backpackers. Limpo, silencioso, quarto de casal ótimo e barato, 76nzd a diária. Nesta cidade reservamos o cruzeiro em Milford Sound no escritório da Go Orange, que é a mesma empresa que alugamos o carro e dava um desconto por isso. Pagamos 49 dólares por pessoa.

10 dias pela Ilha Sul da Nova Zelândia: Mildford Sound

São 118km de Te Anau para Milford Sound. Acordamos as 5h30am e levamos 2horas para chegar. Abaixo vemos o Mitre Peak, chamado de “cabeça do fiorde” com 1623m de altura. Como chove em média 200 dias por ano neste lugar, você terá que contar com a sorte para vê-la.

Milford_Sound_Ilha_Sul_da_Nova_Zelândia
Mitre Peak

Além de atenção redobrada na estrada, ela é linda, mas cheia de curvas e neblina. Levem repelente e uma jaqueta de frio porque no cruzeiro faz um friozinho de doer e tem muito sandfly (borrachudo). Se você for bem aventureiro e bem preparado pode fazer o passeio pelos Fiordes de kayak. Veja aqui uma empresa que faz esse passeio. A única coisa que tem pra fazer em Milford é esse passeio pelos fiordes, acabou o cruzeiro, já pode seguir viagem.

Partimos para…

10 dias pela Ilha Sul da Nova Zelândia: Wanaka

São 342km de Milford para Wanaka. Levamos 4h30 até Queenstown, onde paramos para almoçar no Ferg Burger, ao lado da Ferg Barkery. Achamos o burger péssimo, tomara que tenha sido azar do dia.

Seguimos para Wanaka pela Crown Range Road. Essa estrada sobe Crown Range mountains e a vista é FANTÁSTICA, tão fantástica que tem até site especial e está no wikipedia, pra você ter uma ideia. Mas só faça esse caminho de dia, porque de noite além de não ver nada, tem muita curva, deixando-a perigosa demais.

Crown_Range_Road_Ilha_Sul_da_Nova_Zelândia
Crown Range Road

No caminho de Queenstown para Wanaka, passamos por Arrowtown para conhecer o Chinese Settlement (não achamos nada demais) e por Cardona que é uma cidade bem pequena lá em cima da montanha onde você se sentirá naqueles filmes de velho oeste americano, bem bonitinha.

Chegamos em Wanaka a tardezinha e ficamos no Te Wanaka Lodge. Amei demais a hospedagem nesse hotel. Além de lindo, Sheryl, a dona, é super simpática e faz um café da manhã maravilhoso. O quarto desse lodge é incrível e tem uma jacuzzi bem boa pros hóspedes. Pagamos 170nzd a diária. Passamos 1 noite em Wanaka e no dia seguinte partimos em direção a…

10 dias pela Ilha Sul da Nova Zelândia: Fox Glacier e Franz Josef

Depois de 286km, feitos em 7horas, calma, eu explico… Normalmente esse trajeto é feito em umas 4 horas, porém há muitas belezas naturais nesse trajeto e nós paramos em TODAS e por isso demoramos tanto. Não vale a pena não parar, sério.

Se vocês ficarem no Te Wanaka Lodge, peçam o guia da Sheryl diretamente a ela. Nele tem todas as paradas e quanto tempo e quilômetros de uma a outra. Foi dica dela e fizemos todas: Blue Pools, Fantail Falls, Thunder Falls, Haast. Mas, se quiser me escreve aqui neste post ou por email que te mando uma cópia do “guia da Sheryl”.

Thunder_Creek_Falls_Ilha_Sul_da_Nova_Zelândia
Thunder Creek Falls

Em Fox Glacier só passamos de carro, é bem pequena a cidade, tipo 1 quarteirão. Já Franz Josef é bem maior, 3 quarteirões!

Nos hospedamos no Montrose Backpackers, 98nzd a diária em um quarto para casal com banheiro. Passamos 2 noites e meio dia aqui. Não, não ficamos tanto tempo porque tinha muito o que fazer, ao contrário, além do Franz Josef Glacier que você faz andando em terra firme e/ou de helicóptero (e dá pra descer lá em cima no Glacier), não há mais nada o que fazer nessa cidade.

Franz_Josef_Glacier_Ilha_Sul_da_Nova_Zelândia

O que nos prendeu aqui foi o mau tempo. Tinha uma tal névoa branca em cima da cidade todos os dias que passamos lá e nos prendeu porque ficamos na esperança de que o tempo iria abrir (e a previsão nos ajudava a acreditar nisso) e se abrisse poderíamos fazer o Hiking pelo Glacier e saltar de paraquedas em um dos lugares mais lindos do mundo.

Franz_Josef_Mau_Tempo_Ilha_Sul_da_Nova_Zelândia
Mau tempo Franz Josef :/

Mas não, o tempo não abriu e foi então que decidimos mudar todos nossos planos e subir até Nelson, para saltar em Abel Tazman…

No caminho para Nelson passamos por Hoititika (bonitinha, paramos para ver a praia e abastecer, apenas) e Greymouth (passamos reto) e seguimos em direção a…

10 dias pela Ilha Sul da Nova Zelândia: Nelson

sem paradas são 3h30 de Greymouth a Nelson. Nós levamos 6h. Fomos parando no caminho. Tem paisagens lindas pra fotografar: Pancake Rocks, Truman Track e, por favor, parem nesses lugares, em Truman Track parece que você esta na lua, é incrível…

Truman_Track_Punaikaiki_1_Ilha_Sul_da_Nova_Zelândia
Truman Track

Chegamos à noite em Nelson e nos hospedamos no Quality Inn, 125nzd a diária em quarto para casal sem café da manhã. Em Nelson jantamos no La Gourmandise, um restaurante delicioso de crepes no melhor estilo francês.

No dia seguinte partimos em direção a…

10 dias pela Ilha Sul da Nova Zelândia: Motueka

Pra quê? Pra SALTAR DE PARAQUEDAS, piramos na NZ, gente. Saltamos com a Skydive Abel Tazman. Super profissionais, tranquilos e transmitem muita segurança. Amei toda a experiência.

Pagamos 299nzd do salto e mais 200nzd para um outro paraquedista saltar fazendo fotos e vídeo. Se esse é seu primeiro salto, vale a pena pagar para ter o registro, é uma delicia ficar assistindo. Olha o nosso aqui:

Depois de ter dado o salto mais alto (13 mil pés ou +-4km) e mais emocionante da minha vida, fomos para…

10 dias pela Ilha Sul da Nova Zelândia: Kaiteriteri

Só almoçamos por aqui e fizemos uma trilha para ver a Apple Split Rock. Dá pra passar um dia aqui nesta região, só não fizemos porque não tínhamos mais dias.

Kaiteriteri_beach_Ilha_Sul_da_Nova_Zelândia

Apple_Split_Rock_2_Ilha_Sul_da_Nova_Zelândia
Stand up em Apple Split Rock, que privilégio 😉

À tarde partimos para…

10 dias pela Ilha Sul da Nova Zelândia: Kaikoura

303km e 4hs depois chegamos no fim da tarde a Kaikoura. Nos hospedamos no ClearWater Motel. Fica em frente a praia. É tipo uma casa/apartamento. Foram 80nzd apenas. Um dos maiores e mais baratos da nossa viagem.

Kaikoura_Beach_Ilha_Sul_da_Nova_Zelândia

No dia seguinte acordamos bem cedo, as 5am e fomos pro Dolphin Encounter para mergulhar com golfinhos (tá vendo como piramos na NZ). Reservamos o mergulho pelo site deles e pegamos o primeiro horário da manhã porque é o que dizem ser o horário que aparecem mais golfinhos e realmente tinham muitos. Foi lindo e ai vai mais um vídeo de alguém que acorda muito feliz…

Em Kaikoura comemos uma pizza muito boa no Dexarelli’s e tomamos café da manhã no Reserve Hutt. Super recomendo ambos.

Na tarde do mesmo dia partimos em direção à…

10 dias pela Ilha Sul da Nova Zelândia: Christchurch

Os 180 últimos km da nossa roadtrip foram feitos em 2h30. Chegamos à tarde e estávamos muito cansados pois o passeio dos golfinhos havia começado bem cedo às 5h30 da manhã. Então só passeamos um pouco pelo centro da cidade, pelo parque que há em frente ao YMCA e fizemos umas compras no mercado (amo).

Christchurch_Ilha_Sul_da_Nova_Zelândia

Nos hospedamos no YMCA, 85nzd a diária, quarto de casal com banheiro. Super limpo e bem localizado. Dia seguinte, partimos em direção à…

10 dias pela Ilha Sul da Nova Zelândia: aluguel de carro para a Roadtrip

Nós usamos muito a RentCars para alugar carro no exterior. É tipo o booking de empresas de aluguel de carro. As principais companhias estão na RentCars, como: Hertz, Europcar, etc… O legal desse site é que ele mostra os valores dos carros da mesma categoria nas diferentes companhias, e aí é só você escolher o que melhor cabe no seu planejamento de gastos.

10 dias pela Ilha Sul da Nova Zelândia: de volta a realidade

Aeroporto de Christchurch, depois de Auckland, depois de Santiago e 39 horas depois: lar doce lar.

Quem estiver indo pra NZ e tiver dúvidas pode me escrever e/ou dar sugestões. Coração aberto e dedos cheios de vontade de escrever 🙂

Emergências e quanto (R$) você vai precisar para fazer essa viagem – veja no post Como sobreviver na Nova Zelândia.

Esse foi o nosso Roteiro de 10 dias pela Ilha Sul da Nova Zelândia e pra fechar com chave de ouro, aí vão algumas fotos pra vocês terminarem de se convencer de que esta Ilha é DEMAIS e merece a sua visita.

Visto pra Nova Zelândia

A partir de 1 de Outubro desse ano (2019) viajantes com destino à Nova Zelândia de 60 países inclusos no acordo visa-waiver (incluindo o Brasil) terão que ter um ETA – Electronic Travel Authority (Autorização Eletrônica de Viagem) antes de iniciar sua jornada.

Tal procedimento foi introduzido para melhorar a segurança e reduzir riscos imigracionais, o ETA terá um custo mínimo e será válido por 2 anos. Está sendo introduzido ao mesmo tempo o IVL – International Visitor Conservation and Tourism Levy, que é uma taxa de turismo e conversação para visitantes internacionais, que custará entre NZ$35 – dólares neo-zelandês e permanecerá válido pelo tempo de duração do ETA, ou seja, dois anos.

Cidadãos da Nova Zelândia e da Austrália, e pessoas que possuem um visto neo-zelandês válido serão isentos do ETA. Porém residentes permanentes da Austrália terão que solicitar um ETA antes de visitar a NZ, porém não terão que pagar a taxa de turismo.

Mesmo passageiros em trânsito pela Nova Zelândia deverão ter um ETA válido.

As solicitações poderão ser feitas através de aplicativo por celular com custo de NZ$9 ou online por NZ$12 – dólares neo-zelandês.

De acordo com o portal oficial do governo da Nova Zelândia, o ETA irá melhorar a segurança, reduzir riscos imigratórios e lidar com contrabando e riscos de bio-segurança.

 

[Mikado id=’5′]

 

Veja estes outros posts sobre a Nova Zelândia que podem te interessar:

Se lança pra Nova Zelândia, Djáh!
Guia de sobrevivência na Nova Zelândia.
5 dias pela Ilha Norte da Nova Zelândia.
Cavernas de Waiotomo.
Rarotonga, um paraíso nas Ilhas Cook.
Hotel perto do Aeroporto de Auckland

 

Ah, e não deixe de seguir nossas andanças no Instagram. Sempre tem dica boa por lá também.

 

~ Se Lança ~

Panorama Route na África do Sul

Se lança pra Panorama Route na África do Sul

A Rota Panorâmica é uma rota cênica em Mpumalanga ao longo do Blyde River Canyon, o terceiro maior canyon do mundo. São lindas vistas, cachoeiras, formações rochosas, rios… Tudo feito com capricho pela Mãe Natureza.

Como se virar

Você pode incluir esse passeio no seu roteiro se está indo de carro de Joanesburgo ao Kruger. Saia cedo de Joburg (tipo 6 da matina) pra aproveitar o dia e não chegar tarde no seu hotel de destino.  No meu caso, já moradora de Maputo, tirei um dia para vir especialmente à esta região passear.

Mais infos de como se virar na África do Sul aqui.

Locomoção e como chegar

Pra percorrer esta rota, é preciso carro, apesar de que eu também vi algumas pessoas em ônibus de excursão. Um dica importantíssima, dirigir nessa região à noite é perigoso, desce um nevoeiro pesado que deixa a visibilidade muito baixa. Nós chegamos tarde no hotel, por volta das 20h, e os últimos trechos estávamos dirigindo a 40km/h pois não víamos 10 metros na nossa frente. Redobre o cuidado, pois também existe gado solto que às vezes vai pra estrada.

Se puder, evite mesmo dirigir a noite nessa região.

Onde Ficar

Graskop Hotel –  Excelente custo/benefício. Hotel 3 estrelas muito bonitinho. Os quartos da casa são decorados inspirados em artistas sul-africanos. Nós preferimos um ambiente mais “clean” e optamos por um quarto nos jardins. Café da manhã excelente, staff atencioso, recomendo. Preço foi 860 rands por quarto por noite. Endereço: 3 Hoof St, Fone: 013 767 1244

Outras opções de onde se hospedar em Graskop aqui.

Onde comer

Seja onde for, coma panquecas, especialidade da região.

pilgrims-rest-banana-pancake

Harrie’s Pancakes – Em Graskop. Uma delícia, várias opções de panquecas doces e salgadas. O restaurante vive cheio. A porção é bem grande, dá pra almoçar, e dividir uma panqueca doce como sobremesa.  Fone: 013 767 1273; Endereço: Esquina das ruas Louis Trichardt e Church

harries pancakes

 

Como percorrer a Rota Panorâmica

Se está vindo de Joanesburgo (na R533) , antes de começar a rota, pare um pouquinho em Pilgrims Rest. Cidade histórica conservada desde os tempos da corrida do ouro. A cidade é uma rua… Você desce lá e anda um pouquinho vendo as casas e construções antigas. É um museu vivo. Também tem algumas lojinhas e artesanatos.

pilgrims-rest

Chegando na Panorama Route, é muito fácil seguir a rota, é um estrada única (R532), com um “alça” (R534) pra algumas partes. Tem vários pontos para parar e apreciar a vista. A maioria deles tem que se pagar 10 Rands por carro. Com algumas exceções, como os potholes, custa 40 rands por carro e outros 30 rands por pessoa.

Esse mapa abaixo parece bem tosco – e é – eu sei, mas foi o que mais nos ajudou. Pegamos no hotel e a rota foi toda sublinhada de azul. Escaneamos para vocês verem e usarem também:

mapa rota panoramica africa do sul

É só seguir a sequência, pode-se começar do começo ou do fim. Os melhores estão no fim, então vai do seu gosto. Meus favoritos são: Bourke’s Luck Potholes e o Three Rondavels. Abaixo está meu itinerário, porém eu comecei de baixo pra cima.

1. The Pinnacle

pinnacle

2. God’s Window

gods window

3. Lisbon Falls

lisbon falls

4. Berlin Falls

berlin falls

5. Bourke’s Luck Potholes

burkes pot holes 1

por holes

6. Three Rondavels e Blydepoort Dam

rondavels and dam

7. Bonus: Mac Mac Pools. Esse ponto fica um pouco mais pra baixo da rota principal. Não vale a pena parar só pra ver, se for até aqui, tem que dar um pulo dentro da piscina e tomar banho de cachoeira. Mas confesso, que eu devo ter ficado menos de 60 segundos lá dentro, a água é muito gelada.

mac mac pools

Mais detalhes de outros pontos aqui.

Se lança…

Veja estes outros posts que podem te interessar:

Viajar para a África do Sul – Post Índice
Como se virar na África do Sul
Turistando em Joanesburgo
Safari no Kruger Park, África do Sul
Pilanesberg, safari a somente 2 horas de Joanesburgo
Onde dormir em Nelspruit – 5 sugestões de hotéis e pousadas
O que fazer na Cidade do Cabo, melhores dicas reunidas

 

Dê uma olhada no nosso Guia Se Lança pra África do Sul:

[products ids=”3484″]

Se lança pra Nova Zelândia, djáh!

A Nova Zelândia me surpreendeu em todos os sentidos e a todo momento.
Só planeje esta viagem se estiver pronto para perder o fôlego a cada esquina…e não estou exagerando. Passou de um país que achei que nunca visitaria na vida (pela distância) à um país que quero ter a oportunidade de voltar muitas vezes (já não me importa a distância).

Na língua maori, Nova Zelândia é chamada de Aotearoa e sua tradução quer dizer “A Terra da Grande Nuvem Branca“. Você entenderá o que é essa tal “grande nuvem branca” se for conhecer a West Coast da Ilha Sul.

Quando começamos a planejar a viagem, li em vários lugares: “Vá primeiro a Ilha Norte e depois à Ilha Sul. A Ilha Sul é bem mais bonita”. Após conhecer as duas, não compartilho desta opinião, pra mim, ela é quase injusta. São belezas completamente únicas e diferentes.

ILHA NORTE

De beleza peculiar, a Ilha Norte vai te surpreender pela atividade geotermal – nascentes termais de água quente, lagoas de lama quente -, os géisers, os imensos lagos, ora negros, ora azuis, a pulsante cultura maori, a cosmopolita Auckland, as pacatas cidades turísticas, as piscinas naturais de ácido sulfúrico, a paisagem “rural” das estradas de pista simples – etc…

roadtrip

 

ILHA SUL

Já a Ilha Sul vai te surpreender com suas imponentes montanhas nevadas, seus lagos de cor azul intenso, aquela tentação para se lançar em esportes radicais – sim, sim se prepare pro Bungy Jump -, as inúmeras “scenic routes” da West Coast, as cachoeiras, os incontáveis rebanhos de  ovelhas, alpacas, veadinhos, gados… as plantações de pêra, uva, maça, salada mista (parêntesis pra brincadeira, rs) da região de Nelson, até mesmo os malditos sandflies da West Coast, equivalente ao nosso borrachudo (mentira isso não vai surpreender, vai irritar e coçar muito hehe).

IMG_9912

 

Enfim… ambas possuem uma beleza muito diferente de qualquer outra coisa que você já tenha visto na vida. De verdade.

A partir dessa viagem, pra qualquer um que me pergunte sobre lugares para conhecer, eu digo: “definitivamente vá pra Nova Zelândia, não pense nem meia vez. Passar por este mundo e não ir pra lá é o maior pecado que você pode cometer”.

Vou compartilhar aqui com vocês qual foi nosso roteiro e como a maioria das cidades que passamos tem muita coisa legal pra ver e pra fazer, com o tempo vou fazendo posts separados sobre cada uma e linkando com este aqui para que ele não fique mais gigante do que já está.

Como se virar na Nova Zelândia

Confira as “Dicas de sobrevivência na Nova Zelândia”, neste outro post aqui.

Dica mais que valiosa #1: em absolutamente todas as cidades da NZ, você vai encontrar os mais variados tipos de guias – restaurantes, hospedagem, estrada, B&B, turismo, mapas, revistas com cupons de descontos pra tudo e em todas as cidades. E o melhor de tudo é que são free.

De cara, no desembarque internacional, já tem um lugar cheio deles, pode pegar quantos quiser, de onde quiser. Esta aqui é uma revistinha dessas de cupons de descontos:

 

Outra coisa muito legal é que em (quase) toda cidade tem um lugar chamado iSITE: são os pontos de informações turísticas sobre a cidade e aquela região, que contam também com folhetos/guias de outros lugares da NZ e wifi grátis 🙂

 

Ah, dica mais que valiosa “estrelinha”: quando começar a planejar sua viagem, além de ler muitos blogs como o Se Lança, visite o site oficial de turismo da Nova Zelândia e “B-A-B-E-M” na estrutura de turismo dos Kiwis.

Locomoção na Nova Zelândia

Na Ilha Norte, para ir às cidades que escolhemos, optamos pelo ônibus. Há várias companhias, nós usamos a NakedBus. Motoristas bem-humorados, passagens baratas, superpontuais (até demais: esteja sempre no ponto uns 20min antes do horário de saída do seu bus).

Atualização 2018: A Naked Bus não existe mais. Pesquisando em outros blogs e no próprio site oficial de turismo da Nova Zelândia, vi que as empresas de ônibus que operam no mesmo esquema que era da Naked (hop-on hop-off ), são: Kiwi Experience e Intercity.

Na llha Sul, alugamos um carro, pois definimos ter mais liberdade para conhecer a West Coast. Alugamos um Nissan Sunny 2001, apelidado carinhosamente de pau véio, na GoOrange. Mas há várias opções de carros mais novos e empresas, tudo depende do quanto você quer investir. Um site bacana e garantia de não deixar a gente na mão é o RentCars que traz uma comparação de preços de várias companhias e ai você escolher o melhor pro seu bolso.

Atenção: na NZ, a mão é inglesa, demora um pouquinho pra se acostumar, mas é só ficar atento que dá tudo certo. Levamos nossa PID, vá com a sua. E não esqueça de ler nossas dicas sobre como dirigir na mão inglesa aqui.

Não fomos parados em nenhum dos 2300km rodados, mas vimos policiais na estrada parando uns carros mais apressados. A maioria das estradas é de pista simples, não se arrisque. As paisagens são tão lindas que não vale a pena correr.

Dica mais que valiosa #2: se alugar um carro, ande sempre com o tanque cheio. Se passar por um posto e estiver com o tanque pela metade, pare para abastecer. As estradas não têm postos como aqui no Brasil, e as distâncias, apesar de parecer tudo muito perto, levam tempo.

Não se deixe enganar pelas curtas distâncias. Isso é uma coisa que você vai aprender na NZ: nos guias, eles sempre mostram nos mapas os KM e quantas horas levará, porque como as estradas são de pista simples, acaba-se levando bem mais tempo do que a gente imagina.

*Esse tempo serve como referência. Nós levamos pelo menos 1h a mais pois parávamos para tirar fotos no caminho e ver alguns pontos turísticos.

Principais atrações turísticas na Nova Zelândia

O que fazer na Ilha Norte

Para os 5 dias que passamos na Ilha Norte escolhemos conhecer: Rotorua, Taupo e Auckland. Tudo de ônibus. Roteiro completo de 5 dias na Ilha Norte neste post.

Roteiro_Ilha Norte_NZ

Chegamos em Auckland às 5am e descemos direto para Rotorua.

Rotorua é uma cidade super interessante, além de bem bonitinha. Um local nos disse que Rotorua é a cidade mais próxima ao centro da Terra. Não averiguei se a informação procede ou não, achei mais legal acreditar que já fui ao lugar mais próximo que existe ao centro da Terra.

1796581_10201813513564049_2047472669_n
Rotorua Museum

Passeamos um dia por Rotorua e no outro dia fomos ao Wai-o-tapu, o maior parque geotermal da Nova Zelândia. Fica a 25km de Rotorua e chegar lá é muito fácil.

Os passeios mais comuns nessa região são: Te PuiaWai-O-Tapu e uma passada em algum dos SPAs de piscinas termais da cidade.

waiotapu4
Wai-O-Tapu

Na tarde deste mesmo dia que visitamos Wai-O-Tapu, pegamos outro Nakedbus (equivalente Kiwi Experience e Intercity) e descemos um pouquinho mais até Taupo. São 81km ou 1h de viagem. Nossa intenção era fazer o Tongariro Crossing no dia seguinte.

Acordamos as 5h30 e para nossa tristeza eterna, havia nevado e o parque não iria abrir. Fiquei desconsolada, só descemos até Taupo para fazer essa trilha. Olhem as fotos do site oficial e entendam a minha dor. Se tiverem a oportunidade, não deixem de incluí-la no seu roteiro. Já esta no meu para quando voltar pra NZ.

No outro dia, voltamos pra Auckland. São 278km e levamos 5h. O Nakedbus (equivalente Kiwi Experience e Intercity) vai parando em umas cidades no caminho, deixando a viagem um pouco mais longa. Se você estiver de carro, umas 3h30 serão suficientes.

Chegamos umas nove da noite e tão cansados que acabamos nem passeando pra ver a vida noturna da cidade. Mas o que vimos, do taxi, foi uma cidade bem agitada, ruas cheias de pessoas, bares abertos. Beeeeem diferente do resto das cidades do interior…

Em Rotorua e Taupo depois das 5h30 da tarde, parece que jogaram uma bomba nuclear na cidade e todo mundo desapareceu…só sobrou você. Mas essa foi a nossa experiência tá?! Um primo que foi pra lá também, diz que viu gente a noite por essas cidades.

Bom, mas até aí, tem gente que diz que viu chupa-cabra também né, então…

Dia seguinte, só tínhamos uma manhã para desbravar Auckland. Nosso hotel era pertinho da SkyTower e eu estava doida para ir lá. São 28nzd pra entrar, mas lembra que no começo do post falei sobre as revistas de desconto? Pois então, pegamos dois cupons na revista e ganhamos 3nzd de desconto em cada entrada.

As coisas são carinhas na NZ gente, aproveitem os descontos 🙂

A Skytower é tão linda quanto eu imaginava, são 328m de altura e belezura. Tem dois pontos de observação, um a 186m e outro a 220m. Você poderá ver Auckland 360º, e de algumas partes do 1º deck de observação, poderá ver o solo a 186 metros dos seus pés através de pisos transparentes.

skytower

No post 5 dias pela Ilha Norte da Nova Zelândia você pode ver em detalhe tudo sobre Rotorua, Wai-o-tapu , Taupo e Auckland. Tem muita coisa legal e diferente para fazer nessas cidades.

O que fazer na Ilha Sul na Nova Zelândia

Passamos 10 dias na Ilha Sul. Tudo de carro e sem hotéis reservados. Preferimos assim porque caso não gostássemos de alguma cidade que havíamos planejado parar/dormir, poderíamos partir pra outra e ir adaptando o roteiro conforme íamos conhecendo a Ilha.

Bom, fomos de avião de Auckland para Queenstown. Essa era a única cidade que reservamos hotel pois foi a escolhida para ser o ponto de partida da nossa Roadtrip.

Ficamos apenas 1 noite em Queenstown, mas se você tiver mais do que 10 dias na sua viagem, essa cidade vale com certeza uns 2 dias inteiros. Tem muita coisa pra fazer por lá.

Dica valiosa #3: tente pegar um vôo de dia para Queenstown, a vista lá de cima é maravilhosa. Muitas montanhas com seus picos cheios de neve (dá pra ver a Mount Cook, a montanha mais alta da NZ), o mar da Tasmânia com sua cor azul piscina, as cidades, os lagos, é tudo lindo.

Road Trip pela West Coast na Ilha Sul da Nova Zelândia.

Pegamos o carro no dia seguinte e começamos nossa Road Trip pela West Coast.

Me too 🙂

O segredo aqui foi se lançar sem hotéis reservados como comentei acima. Chegávamos na cidade e procurávamos pelos hotéis que no guia nos parecia mais bacaninha (custo x benefício) e perguntávamos se tinham quarto de casal disponível.

Só em uma cidade isso não deu muito certo, além de demorar um pouco mais que o habitual para encontrar um hotel, tivemos que desembolsar um bom tanto a mais do que o planejado. Mas em outras cidades ficamos em uns mais baratos, então no geral compensou.

Pra quem não curte viagem assim sem planejamento, pode ir reservando tudo pelo Booking.

Roteiro West Coast Nova Zelândia:

Roadtrip WestCoast NZ
Roteiro de carro – 10 dias pela Ilha Sul da Nova Zelândia

No post 10 dias pela ilha Sul da Nova Zelândia você pode ver em detalhe todo nosso roteiro pela West Coast da Ilha Sul, com todas as dicas de hotéis, restaurantes, quantidade de dias que ficamos em cada cidade, além de esportes radicais feitos em cada uma 🙂

Quem estiver indo pra NZ e tiver dúvidas pode me escrever e/ou dar sugestões, que adoro dar palpite no roteiro alheio.

Termino esse post com a frase que terminei meu diário dessa viagem: NZ ROCKS!

Visto para Nova Zelândia

A partir de 1 de Outubro desse ano (2019) viajantes com destino à Nova Zelândia de 60 países inclusos no acordo visa-waiver (incluindo o Brasil) terão que ter um ETA – Electronic Travel Authority (Autorização Eletrônica de Viagem) antes de iniciar sua jornada.

Tal procedimento foi introduzido para melhorar a segurança e reduzir riscos imigracionais, o ETA terá um custo mínimo e será válido por 2 anos. Está sendo introduzido ao mesmo tempo o IVL – International Visitor Conservation and Tourism Levy, que é uma taxa de turismo e conversação para visitantes internacionais, que custará entre NZ$35 – dólares neo-zelandês e permanecerá válido pelo tempo de duração do ETA, ou seja, dois anos.

Cidadãos da Nova Zelândia e da Austrália, e pessoas que possuem um visto neo-zelandês válido serão isentos do ETA. Porém residentes permanentes da Austrália terão que solicitar um ETA antes de visitar a NZ, porém não terão que pagar a taxa de turismo.

Mesmo passageiros em trânsito pela Nova Zelândia deverão ter um ETA válido.

As solicitações poderão ser feitas através de aplicativo por celular com custo de NZ$9 ou online por NZ$12 – dólares neo-zelandês.

De acordo com o portal oficial do governo da Nova Zelândia, o ETA irá melhorar a segurança, reduzir riscos imigratórios e lidar com contrabando e riscos de bio-segurança.

 

Veja estes outros posts que podem te interessar:

Guia de Sobrevivência na Nova Zelândia.
5 dias pela Ilha Norte da Nova Zelândia.
10 dias pela Ilha Norte da Nova Zelândia.
Cavernas de Waiotomo.
Rarotonga, um paraíso nas Ilhas Cook.
Hotel perto do Aeroporto de Auckland

 

~ Se Lança ~

Ainda não sabe pra onde ir?
A gente te ajuda! Escolha um destino.