Vinícolas na Garden Route: Robertson e Montagu

As vinícolas na Garden Route estão na região do Vale de Robertson e são uma excelente opção para conhecer vinícolas sul-africanas.

Nesse vale você pode visitar vinícolas tão lindas quantas às famosas em Stellenbosch e Franschhoek e então economizar um dia do roteiro, não precisando ir para as outras cidades caso inclua a Garden Route em sua viagem pela África do Sul.

O vale é composto pelas cidades: Robertson, McGregor, Montagu, Ashton e Bonnievale.

Para quem vai pernoitar em Swelledam, também pode passar um período do dia em Robertson, é bem pertinho e quebra a viagem.

Vinícolas em Robertson Valley

Uma das maiores regiões viníferas da África do Sul com mais de 45 vinícolas. Algumas sugestões para visitar:

De Wetshof – a primeira vinícola registrada no local, tradicional em vinhos brancos e famosa por seu Chardonnay.

Excelsior – um lugar muito lindo com um visual estonteante. Tem restaurante e hotel além das degustações de vinho.

Springfield Estate – alguns dos meus vinhos preferidos vem daqui! Vinícola familiar administrada pela nona geração de imigrantes fanceses hueguenotes.

Fotos divulgação. Da esq para dir: De Wetshof / Excelsior / Springfield

Bate e Volta Cape Town – Robertson

Pra quem quer fugir do lugar comum e conhecer as vinícolas de Robertson – mesmo não passando pela Garden Route – pode optar por uma excursão saindo de Cape Town.

Inclui transfer de Cape Town, visitação à 5 vinícolas com degustação e passeio em barco. A excursão dura o dia todo e custa 2700 rands por pessoas. Mais detalhes podem ser encontrados aqui.

O que fazer em Robertson

A principal atração em Roberston são as vinícolas, e honestamente não tem mais muito o que fazer.

Um destaque para quem gosta de plantas é visitar o gigantesco jardim de cactus. Custa 125 rands por pessoa (mínimo de 4 pessoas) e precisa ser reservado com antecedência. Mais informações aqui. É mesmo muito lindo, mas não sei se vale a parada…

Outras opções são as trilhas para hiking: Arrangiskop e Fish Eagle. Para mais informações visite o site do departamento de turismo de Robertson.

Eventos em Robertson

Eventos regados a vinho e sol na África do Sul são sempre sublimes. Se estiver viajando por volta do período destes eventos, esforce-se para participar.

Wacky Wine Weekend  em junho e Wine on the river festival em outubro.

No momento ainda não tem mais informações pois esses eventos foram todos cancelados devido à pandemia. De qualquer maneira, fique de olho nos sites que linkei acima para ver se haverão novas edições.

Onde dormir em Robertson

GuBas De Hoek – uma pousada charmosérrima no centro da cidade. Tem piscina, estacionamento, jardim, churrasqueira e café da manhã incluso. Diárias à partir de 1000 rands.

The Robertson Small Hotel – sofiticada pousada 5 estrelas localizado ao lado do shopping da cidade. Piscina, wifi, estacionamento, restaurante e bar no estabelecimento. Diárias à partir de 2900 rands.

Mais opções de hospedagem em Robertson aqui.

Fotos divulgação. Esq: GuBas De Hoek / Dir: Small Hotel

O que fazer em Montagu

Montagu é uma cidadezinha pequena e fofa, famosa por suas fontes termais.

Avalon Springs – águas quentes a 43 graus celsius que brotam de uma caverna subterrânea. Aos fins de semana costuma ter mais gente, pois os locais também frequentam as fontes termais – que dizem ter propriedades curataivas.

Hiking – as trilhas mais conhecidas são Lover’s Walk (que chega até as fontes), Bloupunt Trail e Cogmanskloof Trail. Para estas atividades recomendo pesquisar no site de turismo de Montagu.

Olijvenhof Olive Estate – degustação de azeites e azeitonas nesta linda fazenda com mais de 5000 oliveiras. Custa 40 rands por pessoa, aberto de quinta a domingo. Linda opção de hotel também. Fone: 76 979 9135

Onde dormir em Montagu

Montagu Springs Resort – certamente não é a opção mais chique, mas uma das melhores para se hospedar com crianças. São pequenos apartamentos/chalés com cozinha. No local tem piscina aquecida, um mega parquinho infantil, salão de jogos e aluguel de bicicleta.  Diárias à partir de 1100 rands. Fica perto da saída da estrada, não precisa entrar na cidade. Possível ir andando até as águas termais.

Jonkmanshof – 20 Bath pousada na cidade de Montagu. Um casa antiga reforma para ter aquele ar de moderno e antigo ao mesmo tempo. Tem piscina, jardim e área de churrasco e cozinha que podem ser compartilhados. Inclui café da manhã. Diárias à partir de 2000 rands.

Veja mais opções de hospedagem em Montagu aqui.

Como chegar nas Vinícolas na Garden Route

A melhor maneira de se locomover na região de Roberston e Montagu é de carro. Sempre alugo carro pela RentCars.

Saiba mais sobre direção na mão inglesa e aluguel de carro na África do Sul aqui: Vale a pena alugar carro na África do Sul? 

Sobre vinícolas na África do Sul

Vale a pena conhecer as vinícolas de Robertson, principalmente se você vai fazer a Garden Route e não tem muitos dias na região de Cape Town. Assim você pode para no meio do caminho, almoçar, descansar da viagem e riscar o item da lista.

Conhecer uma vinícola sul-africana é uma obrigação de todo turista que conhece este lindo país.

Leia mais posts sobre vinícolas, Cape Town e Garden Route:

Franschhoek e Stellenbosch, melhores vinícolas perto de Cape Town
Roteiro de 5 dias na Garden Route
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Mossel Bay
O que fazer em Plettenberg Bay na Garden Route
Saltar de Bungee Jump na África do Sul
George, a maior cidade da Garden Route

~ Se Lança ~

3 Melhores destinos internacionais com crianças

Vou listar alguns lugares que visitei e acho os melhores destinos internacionais com crianças.

Pra escolher esses destinos levei em conta a facilidade de locomoção com as crianças, alimentação e atrações para toda a família.

Cape Town na África do Sul

É claro que não seria surpresa pra ninguém elegar a África do Sul como o melhor destino com crianças. Eu sou suspeita pra falar pois amo de paixão esse país. Mas além de ter morado lá quando era “livre sem filhos”, fiz questão de voltar quando as minhas filhas tinham 3 anos e a outra apenas 5 meses. E a terra de Mandela não me decepcionou!

Na África do Sul tem atividades para todas as idades, desde as crianças menores até adolescentes. Os restaurantes sempre tem menu infantil, a mobilidade é relativamente fácil (sugiro alugar carro na RentCars), o idioma é relativamente fácil, tem tudo em supermercados, lojas e os preços são melhores que o Brasil.

Meu destino favorito na África do Sul é a cidade de Cape Town, um paraíso com as crias: aquário, roda gigante, pier, teleférico, shopping, praia, montanha, museu, sorvete, parques, animais, safari e por aí vai.

Não tem como não se apaixonar!

Leia tudo sobre Cape Town com Crianças

Berlim na Alemanha

Outra paixão da minha vida é Berlim, destino que já pude visitar com e sem filhos. O que me fez ficar apaixonada por essa cidade com as crianças foram os parques.

Tem MUITO parque com parquinho infantil espalhado por toda a cidade. Nós planejávamos nosso roteiro do dia baseado na localização dos parquinhos.

Além de ser tudo perfeito e impecável, tem: Lego Land, zoológico, montanhas, museu de ciência, museu de história natural, museus sem fim, kindercafes (descubra o que é um kindercafe nesse post), feiras de rua, jogo de futebol, palácios, os infinitos parques e claro muita história e cultura.

Vale a pena passear na cidade no verão, muito mais fácil do que encarar o frio alemão com as crianças a tiracolo.

A vibe da cidade é muito legal para as crianças, dá pra perceber que elas são respeitadas como pessoas integrantes da sociedade, e não à margem. Recomendo demais! Já procure sua passagem aqui.

Leia mais: O que fazer em Berlim com crianças

Sydney na Austrália

A Austrália é um paraíso para ir com as crianças. Fomos quando as crianças tinha 1 e 4 anos e nos divertimos muito na cidade e praias ao redor.

Lá tem: praia, montanhas, parquinhos, roda gigante, museu de cera, lego land, zoológico, shoppings, museu de tecnologia, museu marítimo, museu de história natural, pier com pedalinho, piscinas públicas, barcos e muito mais. Os museus locais sempre tem atividades infantis também, como no museu de arte.

Ficamos encantados e surpresos com esta cidade. Na verdade, não esperávamos que Sydney fosse uma cidade tão grande e tão urbana. Ignorância nossa. Mas confesso que foi bom viajar e ser pega de surpresa. Conseguimos usar o transporte público pra todo lado.

O único perrengue foi com os restaurantes – só tem restaurante asiático na cidade! E as minhas filhas não são de comer sushi, yakissoba ou pad thai – mas contornamos essa dificuldade esquentando a barriga no fogão do apartamento alugado.

Leia mais em: Sydney com crianças: 7 atrações imperdíveis

E não se esqueça de fazer seu seguro de viagem antes de partir. Eu sei que é aquela coisa que ninguém quer gastar, mas é super importante – principalmente quando viajamos com nossos tesouros.

Não é caro, a maioria dos destinos custa apenas 10 reais por dia um seguro de viagem. Faça sua cotação agora neste link.

Outros destinos que já levei as crianças:

Viajar para a Nova Zelândia com bebês e crianças pequenas
Viajar para a África do Sul com crianças e bebês
3 vinícolas para ir com crianças na África do Sul
Copenhague com crianças
Roteiro de 2 dias em Viena com Crianças Pequenas
Londres com crianças pequenas
Nouméa com crianças: melhores passeios
Lagos Plitvice com crianças pequenas
Oktoberfest de Blumenau com Bebê

~ Se Lança ~

Aprender durante viagens: como despertar essa paixão nas crianças

Em tempos de pandemia e todo mundo em casa se virando com escola virtual, tenho aproveitado para aprender sobre homeschooling e como as crianças aprendem. Algo que despertou muito meu interesse e que quero pra minha família é: criar uma cultura de paixão por aprendizagem.

Isso não é paixão por sentar a bunda na cadeira e decorar um monte de coisa inútil, mas sim por ter curiosidade, pensamento crítico e vontade de saber e aprender.

Pensando nisso, quis trazer pro mundo das viagens: como usar as viagens em família e as férias pra despertar essa paixão por aprender.

1. Escolha o destino e roteiro ideal

A escolha do destino é algo a ser levado em conta com carinho se um dos interesses da família é aprender sobre algum tema que esteja na pauta familiar, além claro de descansar e ter tempo de qualidade juntos.

Por exemplo, se as crianças são pequenas uma idéia é uma viagem mais voltada para a natureza. Onde elas podem aprender sobre a fauna e flora do local. Observar as árvores, desenhar os pássaros que encontram. Uma viagem para a praia pode ser uma oportunidade para aprender sobre peixes e assim vai.

Se for para a Europa, veja quais são as cidades com atrações para as crianças (dica: amo Berlim). Se destino tem museus de história natural, museu de tecnologia, planetário. Esses passeios são sempre muito divertidos e instigantes.

No Brasil há dezenas (centenas?) de cidades históricas para aprender mais sobre nossas origens.

O importante na hora de escolher um destino é estar consciente dessa escola alinhada com os objetivos da família.

Motorhome na Nova Zelândia: Roteiro Ilha Sul com crianças 

2. Pesquisem juntos sobre o destino antes de ir

Uma vez escolhido o destino, é hora de começar a despertar o interesse pelo local. Assistam juntos a vídeos sobre o local (tipo Discovery Channel, History Channel e Nat Geo).

Pesquisem os pratos típicos e façam um jantar em casa. Estudem juntos algumas palavras no idioma local, ou aprendam palavras novas em português que são regionais.

Pesquisem juntos a história do local, os costumes, a cultura. Pesquisem sobre a natureza e qualquer outro tema de interesse.

Mesmo que aparentemente não há nada para aprender no destino, você deve fazer um esforço para trazer assuntos relevantes. Por exemplo, se vão para a Disney, pesquisem sobre como a Disney surgiu. Falem sobre empreendedorismo, como a Disney cresceu para ser o que é hoje.

Se o destino é “apenas” uma casa de praia, aproveite para aprender sobre o efeito da lua na maré.

E assim vai, toda viagem esconde em si um grade aprendizado – desde ler e entender mapas a desenvolver habilidades motoras a discutir o império romano.

Auckland, o que fazer e roteiro de 2 dias

3. Faça perguntas que despertem a curiosidade das crianças

Isso começa desde antes de partir. Na hora de fazer a mala, envolva as crianças. Claro que para não ser algo estressante, apenas pergunte: que tipo de roupa você acha que devemos levar para um camping/safari/cidade/etc. Deixe que elas pensem sobre o assunto.

Pergunte como ela acha que tal local vai ser e o que ela quer fazer lá. Aproveite para alinhar expectativas para que não seja frustrante.

Durante as férias, pense sempre em perguntas curiosas como: “do que será que é feito a areia da praia?” e use isso para puxar uma conversa.

Com os adolescentes você pode discutir sobre ética após visitar o coliseu romano. Discutir sobre cotas a ações afirmativas após visitar Ouro Preto.

E assim vai. O objetivo é sempre despertar o interesse e curiosidade das crianças, não é ser chato. Para isso é preciso que nós pais também nos eduquemos e mostremos interesse e curiosidade. Nós não precisamos estudar antes de ir, mas pesquisar e aprendermos juntos com as crianças. Uma experiência compartilhada, a gente não tem que saber tudo, mas tem que mostrar interesse em saber.

Sydney com crianças: 7 atrações imperdíveis

4. Não force a barra

Claro que férias são férias.

Não é pra ficar enchendo o saco das crianças com perguntas surpresas, desafios, testes e etc. A criança aprende melhor se ela estiver se divertindo, se sentir que isso é mais uma obrigação ela vai se fechar, fazer birra e não demonstrar interesse nenhum.

A idéia é criar uma cultura familiar de interesse e curiosidade. Isso é feito com sutileza e leveza.

O que fazer em Berlim com crianças

5. Relaxem e aproveitem as férias

Viajar é uma das maneiras mais enriquecedoras e completas para despertar essa paixão por aprender, pelo novo e pelo diferente. Fazemos um grande serviço aos nossos pequenos (ou grandes) em expô-los ao vasto mundo em que vivemos.

Viajar é também uma maneira de estreitar os vínculos familiares e criar memórias afetivas.

Joanesburgo com Crianças

Livros para estudar sobre aprender durante viagens:

Homeschool Adventures: Learning Through the Power of Field Trips

The Brave Learner

The call of the wild and free

Leia mais um post sobre viajar com crianças:

Melhores livros em inglês para crianças: uma forma de viajar sem sair de casa
Viajar com crianças: Como sobreviver a um vôo longo
10 dicas para viajar de avião com bebê
Viajar para a África do Sul com crianças e bebês
O que fazer em Berlim com crianças
Motorhome na Nova Zelândia: roteiro Ilha Sul com crianças

~ Se Lança ~

Melhores livros em inglês para crianças: uma forma de viajar sem sair de casa

Muita gente tem me pedido indicação dos melhores livros em inglês para crianças.

Já que em épocas de Covid não estamos podendo sair muito por aí, ler um livro é sempre uma ótima maneira de viajar também – ao menos no mundo das idéias e contos de fadas.

Vou deixar uma lista dos livros que temos em casa e quem fazem sucesso com as meninas.

Vou separar a lista por idade, mas é claro que possível misturar. Ou seja, tem livro que minha mais velha lê desde que tem 1 ano e segue lendo hoje com quase 5 anos.

Lista de livros em inglês para crianças:

  • Bebês de 0 a 2 anos
  • Crianças de 2 e 3 anos
  • Crianças de 3 anos ou mais

Livros em inglês para crianças e bebês de 0 a 2 anos

Animals

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DK PublishingLivro sensorial com um animal por página.0 a 2 anos
Where Is Baby's Belly Button?Where is Baby’s Belly Button?

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Karen Katz (autora e ilustradora)Livro com abas de levantar e aprender sobre as partes do corpo.

Um dos mais amados na casa quando bebês.

0 a 2 anos
Sophie Peekaboo!

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DK PublishingA girafa mais adorada por bebês tem vários livros.

Este tem abas de levantar e páginas em alto relevo

para tocar.

0 a 2 anos
First 100 words

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Priddy BooksObjetos dividos por categoria, como frutas, brinquedos, roupas e etc.

Excelente para aumentar vocabulário.

0 a 2 anos
Moo, Baa, La La La!Moo, Baa, La la la!

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Sandra Boyton (autora e ilustradora)Fala dos sons que os animais produzem de forma divertida.0 a 2 anos

 

Livros para crianças de 2 a 3 anos (ou até cansarem de ler esses títulos)

 

The very hungry caterpillar

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Eric Carle (autor e ilustrador)Conta a saga e transformação da centopéia para virar borboleta. O livro tem furinhos por onde ela passa e as crianças adoram colocar o dedinho.1 a 3 anos
Goodnight Moon

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Margaret Wise Brown  (autora)

Clement Hurd (ilustrador)

Clássico da literatura americana sobre a hora de dormir e dizer boa noite.1 a 4 anos
The Runaway Bunny

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Margaret Wise Brown  (autora)

Clement Hurd (ilustrador)

Outro livro clássico da literatura americana sobre o amor sempre presente de uma mãe.1 a 4 anos
Rhyming RabbitThe Rhyming Rabbit

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Julia Donaldson (autora)

Lydia Monks (ilustradora)

O coelho sente-se solitário até que encontra alguém que compartilha sua paixão por poemas.

Outros livros dessa parceria que amamos:

The singing mermaid / What the ladybird heard next /

The princess and the wizard

2 a 6 anos
Guess How Much I Love YouGuess how much I love you

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Sam McBratney (autor)

Anita Jeram (ilustradora)

Sobre o amor de pai e filho, uma leitura fácil e envolvente.3 anos e

acima

The Pout-Pout Fish (A Pout-Pout Fish Adventure Book 1) (English Edition)The Pout-Pout Fish

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Deborah Diesen (autora)

Dan Hanna (ilustrador)

 

O peixe está sempre cabisbaixo e nada que seus amigos lhe digam serve de consolo, até se deparar com um peixe especial. Excelente rima e melodia de leitura.3 anos e

acima

 

Livros para crianças de 3 a 7 anos

 

The Berenstain Bears and the Trouble with FriendsTrouble with Friends

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Stan  & Jan BerenstainDa série Berenstein Bears: Trouble with Friends fala sobre quando duas amigas se desentendem e precisam resolver a situação juntas.3 a 7 anos
The Berenstain Bears and the TruthThe Truth

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Stan  & Jan BerenstainDa série Berenstein Bears: The Truth traz uma lição moral sobre mentira e confiança.3 a 7 anos
Curious George

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A. H. RayEsse é da série de livros baseados nos desenhos, não os livros originais. Nessa série o macaquinho curioso aprende sobre diversos temas de ciências, física e cotidiano.3 a 7 anos
Dr. Seuss's ABC (Beginner Books(R)) (English Edition) por [Dr. Seuss]ABC

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Dr SeussUm excelente livro para aprender o abecedário de maneira divertida com diversos personagens incríveis.3 a 7 anos
Where the Wild Things AreWhere the wild things are

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Maurice Sendak

(autor e ilustrador)

Clássico da literatura infantil, conta a história do garoto Max, que após desobedecer sua mãe é mandado para seu quarto sem sua janta. De lá acontecem aventuras até que ele decide voltar para  casa.4 anos e

acima

Giraffes Can't DanceGiraffes can’t dance

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Giles Andreae (autor)

Guy Parker-Rees (ilustrador)

É a história de uma girafa que se sentia diferente e excluída por não saber dançar, até encontrar seu ritmo.4 anos
If You Give a Mouse a CookieIf you give a mouse a cookie

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Laura Numeroff (autora)

Felicia Bond (ilustrdaora)

Uma história inusitada onde tudo pode acontecer, pois um fato puxa o outro e aguça a curiosidade do ratinho.

Todos os livros da série são bons, do porquinho, alce, gatocachorro.

3 a 7 anos
The GruffaloThe Gruffalo

(clique aqui para ver preço na Amazon)

Julia Donaldson (autora)

Axel Scheffler (ilustrador)

Um ratinho muito esperto caminha pela floresta e salva sua pele diversas vezes com sua astúcia.3 a 7 anos
The Gruffalo's ChildThe Gruffalo’s Child

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Julia Donaldson (autora)

Axel Scheffler (ilustrador)

A filha do Gruffalo quer desbravar a floresta e conhecer o grande e asustador ratinho de quem seu pai fala.3 a 7 anos
Room on the BroomRoom on the Broom

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Julia Donaldson (autora)

Axel Scheffler (ilustrador)

Na vassoura da bruxa sempre cabe mais um amigo. Quando a bruxa precisa de ajuda, eles bolam um plano para salvá-la.3 a 7 anos
The Spiffiest Giant in TownThe Spiffiest Giant in Town

(clique aqui para ver preço na Amazon)

Julia Donaldson (autora)

Axel Scheffler (ilustrador)

Conta a história de um gigante generoso que pelo caminho vai doando o que tem a quem precisa.3 a 7 anos
Zog New EditionZOG

(clique aqui para ver preço na Amazon)

Julia Donaldson (autora)

Axel Scheffler (ilustrador)

O dragão ZOG vai aos poucos adquirindo novas habilidades até crescer e se formar na escola para dragões, de onde parte para uma carreira inusitada.3 a 7 anos
Monkey PuzzleMonkey Puzzle

(clique aqui para ver preço na Amazon)

Julia Donaldson (autora)

Axel Scheffler (ilustrador)

Livro mais fofo sobre um macaquinho que procura sua mãe com a ajudar de uma borboleta.3 a 7 anos

Espero que esta lista seja útil. Em casa são nossos favoritos.

Onde comprar livros em inglês no Brasil

Jamer Books e Amazon Brasil. O site Book Depository também envia para o Brasil.

Onde comprar livros em inglês nos Estados Unidos

Uma ótima dica é comprar livros usados em lojas como Red Army Salvation, Thrift Stores e sebos. Já comprei livros por 1 USD.

As livrarias mais conhecidas são Barnes and Noble, BAM e Half Price Books. Nas lojas de departamentos como: Walmart, Target, Kmart e etc também encontra-se livros à venda, além claro da Amazon.

E você tem alguma dica de livro pra me deixar?

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~ Se Lança ~

O que fazer em Pomerode

Saiba o que fazer em Pomerode, a cidade mais alemã do Brasil.

Eu visitei Pomerode quando morei em Joinville, e é um passeio bem bacana para um fim de semana, pra sair e espairecer um pouco. Mas sejamos sinceros, pra quem não mora perto, não é lá uma cidade imperdível.

Pomerode é bem pequenininha, tem apenas 27 mil habitantes. O que me impressionou mais em Pomerode foi saber que daquela pequena cidade, saíram tantas indústrias brasileiras como a Porcelana Schmidt, Kyly a Calesita entre outras.

O ponto alto da cidade são as festas típicas. Vale a pena se programar para ir à Pomerode durante a festa pomerana ou a osterfest (festa de páscoa) e então aproveitar para conhecer a cidade.

Neste post leia:

O que fazer em Pomerode
O que fazer com crianças em Pomerode
Cervejarias em Pomerode
Restaurantes em Pomerode
Hospedagem em Pomerode
Festas típicas e eventos Pomeranos
Lojas de fábrica em Pomerode

O que fazer em Pomerode

Museu Pomerano – conta a história da vinda dos alemães para a região do Vale do Itajaí. O acervo foi iniciado por um colecionador particular em 1969. No museu é possível ver objetos da época, carroças, coisas de casa e etc. A entrada custa apenas 6 reais. Endereço: Hermann Weege, 111

Museu Casa do Imigrante – A casa é parte do patrimônia deixado por Carl Weege, um imigrante pomerano. A casa é construída em estilo enxaimel ee é toda decorada com objetos da época colonial. É um espaço muito bonito em que se pode ter uma idéia da vida de antigamente. Entrada gratis. Endereço: Rua Leopoldo Blaese, 11

Rota do Enxaimel – É chamada assim por ser uma rota onde você dirige para ver as casas contruídas em estilo enxaimel. A técnica enxaimel é de encaixar vigas e não se usa pregos. Uma linda herança alemã, e Pomerode tem o maior acervo de casas enxaimel for da Alemanha. Esse é um passeio para apreciar a arquitetura e natureza rural da região.

Casa Enxaimel – Foto por Mateus Campos Felipe no Unsplash

Outros pontos turísticos:

  • Portal Turístico Sul – Portal da cidade contruído em 1991 em estilo enxaimel para dar boas-vindas aos turistas. Lá é possível tirar fotos em traje típico alemão. Rua 15 de Novembro 818
  • Portal do Imigrante – Guarda a saída ao norte da cidade. Não ha nenhuma atividade, apenas ver o portal mesmo. Rua Presidete Costa e Silva
  • Museu do Marceneiro – conta a história dos Móveis Behling, que hoje é uma indústria mas que começou como marcenaria. Tem também loja com produtos em exposição. Rua Alfredo Hoge 525

O que fazer com crianças em Pomerode

Vila Encantada – é um parque educativo com espaço para brincar ao ar livre, conhecer répilcas de dinossauros e participar de atividades e oficinas. Tem atividades para todas as idades, desdo os pequenos até maiores. Os pequenos vão adorar a caixa de areia onde podem fazer escavação. ALém disso, tem arborismo, museu e outras atividades. Tem lanchonete dentro do parque.

Ingressos:

  • Adultos: 30 reais
  • Crianças de 3 a 12 anos: 25 reais
  • Crianças de 0 a 2 anos: grátis

O acesso é facílimo, no centro da cidade: Rua Hermann Weege, 204. Aberto de quarta a sexta das 8 às 18 e sábado e domingo das 9 às 19hrs.

Zoo Pomerode – fundado em 1932 foi o primeiro zoo da região sul do Brasil e o terceiro mais antigo do país. Hoje lá vivem mais de 230 espécies incluindo animais que correm risco de extinção.

Ingressos:

  • Adultos: 40 reais
  • Crianças de 4 a 14 anos: 20 reais

Aberto diariamente das 9 às 17hrs. Facilmente acessado na Rua Hermann Weege, 180.

Cervejarias em Pomerode

Um dos costumes trazidos pelos imigrantes alemãs foi a fabricação de cerveja artensanal.

Cervejaria Schornstein – A cervejaria foi fundada em 2006 e fabrica vários rótulo como: Pilsen, Weiss, Ipa, Bock e etc.  Está sediada em um prédio histórico da cidade onde é possível também fazer um tour guiado pelo processo de fabricação.  O bar oficial da cervejaria é a Schornstein Kneipe, que está na lista abaixo de restauarantes.

Restaurantes em Pomerode

Conheçi dois restaurantes na cidade que deixo como sugestões:

Restaurante Típico Colonial WunderWald – pelo enorme nome já deu pra perceber que é comida típica alemã né!? Eu ADORO comida alemã, acho que se você vai até Pomerode, tem que experimentar. Vá de joelho de porco ou marreco. O restaurante é muito gostoso e tem um pequeno espaço pras crianças brincarem enquanto esperam a comida. Preços são um pouco salgados, mas os pratos bem servidos.

Schornstein Kneipe – ótimo lugar para um almoço acompanhado de cerveja artesanal da cidade.  Geralmente o restaurante é à la carte, mas nos fins de semana da festa é servido um buffet com preço único.

Schornstein Kneipe – bar oficial da cervejaria Schornstein

Hospedagem em Pomerode

Pousada Pomerode – é uma pousada relativamente nova, um lugar super fofo e que te dá uma sensação de casa. É bem limpa e organizada, diárias por volta de 285 reais durante a Osterfest. A desvantagem é que fica longe do Centro Cultural, precisa de carro pra chegar lá.

Pousada Oma Helga – uma pousada bem simples, mas que oferece excelentes preços. A grande vantagem é que está bem localizada, no centro da cidade. É possível deixar o carro no estacionamento do hotel e conhecer o centro a pé. Boa opção pra quem vai para as festas e quer beber à vontade.

Veja aqui outras opções de hospedagem em Pomerode.

Festas típicas e eventos Pomeranos

Vale a pena visitar Pomerode durante um de seus eventos:

Festa Pomeranaa mais tradicional festa da cidade que acontece todo ano em janeiro. É uma festa alemã com desfiles típicos, música, comida e cerveja artesanal. Tem também encontro de grupos folclóricos e competição de delícias alemãs. São 12 dias de festa, em um clima super família que vale muito a pena conhecer. Endereço: Av. 21 de Janeiro, 270 no Parque Municipal de Eventos. É impressionante como uma cidade de 27 mil habitantes tem um espaço de eventos que comporta até 10 mil pessoas!

Pomerode Bierfest – uma espécie de Oktoberfest mas em Novembro, depois do tumulto das oktobers de outubro. É um fstival cervejeiro que reúne as marcas artesanais da região.  Acontece no Centro Cultural, na Rua Hermann Weege, 111

Osterfest – a festa que celebra a Páscoa estilo alemão, é claro! Uma das festas mais lindas que conheci na região, com direito a árvore de ovos, muitas atividades pras crianças, comida e bebida. Geralmente ocorre entre março e abril no Centro Cultural de Pomerode, Rua Hermann Weege, 111. Leia o post completo da Osterfest aqui: Osterfest, festa da páscoa em Pomerode

Fique de olho no calendário de eventos da cidade no site oficial.

Entrada da Festa da Páscoa em Pomerode
Entrada da Festa da Páscoa em Pomerode

Lojas de Fábrica em Pomerode

Porcelana Schmidt  – Aberta todos os dias da semana. É uma loja comum, mas sempre tem algumas pechinchas pro lá, por ser em Pomerode uma das unidades fabris da Schmidt. Horários: Segunda à Sexta das 9hs às 18hs. – Sábado das 8:30hs às 16hs. Domingo das 10hs. às 16hs. Endereço: Rua Luiz Abry, nº 849

Fábrica Oxford Crystal – além de ter acesso a lindos cristais e porcelnas da Oxford, é possível visitar a fabricação artesanal soprada dos cristais. Endereço: Av. 21 de Janeiro, 3540

Kyly, Milon (e outras marcas do grupo) – loja de fábrica de roupas infantis de excelente qualidade. Aberto todos os dias da semana. Endereço: Rodovia SC 418, Km 3 – nº 3215

Compras em Pomerode – Além das lojas de fábrica, Pomerode tem muitas lojinhas fofas de artesanatos, velas, biscoitos caseiros, decoração e coisas afins. Confira a lista completa de lojas aqui.

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~ Se Lança ~

Safari barato na África do Sul

Vou te contar como fazer um safari barato, gastando pouco dinheiro na África do Sul.  É super possível economizar neste passeio.

As principais maneiras de gastar pouco no safari são basicamente:

  1. Fazer um safari por conta própria.
  2. Dormir fora das reservas/parques.
  3. Levar o próprio lanche.

Pronto. Se você conseguir aplicar esses três fundamentos, já vai ter economizado pra caramba no safari.

Agora vou te dar algumas dicas mais específicas.

Safari barato perto de Joanesburgo

O sarafi mais barato que uma pessoa pode fazer, mas ainda assim ter um lindo passeio, é dirigir um carro até o Pilanesberg.

O Pilanesberg é uma linda reserva natural que fica a de 2 a 3 horas de Joanesburgo. É um parque nacional e lá dentro você encontra o Big 5, além de diversas outras espécies de animais.

É uma experiência autêntica de safari com os animais livres no parque. Isso significa que você pode deparar-se com leões, ou não encontrar nada além de impalas (um . Mas paciência, safari é assim. A naturaeza é sempre imprevisível.

Quanto custa:

  • Aluguel de carro na RentCars: 286 rands (faça sua cotação aqui)
  • Gasolina: ~ 500 rands
  • Entrada no Pilanesberg: 110 rands
  • Taxa por veículo: 40 rands
  • Lanche do mercado: 100 rands

TOTAL = 1036 rands (~ 330 reais)

Se forem em duas pessoas, o valor do carro e gasolina já barateia com o rateio!

Se animou? Leia tudo sobre o Pilanesberg aqui: Pilanesberg, safari a somente 2 horas de Joanesburgo

Linda girafa no Pilanesberg

Safari barato no Kruger

Agora digamos que você quer ir ao Kruger, afinal, quem não quer conhecer o parque dos parques!?

Vai sair mais caro que ir ao Pilanesberg, pois só para chegar até o Kruger já tem um custo de deslocamento mais alto e a hospedagem. Mas seguindo os três princípios listados acima, tem como baratear.

A lógica é a mesma. Alugar um carro em Joanesburgo e ir dirigindo para a região do Kruger.

Chegando lá, durma nas cidades de Nelspruit ou Hazyview. Só de dormir fora do parque você vai economizar.

Em Nelspruit eu recomendo o Mercure Hotel Nelspruit e em Hazyview eu recomendo o hotel Hotel Numbi & Garden Suites. Conheci ambos, são baratos mas ajeitados.

Quanto custa:

  • Aluguel de carro RentCars: 286 rands (faça sua cotação aqui) x 3 diárias = 858 rands
  • Gasolina: ~ 1000 rands
  • Entrada no Kruger: 400 rands x 2 dias = 800 rands
  • Alimentação para 3 dias:  ~ 1000 rands
  • Hospedagem fora do parque: 700 rands x 2 diárias = 1400 rands

TOTAL = 5058 rands (passeio de 3 dias) = ~ 1600 reais

Muitas vezes esse é o valor de uma única diária dentro do Kruger com um safari.

Para este passeio sugerido, considere 1 dia para ir de Jonesburgo até o Kruger. Na ida você pode conhecer a Panorama Route. No segundo dia passe o dia todo dentro do Kruger fazendo safari no seu carro. No terceiro dia, faça um safari pela manhã e logo depois do almoço comece a voltar para Joanesburgo. Ou então, se quer economizar ainda mais, só volte para Joanesburgo sem entrar no Kruger, economizando uma diária.

Leopardo na árvore comendo impala – visto no Kruger

Vale a pena fazer safari por conta própria?

Pronto, já contei pra você as maneiras mais baratas de fazer um safari. Agora se você quer gastar um pouco a mais, eu sugiro que gaste com pelo menos 1 safari guiado.

Entre gastar com safari guiado e dormir dentro do parque – priorize o safari guiado.

Por quê?

Porque os rangers tem muita experiência em encontrar animais, eles dirigem pra cima e pra baixo todos os dias dentro dos parques. Conhecem o lugar como a palma das mãos. Além de terem olhos de águia, incrível como eles acham os bichanos.

Você pode fazer os dois tipos de passeios. Faça um com um guia e depois tente a sorte sozinho.

Quanto custa:

  • Safari bate e volta de Joanesburgo ao Pilanesberg com guia Português = 2195 rands (link aqui)
  • Safari de 1 dia no Kruger = 1695 rands (link aqui)

 

Ficou alguma dúvida? Escreva abaixo no campo de coentários que eu respondo.

Leia tudo sobre safaris antes de ir:

Safari no Kruger Park, África do Sul
Pilanesberg, safari a somente 2 horas de Joanesburgo
Madikwe
Onde fazer safari na África do Sul
Onde ficar no Kruger
Safari com crianças na África do Sul: Aquila Private Reserve
Onde fazer safari perto de Cape Town?
Onde dormir em Nelspruit – 5 sugestões de hotéis e pousadas
Panorama Route

~ Se Lança ~

Viajar para Austrália: O que você precisa saber antes de ir

Viajar para Austrália requer um pouco de planejamento, aliás, como qualquer viagem. Neste post vou contar o que você precisa saber antes de ir e como se organizar para minimizar perrengues.

  • Brasileiro precisa de visto para Austrália?
  • Imigração na Austrália
  • Dólar Australiano
  • Idioma falado na Austrália
  • Como se locomover dentro da Austrália
  • Chip de Internet na Austrália
  • Seguro de Viagem para Austrália
  • Vale a pena viajar com crianças e bebês para a Austrália?

Brasileiro precisa de visto para viajar para Austrália?

Sim e pra ser sincera é bem chatinho o processo. Tem que juntar uma papelada danada, preencher um formulário, pagar via cheque administrativo e enviar tudo à Embaixada em Brasília. Pode-ser que sejam pedidos documentos adicionais.

Sugiro que leia bem os requerimentos nos links oficiais da Embaixada: Requerendo um visto e Visto de turismo.

Mas não deixe isso te intimidar. Só seguir o passo a passo, ter paciência que o visto sai.

A Embaixada não recomenda comprar as passgens aéreas até ter o visto concedido. Dureza porque o visto sai por volta de 1000 reais. Mas é isso aí, viajar pra Austrália é mega caro, já começa sentindo o drama no visto.

Imigração na Austrália

Pra quem assiste esses programas sobre fronteiras e imigração, sabe que a Austrália é um dos países que mais aperta o cerco na imigração. Por isso é muito importante estar com tudo certinho.

É melhor ter impresso a passagem de volta, o comprovante de hospedagem e seguro de saúde.

Além disso, é muito importante que não entre com NENHUMA comida fresca no país. Quando nós viajamos levamos algumas frutas pra comer no avião, mas deixamos o que não foi comido no avião. E ainda assim, declaramos que tínhamos nozes e papinha de frutas. Não tem problema entrar com industrializados, mas o medo era tanto que preferimos declarar. Passamos na fila de declaração de alimentos, o rapaz perguntou o que era, nem pediu pra ver e nos liberou. Melhor assim do que multa altíssima.

Fora isso, é bem tranquilo, não é intimidador nem nada – só precisa ter tudo em ordem que não terá problemas.

Febre Amarela

Não precisa do certificado de vacinação contra febre amarela para entrar na Austrália.

Dólar Australiano

Qual moeda levar para a Austrália?

Na Austrália obviamente só se aceita dólares australianos. Então ou você procura uma casa de câmbio no Brasil que os forneça, ou leva dólares americanos (ou euros) e troca lá na chegada. Cartão de crédito é amplamente aceito, mas pra evitar custos de IOF, taxas bancárias e cotações de câmbio abusivas de bancos – melhor mesmo é ter espécie.

Idioma falado na Austrália

Inglês e inglês. Uma coisa que me espantou, foi a facilidade em entender o sotaque australiano. Esperava encontrar um sotaque bem carregado, mas ao contrário, foi muito tranquilo com uma exceção ou outra.

Na Austrália tem pessoas de todo o mundo, o sotaque lá acabou internacionalizando.

Vá tranquilo com seu inglês!

Como se locomover dentro da Austrália

Assim como o Brasil, a Austrália é gigantesca. Sendo assim, existem inúmeras maneiras de se locomover dentro do país.

Uma opção é alugar uma campervan (nós fizemos isso na Nova Zelândia e foi demais!) e desbravar o país com liberdade. Outra opção similar é alugar um carro (indico a RentCars). Mas saiba que em ambas as opções, você vai passar muito tempo na estrada. Se você tiver muito tempo disponível, beleza! Manda vê.

As cidades mais visitadas na Austrália são super longes entre si. Eu recomendo comprar vôos internos. Pode até ser mais caro, mas o tempo que se ganha não tem preço. Principalmente para quem vai ficar pouco tempo no país.

As principais companhias áereas dentro da Austrália são: Qantas, Jetstar, Virgin e a Rex. Ou você pode pesaquisar no site da PassagensPromo.

Chip de internet na Austrália

Muita gente compra o chip de internet para o celular antes de viajar. Pra ser bem sincera, eu acho isso desnecessário na Austrália, além de ser muito mais caro (à partir de 60 USD). Chegando lá tem várias operadoras dentro do aeroporto mesmo. Elas vendem pacotes de dados e voz para turistas à partir de 15 AUD.

Fica mais barato comprar o chip lá na hora do que levar do Brasil. Esses eram os valores das operadoras em Fevereiro de 2020:

  • Lebara 24 GB – 15 AUD
  • Optus 60 GB – 25 AUD
  • Vodafone 55 GB – 25 AUD

Nós compramos da Vodafone e funcionou super bem. Ficamos 20 dias com 55 GB e foi mais que suficiente.

Seguro de Viagem para Austrália

Já falei muito sobre isso. Não corra riscos! Tem que fazer um seguro de viagem para toda a família.

É aquele tipo de coisa que ninguém quer usar, mas tem que ter. Não é caro, um seguro na Austrália custa em média 10 reais por dia.

Faça uma cotação na Seguros Promo, nosso parceiro. Eles fazem um comparativo de várias seguradoras e trazem a melhor comparação de preço. E, tem mais:

Nossos leitores tem direito a um desconto de 5% (adicional ao do boleto). É só inserir o cupom SELANCA5 pra ganhar. Ou seja, fica bem acessível contratar este serviço para viajar tranquilo. Clique aqui para fazer sua cotação.

Vale a pena viajar para Austrália com crianças e bebês?

Vale a pena sim! A Austrália é super kids-friendly. Tem muitas programações que se pode fazer com as crianças, até as pequeninas. Fui com minhas filhas com 1 e 4 anos – elas gostaram bastante.

Nossa única dificuldade era viajar de carro com a bebê, pois ela só chora dentro de cadeirinha, então optamos por uma viagem mais urbana. No entanto, eu super recomendo alugar um carro e conhecer os redores de Sydney e Melbourne.

Leia: 7 atrações imperdíveis em Sydney com crianças

Nos supermercados tem TODAS as frutas que você imaginar, pães, biscoitos e qualquer outra coisa que precisar para levar na mochila. Eu levava muito uns purês de fruta de bebê pois fazia pouca sujeira e era fácil de carregar. Também tem todos os itens de higiene que possa precisar como fraldas, wipes e etc. Nesse quesito não se passa perrengue.

Nossa maior dificuldade em viajar com crianças para a Austrália foi encontrar restaurantes que agradassem o paladar delas. Na Austrália tem muito restaurante asiático, de todo tipo, mas não tem restaurantes italianos – ou até mais internacionais. Por isso, acabamos cozinhando muito no apartamento e comendo quase nada na rua.

Leia mais um post:

O que fazer em Sydney: roteiro de 7 dias
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Viajar para a Nova Zelândia com bebês e crianças pequenas
Motorhome na Nova Zelândia: tudo o que você precisa saber antes de ir
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~ Se Lança ~

Seguro de viagem Nova Zelândia: como funciona

Seguro de viagem para Nova Zelândia não é um pré-requisito obrigatório de entrada no país. No entanto, é altamente recomendado contratar um antes de viajar. Principalmente para os aventureiros de plantão que irão se lançar em esportes radicais.

Já para quem viaja para a Nova Zelândia com visto de estudante (ou para intercâmbio), é obrigatório ter seguro de viagem.

A Nova Zelândia tem um sistema de saúde público para seus cidadãos e residentes do país. Os turistas podem usar o sistema, desde que seja particular, claro.

Pra que serve um seguro de viagem na Nova Zelândia?

Basicamente pra cobrir despesas médicas emergenciais que possam acontecer durante a viagem.

Essa pra mim é a principal vantagem de contratar um seguro de viagem para Nova Zelândia – viajar tranquila.

Saber que se “der merda” posso correr pro hospital sem me preocupar com a conta.

Quando fui com a minha família em 2020 para a Nova Zelândia, precisamos de uma consulta para a bebê, ela torceu o pé quando foi descer do motorhome e ficou um dia sem andar. Ficamos com medo de ter quebrado alguma coisa, mas felizmente foi só um susto e uma consulta com uma enfermeira que a avaliou.

familia em motorhome na nova zelândia
A pequena foi descer desse degrauzinho e pisou em falso, torcendo o pé =(

Além disso, existem muitas outras vantagens em contratar um seguro de viagem:

  • assistência odontológica,
  • fisioterapia,
  • regresso sanitário,
  • translado de corpo,
  • orientação em caso de perda de documento ou cartão de crédito,
  • auxílio para cobrir despesas em caso de cancelamento de viagem e
  • um seguro em caso de invalidez permanente ou morte acidental.

É óbvio que ninguém quer ter que usar o seguro, mas assim como o seguro do carro – é uma despesa necessária.

Como contratar um seguro de viagem para Nova Zelândia?

É muito fácil, faz-se tudo online. Nós usamos o site da Seguros Promo que faz uma comparação de custo e benefício entre os melhores seguros de viagem.

Veja este passo-a-passo para uma viagem de 1 semana na Nova Zelândia:

1.  Depois de preencher seus dados na primeira página, selecione os planos que você quer comparar.

2. Em seguida, você verá esta tabela com todos os benefícios de cada plano. Tem que ler com muito carinho para ver qual se adequa melhor à sua viagem.

Por exemplo, se vai saltar de paraquedas, tem que contratar um seguro que inlcua esportes radicais. Se está grávida, precisa de um seguro que considere a gravidez e etc.

 

Viu como não é caro?? Com um pouco mais de 10 reais por dia você estará coberto.

Vale a pena!

Faça sua cotação agora e não deixe pra depois.

Como economizar no seguro de viagem para a Nova Zelândia

No site do Seguros Promo você pode pagar em 12x no cartão ou ter 5% de desconto pagando no boleto.

Nossos leitores tem direito a um desconto de 5% (adicional ao do boleto). É só inserir o cupom SELANCA5 no final do processo de compra para ganhar.

Ou seja, fica bem acessível contratar este serviço para viajar tranquilo e você ainda fica com um desconto total de 9,8% usando o boleto e o cupom.

O que mais você precisa saber para viajar tranquilo

Depois de contratado o serviço, você receberá os números de emergências e as apólices. Eu recomendo anotar tudo e deixar em lugar de fácil acesso, além de levar as apólices impressas.

Caso precise utilizar o seguro, a Seguros Promo oferece atendimento em português – isso é uma facilidade e alívio.

No mais, viaje tranquilo e em paz. Use as estatísticas a seu favor! A chance de dar coisa errada é pequena, só não pode dar chance pro azar.

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Flávia saltando de paraquedas na Ilha Sul da Nova Zelândia

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Leia mais sobre viajar para a Nova Zelândia:

Motorhome na Nova Zelândia: tudo o que você precisa saber antes de ir
O que fazer em Christchurch
Queenstown com crianças: guia completo
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Sua saúde e farmácia de viagem
15 dicas para uma viagem segura e saudável
7 dicas para tirar lindas fotos de viagem com o celular

~ Se Lança ~

O que fazer em Sydney: roteiro de 7 dias

O que fazer em Sydney: roteiro de 7 dias.

Nossos sete dias em Sydney fora divididos da seguinte maneira:

  • 1 dia: Pontos turísticos mais famosos em Sydney (Ópera House, Harbour Bridge, Royal Botanic Gardens, Art Gallery NSW, St Mary Cathedral e Hyde Park)
  • 2 dia: Darling Harbour e Museu Marítimo
  • 3 dia: Taronga Zoo
  • 4 dia: Centro da cidade, Powerhouse musuem, Paddy’s Market, Chinatown
  • 5 dia: Bondi Beach
  • 6 dia: Ferry, Manly Beach e The Rocks
  • 7 dia: Chippendale

1 dia – Pontos turísticos mais famosos em Sydney:

Ópera House, Harbour Bridge, Royal Botanic Gardens, Art Gallery NSW, St Mary Cathedral e Hyde Park

Começamos o dia com o miolo mais famoso da cidade, indo à região da Ópera House e Harbour Bridge.

Almoçamos no Ópera Bar, estava tudo muito gostoso, mas a conta ficou cara, 95 USD por dois pratos, duas cervejas e uma batata frita. Paga-se pela linda vista da ponte e opera house.

Após o almoço, descansamos um pouco dentro da Ópera House, tem um lounge com um café e uns sofás – aproveitamos pra por a bebê pra dormir e fugir do sol.

Recuperados, fomos passear no Royal Botanic Gardens. O jardim é lindo demais, super bem cuidado e enorme. Uma opção pra quem não quer andar é pegar o trenzinho. Custa 10 USD por adulto. Eu até queria, mas tinha uma fila de espera de 40 minutos, então andamos mesmo.

Próxima para foi a galeria de arte Art Gallery NSW. A entrada para a exposição principal é gratuita, a exposição temporária custava 25 USD. Ficamos somente no andar térreo que já tinha muita coisa pra ver como obras de artistas australianos, além das obras européias. O museu sempre tem muitas atividades pras crianças, vale a pena conferir no site e se planejar pra participar. Nós demos sorte e conseguimos fazer uma oficina de “máscara/capacete” – artigo usado na contação de história do folclore japonês.

Últimos pontos do dia cheio: St Mary Cathedral e Hyde Park. A catedral vale a pena entrar, muito bonita! Depois descanse no parque em frente e veja se o caminhão de sorvete está por lá.

2 dia – Darling Harbour e Museu Marítimo

Um dos pontos altos de Sydney, principalmente para quem viaja com crianças, é o Darling Harbour e o Museu Marítimo que fica no porto mesmo.

No Darling Harbour tem MUITAS atrações. Ele é dividido em parte antiga e a parte nova.

A parte antiga é onde está o porto em si, e lá se encontram as seguintes atrações: restuarantes, bares, shopping, aquário, zoológico, Madame Taussaud, Museu Marítimo, pedalinho e calçadão.

Na parte nova do Darling Harbour tem: restaurantes, bares, parquinho infantil, Chinese Garden e uma praça com fontes.

O Darling harbour é tão grande que nós fomos duas vezes pra poder aproveitar bastante. Fomos duas vezes também porque primeiro fomos à parte nova e não sabíamos que estava interligada com a antiga. O local é muito grande mesmo.

Uma dica é começar pelo Museu Marítimo e ir subindo até o Chinese Garden. Na parte alta achamo um restaurante asiático onde tomamos chopp por 5 AUD com direito a uma porção de asinha de frango. Um achado na cidade. Quem quiser o nome do lugar me deixa um comentário no fim do post.

3 dia: Taronga Zoo

Pode dedicar um dia inteiro só pro zoológico, pois é um passeio puxado. O zoo é enorme, prepare-se pra caminhar. Segundo o applicativo do iphone, nós andamos por volta de 5 km lá dentro.

Eu não sou fã de ir a zoológicos, mas minha filha estava procurando kangurus e koalas na rua e reclamando que ainda não os tinha visto na Austrália. Sendo assim, levai-a onde certamente veríamos os bichanos. Existe também a possibilidade de interação com koalas no zoológico, mas optamos por não fazer.

Além dos animais australianos como koala, kanguru, demônio da tasmânia, e outros tantos que não sei os nomes – vimos elefantes, girafas, chimpanzés, focas, penguins e por aí vai.

Dentro do parque tem bastante estrutura, banheiros, cantinas e bebedouros de água.

Tem que passar protetor solar e de preferência usar boné. Não deixe de levar o carrinho, mesmo se sua criança for maior. Na lojinha na entrada do zoo aluga-se por 15 AUD um carrinho.

Quanto custa a entrada: 48 AUD por adulto , 29 por criança (4 a 15 anos) e grátis para menores de 4 anos. É possível comprar o ingresso antecipado pelo mesmo preço aqui.

Como chegar: 30 minutos de onibus no M30 (nossa escolha por ser mais perto de onde estávamos hospedados) ou então pelo ferry boat que sai do Circular Quay e leva somente 12 minutos.

4 dia: Centro da Cidade, Sydney Tower, Powerhouse, Paddy’s Market & Chinatown

Divida este dia em 2.

Parte 1

Pela manhã vá ao centro da cidade, que os locais chama de CBD. É o centro comercial, cheio de prédios, escritórios e vários cafés legais.

Shopping QVB – um shopping lindíssimo e antigo no centro da cidade. Mesmo pra quem não gosta de compras (eu no caso), vale a pena entrar e ver o prédio em si.

Sydney Tower Eye – a torre mais famosa da cidade com vistas 360. De lá se vê a ponte e a Ópera Huse e toda a cidade de Sydney.

Parte 2

À tarde, suba até o Powerhose Museum e faça o restante do roteiro à pé:

Powerhouse MusuemMuseu de ciência e tecnologia. Excelente museu, super interativo e interessante. Tem a parte de trens antigos, aviões, réplicas de foguetes e outras tantas máquinas antigas. Uma excelente chance pra ensinar nossos filhos. (Minha filha de 4 anos achou que um antigo mac era um aspirador de pó). Mas a melhor parte do museu são as áreas interativas, onde aprende-se sobre física: eletricidade, magnetismo, robótica, mecânica e tem a interação digital também. Vale a pena.

Preços: 15 AUD por adulto e crianças até 16 anos não pagam.

Paddy’s Market – seria o nosso famoso camelódromo. O andar térreo tem mil e uma barracas de bugigangas, uma feira livre, peixaria, açougue e etc. No primeiro andar tem um shopping center com lojas e praça de alimentação e o último andar restaurantes. Não faz muito meu estilo de passeio, entramos, demos uma voltinha e pronto.

Chinatown – tem um pórtico bonito, algumas lojas e muitos restaurantes pra todos os gostos. Vietinamita, koreano, chinês, japonês, tibetano, malaio, cambojano e sei lá mais o que! A gente quis experimentar o famoso churrasco koreano e nos demos mal na escolha. Foi super caro e mal servido. Tivemos que jantar quando chegamos em casa.

5 dia: Bondi Beach

Bondi beach é certamente a praia mais famosa de Sydney. É uma praia de um areião extenso e mar bom pra surfar – nem tão bom pras crianças.

Tem um lindo calçadão com várias lojas e diversos restaurantes e bares, um mais “cool” que o outro. Uma vantagem pra nós também foi encontrar um parquinho para as crianças brincarem.

Nós fomos em um domingo de manhã tomar brunch no restaurante Harry’s Bondi que super recomendo. O lugar estava lotado, não entra sem reserva, então se organize. Os locais adoram um sunday brunch na praia – quem não!?

Como o dia estava bem nublado e com chuviscos não estava pra praia.

6 dia: Ferry, Manly Beach e The Rocks

Manly Beach é um subúrbio de Sydney, mas mais parece uma cidadezinha. Tem um centro comercial no calçadão e outro calçadão à beira-mar. No beira-mar também tem vários restaurantes.

O legal de Manly é que existem muitas outras prainhas além da praia principal. Sugiro Shelly Beach e Manly Cove. Outra opção bacana em Manly é a piscina de pedra Fairy Bower Pool. Ao lado da piscina tem uma ducha de água doce, trocador e banheiro.

Pra chegar em Manly tem que pegar o ferry na Circular Quay, que tem a vista mais linda da Ópera House e Harbour Bridge – prepare-se pra foto.

Nós pegamos o fast ferry, que custou 9,90 por adulto. Foi tão rápido que mal deu pra tirar as fotos do caminho, chegamos em 10 minutinhos. O ferry comum leva uns 20 minutos e custa 7.60 AUD. Ambos saem do Circular Quay.

Na volta, bem ao lado do Circular Quay está o bairro mais antigo de Sydney: The Rocks. Aproveite para passar o fim de tarde lá e tomar uns drinks ou jantar. É um bairro bem pequenino, são basicamente uns 3 quarteirões, mas vale uma passada rápida.

7 dia em Sydney – Passeio pelo bairro Chippendale

Na verdade esse passeio fizemos logo no primeiro dia na cidade.  Porquê? Simplesmente porque Chipendale é o bairro no qual nos hospedamos e optamos por um dia mais leve nas redondezas. Mas não é um MUST SEE. Fica a dica pra quem está por perto do bairro.

Chippendale é o bairro dos hipsters, galerias de artes, restaurantes, cafés e lojas. Nessa onda, conhecemos os seguintes pontos:

Parque Victoria – com espaço para caminhada, piscina pública de natação e o bom e velho amado parquinho infantil.

White Rabbit – uma galeria de arte modernosa com exposição de artistas chineses contemporâneos. Muito interessante de ver, vale a pena. Na galeria também tem um café e lojinha descolada. Entrada é gratuita. Endereço: 30 Balfour St

Chippendale Green – um enorme parque/praça aberta. A idéia é conectar o bairro. É uma área de lazer e de passagem.

Central Park Mall – um shopping center descolado mas não tão grande. Tem bastante lojas de tênis. Endereço: 28 Broadway

Broadway Mall – um baita de um shopping com tudo. Lojas de departamentos como K-mart e Target, supermercados (Cole e Farmers Market), lojas de roupas, acessórios, casa e etc. Tem muitos restaurantes também, todos super autênticos e culinária de todo o mundo.

LEMBRETE

Não se esqueça do seguro de viagem!

É aquele tipo de coisa que ninguém quer usar, mas que é importante ter. Nós usamos a Seguros Promo, pois faz cotações com várias seguradoras trazendo um comparativo de preços x benefícios.

Pra vocês terem idéia, um seguro de 7 dias na Austrália custa à partir de 87 reais. Não é caro!

Nossos leitores tem direito a um desconto de 5% (adicional aos 5% do boleto). É só inserir o cupom SELANCA5 pra ganhar. Ou seja, fica bem acessível contratar este serviço para viajar tranquilo. Clique aqui para fazer sua cotação.

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~ Se Lança ~

Motorhome na Nova Zelândia: roteiro Ilha Sul com crianças

Montar um roteiro de motorhome com crianças na Ilha Sul da Nova Zelândia é muito diferente do que um roteiro sem crianças. Aprendi isso na prática.

Esse roteiro de campervan na Ilha Sul não foi o planejado e está longe de ser o ideal, mas foi o possível para nossa família.

Fui com as crianças com 1 e 4 anos, e a mais nova só chorava na cadeirinha. Teve um dia em que levamos mais de 5 horas para dirigir 250 kms. Por aí dá pra entender porque tivemos que mudar o roteiro e nos adaptarmos.

Recomendo que também leia: Motorhome na Nova Zelândia: tudo o que você precisa saber antes de ir

Isso foi o que fizemos:

Roteiro de 1 semana na Ilha Sul com motorhome

  • Dia 1: Christcurch – Rakaia
  • Dia 2: Rakaia – Lake Tekapo
  • Dia 3: Lake Tekapo – Queenstown
  • Dia 4: Queenstown
  • Dia 5: Queenstown – Wanaka
  • Dia 6: Wanaka – Twizel
  • Dia 7: Twizel – Lake Tekapo
  • Dia 8: Lake Tekapo – Ashburton
  • Dia 9: Ashburton – Christchurch

Dia 1: Christcurch – Rakaia

O primeiro dia foi chegar no aeroporto, retirar o motorhome, fazer uma compra de mercado e pegar um pouco de estrada para sair da cidade.

Dica #1: Separe ao menos meio período do dia para esse processo de aeroporto e retirada do motorhome. Quando você chegar, vai ao portão A onde todas as vans buscam os clientes para levá-los ao estacionamento das locadoras de motorhome.

Lá na locadora você vai ficar um tempão para retirar a campervan. Além do procedimento ser demorado, na alta temporada tem muita gente, o que aumenta ainda mais a espera. Nós ficamos umas 3/4 horas na Mighty. Tem que preencher vários documentos, assistir uns vídeos informativos, fazer uma provinha, inspecionar a van com o funcionário, ajeitar as malas e cadeirinhas e só então pode ir.

Onde dormimos: Nosso plano era dirigir até Geraldine, mas como saímos mais tarde do que o planejado, ficamos em Rakaia. No Rakaia River Holiday Park. A única coisa que tem pra fazer nessa minúscula cidade é pescar. O parque foi bem gostoso, é bem limpo, tem cozinha, banheiros arrumados, sala de TV, piscina e parquinho.

Esq: loja da Mighty para retirara motorhome / Dir: café da manhã em Rakaia

Dia 2: Rakaia – Lake Tekapo

Neste dia acordamos e paramos na cidade para ir ao centro médico. A bebê torceu o pé ao subir na campervan e estava sem andar. Pagamos 90 NZD para a enfermeira dar uma olhada e a filha da mãe sair andando do consultório. Coisas de viajar com crianças. (Por isso sempre destaco a importância de ter um seguro de viagem!)

Paramos para almoçar no meio da estrada, sabe onde?! No motorhome. Tem muitas áreas para os motorhomes pararem na estrada. Encostamos e fizemos nosso primeiro almoço, aquele macarrão básico.

Onde dormimos: No Lake Tekapo, dormimos no único camping que tem lá: Lake Tekapo Motel & Holiday Park. É enorme, tem acomodações para todo tipo: motorhome, barraca, quartos individuais e dormitório do backpackers. Os banheiros são arrumados e a cozinha também. Não tem parquinho mas tem duas camas elásticas e uma caixa de areia. Tem churrasqueiras de frente para o lago.

O que fizemos: Visitamos o Tekapo Springs. Um conjunto de piscinas de água quente, saunas e um escorregadorzão de lona. Foi uma delícia ficar nas piscinas, mesmo no frio. É um pouco caro (como tudo na Nova Zelândia), mas é a melhor atração para fazer com crianças pequenas. Pagamos 25 NZD por adulto 15 por criança (menores de 3 anos não pagam). No inverno tem patinação no gelo e snow tubing (um escorregador de neve).

As outras opções de turimos em Lake Tekapo são trilhas lindas da região ou encarar as águas gélidas do lago. No check-in do camping você recebe um mapa com as trilhas.

Vale a pena parar no Lake Tekapo, um dos pontos altos da Ilha Sul.

Tekapo Springs

Dia 3: Lake Tekapo – Queenstown

Este foi o fatídico dia de estrada, mais de 5 horas para dirigir os 250 kilômetros entre Lake Tekapo e Queenstown. No caminho vimos o lago Pukaki da estrada – que também é maravilhoso. Almoçamos no motorhome no caminho.

Onde dormimos: No primeiro dia dormimos no TOP 10 Queenstown. Este TOP 10 é uma rede de campings pela Nova Zelândia. O bom dele (como qualquer hospedagem de rede) é que você sabe exatamente o que vai encontrar, que tudo vai estar conforme o padrão. O ruim dele é que não tem muita autenticidade – mas eu diria que é uma excelente opção para pernoitar com o motorhome, principalmente para calouros como nós. A desvantagem deste TOP 10 é que não é na cidade, tem que pegar uma van do estabelecimento até é. É grátis e funciona bem.

O que fizemos: no primeiro dia fomos para a cidade e subimos no teleférico. Você pode ler tudo sobre Queenstown neste post.

Queenstown vista do teleférico

Dia 4: Queenstown

Onde dormimos: mudamos para outra camping para estarmos dentro da cidade. Fomos para o Queenstown Lakeview Holiday Park.  Pra ser honesta não tinha nada de autêntico neste camping também, pelo contrário, era enorme com um zilhão de motorhomes estacionados. Porém, a localização dele é imbatível, vai-se a pé para a cidade.

O que fizemos: passamos o dia em Queenstown conhecendo a cidade, fizemos o passeio de barco rápido no Shotover River, almoçamos, fomos no bar de gelo, no jardim e parquinho. Leia também: Queenstown com crianças: guia completo. 

Foi um dia muito gostoso na cidade.

Dia 5: Queenstown – Wanaka

Inicialmente o roteiro era ir para Milford Sound. Mas devido ao mau tempo e mau humor da neném, resolvemos começar a subir de volta para Christcurch. Nós tentamos os 2 dias na cidade fazer este passeio de avião para Milford Sound , mas não deu.

Sendo assim, acordamos cedo e fomos para Wanaka passar o dia e pernoitar. Pegamos chuva na cidade, então não deu para aproveitar muito.

O que fizemos: pela manhã brincamos no parque dos dinossauros e pela tarde fizemos este passeio de barco no lago Wanaka com caminhada na ilhota Ruby. Verdade seja dita foi um programa de índio debaixo de chuva. Em um dia ensolarado deve ser um lindo passeio.

Onde dormimos: eu queria uma experiência de ficar em um camping um pouco menos “comercial” mas ao mesmo tempo sem perder conforto. Optamos pelo Lake Outlet Holiday Park. Este camping é na beira do rio, tem patos e lebres por todo lado. Lá pode-se pescar e fazer caminhadas. As instalações são confortáveis e limpas – minha única reclamação seriam os chuveiros que funcionam com moedas. Mas no geral eu recomendo.

Dia 6: Wanaka – Twizel

Essa parada em Twizel foi simplesmente para quebrar a viagem e vou te dizer que foi uma boa opção.

Onde dorminos: Twizel Holiday Park. Não tinha parquinho, mas tinha uma churrasqueira em um gramadinho bem gostoso.

O que fizemos:  Além do churrasco em família, aproveitamos para lavar toda a roupa e estender no varal. Por ser um camping menor, ficamos bem à vontade das crianças irem e virem sozinhas.

 

Churrasco no camping em Twizel
Churrasco no camping em Twizel

Dia 7: Twizel – Lake Tekapo

Pé na estrada e resolvemos parar no Lake Tekapo outra vez porque não tem muitos outros lugares turísticos nessa região e o lago é super lindo.

No caminho tem o Lago Pukaki, onde paramos para uma foto, mas não tem camping por lá então seguimos.

O que fizemos: Como já havíamos ido nas piscinas térmicas, dessa vez exploramos mais o lago e até arriscamos molhar os pés. Curitmos mais o camping e também fizemos um churrasco com vista para o lago.

Onde dormimos: Lake Tekapo Motel & Holiday Park o único do lugar.

Dia 8: Lake Tekapo – Ashburton

A parada em Ashburton foi também para quebrar a viagem. Não queríamos chegar cedo em Christchurch e honestamente não tinha mais pra onde ir. Foi, digamos assim, um dia perdido.

O que fizemos: brincar no parquinho do camping e preparar o motorhome para devolução no dia seguinte.

Onde dormimos: Ashburton Holiday Park. Com certeza o camping mais “local” e menos turístico que ficamos. Nada de especial, apesar de ter um laguinho com patos e parquinho que foi bacana, mas bem ajeitado com cozinha e banheiros ótimos. Tiham várias pessoas que podíamos ver que moravam ali, pouquíssimos turistas.

Dia 9: Ashburton – Christchurch

Chegamos cedo em Christchurch e fomos devolver o motorhome. Para isso, tem que fazer alguns procedimentos como: esvaziar o depósito de água suja, encher o reservatório de água, esvaziar o banheiro químico, tirar todo lixo, encher o tanque de gasolina e comprar um butijão de gás novo.

Feito isso, a devolução do veículo e chaves é muito tranquilo. Bem mais rápido que a retirada. De lá pagamos um transporte de van que nos levou até nosso hotel em Christchurch – o Aaston Motel – que super recomendo.

No total ficamos um dia e meio na cidade, andamos a pé por lá e conhecemos os parques. Leia tudo sobre isso aqui: O que fazer em Christchurch.

De Christchurch voamos para Auckland onde passamos alguns dias: Auckland, o que fazer e roteiro de 2 dias

Como montar seu roteiro de motorhome com crianças na Ilha Sul

Me insipirei em vários roteiros super legais (como esse aqui da Flavia), apenas pra chegar no destino e não conseguir fazer nenhum deles.

O plano era dirigir de Christchurch até Milford Sound e voltar, mas quando chegamos em Queenstown, achamos melhor começar a voltar. Lá em Queenstown tentamos voar até Milford Sound (neste passeio bate-e-volta) mas as condições aéreas não permitiram.

Paciência. Mas o lindo do motorhome é isso, liberdade – ou como eu gosto de dizer: faz o melhor que pode com o que tem.

Perguntas para ajudar montar seu roteiro de motorhome na Nova Zelândia

Comece pensando onde você vai pegar e devolver o motorhome. Depois pense em quais principais pontos gostaria de passar. Existem várias rotas possíveis para fazer na ilha. Você quer ver neve? Ir à priaia? Ir aos fiordes?

Pense quantos dias terá pela Ilha Sul. Eu recomendo de 7 a 10 dias para poder fazer um roteiro bacana. Pense quanto quilômetros quer dirigir por dia equanto tempo de estrada as crianças aguentam.

Também é importante ver quais as atrações que as crianças são aceitas e a idade mínima permitida.

Uma vez feito isso – jogue no lixo! Brincadeiras à parte, tem que ter uma noção do roteiro, mas também vá disposto a mudar tudo se preciso for.

Leia: Viajar para a Nova Zelândia com bebês e crianças pequenas

Lições importantes: Como viajar de motorhome com crianças e bebês

Como qualquer coisa na vida, planejamento e preparo é tudo. Seguem minhas lições aprendidas:

  1. Viajar nos horários de sono. Se suas crianças são pequenas e dormem depois do almoço, esse é um bom horário para por o pé na estrada. Assim elas aguentam mais a viagem.
  2. Ter comidinhas fáceis de dar enquanto se viaja. Minhas filhas viciaram naquelas papinhas de bebê, os purês de fruta. Chamados carinhosamente de chup-chup. Quando começavam a ficar chatinhas, eu dava um pra cada.
  3. Tenha um kit de banheiro pronto pra usar nos campings. Quando chegar o horário do banho, é super prático ter uma bolsinha pronta com os shampos, sabonete, toalha, escova de dente e cabelo, pasta de dente e mais alguma coisa que você julgar necessário. Assim a cada banho não tem que sair catando tudo pra ir.
  4. Procure sempre campings que tenham parquinho infantil, ajuda muito. As crianças maiores brincam umas com as outras. Essa interação com outras famílias é muito legal.

No fim, apesar dos pesares, foi uma viagem maravilhosa em família que ficará para sempre gurdada em nossos corações.

Leia mais sobre a Nova Zelândia

Motorhome na Nova Zelândia: tudo o que você precisa saber antes de ir
O que fazer em Christchurch
Queenstown com crianças: guia completo
Auckland, o que fazer e roteiro de 2 dias
Viajar para a Nova Zelândia com bebês e crianças pequenas
10 dias pela Ilha Sul da Nova Zelândia
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Se lança pra Nova Zelândia, djáh!
Guia de sobrevivência na Nova Zelândia

~ Se Lança ~

O que fazer em Christchurch

Veja o que fazer em Christchurch, a maior cidade da Ilha Sul da Nova Zelândia. É uma cidade pequena e1 dia em Christchurch é mais que suficiente.

Se você voou até a ilha sul, provavelmente vai chegar em Christchurch. Nós chegamos, logo pegamos o motorhome e partimos. Deixamos pra conhecer a c:idade na volta, onde pernoitamos para pegar o vôo no dia seguinte.

Leia no post:

Principais atrações turísticas em Christchurch
O que fazer com crianças em Christchurch
Hospedagem em Christchurch
Onde comer

Principais atrações turísticas em Christchurch

Nós não entramos nas atrações, apenas andamos pelo shopping, cidade, jardim botânico e parque infantil. E pra nós foi suficiente! Mas vou deixar a lista completa do que tem pra fazer:

New Regent St

Uma ruela com restaurantes e lojinhas. Bem colorida e bonita de ver. Não vou dizer que é badalada, porque a cidade é super vazia e calma. Mas se fosse pra ter um lugar badalado, seria este.

Parque Botânico e Piscina

Um passeio pelo jardim e pontes. Tem também um parque infantil – é bom, mas incomparável com o Margaret Mahy. Um diferencial é a piscina pública. É bem rasinha, feita para crianças andarem.  Aberta ao público de novembro a março. Se programe e leve roupa de banho e fralda de piscina – item obrigatório para menores de 2 ou 3 anos (não lembro ao certo, desculpe).

 

Tram City Tour

A melhor opção pra quem quer ver a cidade e conhecer todos os pontos turísticos. É um tam elétrico e antigo, todo restaurado, o que por si só já é um passeio bacana.

Os principais pontos pelos quais ele passa são o Canterbury Museum, Jardim Botâncio, New Regent St e centro.

Custa 25 NZD (gratis para crianças até 15 anos) e o tram passa a cada 10-15 minutos no ponto. Você pode comprar com antecedência neste link.

Gôndola de Christchurch – o teleférico

A 15 minutos da cidade tem um teleférico que oferece vistas lindas de Christchurch e da natureza ao redor. Nós optamos por não ir, por já ter conhecido o teleférico de Queenstown, mas fica a sugestão de passeio aqui. Lá em cia tem um café eloja. Lá de cima é possível escolher algumas trilhas para caminhada também.

Custa 30 NZD para adultos e 15 NZD para crianças. Compre aqui seu ingresso.

O que fazer em Christchurch com crianças

Parque Margaret Mahy

O melhor parque infantil que já conheci em toda minha vida de viajante. Não é exagero. Se você tem filhos e vai passar somente algumas horas na cidade, vá pro parque e deixe as crianças se divertirem. Foi o que nós fizemos, e até entramos na brincadeira, sob o pretexto de ajudar as pequenas. Localizado na rua Armagh, esquina com Manchester.

Hospedagem em Christchurch

Aalton Motel – um excelente motel (calma, como a Flá explicou neste post, motel na NZ é apart-hotel). Fomos super bem recebidos. Deixaram no nosso apartamento um berço de viagem e cadeirão de alimentação. A cozinha é muito bem equipada. Fica a 20 minutos andando do centro da cidade, e 15 minutos andando do shopping. Achei o custo x benefício excelente pros padroões da Nova Zelândia, além de ter internet incluso, uma raridade.

Veja outras opções de hospedagem em Christchurch aqui.

Nosso apartamento no Aalton Motel

Onde comer

Francesca’s Italian Kitchen – rodamos muito até achar um restaurante italiano – ô raridade na Nova Zelândia! Era a coisa mais linda, aconchegante e lotado. Tão lotado que ficamos de fora, só com reserva. Então se programe pra ir, estava cheio de locais, só pode ser bom.

Monster Chicken – um restaurante de frango, foi nossa segunda opção. Foi gostoso e bem diferente. Um restaurante com diversos tipos de frango frito e batatas fritas. Comemos muito bem, além de ter um delicioso chopp artesanal.

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Viajar para a Nova Zelândia com bebês e crianças pequenas
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Se lança para a Nova Zelândia Djáh!
Guia de sobrevivência na Nova Zelândia
Cavernas de Waitomo
Hotel perto do Aeroporto de Auckland
Motorhome na Nova Zelândia

🚑 Atenção: leia este post sobre Seguro de Viagem Internacional e vá pra Nova Zelândia sem preocupação.

Se ficou alguma dúvida ou se quiser apenas deixar um palavrinha carinhosa pra gente, escreva nos comentários aqui abaixo.

E não deixe de seguir nossas andanças pelo mundo no Instagram. Sempre tem dica boa por lá também.

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Viajar com crianças: Como sobreviver a um vôo longo

Viajar com crianças em vôos longos pode parecer assustador, mas é só se planejar bem para diminuir (ou quem sabe até evitar) o estresse geral da família.

Deixo abaixo algumas dicas de ouro que aprendi viajando com as minhas filhas pequenas pelo mundo. Já encarei uma viagem de 44 horas com elas.

5 dicas para viajar com crianças

  1. Explique pra criança o que vai acontecer
  2. Leve comida e acessórios
  3. Leve o kit de entretenimento de casa
  4. Tenha uma supresa na manga
  5. Prepare um suborno

1. Explique pra criança o que vai acontecer

Gente, essa dica parece óbvia, mas muitas vezes nós erramos em simplesmente não sentar e contar o que vai acontecer naquela viagem.

Ninguém gosta de ser pego de surpresa né?

Ajuda muito explicar na ordem: vamos de taxi para o aeroporto, ir no balcão despachar as malas, passar pela imigração, isso e aquilo. Conte uma história bem legal! Aproveite e pesquisem juntos sobre o destino que será visitado.

Minha filha (quando pequena) uma vez chorou porque despachamos as malas e ela não queria se separar delas. Erro meu em não explicar antes – poderia ter evitado um estresse.

2. Leve comida e acessórios

Eu sempre sempre sempre encho minha mochila com muita comida pra viajar com as crianças.

Ninguém aguenta uma criança com fome, nem ela mesma né? Então capriche na marmita. Eu já levei uva, pepino (sim você leu direito, pepino), biscoitos, purês de frutas, frutas, macarrão, sopa de feijão, nozes e por aí vai. E olha que essas são as coisas que lembrei aqui de cabeça, se pensar com carinho lembro mais opções.

Além da comida tem que levar uma colher, guardanapos ou wipes de mão/boca e babador pros bebês. Um acessório que não abro mão é essa marmiteira da Thermos. Mantém a comida super quente. Em uma viagem muito longa, também levei uma papinha congelada dentro do tupperware para esquentar no aeroporto.

Garantindo uma barriguinha cheia já é meio caminho andado pro sucesso!

Mas ATENÇÃO, se for um vôo internacional, nunca carregue comida consigo para imigrar no pais de chegada. Se sobrou algo, deixe pra trás na aeronave.

3. Leve o kit entretenimento de casa

Não conte apenas com o entretenimento de bordo, às vezes nem tem não é mesmo?

Coisas que já levei para brincar/entreter no vôo: livros, livros de colorir, livros de adesivos, massinha de modelar e o bichinho de pelúcia para dormir.

Em casa, telas são limitadas; mas em aviões, essa regra sai pela janela. Antes de sair deixe baixado vários desenhos no celular.

4. Tenha pequenas surpresas na manga

Carregue algumas coisas NOVAS para surpreender e prender a atenção da criança. Coisas como: livro de colorir, livro ou um brinquedo pequeno.

Esses itens são estratégicos. Quando você precisa que a criança fique quieta e concentrada por um tempo. Eu particularmente adoro usar essa estratégia quando sentamos em um restaurante que queremos curtir, não comer e sair correndo.

Mas tem que ser item NOVO e usado com PARCIMÔNIA, se não é um tiro no pé, a criança vai esperar um mimo novo o tempo todo.

Dica: na minha cidade tem uma loja maravilhosa que também vende coisas online. Confira a Ciranda Virtual, estou certa que irá achar algo ótimo pra levar no vôo.

5. Prepare um suborno

É isso mesmo gente, suborno no bom e velho português. Mas se quiser amenizar a culpa, pode chamar de “prêmio” ou “ incentivo” 😝

Quando todas as técnicas acima falharem, você fala: então senta aí que te dou um M&M. (O confete é bom porque é pequeno e demora um pouco mais pra comer).

suborno já em mãos

Dica Bônus: não saia de casa sem um seguro de viagem

Implementando essas 5 dicas acima para viajar com crianças, você já terá grandes chances de sucesso!

Mas nunca se esqueça de fazer o seguro de viagem. Não se brinca com saúde e segurança, principalmente dos nossos amados pentelhos.

Nós usamos o portal SEGUROS PROMO, pois faz cotações com várias seguradoras trazendo um comparativo de preços e benefícios.

Na Seguros Promo você pode pagar em 12x no cartão ou ter 5% de desconto pagando no boleto. E, tem mais…

Nossos leitores tem direito a um desconto de 5% (adicional ao do boleto). É só inserir o cupom SELANCA5 para ganhar. Ou seja, fica bem acessível contratar este serviço para viajar tranquilo.

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Com essas técnicas na mão, você terá muito mais chances de sucesso na sua viagem e enfrentará um vôo longo com as crianças com bravura!

E você, tem alguma dica valiosa pra deixar? Escreva abaixo.

Leia mais um post no Se Lança

5 maneiras que ser mãe mudou meu jeito de viajar
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~Se Lança ~

Queenstown com crianças: guia completo

Queenstown é a cidade mais visitada na Ilha Sul da Nova Zelândia. Viajar pra lá é escolher em um portfólio de atividades radicais. Tem tudo o que você pode imaginar e mais um pouco, no entanto, o que fazer com crianças pode ser um tanto quanto limitado. Principalmente as pequenas.

Mas calma lá, cá estou para compartilhar as atividades que conseguimos fazer com as crianças de 1,5 e 4 anos.

Sugiro ler este post antes: Nova Zelândia com crianças pequenas e bebês

O que fazer em Queenstown com crianças

Tem muita coisa pra fazer em Queenstown para adultos, adolescentes e até as crianças maiores. Para as menores as atividades ficam um pouco mais restritas, mas dá pra aproveitar.

Essa são as atividades que recomendamos:

1. Skyline Gondola

É sem sombra de dúvida a atração mais visitada de Queenstown. Você sobe ao mirante pelo teleférico. Lá em cima tem uma linda vista a ser apreciada, um restaurante e lanchonete. As atrações (pagas à parte) são: pistas de mountain bike (você já precisa subir com uma bicicleta); o luge – uma espécie de carrinho de rolimã; observação das estrelas e a lojinha de jelly beans.

Eu fiquei com a bebê passeando pelo recinto enquanto meu marido e a mais velha foram brincar no Luge. Nós compramos os ingressos lá em cima mesmo. Crianças maiores de 6 anos e 110 cm podem dirigir sozinhas. As menores devem ir no colo de um adulto com um custo adicional de 2 NZD por bilhete.

Recomendo comprar os bilhetes do teleférico antecipados aqui.

Skyline

2. Lago Wakatipu, passeio de barco e fazendinha

Um excelente passeio para fazer em família.  Você cruza sobre o lago Wakatipu em um navio antigo (da mesma época do Titanic).  O passeio no barco dura 45 minutos, além de apreciar a vista, você explora o antigo navio à vapor. Após o passeio no navio TSS Earnslaw, passa-se a manhã na fazenda interagindo com os animais e desfrutando de um café. O passeio todo dura 3,5 horas e custa 75 NZD.

3. Jet Shotover

Passeio de barco rápido no Rio Shotover. O passeio do barco é pura adrenalina, mas confesso que pra mim o melhor foram mesmo as vistas espetaculares que se tem do rio.

Crianças que tenho ao menos 1 metro de altura podem ir. Crianças menores de 4 anos não pagam. Para este passeio nos dividimos. Eu fui uma vez com a maior e meu marido ficou com a bebê. Depois fizemos a troca de bastão.

O passeio dura 25 minutos na água, mas tem que chegar antes para se arrumar. Um passeio diferente que achei que valeu a pena, à pesar do preço salgaaaado: 159 NZD.

Compre o bilhete antecipado aqui e garanta seu horário.

4. Ice Bar

Nós nos surpreendemos com este passeio. Foi super divertido, apesar de rápido. Você compra a entrada e tem direito a uma bebida lá dentro. O bar é todo feito de gelo, as paredes, o balcão, a decoração e até os copos.

São fornecidas roupas adequadas e você tem direito de ficar 30 minutos dentro do recinto. A bebida alcóolica custa 35 NZD e a não alcóolica custa 30. Crianças menores de 4 anos não pagam. Os maiores pagam 20 nzd e esse valor inclui uma bebida não-alcóolica obviamente.

Como estávamos com as duas meninas, o pessoal foi super legal e tocou “Let it go” dentro do bar pra dar aquele clima de Castelo da Frozen. Nós aguentamos ficar 10 minutos lá dentro e as crianças quiseram sair.

Minus 5 Ice Bar

5. Queenstown Gardens

Parquinho Infantil e Jardim Botânico. Um excelente parque público na cidade. Tem brinquedos para todas as idades. Inclusive nós os pais quisemos brincar também.

Fica ao lado de uma café e da praia Bay Beach. Vale super a pena ir até lá passar algumas horas e deixar as crianças aproveitarem.

6. iFLY

É uma experiência de saltar de paraquedas indoor. Parece fácil, mas não é. Nós fomos e ficamos assistindo um pouco. Ninguém consegue ficar com o corpo alinhado sem a ajuda da instrutora.

O legal para as crianças é, como elas são pequenas, a instrutora faz um vôo em conjunto e as crianças voam super alto.

Crianças à partir de 5 anos podem ir! Preços à partir de 79 NZD dependendo do pacote.

queenstown o que fazer

Milford Sound – Passeio de bate e volta para os fiordes

Nosso plano inicial era dirigir até Te Anau e de lá até Milford para fazer o passeio de barco nos fiordes.

Como viajar com crianças é sempre uma surpresa, a nossa foi a nossa incapacidade de ficar muito tempo na estrada com a bebê sem que ela estivesse aos berros.

Por isso, mudamos os planos e tentamos fazer um bate-e-volta de avião. É caríssimo. Mas eu estava disposta a pagar pois sei que Milford Sounds é o ponto alto da Ilha Sul. Esse é o passeio que eu tentei contratar.

Digo que tentei por que pegamos mau tempo na cidade e os aviões não estava saindo. Tentei durante dois dias em diversos horários, mas nada feito.

3 sugestões de passeios bate-e-volta de Queenstown para Milford:

* Avião – Barco – Avião: passeio ideal para famílias com crianças pequenas. Vai de avião, faz o passeio de 2 horas de barco pelos fiordes e volta de avião pra Queenstown. Custa por volta de 500 NZD e dura meio dia.

* Ônibus – Barco – Ônibus: a opção mais em conta, porém a mais longa. São 12 horas de passeio por 200 NZD e inclui o almoço.

* Avião – Barco – Ônibus: é o passeio mais completo, pois você vê as paisagens por terra, mar e ar. Também é o passeio mais caro, por volta de 600 NZD.

Por favor vá e volte aqui pra me contar. A Flávia foi quando esteve na Nova Zelândia e conta como foi a experiência dela no post 10 dias pela Ilha Sul da Nova Zelândia.

Milford_Sound
Milford Sound, Nova Zelândia

Onde comer em Queenstown com crianças

Fergburger

É o restaurante mais famoso da cidade, a fila para conseguir um hambúrguer é enorme. Tem poucas mesas, então a maioria das pessoas pega o hambúrguer para levar. Apesar de toda a fama, não quisemos esperar na fila e foi assim que trombamos no:

Flame Bar & Grill

Uma delícia de restaurante. Comemos costelinha com molho barbecue, para as crianças um steak grelhado, batatas fritas e legumes grelhados. Muito bom mesmo, vale a pena. Fica na Beach St 61.

Mrs Ferg Gelateria

Essa sorveteria tem duas lojas, uma do lado da Flame Grill e outra do lado do Fergburger. Ou seja, não importa onde você almoce, não tem desculpa para pular o sorvete.

Onde ficar em Queenstown

Nós estávamos de motorhome na Ilha Sul e acampamos em dois campings diferentes. No primeiro dia no TOP 10 e no segundo dia no Lakeside View Camping.

Para quem vai ficar em hotel, eu recomendo:

The Whistler Holiday Apartments

É pertinho do centro da cidade, e o melhor, são apart-hotéis. Eu sempre prefiro ficar em apartamentos do que hotéis tradicionais quando viajo com crianças. Te dá muito mais liberdade, principalmente com a alimentação. Tem wifi gratuito, o que é uma raridade na NZ, além de lindas vistas pras montanhas.

Veja mais opções de hospedagem em Queenstown aqui.

Dicas de como aproveitar melhor seu tempo em Queenstown

1. Faça um planejamento das atividades que quer visitar.

2. Visite um dos centros de turismo da cidade para pedir conselhos, dicas e informações para seu perfil. Os funcionários ajudam muito mostrando as opções de passeios.

3. Compre os ingressos antecipados e organize seu tempo. Se já souber o que quer fazer, já compre online no GYG.

Se você tem mais uma dica, deixe aqui nos comentários!

Leia mais sobre a Nova Zelândia:

Motorhome na Nova Zelândia: tudo o que você precisa saber antes de ir
Viajar para a Nova Zelândia com bebês e crianças pequenas
10 dias pela Ilha Sul da Nova Zelândia
5 dias pela Ilha Norte da Nova Zelândia
Se lança para a Nova Zelândia Djáh!
Guia de sobrevivência na Nova Zelândia
Cavernas de Waitomo
Hotel perto do Aeroporto de Auckland

Se ficou alguma dúvida, escreva nos comentários abaixo que eu respondo.

 

~ Se Lança ~

Auckland, o que fazer e roteiro de 2 dias

Auckland, o que fazer pela maior cidade da Nova Zelândia?

Veja esse post completíssimo:

Roteiro de 2 dias em Auckland
Outras atrações turísticas em Auckland
O que fazer em Auckland com crianças
Onde fazer compras em Auckland
Hospedagem em Auckland
Locomoção
Mais dicas para aproveitar Auckland

Roteiro de 2 dias em Auckland

Dia 1 em Auckland

Sky Tower – a atração turística mais conhecida e visitada de Auckland. A torre tem 328 metros, no entanto a área de visitação está a 220 metros de altura. Oferece uma visão de 360 graus da cidade. De lá se vê até 80 kilômetros de distância.

Na torre também tem um restaurante, para quem vai visitá-lo, não precisa comprar o ingresso do observatório.

Essa foto à direita é o Sky Jump. É uma espécie de bungee jump, mas é um pulo só da torre ao chão. Não quica de volta. Pra quem quiser encarar, custa 225 NZD e pode ser comprado aqui. Pra quem (como eu) prefere observar, os funcionários da torre chamam os turistas para a janela quando alguém vai pular.

A Sky Tower faz parte do complexo Sky City. Além das atrações acima, tem um casino e hotel chiquérrimo.

Queen Street – a rua mais movimentada do centro, cheia de lojas e alguns restaurantes. Não é chique nem nada, mas é caminho pra chegar no pier.

o que fazer me auckland roteiro de 2 dias
Queen St

Giapo – sorveteria mais famosa da cidade. O seu dono quer transformar sorvete em arte e arte em coisas cotidianas. A experiência é muito legal.

Ao entrar na sorveteria as atendentes expõem os 12 sorvetes do menu para você degustar todos. Te mostra todas as artes, ou seja, como o sorvete pode ser servido. E então você escolhe e espera do lado de fora. Olha o meu aí, sorvete para selfie, super instagramável, além de delicioso.

Queens Wharf – é o waterfront da cidade com lojinhas e muitos restaurantes. Quando fomos essa área estava toda em reforma, então foi na verdade um pouco estressante caminhar por ela. Mas assim que acabarem as obras, parece que vai ser um espetáculo. Fica de olho que às vezes tem alguns eventos legais por lá.

Hobson Wharf – o cais logo ao lado da Queens Wharf, com mais opções de restaurantes. É também onde está localizado o Museu Marítimo. O museu tem lindas exposições, custa 20 NZD para adultos e 10 para as crianças.

Hobson Wharf

Dia 2 em Auckland

Esses são dois passeios mais longe. Sugiro ir de uber ou até o ônibus turístico.

Auckland Museum – vale a pena conhecer este museu para aprender mais sobre a cultura local das ilhas do pacífico. Um museu diferente mesmo pra quem já viajou bastante. Tem artefatos das ilhas, histórias de guerra, modo de vida da ilha e exposições temporárias.

Para as crianças, tem uma seção  especial chamada “Wierd & Wonderful”. É um espaço interativo, onde as crianças abrem gavetas, fuçam, colocam as mãozinhas em tudo e descobrem o mundo.

Uma opção cultural muito bem recomendada é comprar o ingresso do museu junto com uma performance Maori. O bilhete fica num total de 45 NZD e pode ser comprado neste link.

 

Sea Life Kelly Tarlton’s – esse aquário é muito legal, principalmente a parte com os pinguins. Vale a pena conhecer. O lado negativo é que é um pouco longe. Nós fomos de Uber, depois andamos um pouco com as crianças até um parquinho lá perto, no Orakei Domain, onde as crianças brincaram um pouco antes de voltarmos.

aquario em auckland o que fazer

Outras atrações turísticas em Auckland

Se você tiver mais dias na cidade, essas são outras atrações que você incluir em seu roteiro em Auckland.

Mount Eden – um monte que é na verdade um vulcão inativo. Para subi-lo é preciso uma caminhada leve, não é difícil e é possível fazer com carrinho de bebê.

No cume conhece-se a cratera do vulcão, hoje toda coberta em grama. Aprecia-se também a vista da cidade.

Cume do Mt Eden
Foto por Henry McIntosh no Unsplash

Parnell Road – uma rua com construções antigas da cidade, hoje com cafés, restaurantes e lojas. Confesso no entanto, que não achei que valeu a pena…

atracoes turisiticas em auckland
Parnell Road

Devonport – uma linda vila a beira-mar. Vale a pena passar meio período aqui. Vá de manhã para uma caminhada no waterfront, almoce e volte. Tem também uma linda vista do mar e cidade.

Como chegar – Para quem compra o ônibus turístico (mais abaixo), inclui também o bilhete do ferry boat. Caso contrário, tem que ir ao Pier 1 e comprar o bilhete. Tem ferry a cada 30 minutos e dura só 12 minutos de viagem. O bilhete custa 15 nzd (ida e volta) e pode ser comprado neste site do Fullers.

O que fazer com crianças em Auckland

Esse roteiro de 2 dias em Auckland acima dá pra fazer tranquilamente com os filhos. Mas vou deixar mais algumas opções de passeios com crianças em Auckland:

MOTAT – é o museu de transporte e tecnologia. Eu adoro conhecer estes museus mundo afora, ótima opção para ir com crianças. Custa 19 NZD por adulto e 10 por criança acima de 5 anos.

Zoológico de Auckland – nós não fomos ao zoo, mas deixo de sugestão para as pessoas que gostam deste passeio. Costuma sempre fazer sucesso com crianças.

O MOTAT e o ZOO ficam juntos, então é possível combinar esses passeios no mesmo dia.

Whoa Studios – eu estava doida pra conhecer este lugar, mas não conseguimos infelizmente. Lá tem parques urbanos e muitos shows. Os shows são principalmente durante o período de férias escolares. Mas fique de olho no site para ver se tem algum evento legal durante sua estadia na cidade.

São shows de marionetes, música, oficinas pras crianças – além dos super estruturados parques.

Myers Park – não achamos muitos parques espalhados no centro, mas aí está o que encontramos

Onde fazer compras em Auckland

Westfield St Lukes – O shopping não é muito grande, mas tem algumas lojas boas por lá.  O principal, tem um Kmart. Melhor loja da Nova Zelândia. Nós fomos de uber pra lá, mas o ônibus turístico também vai.

Westfield Newmarket –  O shopping mais novo do pedaço. Bem maior que seu irmão de St Lukes.  Também um pouco mais afastadinho, tem que pegar transporte até lá.

Outlet Dress Smart – é o shopping de descontos em Auckland. Fica mais ou menos na metade do aeroporto e centro da cidade. 15 minutos (de carro) do centro pra lá, ou 15 minutos do aeroporto pra lá.  Tem muitas lojas de esportes, como Adidas, Fila, New Balance, Nike e Puma. As mais famosas de roupas são Lewis, Country Road, Quicksilver entre outras.  Pra quem quer ficar mais tempo nas compras, pode contar com a praça de alimentação.

Hospedagem em Auckland

Nós ficamos em dois lugares durante nossa estadia. 3 dias em um hotel e depois 4 dias num apartamento. Os dias de hotel foram de descanso da cozinha…

Grand Millennium – este hotel é maravilhoso. O quarto é super confortável, tem frigobar, cortinas com blackout como nunca antes vi, piscina e o mais importante, 2 restaurantes dentro do hotel. Jantamos todas as noites no hotel.  Fica a 10 minutos andando da Sky Tower.

Bianco Off Queen Aparments – um apart hotel ok. O apartamento era arrumadinho e tem serviço de faxina a cada dois dias. Não tem nenhum luxo, mas ficamos bem hospedados. Fica uns 20 minutos andando do harbour. Uma vantagem foi ser perto de um parque (Myers Park) onde levamos as crianças, além do preço muito mais em conta que hotel.

A Flávia quando foi ficou no albergue Base localizado no centro da cidade.

Veja mais opções de hospedagem em Auckland aqui.

onde ficar em auckland
Saguão do Grand Millennium visto do alto

Locomoção

Nós andamos à pé bastante por estarmos no centro da cidade. Quando queríamos ir para pontos mais longes, usávamos o Uber que funciona super bem lá.

Uma sugestão muito boa é pegar o ônibus turístico e rodar a cidade. Ele dá a volta em todos os pontos turísticos. Você pode comprar o bilhete por 24 ou 48 horas. Pode comprar com antecedência (clique aqui) e mostrar o voucher no celular.

Veja só o roteiro do ônibus turístico, vai para todos os pontos turísticos. Você tem direito à rota azul e vermelha.

Uma outra opção seria alugar carro na cidade, mas pessoalmente não acho que valeria a pena. Só vale a pena se você quiser rodar para algumas localidades mais longe da cidade. Aí sim. Veja na RentCars, eles sempre tem excelentes preços.

Para irmos ao aeroporto usamos o Skybus. Compre aqui o bilhete antecipado, o ônibus costuma estar cheio. Pode comprar um bilhete para o dia e utilizar em qualquer horário.

o que fazer em auckland

No geral, há bastante o que fazer em Auckland. No entanto, ainda assim, não recomendo ficar mais que 2 ou 3 dias por lá. Eu dedicaria mais dias a visitar a Ilha Norte ao invés de ficar muitos dias na cidade.

Mais dicas para aproveitar Auckland

Faça seu seguro de viagem.

Eu sei que é aquele tipo de coisa que ninguém quer usar, mas que é importante ter.

Nós usamos o portal SEGUROS PROMO, pois faz cotações trazendo um comparativo de preços e benefícios.

Pra vocês terem idéia, um seguro de 7 dias na Nova Zelândia custa à partir de 76 reais. Não é caro. Eu precisei levar minha filha em uma consulta e custava 90 dólares se precisasse pagar particular. Ou seja, vale a pena

Na Seguros Promo você pode pagar em 12x no cartão ou ter 5% de desconto pagando no boleto. E, tem mais…

Nossos leitores tem direito a um desconto de 5% (adicional ao do boleto). É só inserir o cupom SELANCA5 para ganhar. Ou seja, fica bem acessível contratar este serviço para viajar tranquilo.

E outra dica é compre o chip de internet ainda no aeroporto.  Nós compramos da Vodacom. Mas já aivso, que internet móvel na Nova Zelândia não é lá aquelas coisas…

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~ Se Lança ~

Viajar para a Nova Zelândia com bebês e crianças pequenas

A Nova Zelândia é um país lindíssimo que está na lista de muitas pessoas. Mas será que vale a pena ir para a Nova Zelândia com bebês e crianças pequenas?

Continue lendo que vou te contar a verdade…

O que você vai ler neste post:

Vale a pena ir para a Nova Zelândia com bebês e crianças pequenas?

Preciso ser sincera e abrir o coração – eu não acho que valha a pena despencar do Brasil até lá com os pequenos.

É claro que o país é super lindo, tem infraestrutura e passeios maravilhosos. Mas, não se aproveita tanto quanto poderia se você está com crianças pequenas.

Eu fui porque estava morando ali do lado (na Nova Caledônia), então não podia perder essa chance.

Melhor idade para crianças irem à Nova Zelândia

Pra quem vai sair do Brasil até lá, recomendo que esperem as crianças terem ao menos 6 anos para poder aproveitar melhor.

Porquê? Por que a maioria dos passeios requer força física, disposição ou até mesmo altura adequada.

O turismo na Nova Zelândia é todo voltado pra natureza e esportes radicais. É hiking, canoagem, mergulho, andar de barco, saltar de paraquedas, bungee jump e por aí vai. O mínimo é a criança poder ao menos fazer uma trilhazinha né?

nova zelandia com bebes e crianças pequenas
Altura mínima de 1 metro para andar no Jetboat

O que fazer com as crianças na Nova Zelândia

Mas agora você me diz que já está com a passagem comprada. Beleza, vamos lá! Faça o melhor que puder com as condições que tiver.

Pode-se revezar com o seu parceiro. Um fica com as crianças enquanto o outro faz alguma atividade (eu fiz isso).

Pode-se aproveitar os parquinhos das cidades, andar de teleférico, viajar de motorhome, tomar sorvete, ir a museus, aquários e por aí vai.

Documentação das crianças para entrar na Nova Zelândia

Todo brasileiro – criança ou adulto – precisa de uma autorização de entrada no país. É bem fácil de fazer, pode-se baixar o aplicativo no celular e pedir por ali mesmo. Não precisa imprimir a documentação, fica tudo gravado eletronicamente.

O app chama-se: NZeTA. Só baixar e seguindo o passo a passo.

Alimentação

Olha, foi uma das piores viagens gastronômicas que tivemos com as crianças. Era dificílimo comer em restaurante. Só tem restaurante asiático na Nova Zelândia. Sério. Japonês, tailandês, tibetano, cambojano, chinês, malaio, indiano…

Juro. Achar um restaurante italiano pra comer o bom e velho espaguete a bolonhesa era missão impossível.

Ficávamos restritos a frango ou peixe frito com batata frita para as meninas. Ou seja, no final a gente acabou cozinhando bastante no apartamento e na campervan pra poder servir um arroz, feijão, bife e salada.

E como já contei neste post, nós sempre saímos com bastante comida na mochila: frutas, nozes, biscoitos, água e etc. Neste quesito foi tranquilo, pois acha-se de tudo no supermercado.

Seguro de viagem

Já falei muito sobre isso. Não corra riscos! Tem que fazer um seguro de viagem para toda a família.

É aquele tipo de coisa que ninguém quer usar, mas tem que ter. Nossa bebê torceu o pé descendo do motorhome e precisamos passar na clínica para avaliação. Ter seguro sempre nos deixa mais tranquilos.

Não é caro, um seguro na Nova Zelândia custa em média 10 reais por dia.

Faça uma cotação na Seguros Promo, nosso parceiro. Eles fazem um comparativo de várias seguradoras e trazem a melhor comparação de preço. E, tem mais…

Nossos leitores tem direito a um desconto de 5% (adicional ao do boleto). É só inserir o cupom SELANCA5 pra ganhar. Ou seja, fica bem acessível contratar este serviço para viajar tranquilo. Clique aqui para fazer sua cotação.

nova zelandia com criancas e bebes

Transporte e Locomoção

Na Ilha Sul nós alugamos uma campervan com duas cadeirinhas de carro. Foi uma ótima opção, seguro e confortável.

Na Ilha Norte (em Auckland) andamos à pé, de taxi e uber.

ATENÇÃO – o taxi/uber leva as crianças sem cadeirinha de carro, mas isso porque se for parado pela polícia, quem leva multa não é o motorista, mas sim o responsável pela criança.

Muitas famílias gostam de alugar carro pela facilidade e praticidade de locomoção. Eu mesma faço isso na maioria das minhas viagens, mas nessa em especial, viajamos de motorhome. Quando alugo carro no exterior, sempre alugo pela RentCars. Eles também tem uma excelente operação na Nova Zelândia.

Acessibilidade

No geral tem bastante acessibilidade para carrinhos na Nova Zelândia. Não me lembro de nenhuma situação particularmente difícil.

nova zelandia com crianças e bebes pequenas. bebe no trator

O que levar na mala para a Nova Zelândia?

Não precisa levar nada de especial do Brasil. Apesar da Nova Zelândia ser praticamente o fim do mundo para nós, lá tem tudo obviamente. Frutas maravilhosas, nozes, biscoitos, fraldas, papinhas, shampoo infantil, brinquedos e por aí vai.

E então, te ajudei um pouco a decidir se vai ou não?

Pra quem vai fica de olho que aos poucos vou escrevendo dicas de cada lugar que passamos com as crianças.

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Se ficou alguma dúvida, escreva nos comentários abaixo que eu respondo.

 

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Motorhome na Nova Zelândia: tudo o que você precisa saber antes de ir

Viajar de motorhome na Nova Zelândia é muito tranquilo e gostoso. Vale a pena pela experiência.

Eu sempre tive muita vontade de viajar de motorhome (ou campervan) e junto com essa vontade, muitas dúvidas.

Apesar de ter pesquisado muito antes de ir, algumas dúvidas só foram sanadas lá “in loco”. Então tentei listar aqui a maioria das dúvidas para ajudar os colegas viajantes.

O que você vai ler neste post:

1. É mais barato alugar motorhome do que um carro e hotel?
2. Onde alugar o motorhome na Nova Zelândia?
3. É seguro viajar de motorhome na Nova Zelândia?
4. Qual melhor tipo de motorhome?
5. É difícil cuidar e fazer a manutenção do motorhome?
6. O banheiro do motorhome fica fedido?
7. É difícil dirigir motorhome na mão inglesa?
8. Pode dirigir o motorhome com a Carteira B do Brasil?
9. Onde estacionar o motorhome para passar a noite?
10. O que levar para a viagem de motorhome na Nova Zelândia.
11. Dicas úteis para se organizar no motorhome e durante a viagem.

1.É mais barato alugar motorhome do que um carro e hotel?

Depende. Na alta temporada (verão na Nova Zelândia) não estava mais barato não. Ficava muito mais em conta alugar um carro e reservar hotel em cada cidade.

No inverno costuma ser mais barato o motorhome.

Tem que fazer as contas. Simule um aluguel de carro e pernoite em hotel. Veja quanto dá os dois juntos, depois faça as cotações de aluguel de motorhome.

café da manhã no “hotel”

2. Onde alugar motorhome na Nova Zelândia?

A coisa que mais tem na Nova Zelândia são motorhomes e campervans espalhados em todo lado. É um tipo de turismo muito comum, por isso tem muitas empresas prestando este serviço.

Eu aluguei através do site Rankers – que é um site que traz cotações de várias locadoras. Além de receber as cotações, tinha uma pessoa para dar suporte e pedir informações. Achei que valeu a pena.

As maiores locadoras por lá são: Jucy, Mighty, Maui, Britz, Apollo, Pacific Horizon, Star RV e mais um monte de operadoras menores.

3. É seguro viajar de motorhome na Nova Zelândia?

Sim, bastante seguro. Na Nova Zelândia não tem ursos, cobras nem predadores. Também não tem roubo nem assalto.

As estradas são boas e o pessoal respeita muito o limite de velocidade.

No entanto, prevenção é o melhor remédio. Contrate um seguro de viagem antes de partir.

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4. Qual melhor tipo de motorhome?

Essa pergunta é a mais difícil. Qual melhor tipo de motorhome depende muito da quantidade de pessoas que irão viajar, se vocês planejam cozinhar na van, se planejam tomar banho na van e etc.

Nós cozinhamos muito no motorhome, usamos o toalete, mas não usamos o chuveiro. Achei que faria muita molhação e os chuveiros dos campings são super limpos e organizados.

Viajamos em dois adultos e duas crianças e alugamos um motorhome para 6 pessoas. Achei que foi bastante confortável assim, tínhamos espaço para circular e não precisávamos montar a cama todas as noites.

Quem viaja em casal e não planeja nem cozinhar e nem tomar banho no motorhome, pode pegar uma campervan mais simples – só com a cama e cozinha pequena.

Quem viaja em 4 adultos, recomendo o motorhome para 6 pessoas.

Se seu grupo se compõe de 2 adultos e 2 crianças, pode escolher entre o motorhome para 4 ou 6 pessoas.

Se viaja com crianças pequenas que precisam de cadeirinha, melhor pegar o motorhome para 6 pessoas, para não ter que encaixar as cadeirinhas toda manhã e desencaixar toda noite.

Berth 6 – o motorhome escolhido por nós

5. É difícil cuidar e fazer a manutenção do motorhome?

Não. A cada dois dias (mais ou menos) é preciso abastecer o motorhome com água. Essa água servirá para as torneiras (pia e banheiro), privada e chuveiro.

É preciso também remover essa água suja dos encanamentos. Para isso, tem uma mangueira dentro do motorhome que você coloca na saída de água do carro e pronto. Despeja essa água numa espécie de ralo gigante.

Para limpar a privada, você abre a lateral do motorhome e remove todo o recipiente. É uma caixa grande e fechada. Você abre uma tampinha e despeja o rejeito também em outro ralo apropriado para isso.

Como tem um produto químico no recipiente, sai um líquido azul. Em nenhum momento a mão encosta ou fica suja – no entanto, tem luva de latex para quem ficar muito enojado (mas nunca vi ninguém usando).

Depois tem que jogar um sachê desse produto químico no recipiente da privada de novo. Pronto.

Outro cuidado é em plugar o motorhome na tomada para carregar a bateria. No entanto, a maioria de nós (inexperientes em viagem de motorhome) ficamos somente em campings com estrutura. A primeira coisa que você faz quando estaciona no camping é “ligar” o motorhome. Ou seja, não precisa se preocupar em carregar adicionalmente a esse período.

Quando o motorhome está na estrada, tem que diminuir a potência da geladeira para não consumir muita energia.

Um último cuidado é fazer a limpeza interna. Todo dia gastava 5 minutinhos varrendo o motorhome para mantê-lo limpo e organizado. Tirávamos os sapatos antes de entrar também.

E na hora da segurança na estrada, desligar o butijão de gás e fechar todos os armários e compartimentos do motorhome.

à esq: abastecendo com água / à dir: motorhome plugado na tomada

6. O banheiro do motorhome fica fedido?

Não. Tem um leve cheiro de banheiro químico, não é forte nem incomoda.

7. É difícil dirigir motorhome na mão inglesa?

É claro que sim gente. O nosso motorhome tinha mais de 7 metros de comprimento. Se eu disesse que foi fácil estaria mentindo. Claro que depois que você pega o jeito, o medo passa e você fica mais seguro e vida que segue.

A maior dificuldade é sempre estacionar nas cidades, como nos estacionamentos de supermercado. Dirigir na estrada é relativamente simples.

E o prazer de dirigir com um visual desses!?

8. Pode dirigir o motorhome com a Carteira B do Brasil?

Sim. Não precisa de nenhuma habilitação especial para dirigir os motorhomes e campervans que são alugados para os turistas.

O que precisa é da PID (Permissão internacional de direção) ou então de uma tradução juramentada (em inglês) da CNH.

9. Onde estacionar o motorhome para passar a noite?

Existem basicamente 2 tipos de campings – nutella e raiz. Brincadeiras à parte, tem os campings públicos que tem geralmente menos infraestrutura e tem os campings particulares que tem de tudo.

No camping público pode ter banheiro, eletricidade, cozinha ou pode ter somente uma placa com o nome do lugar. Para acampar nestes lugares tem que ter um motorhome “self-contained”. O que é isso? Basicamente é um carro que tem privada ou pinico.

Os campings particulares tem estacionamentos com eletricidade, cozinha e banheiro. Isso é o básico. Aí dependendo do camping vai ter parquinho, churrasqueira, lavanderia e sala de TV.

Para os amadores e iniciantes, recomendo passar a noite em campings particulares – ou pelo menos as primeiras noites – até pegar o jeito.

Não pode estacionar e pernoitar onde bem entender, somente em parques e áreas designadas para isso.

camping para motorhome na nova zelândia
Camping em Queenstown

10.O que levar para a viagem de motorhome na Nova Zelândia.

É muito importante deixar a mala a mais enxuta possível, e de preferência, viajar com malas moles – tipo bolsa esportiva. Isso vai ajudar muito na hora de guardar a mala dentro dos compartimentos do motorhome.

No mais não precisa levar nada de especial, o que precisar, pode comprar nos mercados por lá. O motorhome é super bem equipado.

O nosso tinha louça, taça de vinho, chaleira elétrica, cafeteira francesa, torradeira de pão, microondas, televisão, GPS… Bem completo.

Uma dica é sobre a televisão – nós não usamos – mas pra quem gosta de assistir ou por desenho para as crianças, precisa levar DVDs ou baixar programos no celular e usar um cabo USB. Não pega programação de televisão normal.

homem subindo no motorhome na nova zelândia com as malas
Desafio: ajeitar uma mala e dois carrinhos no motorhome

11. Dicas úteis para se organizar no motorhome e durante a viagem

1. Baixe o aplicativo do Rankers, ele foi muito útil para encontrarmos os campings onde nos hospedamos.
2. O Google maps foi bastante útil para encontramos postos de gasolina e supermercados.
3. A primeira coisa que você deve fazer depois de pegar o motorhome é passar no supermercado e abastecer. Pense em café da manhã e refeições leves.
4. Uma dica super legal que acatei do blog Fotos e Destinos foi comprar wipes de limpeza para manter o motorhome limpinho. Uma maravilha. É descatável e você pode passar na pia, no fogão, no banheiro e etc.
5. A segunda coisa que deve fazer é, desfazer as malas. Tem muitos compartimentos no motorhome, escolha um para cada pessoa e guarde as malas. Seu dia-a-dia ficará mais fácil.
6. É importante comprar (ou levar) umas garrafinhas de água e ir reabastecendo nos campings nas torneiras de água potável.
7. A última dica, mas não menos importante é: não deixe pra ficar sem gasolina para abastecer. A Flávia contou neste post aqui, e seguimos à risca. Não tem posto de gasolina em qualquer esquina.

Agora com essas dicas não tem erro.

Pode reservar seu motorhome na Nova Zelândia e curtir essa viagem.

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Melbourne, o que fazer e roteiro de 3 dias

Esra cidade me surpreendeu por ser uma megalópole, eu não eperava! Leia neste post sobre: Melbourne, o que fazer e nossa veja nossa sugestão de roteiro de 3 a 4 dias. Um roteiro de 3 dias em Melbourne já dá pra ter uma idéia legal da vida na cidade e conhecer várias atrações turísticas.

Leia o post completo ou clique para ir direto:

Roteiro de 3 ou 4 dias em Melbourne

  • 1o DIA – Australia Open
  • 2o DIA – Queen Victoria Market + Melbourne Museum + Street Art
  • 3o DIA – Spencer Outlet + Docklands
  • 4o DIA – South Wharf, Southbank + Jardim Botânico

Na verdade meu roteiro são de 4 dias em Melbourne porque fui em Janeiro e tive a opotunidade de assistir ao Open da Australia de tênis.

Se for em janeiro também, já anota essa dica, se não, siga o roteiro à partir do dia 2.

Se você precisa de um roteiro de 2 dias em Melbourne, junte o dia 3 + 4 de uma maneira mais corrida ou seletiva.

1 dia – Australia Open

Um dos maiores eventos mundiais de tênis é o Australia Open, em português: Aberto da Austrália. (Pra quem não sabia – como eu – os outros grandes eventos de tênis são Wimbledon, Roland Garros e US Open).

São 2 semanas de competições – masculino e feminino. Os jogos acontecem o dia todo e simultaneamente em várias arenas e quadras. O ingresso geral te dá acesso à área comum e às quadras menos famosas. Pra entrar em um jogo TOP, tem que comprar o ingresso separado, e esse pode ficar bem salgado – tipo uns 200 dólares. Nosso ingresso na geral custou 50 dólares australianos e as crianças entraram de graça.

A galera da geral pode entrar em alguns jogos mais selecionados mas tem que ficar esperando numa fila, quando vaga lugar. A gente ficou uns 45 minutos na fila da Melbourne Arena e conseguimos assistir aos últimos 2 sets do jogo do austríaco Thiem – que descobrimos depois é o quinto no ranking mundial.

Além dos jogos, o espaço é super animado e legal. Tem váááários restaurantes, bares, espaço kids (onde inclusive as crianças batem uma bolinha), tem palco de show, lojas e muita – mas muita gente andando pra cima e pra baixo.

É um mega evento que vale super a pena conhecer – até pra quem não manja nada do esporte. Que era meu caso, mas depois da minha experiência, saí um pouco mais iluminada no assunto.

Fica de olho nas datas no site oficial: AO.

2 dia – Queen Victoria Market, Melbourne Museum, Street art

Queen Victoria Market – me surpreendi com este mercadão. É enorme, tem muitas lojas de roupas, souvenir, coisinhas fofas, cafés, praça de alimentação, açougue, frutas e etc.

Mas o mercado é super organizado, limpo e as coisas que tem lá pra vender são realmente mais baratas e de qualidade.

Atenção aos dias de funcionamento: terça, quinta, sexta, sábado e domingo. Nas quartas-feiras tem a feira noturna. Endereço: na Queen St.

Passamos a manhã no mercado, almoçamos lá e fomos ao museu, pois é bem pertinho.

Queen Victoria Market

Melbourne Museum – é o museu de história natural e cultura. Um dos melhores que já conheci. É uma excelente programação especialmente para quem tem crianças. Além do assunto dinossauros e bichos despertarem a curiosidade de todos, tem uma área interativa para os pequenos de até 5 anos brincarem.

Vale super a pena conhecer, recomendo para todos, com ou sem crianças. Pagamos 15 AUD por adulto e crianças até 16 anos não pagam.

Endereço: 11 Nicholson St. Aberto diariamente das 10:00 às 17:00.

Museu de Melbourne

Street Art – na volta do museu, passamos em alguns pontos de arte de rua. Sinceramente, foi um pouco decepcionante, mas como era caminho pra casa – não custou nada passar.

O beco mais famoso é o AC/DC lane.

Quem gosta muito do assunto, pode baixar este guia em PDF: Melbourne_StreetArt.pdf com todos os pontos artísticos.

AC/DC Lane

3 dia – Spencer outlet, Docklands

Spencer Outlet – me surpreendeu este shopping. Tem muitas lojas e com preços ótimos. Vale super a pena pra quem quer fazer comprinhas. Camisetas de 5 AUD pras crianças no Cotton On, tênis à partir de 50 aud na New Balance, Fila, Skechers e um tanto de outras lojas de sapatos. Tem roupas das marcas australianas com Rip Curl e Volcom. Além de lojas de casa, departamento e etc.

Com praça de alimentação e loja outlet da Lindt yummy!

Endereço: 201 Spencer St. Abre todos os dias às 10 da manhã e fica aberto até às 18 – com exceção de quinta e sexta que fica aberto até às 19.

Docklands – um pier com restaurantes, um shopping e uma roda gigante. Sinceridade seja dita, ficamos um pouco decepcionados, achamos tudo meio vazio. Mas pode ter sido eu quem fui no horário errado.

De qualquer maneira, tomamos um cerveja com vista para o pier – que foi bem bacana. Depois caminhamos pelo shopping e tomamos um sorvete.

A roda gigante Star Observation Wheel, é a principal atração. Meia hora de passeio com vistas para toda a cidade. O ingresso custa 36 AUD e pode ser comprado com antecedência neste link. Depois é só apresentar o voucher no celular.

Star Observation Wheel

4 dia – South Wharf, Southbank, Royal Botanic Gardens

South Wharf – uma das áreas mais vibrantes e legais da cidade. Tem muitos restaurantes e bares na beira do rio, mas muitos mesmo! E todos pareciam lotados de gente. Vale super a pena se planejar pra almoçar – ou melhor ainda – curtir um fim de tarde no South Wharf. Mas chegue cedo pra pegar uma mesa legal.

Southbank – Além dos restaurantes tem um shopping e artistas de rua. A caminhada pela beira-rio é muito legal.

Royal Botanic Gardens – um enorme parque no meio da cidade. Bonito para caminhar, descansar ou fazer um piquenique. Infelizmente não encontramos nenhum parquinho infantil, só o gramado, laguinhos e patinhos. Fique de olho na programação no site, quem sabe na data da sua viagem tem algum evento legal rolando no parque.

O que fazer em Melbourne com crianças

O melhor passeio com as crianças foi sem dúvida o Museu de Melbourne. Foi simplesmente sensacional, elas amaram brincar lá, ver os animais, fósseis, planetas e etc. Um “must go” para famílias.

Nós aproveitamos os parquinhos da cidade também. Fomos no parquinho da Flagstaff Gardens, que fica bem ao lado do Queen Victoria Market. (entre as ruas King e William).

 

🚑 Atenção: veja aqui um post sobre Seguro de viagem Internacional e vá pra Australia sem preocupação.

Atrações para as crianças em Melbourne:

* Luna Park e St Kilda Beach – o mesmo Luna Park de Sydney, com brinquedos cheio de pisca-pisca e animação. Carrosel, montanha russa e etc. O parque fica em St Kilda, então aproveite e já conheça a praia.

* Collingwood children’s farm – um programa de local! É uma fazenda dentro da cidade. As crianças podem tirar leite da vaca e conhecer outros animais da fazenda. Adulto paga 12 AUD para entrar e criança 7.

* Sea Life Aquário – esse fica bem no centro da cidade, mas não fomos por achar o ingresso caro – 44 AUD. Mas claro que é um passeio maravilhoso para fazer com os pequenos, só tirar o escorpião do bolso e comprar antecipado aqui 😉

* Zoológico Werribee – um zoológico ao ar livre onde se faz um safari para conhecê-los. Atenção para economizar: nos fins de semana crianças menores de 16 anos não pagam o ingresso de 38 AUD. Durante a semana somente os menores de 3 anos entram grátis. Compre o ingresso antecipado aqui. 

* Legoland – um espaço com estátuas e maquetes feitas de legos, 2 “rides”, além de 11 espaços de brincar super criativo com os legos. A entrada custa 32,50 AUD, mas a vale a pena entrar e ver os preços no site oficial antes de ir – tem certos dias e horários que tem desconto.

Para ainda mais dicas do que fazer com crianças em Melbourne leia esse post do blog Kids2gether.

Onde ficar em Melbourne

Eu havia lido nas minhas pesquisas que o melhor lugar para ficar era na movimentada Flinders St. Pegamos um apart-hotel e no fim foi uma boa opção por ser no meio do caminho para as atrações turísticas.

O bom de ficar na Flinders é que tem um TRAM que é grátis que passa nela. Este tram circula pelo centro da cidade e você subir e descer à vontade desde que não saia da zona grátis. O resto fizemos tudo à pé!

Este foi nosso apartamento: City Lights. O apartamento era completo com cozinha e máquina de lavar/secar. Cozinhar em casa sempre quebra um galho! Tinha uma vista linda do rio. A cama era muito confortável, mas o sofá cama para as crianças não. Acabamos colocando o colchão no chão e deu tudo certo. Achei um bom custo x benefício no final.

Veja mais opções de hospedagem em Melbourne aqui.

Passeios bate-e-volta de Melbourne

A coisa que mais tem são passeios de 1 dia na região, bate-e-volta da cidade. Eu fiquei aguando em fazer todos estes que eu pesquisei. Mas, eu particularmente não fui porque são passeios muito demorados e eu estava com minha filha de 1 ano que não iria aguentar…

Vai ficar para a próxima, mas seguem as dicas:

Phillip Island – o ponto alto deste passeio é ver um desfile de pinguins, que saem todos os dias por volta das 17h e marcham pela ilha.

Yarra Valley – região produtora de vinhos. Aproveite o dia para conhecer vinícolas, degustar vinhos e almoçar na região do rio de mesmo nome, Yarra. Esse passeio tem visita às vinícolas e fazendas, degustando além dos vinhos queijos e chocolates. O preço inclui um almoço gourmet na vinícola também. Atenção – estes passeio não é recomendado para fazer com pequenos =(

Great Ocean Roads e 12 Apóstolosesse é o passeio mais clássico. TEM QUE SER FEITO! O que mais me doeu no coração perder. Se tiver que escolher só um, é este. Uma das estradas mais lindas da Austrália, cheia de praias, florestas e belezas de tirar o fôlego. São

12 Apóstolos – Foto por Hugo Kruip no Unsplash

Aluguel de carro para os passeios de um dia

Outra opção ao invés de fazer passeios com operadoras, é alugar um carro e fazer tudo por conta própria.

Fica mais barato dependendo do número de pessoas viajando no seu grupo. Outra vantagem é ter mais liberdade.

A desvantagem é perder todo conhecimento que o guia te passa, além de ir mais relaxado não tendo que se preocupar com direção – que na Austrália é mão inglesa. De qualquer maneira, orçe agora um aluguel de carro no RentCars e veja o que vale mais a pena pra você.

Ufa! Tem coisa pra fazer nesta cidade e região né?!

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Sydney com crianças: 7 atrações imperdíveis

Sydney é uma excelente cidade para viajar com as crianças. Sydney com crianças é agradável, muitas opções de lazer, clima agradável, praias próximas, parques e etc. Eu adoro conhecer cidades que levaram as necessidades das crianças em consideração em seu planejamento urbano.

Essa é uma lista dos lugares que fomos as crianças com 1 e 4 anos e que recomendamos para os pequenos e maiores também.

O que fazer em Sydney com crianças

1. Darling Harbour

Um excelente centro de entretenimento em Sydney. Lá tem pavilhão de eventos, restaurantes, lojas, jardim chinês, pedalinho, parquinho, aquário, mini zoológico, museu de cera e o pier em si.

É coisa pra caramba pra fazer, e se quiser ver tudo, tem que passar o dia todo lá.

Um dos pontos altos é o parquinho, além da área com balanço e trepadeiras, tem uma área aquática. Leve roupa de banho e uma toalha. É como se fosse uma grande poça de água. São três dedos de água pras crianças correrem e se molharem. Elas adoram.

Depois vale a pena sentar pra comer e aproveitar o fim de tarde. No restaurante Fratelli Fresh (na parte nova) as crianças comem de graça todos os dias. Basta comprar um prato adulto que tem um prato kids grátis junto. Se programe pois às segundas-feiras tem disconto de 50% no prato adulto.

E é lá que se encontra o Hard Rock Cafe, o queridinho dos brasileiros, esse fica na parte antig, perto do pier.

Ou seja, diversão não falta!

2. Powerhouse Museum

O museu aplicado de artes e ciência de Sydney é muito bacana. As crianças (até 16 anos) entram de graça, adultos pagam 15 AUD.

Tem trens antigos, aviões, motos, foguetes, máquinas antigas e tudo mais que um tunel do tempo pode ter. No entanto, a melhor parte são as áreas interativas.

As crianças podem fazer experimentos e ao mesmo tempo aprender sobre eletricidade, magnetismo, mecânica, robótica, além da área digital interativa.

Vale a pena passar umas 2 horas no museu.

Museu de ciência e tecnologia de Sydney

3. Maritime Museum

O museu marítimo é sensaional para ir com crianças. Lá é possível entrar em um submarino e navio de guerra e conhecer tudo por dentro. No entanto, crianças menores de 85 cm não podem entrar.

Tem um cinema 3D com os “monstros marinhos” e uma exposição de mesmo tema – que são os animais aquáticos pré-históricos. Muito interessante, além da exposição ser também interativa.

No museu tem também a exposição permanente que traz diversos objetos usados na navegação além de objetos pessoais de tripulantes e passageiros usados em navios. Para as crianças pequenas tem uma área de brincar.

Além disso, tem uma área de atividades para crianças (pescaria, montar bichos de papel, etc) que é inclusa quando compra-se um ingresso.

A exposição permanente do museu é grátis, mas nós compramos o ingresso de 25 AUD por adulto para ter acesso à todas às áreas (navios, cinema 3D e exposições temporárias). O museu fica no Darling Harbour.

4. Manly Beach

Conhecer a praia australiana é um programa mandatório. Manly Beach é menos famosa que a badalada Bondi Beach, mas é linda igual.

Manly é mais kids friendly na minha opinião. Apesar da orla de Bondi ter mais opções de restaurantes e lojas, Manly não deixa a desejar no quesito.

Ambas as praias são de extensa areia branca e mar bravo. A diferença é que em Manly existem muitas outras “prainhas” que não tem onda. Sugiro Shelly Beach e Manly Cove. Outra opção bacana em Manly é a piscina de pedra Fairy Bower Pool.

Ao lado da piscina tem uma ducha de água doce, trocador e banheiro.

Pra chegar em Manly tem que pegar o ferry na Circular Quay – o que por si só já é um passeio. No ferry é que se tem uma linda vista da Ópera House – prepare a máquina. Nós pegamos o fast ferry, que custou 9,90 por adulto. Foi tão rápido que mal deu pra tirar as fotos do caminho, chegamos em 10 minutinhos. O ferry comum leva uns 20 minutos e custa 7.60 AUD.

5. Taronga Zoo

Um dos programas preferidos das crianças. Eu particularmente não curto muito um zoo, mas como não levar as crianças pra verem coalas e cangurus? E além desses, encontra-se por lá outros animais nativos da Austrália, como o Taz e o ornitorrinco, além de roedores, pássaros e etc.

O zoo conta também com elefantes, girafas, gorilas e até nossas capivaras. Tem pinguins e show de focas.

Um atrativo bacana é fazer o “sky safari” – que nada mais é que uma votla de teleférico sobre o zoológico de Sydney.

É um passeio de um dia todo, bastante cansativo. Recomendo levar o carrinho, mesmo para as crianças um pouco maiores. Se você não tiver, a loja da entrada aluga por 15 AUD o dia. Leve uma garrafa de água, lá tem muitos bebedores espalhados para reabastecer. E capriche no protetor solar e tênis confortável.

Dica preciosa: compre o ingresso antecipado neste link. Além de evitar fila, alguns dias tem até desconto. Eu paguei 49 AUD lá na hora e no link estava 44. Não precisa nem imprimir, só salvar a entrada no celular.

Para chegar pegue o ônibus M30 – é a última parada. Outra opção é pegar um ferry no Circular Quay.

6. Royal Botanic Gardens

Jardim lindo e super bem cuidado – é o jardim botânico mais antigo da Austrália. Muito gostoso para passear e fazer um piquenique. Lá dentro tem também um café e lojinha. Tem banheiros e bebedouros.

Infelizmente não tem parquinho infantil, mas tem um trenzinho que passeia pelo parque. Custa 10 AUD. Eu queria muito ter feito o passeio, mas a fila de espera estava muito grande.

Dica: na pontinha do parque, em direção ao ponto ” Mrs Macquarie’s Chair” tem-se uma das vistas mais lindas da Ópera House e Harbour Bridge.

7. Australian Museum

Este aqui eu deixo de dica para vocês conhecerem e me contarem depois. Infelizmente ele está fechado para reforma por todo primeiro semestre de 2020. Perdi.

O que me atraiu nele foi a idéia de ver fósseis de dinossauros e conhecer sobre a história da Austrália.

Entre no site do museu (aqui) e veja se já re-abriram antes de ir.

Outras atrações em Sydney com crianças:

Essa lista acima são as atrações que eu daria prioridade, mas segue uma listinha de outras idéias.

* Art Gallery of NSW – o museu de arte da cidade, sempre tem várias atividades para as crianças. Confere no site antes de ir. A exposição permanente é gratuita. Eu gostei bastante.

* Centennial Parklands – alugar uma bicicleta e andar pelo parque – além de brincar no maior parque de natureza da cidade.

* Sea Life Aquarium – o aquário de Sydney que está no Darling Harbour. Tem tubarões, tartarugas, arrais e mais de 600 espécies. A fila é ENORME. Vale a pena comprar o ingresso antecipado. Eu não fui pois achei muito caro, 40 AUD. Outra opção é comprar o ingresso do aquário casado com outra atração (wild life, madame tussauds ou torre 360), aí sai por 60 AUS, ou seja, 30 cada.

* Wild Life Sydney – um pequeno zoo ao lado do aquário no Darling Harbour.

* Madame Tussauds – o museu de cera.

* The Grounds of Alexandria – o restaurante mais lindo que já conheci. São na verdade dois restaurantes em um espaço de jardim maravilhoso. No recinto tem também uma padaria e floricultura. É ótimo pra tirar fotos. A lado ruim é que é fora de mão e longe de qualquer outra atração turística.

* Escalar a Harbour Bridge – essa é para os adolescentes. É possível subir a torre da Harbour Bridge com uma excursão guiada, custa por volta de 170 AUD por pessoa. É caro, mas tem-se vistas espetaculares além da adrenalina claro. (Não recomendado para menores de 8 anos).

à esquerda e centro: Galeria de Arte de NSW / à direita: Grounds of Alexandria

 

🚑 Atenção: veja aqui um post sobre Seguro de Viagem Internacional e vá pra Australia sem preocupação

 

E você, tem alguma dica pra nos deixar?!

 

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Ilhotas perto de Nouméa

Tem muitas ilhotas perto de Nouméa que são possíveis de visitar para passar o dia, pernoitar em hotel ou acampar.

As principais atividades a fazer nas ilhotas são snorkel, kayak, stand-up paddle e o bom e velho esticar no sol.

Cada ilha tem sua particularidade e tipo de estrutura diferente, leia abaixo e se organize para conhecer todas!

Île aux Canard

É a ilhota mais perto da cidade, essa que se vê da praia de Anse Vata. O taxi boat sai pra lá a cada 10 minutos e em 3 minutos se chega na ilha.

A ilha em si é bem pequena, não é a mais bonita, mas é a mais prática pra se visitar sem dúvida. Além da facilidade em chegar, na ilha tem um restaurante e estrutura de aluguel de cadeiras, guarda-sois e equipamentos de snorkel.  Então não tem que ter muito preparo prévio, só acordar e ir.

Pra quem não quer gastar, também é possível levar tudo de casa e esticar a canga num cantinho.

O snorkel da ilha é um dos mais bonitos. É tudo demarcado com bóias pra você ir seguindo a rota.

Uma das desvantagens da ilha é que não tem sombra. Se você não alugar um guarda-sol, vai se esturricar.

A ilha tem muitas pedrinhas e corais mortos, então tem que levar o sapatinho de praia. Pras crianças pode ficar um pouco mais difícil a brincadeira também, não tem como fazer aquele castelinho de areia.

No geral achei que valeu a pena, foi um bom passeio. Perto, prático, rápido e barato pra quem leva suas próprias coisas.

Preços na Île aux Canards

  • Taxi Boat: 1250 francos ida e volta
  • Aluguel de máscara de snorkel: 1100 francos por 1 hora
  • Diária para duas cadeiras e um guarda-sol: 3200 francos
  • Média de prato principal no restaurante Le Filao: 2500 a 3000 francos

Mais informações no site da ilha.

Dia nublado na ilha Canards

Îlot Maître

É a Ilha do hotel de bangalôs, o hotel L’Escapade. A ilha em si é muito bonita. Como tem um hotel na ilha, também tem bastante infra-estrutura.

Além do hotel, tem uma área de piquenique, um quiosque de aluguel de pranchas e kayaks e venda de alguns sanduiches, batatas e afins.

Você pode ir com o taxi boat por conta própria e levar sua comida e canga – ou então fazer o pacote de diária do hotel que inclui o translado e uma refeição (café da manhã ou almoço dependendo do horário).

Vale a pena conhecer pela beleza, facilidade de chegar e infraestrutura.

Preços na Îlot Maître

  • Taxi Boat: 2900 francos ida e volta
  • Pacote de café + transfer = 4900 por adulto e 3900 por criança
  • Pacote almoço + transfer (no fim de semana) 11000 por adulto 8900 por criança
  • Diárias para pernoitar no hotel: à partir de 20.000 francos. Veja disponibilidade e preços aqui.
  • Batata frita na barraquinha: 600 francos
  • Aluguel de kayak por 1 hora: 2000 francos

Îlot Signal

Um pouquinho mais longe que as outras duas ilhas, Ilot Signal é linda, paradisíaca e deserta.

Não tem estrutura nenhuma. Tem que se levar tudo pra lá. O máximo que se encontra na ilha são alguns poucos quiosques com mesas. E só. Ou seja, tem que levar comida, água e todas as tralhas que usará durante o dia.

Para ir com o taxi boat, tem que ligar e reservar com antecedência. São 30 minutos até a ilha, um pouco desconfortável, mas dá pra encarar. O retorno é às 15 horas. (Mais informações abaixo)

Preços na Îlot Signal

  • Taxi Boat: 4000 francos ida e volta por adulto, 2500 por criança (1 a 5 anos)

Pharee Amedée

A mais linda de todas!

Sem dúvida você verá enormes tartarugas marinhas por aqui. (Nas outras ilhas pode ser que você veja, mas nesta é certeza!)

Excelente estrutura na ilha, banheiro, parquinho infantil, espreguiçadeiras e o restaurante pra quem vai com o pacote turístico.

Nesta ilha existem duas opções, ir por conta própria no taxi boat, ou então comprar o pacote “all-inclusive” da operadora de turismo Mary D. Eu fiz a segunda opção, e apesar de caríssimo, valeu super a pena! Um passeio super bem estruturado, com muita atenção dos funcionários, almoço e todo tipo de bebida incluso, suco, cerveja, vinho, água e etc.

Mas como nem tudo é um paraíso, é preciso avisar que tem muitas cobras na ilha. A cobra típica da Nova Caledônia, chama Trico Rayé. Ela é uma cobra coral e é venenosa, porém dócil e não ataca humanos. É algo que tem que se conviver na ilha. Eu devo ter visto umas 7. Não tenho fobia, mas digo que não é a coisa mais agradável do mundo.

Ainda assim, é um dos melhores passeios que se pode fazer saindo de Nouméa. Recomendo.

Preços na Îlot Amédée

  • Taxi Boat: 5000 francos ida e volta por adulto, 3500 por criança (1 a 5 anos)
  • Passeio com o Mary D: 12950 francos (inclui translado, passeio em barco com fundo de vidro pela ilha, almoço (com bebida alcóolica), cadeiras e guarda-sois, apresentações típicas e café no retorno)
  • Bilhete para subir no farol: 300 francos

🚑 Atenção: Veja aqui um post sobre Seguro de viagem Internacional e vá pra Nova Caledônia sem preocupação.

Como chegar nas Ilhotas perto de Nouméa

Taxi Boat de Anse Vata

O taxi boat é a maneira mais rápida e prática de chegar às ilhas. É só chegar lá, comprar o ticket e pronto. No entanto, o taxi boat vai apenas para Ilê aux Canard e Ilot Maître.

Taxi Boat de Port Moselle

Em Port Moselle tem várias empresas que levam para as ilhotas mais longe, como a Ilôt Signal. A que conhecemos é a Coconut.

Barco próprio da Ilha / Operadora de turismo

As ilhas com mais estrutura de turismo, que são a Maître e Pharee Amédee tem barcos próprios para fazerem o translado dos turistas. São barcos grandes, confortáveis com ar condicionado e banheiro, que transportam dezenas de pessoas.

Porém o transporte não é vendido separadamente, faz parte do pacote turístico que inclui também a alimentação e a infraestrutura.

Fretar um Catamarã

A opção mais patrão é fretar um catamarã. Claro que não é a opção mais barata, mas se você conseguir uma galera pra ir em lotação máxima, fica super acessível.

Tem conforto pra passar o dia, geralmente tem quartos, banheiros, cozinha – além de não quicar tanto no mar como o taxi.

Você pode ir no seu ritmo e horário. Bem conveniente. É possível fretar o catamarã por alguns dias e conhecer todas as ilhas também.

Nós usamos a Aito Charters e fizemos um passeio de um dia para a Îlot Signal. Custou 110.000 francos a diária (com o skipper claro) e dividimos entre 15 pessoas.

Taxi boat ou catamarã?

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Viajar para a Nova Caledônia: dicas antes de partir

Para viajar para a Nova Caledônia (ou qualquer lugar do mundo diga-se de passagem) convém preparar antes.

Eu separei algumas dicas e dúvidas que eu tinha antes de vir morar nesta ilha perdida no Pacífico.

Brasileiro precisa de visto para a Nova Caledônia?

Para turismo não. É possível ficar até 3 meses na Nova Caledônia sem visto prévio.

Para quem vai trabalhar ou estudar, aí sim é preciso fazer o processo do visto na Embaixada Francesa no Brasil. E esse aí é chato viu… prepara.

Roteiro de 1 semana na Nova Caledônia

Pra quem vem visitar eu recomendo o seguinte roteiro:

  • 2 dias em Nouméa
  • 1 dia no Pharee Amedée (bate e volta de Nouméa)
  • 1 dia na Ilôt Maître (bate e volta de Nouméa)
  • 2 dias na Ilha dos Pinhos

Esse é um roteiro puxado, pra quem tem pique! Pra quem vem pra descansar mais ou não quer correr tanto, tire Ilôt Maître do roteiro acima.

Se ainda assim achar corrido demais, priorize conhecer a Ilha dos Pinhos – que é o ponto alto da Nova Caledônia.

Visa de cima do farol em Phare Amédée

É muito caro viajar para a Nova Caledônia

É caro, mas caro com força viajar pra Nova Caledônia. Tipo 26 reais o quilo da banana. Um melão sai por 40 reais e um expresso no restaurante por 15.

Média de hotel é 100 euros a noite num hotel 2 estrelas. Uma pizza individual custa 20 euros.

Acho que já consegui demostrar que custa muito dinheiro chegar e desfrutar da ilha.

Um consolo é que todo mundo aqui é farofeiro! Até café da manhã a gente leva pro hotel pra economizar um pouco. (PS – leia nossas dicas de como viajar bem e barato pelo mundo pra te inspirar)

Moeda

A moeda oficial é o Franco Pacífico. O câmbio para 1 real é 26 francos. Uma conta grosseira é que 100 francos são 4 reais. O difícil é fazer as contas em centenas e milhares, sempre me confundo com os números grandes.

Em geral, não se aceita outra moeda. No entanto, alguns estabelecimentos bem turísticos aceitam dólares australianos.

O ideal é trocar nos bancos.

Idioma

O idioma oficial é o francês e dá pra se virar em lugares mais turísticos com o inglês. Mas fora das regiões turísticas, é só francês mesmo.

Na minha experiência, o povo aqui não se esforça muito pra te entender, mesmo que você tente arriscar um francês sem vergonha (como o meu). Mas dá pra se virar tranquilo.

Eletricidade

A tomada é aquela padrão européia com dois pinos, voltagem 220 V.

Alimentação

A comida nativa local é baseda em tubérculos, muito inhame e batata doce por aqui! No entanto, os restaurantes mais comuns são de comida francesa (óbvio), tailandesa, italiano e vietinamita. E sempre tem aqueles restaurantes que não são nada mas tem tudo – hamburger a peixe frito.

O que você não pode deixar de comer são os pães e doces franceses que tem em todas as padarias. Juro que nunca comi um pão tão bom como o caledonense.

De resto não tem erro nem perrengue. Encontra-se TUDO nos mercados.

Locomoção na Ilha

É muito fácil andar de carro pela Nova Caledônia. As estradas são excelentes e dirige-se na mão esquerda, como no Brasil. Tem muitas locadoras de carro, eu costumo usar a RentCars pra fazer cotação e pagar em reais do Brasil (evitando IOF).

Outra opção de locadora de carros local é a Point Rouge.

A melhor dica no entanto que posso compartilhar é: baixe o applicativo Maps.me. Você baixa o mapa da Nova Caledônia e pode usá-lo offline. É muito mais preciso que o google maps e waze aqui não funciona.

O Taxi Boat te leva para algumas ilhotas perto de Nouméa

Seguro de Viagem

Eu sei que é aquele tipo de coisa que ninguém quer usar, mas que é importante ter, com saúde não se brinca.

Nós usamos o portal SEGUROS PROMO, pois faz cotações com várias seguradoras trazendo um comparativo de preços e benefícios.

Pra vocês terem idéia, um seguro de 7 dias custa à partir de 55 reais. Não é caro. Na Seguros Promo você pode pagar em 12x no cartão ou ter 5% de desconto pagando no boleto. E, tem mais…

Nossos leitores tem direito a um desconto de 5% (adicional ao do boleto). É só inserir o cupom SELANCA5 para ganhar. Ou seja, fica bem acessível contratar este serviço para viajar tranquilo.

Clique aqui para fazer sua cotação

Vale a pena viajar para a Nova Caledônia?

Olha, sejamos bem sinceros. Pra levantar do Brasil e despencar pra cá é bem caro! Acho que valeria a pena incluir a Nova Caledônia no seu radar se você mora na Austrália ou Nova Zelândia.

Ou então vale a pena incluir a Nova Caledônia no seu roteiro se você vai fazer um tour pelas ilhas do pacífico. Agora, sair do Brasil pra vir conhecer somente a Nova Caledônia, é só se tem algum outro motivo – como visitar os loucos que moram assim tão longe!

Vista do Ouen Toro, montanha na cidade de Nouméa

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~ Se Lança ~

O que fazer em Nouméa

Ah Nouméa! Uma linda cidade pra se viver – mas fazer turismo já tá bom também. Veja neste post o que fazer em Nouméa, algumas sugestões de passeios e as principais atrações turísticas. Dicas de quem morou por aqui!

Neste post você vai ler:

Praias em Nouméa

As principais praias na cidade são:

  • Anse Vata – pequena extensão de areia, mar aberto, local de prática de windsurfe e stand-up paddle. Tem um lindo calçadão pra fazer caminhada. Tem dois espaços de ginástica a céu aberto, algumas mesas de piquenique, ducha de água doce e alguns banheiros químicos. Eu particulamente gosto de caminhar por ela, mas para tomar banho de mar não – pois tem MUITO vento.
  • Baie de Citron – a minha preferida para ir com as crianças. É uma baía e não costuma ter muito vento. A água é calma, é possível fazer snorkel (tem corais nas laterais da baía). É a praia mais frequentada por banhistas. Tem um posto de salva-vidas e duchas de água doce. Fica em frente a diversos restaurantes.
  • Praia do Meridien / Château Royal – água transparente, larga faixa de areia e um pier pra caminhar pra dentro do mar. Não tem muito estrutura.
  • Kuendu – é a praia mais longe. A água é tão calma que parece uma piscina. Lá é mais cheio durante os fins de semana. Tem uma linda paisagem ao redor. No local tem também o Beach Resort, onde é possível nadar nas piscinas e tobogãs pagando por hora.
Taxi Boat, Praia de Anse Vata e Kuendu Beach

Ilhotas perto de Nouméa

Dediquei um post especial só para explicar tin tin por tin tin sobre as ilhotas perto da cidade de Nouméa: Ilhotas perto da Nouméa

É possível fazer passeios de um dia nas ilhas, onde se encontra excelentes regiões para snorkel. Algumas ilhas tem infra-estrutura e outras não. As ilhas mais fáceis de chegar são a Ilôt Canard e Ilôt Maître. É só pegar um taxi-boat na praia de Anse Vata e pronto. E não precisa se preocupar com infra, nessas duas ilhotas tem restaurantes e infraestrutura pra passar o dia. Veja o post para saber mais sobre cada ilha.

Parques e Mirantes

Ouen Toro – uma montanha ao sul da cidade onde em seu topo tem um canhão e linda vista de 360 graus da cidade. Na montanha tem também diversas trilhas pra fazer. As trilhas são em geral fáceis, os moradores da cidade vão lá inclusive para fazer caminhada. Além disso, ao lado do estacionamento, tem uma área de onde é possível ver o por do sol. Também muito frequentado pelos locais para fazer piquenique.

Parque Zoológico e Florestal – É um dos meus lugares preferidos na cidade pela paisagem e tranquilidade. O forte do parque é a natureza, são pedaços de floresta típica da Nova Caledônia onde você pode entrar pela trilha, ou então se manter no asfalto principal. Tem também uma rota panorâmica que dá vista para o mar. Ótima opção para caminhada. Entrada custa 600 francos e criança paga meia.

Parques Infantis – são inúmeros parques infantis espalhados pela cidade. O maior deles fica próximo à praia do Meridien. Lá tem brinquedos para todas as idades, e uma ótima opção de lazer para as crianças. Leia mais sobre os parquinhos nesse post: Nouméa com crianças: melhores passeios.

Museus e atrações em Nouméa

Aquário de Nouméa – um pequeno aquário localizado entre a praia de Anse Vata e a Baía de Citron. No aquário é possível conhecer as espécies de corais da ilha assim como outros peixes. Na parte externa tem um tanque onde as tartarugas são cuidadas. O principal objetivo do aquário é oferecer à população o conhecimento sober as espécies da ilha, além de trabalhar com educação e pesquisa. A entrada custa 1500 francos por adulto e criança paga meia.

Centro Cultural Tjibaou – esse centro cultural conta a história e costumes do povo Kanak. É um lugar muito bonito, com jardim e museu. A arquitetura do lugar em si é uma atração também. Houve uma competição entre arquitetos para desenvolver o melhor projeto. Uma vez por mês tem uma feira livre e a entrada é grátis.

Museu Marítimo – como diz o nome, é um museu sobre navios, navegação e a história do mar com a ilha. Conta sobre as migrações em navios, a guerra, tem exposições de equipamentos de navegação e muitas fotos. O museu é todo interativo, um ótimo lugar para levar as crianças.

Outros museus são: Musée de la Ville de Nouméa, Musée de la Nouvelle Caledonie e Musée de la Seconde Guerre mondiale

* O Museu da Nova Caledônia está fechado para reforma já tem quase 1 ano. Verifique antes de ir se reabriu ao público. 

Outros pontos turísticos

Marché de Nouméa – é o famoso “mercado municipal”. É lá que se encontra a maior variedade de frutas e os peixes frescos. Tem venda de flores, tem um café, muitas barracas de artesanatos e aos fins de semana tem até uma musiquinha. Aos sábados e domingos fica bem cheio, durante a semana é mais frequentado pelos locais que fazem a feira.

Place des Cocotiers – uma praça no meio da cidade cercada de coqueiros e com um coreto no meio. Lá tem também um café. Apesar de ser um dos cartões postais da cidade, honestamente não tem muito o que ver ou fazer.

Centro de Nouméa e Chinatown – ao redor da praça, tem a Rue D’Alma que é a rua das compras. É a rua mais arrumadinha. Ao lado contrário, tem a Chinatown, que tem uma entrada bonita – mas as lojas são mais de bugigangas mesmo.

Onde ficar em Nouméa

Já saiba que os hotéis em Nouméa não tem café da manhã incluso e poucos tem internet grátis. DIto isso, seguem minhas recomendações:

Onde ficar em Anse Vata

Ramada – hotel com apartamentos e infraestrutura de cozinha. Eu fiquei aqui quando cheguei na cidade. Não é luxuoso, mas é muito bom! A piscina também é linda. Eu recomendo.

Hilton – apartamentos modernos com linda vista pro mar! Super bem localizado.

Nouvata – opção para quem só quer um quarto, não apartamento em Anse Vata. É um pouco mais simples que seus vizinhos e tem melhor preço.

Onde ficar na Baía de Citron

Casa del Sole – local por onde morei durante minha estadia no país. Tem apartamentos mobiliados de 1, 2 ou 3 quartos. É muito bem localizado, mas confesso que a manutenção poderia ser melhor, ele deixa a desejar.

Beauarivage – hotel duas estrelas, o mais em conta perto da praia! É em frente mesmo, só atravessar a rua.

Outros hotéis em Nouméa

Meridien, Chateau Royal são resorts ao pé da praia. Gondwana no centro da cidade.

 

🚑 Atenção: veja aqui um post sobre Seguro de viagem Internacional e vá pra Nova Caledônia sem preocupação.

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5 motivos pra fazer um sabático

Vou começar este texto reconhecendo que falo de uma posição privilegiada. Os 5 motivos para fazer um sabático que trago aqui são compatilhadas por muitas pessoas, porém são poucas as que podem fazer um sabático.

Da minha experiência, muita gente não faz um sabático por falta de dinheiro, falta de coragem – ou os dois.  Pra ajudar na falta de dinheiro você pode ler esse post: Como viajar bem e barato pelo mundo.

Aqui vou abordar a falta de coragem! Vamos lá meu jovem, avante!

1. Você está de saco cheio do trabalho

A minha geração vive insatisfeita com a vida profissional, em parte eu acho que isso é culpa nossa, que tem expectativas irrealistas quanto ao trabalho. Mas as empresas também tem lá sua parcela de responsabilidade.

Hoje exige-se muito das pessoas, que se doem, vistam a camisa, estejam conectadas 24×7 e que a carreira e vida profissional seja a prioridade número 1. Acredito que se houvesse um equilíbrio maior entre trabalho e vida pessoal, ia ter bem menos gente querendo largar tudo.

A maioria das pessoas da minha idade (trinta e tantos) achava que ia ser gerente aos 26 anos (pelo menos eu achava no auge dos meus 22), ganhar rios de dinheiro, ter muito sucesso, fechar negócios, tudo isso no salto Louboutin.

Quando se depara com a realidade, fica frustrado. Não entende que não tem glamour no mundo corporativo, é muito suor e dedicação pra receber tapinha nas costas e aquele papinho “você tem muito potencial”.

Eu sou uma dessas realistas, que depois de superar essa ingenuidade, aceito que vou ao trabalho, faço meu melhor sempre, trabalho duro, levanto e vou embora. Busco viver minha vida feliz fora do ambiente corporativo. Paciência zero pra happy hour pra bajular gerentes, diretores, clientes… Reservo meu tempo e carinho pra família e amigos.

Até aí tudo bem. O duro é quando você se depara com um trabalho que te suga, que te traz infelicidade e te põe tão pra baixo que você simplesmente não consegue relevar mais.

Se você se encontra assim, coragem!

Essa foi a situação com a qual nos deparamos em casa. Já não dava mais pra sustentar aquela situação, melhor sair antes de ficar rancoroso. Arrancamos como um band-aid. Demissão! Não foi uma decisão fácil. Trocar o estável e previsível por uma grande incerteza, o que faremos depois? Foi um passo de fé e coragem. Então lá vamos nós, realizar um sonho antigo e viver um dia de cada vez.

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2. Realizar um sonho

Quem é que não sonha em chutar o pau da barraca e sair viajando?! Todo mundo, né?

Pois então, tirei o sonho da gaveta e disse: porque não?! E posso confirmar que ir riscando os sonhos e desejos da lista é muito bom.

3. Precisa de inspiração

Quem se acomoda com a vida fica chato. Fato.

Tem que conhecer gente diferente, ver coisas novas, provar comidas esquisitas, conversar com crianças, jovens, velhos… ouvir histórias de vida, conhecer novos negócios, aprender sobre novas culturas e por aí vai.

Ninguém precisa fazer um sabático pra viver assim, mas quando você larga tudo pra viajar, você se abre pra novas descobertas e deixa a sua curiosidade despertar.

Sabe quando dizem que as melhores idéias são sempre as mais óbvias?

4. Ganhar tempo

Um dos ganhos de fazer um sabático é ter mais tempo para dedicar às atividades que você realmente gosta. Estou falando de atividades criativas.

É preciso ter disciplina para simplesmente não fazer nada no sabático e apenas turistar. São coisas diferentes. Ter tempo para ler, aprender um hobby novo, estudar e investir em crescimento intelectual é muito importante.

Às vezes na correria do dia a dia não investimos em nós mesmos. A vida se resume a uma rotina tão puxada que não temos lá muito tempo e energia para investir em nosso intelecto, saúde ou espírito. Quando você de repente pára, automaticamente ganha esse tempo.

Use-o a seu favor, invista em você.

5. Quer crescer e amadurecer

Se você teve coragem de encarar todos os pontos anteriores, algo acontecerá com toda certeza: Você vai crescer e amadurecer. Não tem como passar por um processo tão disruptivo, tão contra a maré e não sair mudado.

E a vida é esse eterno processo de dar dois passos pra frente, um pra trás, mais alguns pra frente e assim vamos. Todos juntos buscando melhorar como pessoas sempre.

E então, te convenci a arrancar o band-aid também? Joga essa muleta fora e bora se lançar!
Depois volta aqui e me conta.

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~ Se Lança ~

Caixeta Xereta

Dê ao seu filho algo interessante para pensar e brincar

Eu sempre gosto de levar supresinhas durante a viagem para entreter as crianças. Principalmente em vôos longos. (Já falei sobre isso aqui: Viajar com crianças: Como sobreviver a um vôo longo)

Foi pensando nisso, e na habilidade de aprender em casa que eu (Tati) criei a Caixeta Xereta.

O que é a Caixeta Xereta?

Uma caixa especial contendo 3 itens  sobre um tema especifico, focados no aprendizado e na diversao das criancas entre 3 e 8 anos. A ideia é proporcionar a completa experimentacao de um assunto.

  • Livro: informação completa e de confiança em livros resistentes, de editoras renomadas, muitas vezes interativos, que podem ser lidos pelos pais e outros adultos ou pela própria criança.
  • Brinquedo: aprender brincando eh o que as crianças fazem! Um brinquedo sobre o tema que acabaram de explorar ajudara a consolidar de forma lúdica o conhecimento. Na Caixeta Xereta voce encontrara brinquedos criativos, de ótima qualidade que incentivarão o “brincar livre”.
  • Fantasia: criancas adoram incorporar personagens, fingir que sao adultos com diferentes profissoes. Uma fantasia sobre o tema escolhido estara na Caixeta para que a crianca aprofunde sua experimentacao.
  • Brinde: sempre vai ter uma surpresinha dentro da caixeta

Quais os temas?

OS ALIMENTOS – Essa caixeta vai mostrar às crianças de onde vem os alimentos que comem diariamente e permiti-las explorar o assunto brincando.

O CORPO HUMANO – Essa caixeta leva as crianças a uma viagem por dentro do corpo humano.

OS DINOSSAUROS – Essa caixeta convida as crianças a explorar o fascinante mundo dos dinossauros.

Como comprar

Acesse o site da Caixeta Xereta e compre sua caixeta favorita! Logo mais estará na sua casa!

~ Se Lança ~

 

Ilha dos Pinhos na Nova Caledônia

Se você está lendo este post sobre a Ilha dos Pinhos na Nova Caledônia, é porque provavelmente já mora na região. O lugar é lindo e maravilhoso, mas pensa num lugar longe…

No entanto, valeu super a pena e recomendo para todos que estão por aqui.

Neste post você vai ler:

Então vamos lá:

Como chegar na Ilha dos Pinhos

São duas maneiras: Você pode pegar o barco comercial Betico 2 do centro de Nouméa ou então voar do aerodrome de Magenta com a Air Caledonie.

Barco de Nouméa para Ilha dos Pinhos

De barco são mais ou menos 2 horas e meia. Geralmente o barco para a Ilha dos Pinhos parte de Nouméa no sábado e retorna de lá no domingo. Mas, tem que entrar no site e ver a tabela de horários de cada mês – porque varia muito.

A tarifa custa 5900 francos na classe econômica para os adultos e 3100 para crianças de 4 a 13 anos.

No porto onde pega-se o barco tem estacionamento. Confira a tabela de horários no site oficial aqui.

Vôo de Nouméa para a Ilha dos Pinhos

Nós fomos de avião. Foi muito rápido, marcamos 22 minutos de vôo. Este é o site oficial da Air Caledonie, da pra comprar a passagem online ou pelo telefone.

No aeroporto de Magenta tem estacionamento, mas é muito difícil conseguir vaga. Paramos na rua, um pouco distante. O taxi da Casa del Sole até o Aerogare custou 2000 francos.

No avião, não tem assento marcado. Senta onde quiser, mas a aeromoça disse que o lado esquerdo é o mais bonito. Confira as fotos feitas do avião:

Tivemos direito a uma mala de 12 kgs despachada e 5 kgs na mala de mão. Vimos muita gente despachando cooler!

Na saida do aeroporto o transfer do hotel foi nos buscar, é só combinar com antecedência.

Onde se hospedar na Ilha dos Pinhos

Hotel Kuo Bugny – melhor custo beneficio que encontramos. Em frente a Baia de Kuto que é lindíssima, uma das praias mais bonitas na minha opinião. O restaurante do hotel fica na praia, então você sempre tem uma vista bonita. Fora dos horários de refeição, o bar fica aberto. A lata de Number One custa 800 francos. Outra opção bacana é que o hotel oferece uma estrutura de chuveiro e banheiro pra quem vai ficar na ilha depois do check-out. Não tem piscina, mas não fez falta. Diárias à partir de 16.000 francos. Faça já sua cotação nesse site.

Hotel Kuo-Bugny

Hotel Le Meridien – o hotel top e mais caro da ilha. Lindíssimo, muito bem localizado por ser o mais perto da piscina natural. Ele tem uma piscina de frente pra praia. Também o mais caro com diárias à partir de 40.000 francos a noite! Veja preços neste link.

Oure Tera Beach Resort – um resort com piscina externa e acesso direto à praia em Kanumera. Os hóspedes tem direto a usar kayaks e snorkel do hotel sem custo adicional. Diárias à partir de 30.000 francos, com café da manhã incluso. Veja disponibilidade aqui.

Relais le Kuberka – a mais em conta pra quem quer economizar. É simples porém muito limpinha e organizada. Pra quem só quer um chuveiro e cama pra dormir, essa é sua opção! Não tem site, pra reservar tem que entrar em contato pelo fone: 461118 ou veja o facebook deles.

Como alugar carro

Cada hotel tem sua frota de carros, não tem empresa de aluguel de carros na ilha. Ou seja, quando reservar o hotel, reserve o carro também.

No hotel Kuo Bugny, pagamos 4500 por carro (porque alugamos 2 carros), isso inclui a gasolina. Você pega o carro no check-in e devolve às 18h. Não tem meia diária.

Tem que apresentar carteira de motorista internacional e deixar um cheque calção. Quando decolver a chave, você recebe o cheque de volta.

Dirigir na Ilha dos Pinhos é muito fácil e tranquilo. O app Maps.me também funciona direitinho.

Onde comer na Ilha

Geralmente as refeições são feitas no seu próprio hotel.

Esses são os preços no hotel Kuo Bugny:

  • Café da manhã: 2.332 francos adulto e 1.116 por criança
  • Buffet de almoço: 4.770 francos adulto e 1.908 por criança
  • Jantar: à la carte, preço do prato principal: 3.180 e 2.120 pela entrada. Pranto infantil – melhor servido que prato adulto: 2.060 francos. (Sábado à noite é buffet e o preço é o mesmo do almoço)
Restaurante do Hotel Kuo Bugny, pé na areia da Baía de Kuto

Restaurante Le Kuo-gny – esse restaurante nos foi recomendado por amigos. Ele é pé na areia, próximo à piscina natural. Recomendaram a lagosta que estava divina. É uma excelente opção para quem vai de carro até a piscina natural e pode gerir seu tempo.

Outras dicas pra comer por lá

Nós levamos algumas comidas de casa, coisas como pão, presunto, queijo, café, frutas e petiscos.

Na Ilha até tem mercearias, mas durante o fim de semana os horários de abertura eram bem restritos. Acabamos não conseguindo comprar nada por lá.

Outro detalhe importante é que é proibido vender álcool nas mercearias. Bebida alcoólica só é vendida em restaurantes.

Mas como disse, vi muita gente despachando cooler e caixa de cerveja. A gente levou dois vinhos brancos pra tomar pela noite e algo muito útil que levamos foi nossa garrafa de filtrar água.

Roteiro de 2 dias pela Ilha dos Pinhos

Primeiro dia

Passamos algumas horas na Baía de Kuto enquanto aguardávamos o horário do check-in. Depois demos uma volta de carro pela ilha, e finalizamos a tarde na Baia de Kuto outra vez.

Praias visitadas de carro

Gadji – bonita de ver, porém uma areia meio movediça, densa, pesada. O pé afunda. Não é praia pra ficar e curtir. Está ao lado da praia dos caranguejos, porém para chegar nesta, precisa andar em estrada de terra e não quisemos seguir.

Grotte de la Reine Hortense – só passamos em frente a gruta, custa 300 francos por adultos e 150 por criança. Aberto até às 16h. Não descemos pela trilha, não estávamos animados, mas a moça do hotel disse que são 15 minutos de passeio.

Baía de São Maurice – muito bonita ao lado do centrinho de Vao. Curioso ver a santa protegida por totems.

Mas depois de rodarmos a ilha toda, decidimos que a Baia de Kuto em frente ao nosso hotel era a mais bonita de todas e voltamos para o por do sol.

Baía de Kuto

Segundo dia

Passeio de Pirogue na Baia d’Upi e Piscina Natural

Este passeio é simplesmente maravilhoso. Nós velejamos na jangada durante mais ou menos 1h e meia pela Baia d’Upi. Vimos tartarugas e um golfinho, além da paisagem que é linda demais.

Passeio de pirogue na Baia d'Upi na ilha dos pinhos
Passeio de pirogue na Baia d’Upi

A jangada para no começo da trilha que deve se seguir para chegar na piscina natural. São mais ou menos 45 minutos caminhando pelo mato. Uma caminhada tranquila para os adultos, mas crianças pequenas precisarão de ajuda.

trilhas e caminhada para chegar na piscina natural na ilha dos pinhos
Trilhas e caminhada para chegar na piscina natural

No fim da trilha tem uma pessoa cobrando 200 francos, que é a entrada na piscina natural. Você vira a direita e caminha mais uns 10/15 minutos pela água e terra seca pra chegar.

Trilha da Baía de Upi até a Piscina Natural. Veja ao lado esquerdo o Hotel Meridien e o Restaurante Kuo-gny.

O passeio de manhã começa cedo. O transfer do hotel sai às 7:45 e te pega às 15h. Chegamos na piscina natural por volta das 11, ou seja, tem muito tempo para aproveitar ainda.

Dicas valiosas:

  • Não tem ninguém vendendo NADA neste lugar. (A não ser que você caminhe até o restaurante Kuo-gny, mas é um pouco longe)
  • Tem que levar piquenique e muita água. O hotel preparou um sanduíche pra nós por 800 francos cada.
  • Vá com a sapatilha de andar no mar para percorrer o trajeto.
  • Leve seu snorkel também, ou alugue no hotel antes de ir – não tem ninguém alugando snorkel lá.
  • Pra voltar planeje sair alguns minutos antes, pois tem que caminhar mais uns 15 minutos até a estrada.

Eu pensei que chegaríamos com um pouco de energia pra aproveitar o fim do dia. Mas depois de tanto caminhar e carregar criança e mochila, estávamos mortos!

Quanto custa viajar para a Ilha dos Pinhos

  • Passsagem de avião: 10.133 francos por adulto
  • Duas diárias de hotel: 60.820 francos pelo bangalô para 7 pessoas
  • Diária de aluguel de carro: 6340 francos (como alugamos dois carros, pagamos só 4500 por carro)
  • Transfer do aeroporto para o hotel: 1000 francos por adulto e 500 por criança
  • Preço do passeio de Pirogue: 2500 francos por adulto e 1250 por criança
  • Transfer do hotel até a Baía de Upi: 1575 francos por adulto e 787 por criança
  • As despesas com comida variam de acordo com cada pessoa, nós só jantamos no hotel. O café da manhã levamos e também almoçamos sanduiches que fizemos.
  • Uma ingrata surpresa são as taxas de turismo. É cobrado sobre tudo. TUDO. Desde os passeios até as refeições. 6% sobre tudo.

No final foram dois dias e meio muito valiosos na Ilha dos Pinhos, conhecer esse pequeno paraíso é um privilégio para poucos.

piscina natural na ilha dos pinhos

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Nouméa com crianças: melhores passeios

Passear em Nouméa com crianças é muito bacana! Tem muita atividade pra fazer com crianças de todas as idades.

Vou listar os passeios que já fizemos por aqui – além de ir na praia, e aos poucos vou atualizando. Se você conhecer algum lugar legal, deixe a dica aí nos comentários que eu adiciono aqui também!

O que fazer em Nouméa com crianças

Parques infantis

A atividade favorita da casa é brincar em parques. Desde que virei mãe, procuro sempre mesclar nossas viagens com atividades para os adultos e para as crianças. (Já leu meu post: 5 maneiras que ser mãe mudou meu jeito de viajar?). O parque também faz parte do nosso dia-a-dia.

Nouméa é repleta de parques com parquinhos infantis, são super estruturados e muito bem cuidados. Os principais na área sul da cidade são:

  • Parc Georges Guerlain – fica próximo ao hotel do Meridian e ao lado da piscina pública. É um dos maiores parques (acho que o maior) da cidade. Tem brinquedos pra todas as idades, mesas para piquenique, um banheiro químico, água potável, muitas árvores e espaço pra correr e brincar. Bom para as crianças grandes principalmente, mas não deixa de ter o cantinho dos bebês.
  • Parc Charles de Gaulle – fica na Baía de Orphelinat, bem no redondo da âncora. Excelente opção para as crianças menores, até uns 5/6 anos – mas é claro que todas as crianças conseguem se divertir aqui. Tem também mesas para piquenique, um banheiro químico, água potável e uma linda vista da baía e por do sol.
  • Parc de N’Gea – fica nas esquinas das ruas Pierre-Vernier e Gaspard.  Parque com um navio de pirata e brinquedos de equilíbrio – muito legal! Tem também brinquedos para todas as idades, além da estrutura de sempre.

Nesse site (em francês) você encontra todos os parque infantis da cidade.

Skate Park

Uma variação do tema acima, este é o parque com pistas de skate para crianças. As crianças podem levar: skate, patinete, patins e bicicleta (e o triciclo dos pequeninos também vale). Tem rampas maiores e mini rampinhas fofas para as crianças bem pequenas. É muito legal!

Fica em Saint Marie, na Rue du Prieuré. Abre todos os dias das 9:00 às 11:30 e das 14:00 às 18:00.

É obrigatório o uso de capacete.

Aquário de Nouméa

O aquário de Nouméa tem tanques com os corais da região e um grande tanque com tartarugas marinhas. Gostei muito de um setor escuro onde podemos ver os corais neon. É bem cuidado e organizado, porém pequeno – então a visita é rápida. Do lado de fora tem um mirante com uma vista para a Baía de Citron.

Abre de terça a domingo, das 10 às 17 – mas a última entrada é às 16 horas.

Preços:

  • Adultos: 1500 francos
  • Crianças de 5 a 16 anos: 750 francos
  • Crianças menore de 5 anos: grátis

Mais detalhes no site oficial.

Museu Marítimo

Este museu é mesmo muito bonito, me surpreendeu. A proposta do museu é revelar a rica história marítima da Nova Caledônia através de mais de 2000 objetos coletados do fundo do mar. É também mostrar a conexção entre a terra, mar e o homem.

Além disso, o museu é todo interativo. Em cada espaço e coleção exposta do museu, você pode encontrar uma área interativa e lúdica para as crianças descobrirem este mundo marítimo. Vale super a pena!

Aberto de terça a domingo, das 10:00 às 17:00.

Preços:

  • Adultos: 500 francos
  • Crianças de 6 a 18 anos: 250 francos
  • Crianças menore de 6 anos: grátis

Mais informações no site oficial.

Biblioteca Bernheim

O prédio da biblioteca foi originalmente montado em Paris para a exposição Universal de 1900 – era o pavilhão da Nova Caledônia. Após isso, o pavilhão foi desmontado e enviado à Nova Caledônia para ser sua biblioteca.

Além de conhecer este lindo prédio histórico, a biblioteca tem uma grande espaço dedicado à literatura infantil. No segundo andar você encontra os livros separados por letra por título.Eles ficam disponíveis em caixas ao alcance das crianças. Tem uma pequena coleção de livros em inglês.

Endereço:  41 Ave du Marechal Foch

Parede de Escalada

Em Magenta tem uma área muito bacana para praticar escalada – mas quem nunca escalou pode ir também!

Custa 1400 a primeira escalada com instruções (aula técnica), depois disso paga-se 1200. O preço é por dia, não subida… A sapatilha e o cinto são emprestados sem custo adicional.

Crianças tem entrada livre para brincar nas paredes menores e cordas. Elas vão pagar somente para escalar os paredões, que é permitido à partir de 3 anos.

Mais informações no site deles, mas antes de ir, é bom dar uma ligada (28 52 02) pois os horários variam demais.

Parque Aquático em Kuendu Beach

É  um parque aquático pequeno, mas que vale pelo propósito de fazer uma atividade diferente. São dois tobogãs grandes, um aberto e um fechado. Duas piscinas, a maior onde caem as pessoas do tobogã e uma menor com um escorregador na água. Lá tem bóias que podem ser utilizadas também. Crianças menores de 8 anos precisam estar acompanhadas de um adulto.

Abre às quartas-feiras pela tarde, das 13:00 às 17:00 / aos sábados e domingos das 10:00 às 17:00 / e todos os dias durante as férias escolares.

Preços para 1 hora:

  • 950 francos para usar todos os tobogãs (1800 duas horas)
  • 600 francos para usar apenas a piscina, sem descer os tobogãs

Mais informações no site oficial.

Parque Zoológico e Florestal

É um dos meus lugares preferidos na cidade pela paisagem e tranquilidade.

O forte do parque é a natureza, são pedaços de floresta típica da Nova Caledônia onde você pode entrar pela trilha, ou então se manter no asfalto principal. Tem também uma rota panorâmica que dá vista para o mar. Pode ir tranquilo com carrinho de bebê.

Possui uma mini-fazendinha, pavões que andam soltos pelo parque e algumas gaiolas de pássaros e macacos. Dá uma peninha vê-los presos…

Tem também parquinhos infantis pras crianças brincarem.

Aberto de terça a domingo das 10:15 às 17:00.

Preços:

  • Adulto – 600 francos
  • Crianças de 6 a 17 anos – 300 francos
  • Menores de 6 anos – grátis

Tem que pagar em espécie. Mais informações aqui.

Parc Fayard – Dumbéa

Este parque não é exatamente em Nouméa, mas fica a referência de mais um passeio pra fazer na região.

O parque fica à beira do Rio Dumbéa, tem estrutura para piqueniques e churrascos. Mas você tem que levar tudo, inclusive a churrasqueira.

Um gramado enorme pra correr, jogar bola – além do rio claro! Pode-se dar um mergulho e teve até gente fazendo stand-up paddle.

Pra chegar lá basta escrever Parc Fayard no maps.me.

 

🚑 Atenção: veja aqui um post sobre Seguro de Viagem Internacional e vá pra Nova Caledônia sem preocupação

 

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Seguro de viagem para a África: como funciona

Seguro de viagem para a África do Sul não é um pré-requisito obrigatório de entrada no país. No entanto, é altamente recomendado contratar um antes de viajar.

Pra que serve um seguro de viagem?

Basicamente pra cobrir despesas médicas emergenciais que possam acontecer durante a viagem.

Essa pra mim é a principal vantagem de contratar um seguro de viagem pra África do Sul – viajar tranquila.

Saber que se “der merda” posso correr pro hospital sem me preocupar com a conta.

Mas existem muitas outras vantagens que muitas vezes nem sabemos:

  • assistência odontológica,
  • fisioterapia,
  • regresso sanitário,
  • translado de corpo,
  • orientação em caso de perda de documento ou cartão de crédito,
  • auxílio para cobrir despesas em caso de cancelamento de viagem e
  • um seguro em caso de invalidez permanente ou morte acidental.

É óbvio que ninguém quer ter que usar o seguro, mas assim como o seguro do carro – é uma despesa necessária.

Lembra em 2018 esse casal que sofre um acidente de carro em Joanesburgo? Então, melhor previnir né? Acidentes acontecem em qualquer lugar do mundo.

Link para a matéria completa aqui

Como contratar um seguro de viagem para a África?

É muito fácil, faz-se tudo online. Nós usamos o site da Seguros Promo que faz uma comparação de custo e benefício entre os melhores seguros de viagem.

Veja este passo-a-passo para uma viagem de 1 semana na África:

1.  Depois de preencher seus dados na primeira página, selecione os planos que você quer comparar.

2. Em seguida, você verá esta tabela com todos os benefícios de cada plano. Tem que ler com muito carinho para ver qual se adequa melhor à sua viagem.

Por exemplo, se vai saltar de bungee jump, tem que contratar um seguro que inlcua esportes radicais. Se está grávida, precisa de um seguro que considere a gravidez e etc.

 

Viu como não é caro?? Com menos de 10 reais por dia você estará coberto.

Vale a pena! Faça sua cotação e não deixe pra depois.

Para economizar no seguro de viagem pra África

No site do Seguros Promo você pode pagar em 12x no cartão ou ter 5% de desconto pagando no boleto.

Nossos leitores tem direito a um desconto de 5% (adicional ao do boleto). É só inserir o cupom SELANCA5 no final do processo de compra para ganhar.

Ou seja, fica bem acessível contratar este serviço para viajar tranquilo e você ainda fica com um desconto total de 9,8% usando o boleto e o cupom.

O que mais você precisa saber para viajar tranquilo

Depois de contratado o serviço, você receberá os números de emergências e as apólices. Eu recomendo anotar tudo e deixar em lugar de fácil acesso, além de levar as apólices impressas.

Caso precise utilizar o seguro, a Seguros Promo oferece atendimento em português – isso é uma facilidade e alívio.

No mais, viaje tranquilo e em paz. Use as estatísticas a seu favor! A chance de dar coisa errada é pequena, só não pode dar chance pro azar.

 

Maior Bungee Jump de ponte do mundo é na África do Sul!

Faça já sua cotação na Seguros Promo clicando aqui.

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É seguro viajar para a África do Sul?
Sua saúde e farmácia de viagem
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Custo de viagem para Portugal: 2 semanas com a família

Vou mostrar o custo de viagem para Portugal que tivemos, quando passamos 2 semanas por lá.

Nosso roteiro incluiu: Porto, Coimbra, Cascais e Lisboa – nesta ordem pois chegamos ao Porto de Barcelona.

Como referência, esses gastos são para 2 adultos e 1 criança durante 18 dias. Na época, usei a cotação de 3,75 para o euro.

Não está incluso a passagem aérea pra Portugal nesses valores, pois isso varia muito de onde você parte do Brasil e a época do ano em que vai, ok?

Vamos de uma vez ao valor final do custo de viagem para Portugal, depois vou detalhando cada gasto:

11.187 Reais

Preço de hospedagem em Portugal: 6.425 reais

  • Porto – 3 diárias de AirBNB = 714 reais
  • Coimbra – 2 diárias de hotel = 638 reais no hotel Casa de São Bento
  • Cascais – 4 diárias de hotel = 2110 reais no hotel Vila Galé (resolvemos esbanjar um pouco aqui)
  • Lisboa – 8 diárias de AirBNB = 2964 reais

É claro que existem opções mais baratas e outras mais caras, mas eu gosto de pensar numa média de 80 a 100 euros por noite quando viajo pela Europa. É o que eu considero que seja no padrão de conforto para nossa família.

o que fazer em cascais museu farol de sta marta
Vista do nosso quarto no Vila Gales de Cascais

Custo de restaurantes em Portugal: 2.441 reais

Em média, uma refeição de almoço ou janta, gastamos 33 euros – ou seja – 124 reais nas minhas contas.

Uma maneira que nós encontramos para economizar é cozinhando em casa, que foi o que fizemos em Lisboa. Mas na outras cidades, comemos fora bastante.

Em Porto escolhemos restaurantes mais refinados e gastamos acima da média. Já Coimbra, por ser uma cidade universitária, achamos muitos PFs baratos! Coisa de 6 euros o prato.

E nessa conta aí tem aquele sorvetinho, lanche, café, ginjinha na rua e por aí vai. Dinheiro na mão é vendaval.

Mercado: 604 reais

Custo de mercado não é caro em Portugal. Com apenas 440 reais fizemos todas as refeições em casa em Lisboa – café da manhã, almoço e jantar para 3. Em Lisboa só comemos em restaurante uma vez ou outra – já era o final da viagem e hora de economizar.

O outros 164 reais da conta foi em Porto e uma compra  de mercado em Cascais.

Ou seja, como disse acima, quem quer economizar pode optar por diminuir os restaurantes e cozinhar em casa. E pra quem viaja com filhos pequenos (meu caso) é ainda melhor pois não tem aquele estresse de correr atrás de criança ou catar comida do chão.

Seguro de Viagem: 609 reais

Eu não viajo sem seguro e graças a Deus nunca precisei usar, mas não corro esse risco. Esse preço acima foi para nós três durante 20 dias.

Além de ser uma opção pessoal, nunca viajar sem seguro, seguro de viagem é obrigatório para entrar em Portugal, então…

Nós usamos o portal Seguros Promo, pois faz cotações com várias seguradoras trazendo um comparativo de preços. Na Seguros Promo você pode pagar em 12x no cartão ou ter 5% de desconto pagando no boleto.

A gente conseguiu uma parceria que dá direito a um desconto de 5% (adicional ao do boleto). É só inserir o cupom SELANCA5 para ganhar. Ou seja, fica bem acessível contratar este serviço para viajar tranquilo. Clique aqui para fazer sua cotação.

Transporte em Portugal: 970 reais

Em Portugal usamos pouco o transporte público e bastante Uber e Taxi. Já estávamos viajando a quase 3 meses pela Europa e cansamos… Conforto era a palavra da vez. É claro que dá pra gastar bem menos nesse quesito, só não andar de taxi igual nós fizemos. Nossos gastos em três pessoas:

  • Trem de Porto para Coimbra – 122 reais
  • Trem de Coimbra para Lisboa – 144 reais
  • Taxi de Lisboa para Cascais – 112,50 reais
  • Uber de Cascais para Lisboa – 82,50 reais
  • Outros transportes públicos – 80 reais
  • Outas corridas de taxi/uber – 429 reais

Teria sido mais barato alugar um carro em Portugal. Na RentCars 18 dias de aluguel de carro em Portugal ficaria em 522 reais.

Nós optamos por não alugar pois teríamos que alugar uma cadeirinha de criança também e não queríamos ter a preocupação de dirigir – porém eu considero uma excelente opção alugar carro – já fiz isso em vários outros países. Faça sua cotação neste site da RentCars para ver preços.

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O tradicionalíssimo Bondinho 28

Ingressos de atrações turísticas: 138 reais

Nós não entramos em muitas atrações turísticas em Portugal, as que gastamos foram as sequintes:

  • Museu da Marioneta em Porto – 15 reais
  • Entrada da Livaria Mello no Porto – 30 reais
  • Tour na adega da Ramos Pinto no Porto – 75 reais
  • Portugal dos pequeninos em Coimbra – 37 reais

Deixo aqui uma lista de outras atrações imperdíveis pra você se programar e somar nas suas contas:

Oquefazer_Lisboa_Belem

Custo de viagem para Portugal

E então esses foram nossos gastos pela terrinha: 11,187 Reais. Achou caro? Barato? Saiba que sempre dá pra gastar mais ou menos, tudo depende de sua “pegada”. Não deixe de ler nossas dicas de como viajar bem e barato.

Leia mais sobre Portugal:

Onde ficar em Lisboa: melhores bairros e hotéis
O que fazer em Lisboa: um guia rápido de cada bairro
Roteiro de duas semanas em Portugal
O que fazer em pouco tempo em Lisboa, dicas de uma Lisboeta
O que fazer no Porto
Melhores Praias de Cascais
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O que fazer com 2 dias em Coimbra Portugal
Como ir de Lisboa a Sintra: aquele bate e volta imperdível
Benamôr, a marca de cosméticos portuguesa no seu roteiro de compras em Lisboa

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O que fazer em Stellenbosch, além das vinícolas

Tem o que fazer em Stellenbosch além das vinícolas? É claro que sim! O forte do turismo na cidade são mesmo as vinícolas e restaurantes renomados – mas confira aqui o que mais fazer na elegante cidade de Stellenbosch.

Quem me segue por aqui sabe que sou fã da cidade vizinha de Franschhoek, diria que se tivesse que escolher entre uma das duas cidades pra conhecer, vá pra lá.  Agora se você vai se hospedar em uma vinícola perto de Stellenbosch – não perca a oportunidade de passar uma manhã ou tarde nessa linda cidade.

O que fazer em Stellenbosch

Caminhar na Dorp & Church Street

Esse é o centrinho da cidade. Aqui tem restaurantes, cafés, lojas e galerias. Vale para conhecer e tomar um café, sorvete ou então chopp, vinho no fim da tarde.

Stellenbosch Museum ou Village Museum

É um museu composto de 4 casas de períodos diferentes. Você entra e conhece a mobília e arquitetura da época de 1709 a 1850.  O museu está super bem cuidado e conservado. Fica no centro da cidade, endereço: 18 Ryneveld St

Parque Braak e Igreja Anglicana St Mary

Um gramadão que ao fundo está a Igreja Anglicana de Santa Maria, estilo neo-gótica, construída em 1852.

Sugestão de Rota para fazer a pé em Stellenbosch

Rota para andar a pé por Stellenbosch

Universidade de Stellenbosch – Jardim Botânico e Museu

Eu só passei em frente à Universidade, mas vou deixar aqui as sugestões do que se pode conhecer lá dentro.

Jardim Botânico, custa apenas 15 rands para entrar. Site oficial do Jardim. Endereço:  esquina das ruas Neethling St & Van Riebeeck St

No Museu da universidade, encontra-se exibições de artes e antropologia. Endereço: 52 Ryneveld St

Vinícolas em Stellenbosch

Prometi no título que seria o que fazer em Stellenbosch além das vinícolas né!? Então tem que ler nossos posts com tudo sobre elas:

Onde comer em Stellenbosch

Mugg & Bean – ok ok, eu sei que esse restaurante não tem nada de novo e tem por toda África do Sul. Mas foi exatamente aqui que almoçamos. Justamente porque sei que sempre terá opções de qualidade para todos da família a um bom custo e benefício. Fica bem no centrinho, não tem como não ver no começo da Church street ao lado do mercado Checkers. Endereço: 13 Mill St

Mas, aproveite para conhecer um restaurante chique – Stellenbosch é cheio deles. O mais famoso é o Overture. Confira a lista: Melhores restaurantes da África do Sul

A mãe nunca está nas fotos, incrível né? Restaurante tá vazio porque a familia almoça 11:30  – quem tem filho entenderá

Hotéis em Stellenbosch

Em Stellenbosch, eu particularmente prefiro ficar nas vinícolas. Já me hospedei no Spier e no Asara. Porém deixo aqui duas sugestões de hospedagem na cidade:

Eendracht Hotel – hotel localizado no centro histórico da cidade com muitos cafés e restaurantes por perto. É uma pequena propriedade com 12 quartos, dos quais um é feito para adolescentes, tem uma beliche e um x-box no quarto. Preço 90 dólares na baixa temporada e 120 dólares  na alta temporada, quarto para duas pessoas. Fone: +27 (0)21 883 8843, Endereço: 161 Dorp St

Bonne Esperance Guest House – linda casa vitoriana transformada em pousada e uma das mais populares da cidade. Há apenas alguns minutos da Universidade de Stellenbosch. Diárias a partir de 120 dólares . Fone: +27 (0)21 887 0225, Endereço: Esquina das ruas Van Riebeeck St & Neethling St

À esquerda, Eendracht Hotel – Direita: Bonne Esperance. Fotos divulgação

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Tax Refund no aeroporto de Joanesburgo – passo a passo

E então sua viagem chegou ao fim! Está na hora de recuperar os impostos pagos pelas compritchas. Veja aqui o passo a passo do Tax Refund no aeroporto de Joanesburgo.

Tax Refund – o que é

Na África do Sul, o viajante que não mora no país, nem vai usufruir dos impostos pagos lá, pode recuperá-los na saída do País. Legal esse conceito né? Só paga imposto que vai usá-los.

Como funciona o tax refund na África do Sul?

Você recebe o VAT (value added tax) de alguns itens de consumo: roupas, brinquedos, eletrônicos, souvenirs e etc. Não vale para hotel, restaurante, passeios nem supermercado.

O valor do VAT é de 15%, porém 1% fica como taxa de administração deste processo e você recebe de volta 14% do valor da compra.

Guarde todas as notinhas das suas compras e IMPORTANTE – não pode retirar a etiqueta das compras! 

Outras informações importantes para receber o tax refund:

  • Para compras acima de 5000 rands (não no total, mas um único ítem – tipo em eletrônico que você comprou) seu nome e endereço devem constar na nota fiscal. Não esqueça de pedir isso no loja.
  • Para mega compras acima de 10000 rands, além de constar o nome e endereço na nota fiscal, você tem que apresentar o comprovante de compra – como o recibo da máquina de cartão.

Tax refund – aeroporto de Joanesburgo

Outra dica importantíssimachegue cedo no aeroporto! Isso tudo leva tempo, às vezes as filas estão grandes. Não pode ter pressa de perder vôo.

Passo a Passo

1 – Deixe suas compras em um lugar de fácil acesso na mala, pois terá que provar que fez as compras que estão descritas nas notas fiscais.

2 – Antes de fazer check-in né gente, vá até este guichê (da foto) que fica em frente aos check-ins do Terminal A (internacional). Lá você entrega todas as notas que quer pedir reembolso para o funcionário. Ele vai pedir aleatoriamente para que você mostre alguns itens que estão descritos ali. Você mostra e pronto. Ele vai carimbar as notas fiscais que foram aprovadas e te devolver.

3 – Faça seu check-in normalmente, pode despachar os produtos que comprou, não vai mais precisar mostrar pra ninguém.

4 – Depois de passar pela imigração e entrar na sala de embarque, vire logo à esquerda. Tem uma escada rolante que te leva ao primeiro andar onde está este escritório do SARS (foto abaixo). Entre na fila com suas notas fiscais carimbadas, passaporte e bilhete de embarque em mãos. Você só tem que entregar esses documentos e fornecer seu email. Pronto. O funcionário logo vai te informar quanto dinheiro você receberá e te entregar um cartão de compras Mastercard com uma senha.

5 – Pode pegar seu vôo e ir pra casa esperar. Dentro de 6 meses, você receberá um email dizendo que seu cartão foi ativado e o dinheiro está disponível. Eles dizem que para reembolsos de até 3000 rands é processado em 3 dias. Reembolsos maiores levam até 3 meses. Mas o meu era só 2000 rands e levou 6 meses!! Eu juro que já tinha até esquecido disso e chegou o email de aprovação.

6 – Gaste sua graninha e pronto!

Tax Refund – aeroporto de Cape Town.

O processo é similar, mas veja os detalhes neste post do Bastante Sotaque.

Mais dicas imperdíveis sobre a África do Sul:

Viajar para a África do Sul – Post Índice
Como se virar na África do Sul
Vale a pena alugar carro na África do Sul?
É seguro viajar para a África do Sul?
Viajar para a África do Sul com crianças e bebês
Roteiro de 2 semanas na África do Sul

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Hermanus, onde ver baleias na África do Sul

Hermanus na África do Sul, é uma cidade perto de Cape Town, onde todo mundo vai pra ver as baleias. Mas não é só isso que tem para fazer em Hermanus, confira nossas dicas dessa cidade fofa!

Como ela fica apenas a 122 km de Cape Town, é possível fazer um bate-volta. E pra quem está a caminho da Garden Route, pode ser uma opção de pernoite também.

O que fazer em Hermanus

1. Old Harbour

Antigo porto da cidade, onde estão atualmente 3 museus: Old Harbour Museum, Whale House Museum e o Photografic Museum. Tem também uma feirinha de artesanatos permanente no recinto.

2. Fernkloof Nature Reserve

Este lindo parque fica a 3 kms do centro de Hermanus e tem entrada grátis. La você pode percorrer várias trilhas, a pé ou de bicicleta, para todos os níveis de fitness. Também tem a opção de apenas andar nas trilhas pavimentadas vendo o jardim botânico.

Tem área de piquenique, banheiros e patrulha cuidando da segurança do parque.  Peça um mapa na entrada. Use a seguintes coordenadas de GPS para chegar lá: Lat 34° 23’52.7’ / Long  19° 15’58.7’

3. Cliff Path Walking Trail

É a atividade mais requisitada para fazer em Hermanus. São 12 km de uma trilha a ser percorrida na beira do mar. Mas não precisa faze-la toda, é só chegar e sair em qualquer ponto. Inclusive 9 kms do caminho é acessível para cadeirantes (e carrinhos de bebê).

É o melhor lugar para se avistar baleias da costa a olho nu, mas mesmo que você não esteja lá na temporada de baleias, é um passeio lindo a fazer.

Se informe no hotel ou escritório central de turismo, pegue um mapa e vá em frente!

Mapa da administradora do caminho: Hermanus Cliff Path

4. Safari no Mar

Uma das atividades mais famosas em Hermanus é navegar para um encontro com as baleias. Demais né!? Geralmente são passeios de 2 horas e custa por volta de 900 rands por adulto e 450 para as crianças.

Duas empresas idôneas são: Southern Right ChartersWhale Watching Hermanus.

Importante notar que o passeio é para observar e não pertubar as baleias!

Foto oficial da empresa Southern Right Charters

5. Vinícolas perto de Hermanus

Hemel-en-Aarde – traduzido significa céu e terra. Este lindo vale é repleto de vinícolas, restaurantes, vendas e vistas de tirar o fôlego. Fica na estrada R320.

Seguem duas sugestões de vinícolas para visitar:

La Vierge – em francês significa “a virgem”, uma vinícola diferente, modernosa e rosa (literalmente). Coloque as seguintes coordenadas no GPS para chegar: S34º 22’ 22.3” E19º 14’ 29.4”. E para fazer a reserva do wine tasting, pode fazer neste link.

Creation Wines – uma das vinícolas mais badaladas da região, muito boa para tomar brunch e já aproveitar o wine tasting. Outras opções são degustação de chás, vinhos com chocolates, vinho com almoço e tem uma degustação fofa de sucos, leite e petiscos saudáveis para as crianças. Tem que fazer reserva com antecedência pelo telefone ou neste link.

Foto divulgação do site da Creation Wines

Aproveite e dê uma olhada na nossa lista de 10 vinhos tintos bons e baratos pra tomar na África do Sul.

6. Passeio nas vinícolas de Hermanus

Pra quem não está de carro, pode utilizar o Wine Hopper. Custa 300 rands por adulto e 180 por criança. São jeeps – tipo de safari – que saem do Market Square em Hermanus e percorrem uma rota de até 9 vinícolas, dependendo do dia da semana.

Os carros passam a cada 20/30 minutos e percorrem um círculo. Você desce e sobe na vinícola que quiser e passa o tempo que quiser em cada uma. Melhor maneira de beber com segurança né!?

Festival das Baleias de Hermanus

O Hermanus Whale Festival acontece todo ano em Setembro, e a cidade ferve! No site oficial do evento você pode conferir as datas. Se você estiver na região na data do festival, não perca!! Corre pra lá.

É um evento com barracas de comida, bebidas, música ao vivo, desfiles e outros eventos. Uma das barracas é focada em crianças, para ensinar sobre a preservação dos oceanos e meio-ambiente – tudo de forma lúdica.

Gente, é um evento lindo pra todas as idades. Vale super a pena participar!

Fotos da página oficial do evento

Onde ficar em Hermanus

O que não falta em Hermanus são pousadas e hotéis fofos e aconchegantes. Deixamos uma listinha de sugestões:

6 Stemmet Lodge – situado na rua de mesmo nome, essa pousada tem uma cara de casa de campo na praia por causa do jardim e árvores ao redor. Fica a menos de 500 metros da Cliff Path e com uma caminhadinha de 10/15 minutos chega-se no centro. Diárias por volta de 230 reais.

Windsor Hotel Hermanus – o hotel mais antigo da cidade, está situado na beira de um penhasco. Isso faz dele o local ideal para ver as lindas baleias. Ele foi modernizado mas mantém seu charme de outras eras… Diárias em torno de 270 reais.

Hermanus Backpackers & Budget Accommodation – para os mochileiros de plantão, esse hostel tem quartos privados a partir de 140 reais. Mas atenção ao reservar o quarto, alguns tem banehiro compartilhado.

Veja outras hospedagens em Hermanus aqui.

Onde comer

The Bistrô Restaurante – restaurante fofo com lindo visual de frente pro mar. Excelente opção pra almoçar com um bom vinho branco – ou então – comer um delicioso café da manhã. Não abre para jantar. Endereço: Ocean View 5 Park Lane.

Pear Tree – um dos restaurantes mais requisitados da cidade, bom reservar antes de ir. Comida feita com produtos locais, bons vinhos e boas cervejas. Pratos gourmets, porém despojados. Vale a pena conhecer! Endereço: 2 Godfrey Cottages, Village Square

Pear Tree – foto do site oficial

Bate e volta de Cape Town para Hermanus

Pra quem não quer ficar na cidade, ou não tem muito tempo – é possível sim fazer um bate-e-volta na cidade. São apenas 122 kms que você fará em mais ou menos 1h e meia.

Já disse que nós sempre alugamos carro na África do Sul com a RentCars, mas pra quem não quer dirigir na estrada por lá, tem muitas excursões que saem de Cape Town cedinho.

Apenas cuidado que existem excursões que apenas transportam até Hermanus e você tem que comprar o passeio de barco à parte. Esse tour aqui inclui o translado (ele vai pela Sir Lowry’s Pass, considerada um das estradas mais bonitas da África), inclui 2 horas de Safari no mar saindo de Gansbaai, para em Hermanus para almoçar e por último uma parada nas barracas de vendas de produtos das fazendas da região. custa 170 USD por pessoa com tudo incluso (exceto seu almoço). Reserve aqui.

E atenção, os passeios de shark diving não são em Hermanus, mas sim em Gaansbai. Eu já fiz shark diving em vários lugares da África do Sul, você pode ler todos aqui.

E falando em  shark, você já fez seu seguro de viagem!? Não vacile com saúde e segurança. Na Seguros Promo você tem um comparativo de várias seguradoras com melhor custo benefício. Use nosso cupom SELANCA5 e ganhe mais 5% de desconto. Faça seu orçamento neste link.

Leia mais sobre a África do Sul:

Mergulhando com tubarões brancos na África do Sul
Swellendam e De Hoop
Cape Agulhas, o encontro dos oceanos Índico e Atlântico
Viajar para a África do Sul – Post Índice
O que fazer na Cidade do Cabo, melhores dicas reunidas
10 melhores vinícolas de Stellenbosch
Safari no Kruger Park, África do Sul
Onde fazer safari na África do Sul
Roteiro de 5 dias na Garden Route

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Quanto custa viajar para Berlim?

Não canso de falar o quanto eu amo essa cidade, né?! Então vou dar as dicas de quanto custa viajar para Berlim pra você já programar sua ida pra lá também.

Como referência, esses gastos são para 2 adultos e 1 criança durante 1 mês. Na época, usei a cotação de 3,75 para o euro.

Não está incluso a passagem aérea pra lá nesses valores, pois isso varia muito de onde você parte e a época do ano em que vai, ok?

Vamos de uma vez ao valor final de quanto custa viajar para Berlim, depois vou descrevendo quanto gastamos por item:

R$ 9.969

Preço de hospedagem em Berlim: 4.427 reais

Nós alugamos um apartamento pelo AirBNB no bairro Pankow.  É um bairro um pouco mais afastado do burburinho do centro turístico, mas super bem servido de transporte público e comércio. Foi uma boa escolha pelo custo x benefício. O aluguel de um mês inteiro muitas vezes é mais em conta que alugar alguns dias, pois o proprietário oferece um desconto.

Você também pode ver o preço de apartamentos pelo Booking.

Centrinho do bairro de Pankow

Mercado: 1.587 reais

O grande segredo de economizar em viagens longas é descobrir o chef em você. Mãos às facas e bora cozinhar. Nós fazíamos muito piquenique pela cidade, até compramos uma garrafa térmica de café.

É também um jeito de conhecer mais a cultura local, saber o que tem pra vender no mercado, o que as pessoas comem. O pão alemão é uma delícia, aproveite!

Claro que você vai passar alguns perrengues, nós comemos alface sem lavar por 3 semanas até descobrir que ela não estava lavada. É que vinha numa caixinha tão arrumadinha e tão limpinha que não parecia ter que lavar… enfim, coisas de viagem.

Quanto custa comer fora em Berlim: 1.281 reais

Ué?! Você não falou acima que só cozinhava e fazia piquenique? A maioria das vezes, né gente!? Nós comemos algumas poucas vezes em restaurantes. Pra ser exata, foram 10 refeições fora e muitos belisquetes.

Mas confesso que até eu fiquei surpresa com esse número. Um sorvetinho aqui, um croissant ali, cerveja acolá… vai somando tudo e voilà! Berlim é mais barato que as outras capitais européias, mas euro é euro, né!?

oktober fest em berlim
Quem resiste?!

Seguro de Viagem: 885 reais

Eu não viajo sem seguro e graças a Deus nunca precisei usar, mas não corro esse risco. Esse preço acima foi para nós três durante o mês todo.

Bom, e além de ser uma opção pessoal, nunca viajar sem seguro, seguro de viagem é obrigatório para entrar na Alemanha, então…

Nós usamos o portal Seguros Promo, pois faz cotações com várias seguradoras trazendo um comparativo de preços e benefícios. Na Seguros Promo você pode pagar em 12x no cartão ou ter 5% de desconto pagando no boleto.

Nossos leitores tem direito a um desconto de 5% (adicional ao do boleto). É só inserir o cupom SELANCA5 para ganhar. Ou seja, fica bem acessível contratar este serviço para viajar tranquilo. Clique aqui para fazer sua cotação.

Transporte público em Berlim: 764 reais

Nós compramos 2 passes de 1 mês para 2 adultos. Criança não paga se estiver acompanhada do adulto. Além disso, compramos passagens de trem para conhecer Potsdam (veja o post completo aqui) e usamos taxi quando chegamos da estação de trem. Só isso deu esse tantão de reais.

Neste post eu conto em detalhes como funciona o transporte público em Berlim.

Ingressos de atrações turísticas: 499 reais

Esse me surpreendeu, barato né?! Além de Berlim ter muitas atrações grátis, tem vários combos de descontos em museus.

Com esse dinheiro fomos à Legoland, ao Zoológico, assistimos uma partida de futebol e conhecemos os museus: Ciência e Tecnologia, História Natural, Museu DRR – além do “free city tour” onde é esperado uma gorjeta no final. Todas as outras coisas que fizemos foram gratuitas.

Aproveite e veja a lista dos 5 melhores museus de Berlim.

Nós frequentamos muito os parques espalhados pela cidade, uma das minhas coisas preferidas em Berlim. Listei neste post os parques que conhecemos.

No museu de História Natural

Compras: 495 reais

A gente não é muito de comprar, mas sempre acabamos comprando uma coisinha ou outra. No nosso caso, tivemos que comprar uma mala, pois a nossa quebrou. Então esse foi o maior gasto.

Além disso entrou na conta uma mochila, a garrafinha térmica de café e algumas camisetas de frio pra minha filha.

Outros: 31 reais

Aquele dinheirinho pra pagar o uso de banheiro, jogar uma moedinha pro tocador de violino e por aí vai.

Viu só, dá pra aproveitar bastante Berlim sem gastar muito 😉

Leia mais sobre Berlim nestes posts:

Roteiro de 1 semana em Berlim
Oktoberfest em Berlim
3 cafés para ir com crianças pequenas e bebês em Berlim
Roteiro de 3 dias em Berlim no inverno
O que fazer em Berlim com crianças
Como funciona o Berlin Welcome Card
O que fazer em Pankow em Berlim
Potsdam, cidade dos palácios perto de Berlim
O que fazer em Spandau Berlim
Melhores parques em Berlim, com parquinhos infantis

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Ilôt Maitre, ilhota perto de Noumea

Ilôt Maître é uma ilhota perto de Noumea. É possível fazer um bate e volta pra passar o dia, ou pra quem quiser, se hospedar no hotel – famoso por seus bangalôs no mar.

O que fazer na Ilôt Maitre

Basicamente o que você faz em qualquer outra praia da Nova Caledônia.

Sentar ao sol, catar conchinhas (porém proibido levar), snorkel, stand-up-paddle, kayak, nadar, brincar na areia e por aí vai.

Estrutura

Pra quem contrata o pacote do hotel, tem uma estrutura com cadeiras de sol, banheiro e área de piquenique que podem ser usadas à vontade para os visitantes do dia.

A utilização da piscina só é permitida para quem está hospedado no hotel.

Como chegar na Ilôt Maître e opções de passeios

Existem duas opções:

1 – Pacote do hotel L’Escapade para passar o dia.

O pacote inclui transfer + uma refeição. Você escolhe se quer café da manhã ou almoço. Saída no Port Moselle (perto do mercado municipal).

Importante – é preciso reservar pelo telefone. Eu fui ao guichê tentar reservar e pagar com antecedência, mas estava fechado.

Nós fomos no barco das 9 para tomar café da manhã, chegamos lá às 9:30 e o café encerrava às 10. Ou seja, pegamos a xepa da xepa. Quem quer tomar café, vá no barco das 7 – ou então faça o pacote de almoço.

  • Pacote de café + transfer = 4900 por adulto e 3900 por criança
  • Pacote almoço + transfer (no fim de semana) 11000 por adulto 8900 por criança

Mais informações sobre pacotes de day trips aqui.

Guichê e saída do barco em Port Moselle

2 – Taxi Boat que sai da praia de Anse Vata.

Preço é 2900 CFP ida e volta, crianças abaixo de 5 anos não pagam. O Taxi Boat te deixa do lado que não está o hotel – porém como a ilha é minúscula, é possível andar 5 minutinhos e ver o hotel.

Oficialmente a área de espreguiçadeiras está disponível apenas para quem faz o pacote do hotel, mas sinceramente, acredito que mesmo quem vá pelo taxi boat consiga usar a área numa boa – desde que não esteja ocupada claro.

Hotel com bangalôs no mar perto de Noumea

Na Ilôt Maître está o hotel de bangalôs mais perto de Noumea. Você certamente já viu a foto aérea do hotel L’Escapade.

As diárias custam à partir de 200 USD, mas nem toda acomodação é no mar ok? Se fizer questão de dormir no bangalô, tem que reservar certinho este quarto. Veja disponibilidade aqui.

Vale a pena?!

Eu sou da opinião que sim. Mas recomendo ir na primavera/verão para curtir bem a praia. Numa próxima ida eu farei piquenique.

 

🚑 Atenção: veja aqui um post sobre Seguro de Viagem Internacional e vá pra Nova Caledônia sem preocupação.

Leia mais um post:

Noumea com crianças, melhores passeios
Ilha dos Pinhos na Nova Caledônia
Viajar para a Nova Caledônia, dicas antes de partir
Ilhotas perto de Nouméa
10 dias pela Ilha Sul da Nova Zelândia
5 dias pela Ilha Norte da Nova Zelândia
Se lança para a Nova Zelândia Djáh!
Guia de sobrevivência na Nova Zelândia

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Lua de mel na África do Sul em 5 hotéis românticos

Se você está em dúvida se deve passar a Lua de Mel na África do Sul, já te digo que SIM! Vale muito a pena, é uma viagem maravilhosa para fazer em casal.

Pra te inspirar, vou deixar uma lista de 5 hotéis para passar a lua de mel na África do Sul.

Escolhi 2 em Cape Town, 1 em Franschhoek, 1 em Joanesburgo e 1 no Kruger – pois acho que essas são as principais cidades pra você visitar em sua lua de mel na África.

Lua de mel na África do Sul:

1 | Cape Town |

One&Only – Um hotel super moderno e luxoso que fica dentro do Waterfront, ou seja, já começa com uma excelente localização. Tem vistas panorâmicas para a Table Mountain, piscina com borda infinita, terraço e SPA. Dentro do hotel tem uma opção de restaurante japonês, o Nobu – mas como o One&Only fica dentro do waterfront, o legal é sair toda noite pra jantar em um cantinho diferente. Diárias por volta de 700 USD. Veja mais informações aqui.

Banheira com vista para a Table Mountain (foto divulgação)

Twelve Apostles Hotel & Spa – um dos hotéis mais tradicionais de Cape Town. É uma opção para quem gosta de um estilo mais clássico de elegância. É uma excelente escolha para curtir a praia de Camps Bay, pois o hotel oferece transfers diários e gratuitos tanto para a praia quanto para o Waterfront. Outra vantagem, pode beber vinho à vontade e não pegar carro! Diárias por volta de 380 USD. Veja mais neste link.

Spa do Twelve Apostles ( foto divulgação)

Agora, se você vai em lua de mel para Cape Town mas não quer/pode gastar muito com hospedagem, sugiro que leia este post: Onde ficar em Cape Town com hospedagens para todos os bolsos.

2 | Franschhoek |

Minha cidadezinha preferida na África do Sul, o lugarzinho mais fofo da região! Para os pombinhos recém casados, o legal é se hospedar dentro de uma vinícola.

Leeu Estates – esta linda propriedade fica aos pés da montanha Dassenberg, a vista é de tirar o fôlego. O hotel é um casarão estilo Cape Dutch todo reformado caprichosamente. Um ótimo lugar para descansar no campo, no entanto, tem transfer até a cidade de Franschhoek que fica a somente 3 minutinhos. Diárias por volta de 500 USD. Confira disponibilidade neste link.

Vinho a dois na varanda do hotel Leeu (foto divulgação)

Se você decidiu ficar em Stellenbosch ao invés de Franshhoek, minha sugestão é o Le Jardin Luxury Village.

Ou então, se vai ficar em Cape Town e fazer apenas um bate e volta, não deixe de ler nosso Roteiro de 1 dia pelas vinícolas da África do Sul.

3 | Kruger |

Lodges de luxo é o que não falta no Kruger, e algo que também não deveria faltar em sua lua de mel africana. É ao mesmo tempo romântico e aventureiro, algo novo para fazerem juntos. Tem que inluir um safari na viagem.

Uma opção extravagente é o Lion Sands, a foto diz tudo né!? As diárias são por volta de 1800 usd com tudo incluso – safaris e pensão completa.

Leia mais sobre hospedagem no Kruger nest post.

4 | Joanesburgo |

E por fim, uma sugestão em Joanesburgo! Não é a principal cidade turística para os apaixonados, mas ainda assim tem muito que aproveitar na cidade. Reserve ao menos uma noite em Jozi para conhecê-la.

Sandton Sun – super bem localizado, dá pra ir à pé pro shopping e até da estação de trem Gautrain. Diárias por volta de 200 USD porque não dá pra ser extravagante sempre né!? O hotel é mais padrão, não é aquela coisa ultra chique de lua de mel, mas vale pela localização e conforto. Outra coisa muito bacana, é seu restaurante no terraço do hotel. Um excelente lugar para tomar drinks e ver ao por do sol. Isso sim é romântico né!?

Por do sol no terraço do Sandton Sun (foto divulgação)

Leia o post: Onde ficar em Joanesburgo para entender um pouco mais sobre os bairros e hotéis.

Lua de mel na África do Sul: desconto pros noivos

Pra quem ainda estiver na fase do planejamento do casamento, aí vai uma super ajuda do Se Lança em parceria com o Zankyou:

Sabemos que o céu não é o limite quando começamos a pensar na nossa festa de casamento ideal e que acabamos sempre gastando um-pouco-mais-bastante do que deveríamos, não é mesmo? rs

Pra dar aquela ajuda no orçamento e no planejamento, fizemos uma parceria puro amor com o portal de casamentos Zankyou, onde os leitores do Se Lança ganham 50% de desconto no PACK PREMIUM (De: R$ 209,90 Por: R$ 104,90).

Com o Pack Premium do Zankyou você pode montar sozinha/o o site do casamento de vocês, montar a lista de presentes, organizar as mesas, os convidados, criar um domínio próprio personalizado pro casamento de vocês, além de ter acesso ilimitado ao site por 12 meses. Não é demais?

Pra ganhar essa ajuda toda é só digitar o código SELANÇANOZANKYOU no www.zankyou.com.br e ativar seu desconto 😉

Se você quiser saber mais sobre lugares incríveis, podemos te ajudar. Escreva para gente.

E se você já se casou e já passou a fase da Lua de Mel, conte pra gente como foi? Queremos suspirar aqui com vocês. Ou se este post te convenceu a passar a lua de mel na África do Sul queremos saber também, conta.

Uma feliz lua de mel aos pombinhos!

Veja aqui mais posts sobre a África do Sul:

Onde fazer safari na África do Sul
É seguro viajar para a África do Sul?
10 melhores vinícolas de Stellenbosch
O que fazer na Cidade do Cabo, melhores dicas reunidas
Turistando em Joanesburgo
Roteiro da Garden Route, dirigindo desde Joanesburgo

 

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Onde fazer mergulho em Moçambique

Muita gente procura onde fazer mergulho em Moçambique, pois este país é um paraíso para scuba diving e snorkel, mas esta informação não é muito fácil de ser encontrada.

Aliás, Moçambique é um país maravilhoso (o qual tive a oportunidade de morar por 2 anos!) porém o turismo ainda é pouco desenvolvido e explorado.

Veja todos nossos posts sobre Moçambique aqui!

Mergulho em Moçambique

A principal praia moçambiacana que os residentes de Maputo (e sul-africanos também) vão mergulhar é a Ponta do Ouro – por ser a mais próxima. No entanto, a praia para mergulho mais famosa em Moçambique com certeza é Tofo e toda região de Inhambane. As outras principais são: Závora, Nacala, Vilanculos, Pemba e no arquipélado de Bazaruto.

Vamos por partes…

1. Ponta do Ouro

1.1. Onde fazer mergulho na Ponta do Ouro

Ponta do Ouro é uma área marítima protegida. Os locais de mergulho vão de 10 a 53 metros de profundidade. É também a praia para mergulho mais perto de Maputo.

Foi recém inaugurada em 2018 a estrada pavimentada de Maputo até a fronteira da África do Sul (Kosi Bay) além da ponte da Catembe. Isso faz com que a viagem de Maputo para Ponta do Ouro seja de aproximadamente 2 horas de carro.

A estrada vai até a cidade, mas melhor entrar em contato com seu hotel pra saber se precisa de 4×4 pra chegar na hospedagem, pois a estrada não se estende para todos os pontos da cidade.

Lá tem 3 centros PADI de mergulho, todos são PADI 5 star diving centers:

  • Scuba Adventures – o maior e mais antigo centro de mergulho na Ponta do Ouro.
  • Gozo Azul Diving – neste estabelecimento é possível fazer certificações de mergulho além de outros passeios como safari no mar.
  • White Pearls – dentro do resort 5 estrelas de mesmo nome.

Outra recomendação, dada por amigos que iam mergulhar todo fim de semana lá, é a Oceana Dive Centre. A Sandy proprietária, além de muito simpática, é Dive Master.

Foto de Neil Iris no Unsplash

1.2. Onde ficar na Ponta do Ouro

Kaya Kweru uma pousada com instalações simples mas arrumadinhas e super bem localizada perto da praia. Os donos e funcionários são muito prestativos. Diárias por volta de 80 USD para duas pessoas.

Devocean Eco Adventure Lodge um eco-resort com barracas de camping ajeitadas e banheiro comunitário. O café da manhã é muito elogiado e a localização é excelente, perto de tudo e não precisa de 4×4 para chegar.

White Pearls Resort – fica na Ponta Mamoli, esse resort é pra quem tá a fim de gastar muito! As diárias são por volta de 500 USD por pessoa por noite. Salgado né!? Uma opção pra quem tá em lua de mel ou com vontade de esbanjar.

Veja outras opções de hospedagem na Ponta do Ouro aqui.

2. Závora

Uma pernadinha de Maputo – 400 kms – mas possível chegar de carro pela N1. A estrada é boa, só respeitar os limites de velociadade.

A operadora de mergulho em Závora é a Wobbegong Dive. Oferece além dos mergulhos, cursos e certificações PADI. Operam à partir do Nhanombe Lodge.

Závora ainda não tem muita opção de hospepdagem, além do Nhanombe Lodge, tem o Závora Lodge. Na região tem o Lagoa Poelela Resort e o Dunes de Dovela.

3. Inhambane, Tofo e Jangamo

Essa é a região com maior concentração de centros de mergulho em Moçambique. Inhambane é a maior cidade da região, Tofo e Jangamo são as praias onde estão os centros de mergulho (entre os melhores e mais organizados de Moçambique).

A região é famosa por sua megafauna, podem ser vistos tubarões-baleias e arraias gigantes. Além de tartarugas marinhas, outros tipos de tubarões, golfinhos e baleias (na temporada).

3.1. Operadoras de Mergulho em Tofo:

Liquid Adventures 
Diversity Scuba
Peri Peri Divers
Tofo Scuba

Eu fiz o curso de mergulho na Liquid Adventures, foram 3 dias intensivos para tirar a carteirinha. Minha carteira chegou pelos correios no Brasil mesmo. Qualquer uma dessas operadoras são super profissionais e competentes.

Você pode ler tudo sobre Tofo neste post. Informações de onde comer, onde se hospedar, como chegar e etc.

3.2. Onde se hospedar em Tofo:

Principais hoteis e pousadas são: Hotel Tofo Mar, Casa na Praia Tofo e Casa do Mar

Veja mais opções de onde se hospedar em Tofo aqui e em Inhambane aqui.

foto do quarto do hotel tofo mar mostrando vista da praia pela janela em moçambique
Hotel Tofo Mar – melhor localização na cidade. (Foto divulgação)

3.3. Operadoras de mergulho em Jangamo:

Guinjata – Operam em Moçambique desde 1999, tem cursos de mergulho e oferecem até estágios para quem quer se tornar dive master. Operam da Casa do Mar.

Jays Pro Dive – um casal de amigos sul-africanos recomendou muito os mergulhos com o Jay e a hospedagem na pousada Palm Resort. São muito profissionais e prestativos.

3.4. Melhor época para mergulhar na região de Inhambane

Depende de seus objetivos. O pessoal da Liquid Adventures explica o seguinte:

  • Para ver Baleias Jubartes – final de junho a final de setembro
  • Tubarão-baleia e arraias gigantes – todo o ano
  • A temperatura da água no inverne é mais ou menos 20 graus C e 28 graus C no verão
  • Nos meses de fevereiro e agosto é quando mais venta, o que pode afetar a navegação
Foto de Jennett Bremer no Unsplash

4. Vilanculos, Benguerra e Bazaruto

Ir para Vilanculos é uma alternativa um pouco menos cara (leia de novo, um pouco menos cara, pois é caro) que chegar nas ilhas de Bazaruto e Benguerra.

Como chegar – vôos internos são operados pela LAM Moçambique, é muito longe para ir de carro. Para chegar em Bazaruto, tem que pegar um vôo ou barco particular, geralmente oferecido pelos 2 grandes hotéis que tem na ilha.

Vilanculos, Benguerra e Bazaruto

4.1. Operadoras de mergulho em Vilanculos

Odyssea Dive – escola de mergulho e kite-surfe. Segundo eles, para quem quer fazer mergulho na região, 4 dias são suficientes. A excursão vai até a Ilha de Bazaruto.

Dive Bazaruto – apesar do nome, o centro de mergulho fica em Vilanculos.

4.2. Onde ficar em Vilanculos

Casa Babi – um hotel boutique onde está o centro de mergulho Odyssea. A pousada fica de frente pro arquipélago de Bazaruto, mas é no continente. Lugar pequeno e intimista, com 4 quartos e 1 apartamento.

Villas do Índico – uma pousada super intimista onde você é tratado com muito carinho. Fica na praia, mas não tão perto das operadoras de mergulho.

Mais opções de hospedagem em Vilanculos aqui.

4.3. Bazaruto

Com suas dunas de areia e mar azul turquesa, é um dos lugares mais exclusivos e caros de Moçambique.

Ilha de Bazaruto – Foto divulgação

4.4. Onde mergulhar e se hospedar em Bazaruto

Anantara – diárias à partir de 1000 usd o casal. É isso mesmo. Bazaruto não é pra qualquer um não! Todos os quartos tem vista para o mar. Tem 3 restaurantes e piscina de borda infinita no hotel. Para chegar, entre em contato com o hotel para organizar transfer de helicótero ou barco.

Anantara hotel – foto divulgação

4.5. Onde mergulhar e se hospedar em Benguerra

Azura – um resort-butique, diárias por volta de 1500 usd o casal. Exclusividade tem seu preço. Miséria pouca é bobagem, o lugar é pra lá de chique com sua praia particular. O centro de mergulho do hotel é um PADI 5 star.

Hotel Azura – foto divulgação

5. Nacala

Nacala fica ao norte do país, chegar lá não é assim tão simples… No entanto, tem sempre gente (entenda-se brasileiros) na cidade por conta do porto da Vale que tem em Nacala.

É possível encontrar estrutura de primeira para mergulhar na pousada Libélula. O proprietário é sul-africano e gosta de ordem, ou seja, melhor ligar lá antes para reservar seu equipamento. Se quiser almoçar, também tem que encomendar com antecedência – não tem almoço para quem não faz o pedido ao menos um dia antes.

No mar de Nacala encontra-se uma linda diversidade de peixes, moluscos, enguias… Até baleias já foram vistas.

Como chegar em Nacala? Tem vôos pela LAM de Maputo para Nacala. Ou então, voar para Nampula e ir de carro até Nacala – são mais duas horas. Tem vôos de Joanesburgo (pela SAA), Maputo e Beira para Nampula (pela LAM).

Reserve sua hospedagem no Libélula aqui.

Por do sol na praia de Nacala-a-Velha
Por do sol na praia de Nacala-a-Velha

Neste link você pode ver todos os centros de mergulho da PADI em Moçambique.

Leia mais sobre Moçambique:

Como viajar para Moçambique – Guia de Sobrevivência
Maputo City Tour
10 melhores restaurantes de Maputo (com endereço!)
Macaneta, a praia mais próxima a Maputo
Tudo sobre a Ilha de Moçambique
Tofo, paraíso do mergulho em Moçambique

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Escreve, escreve, escreve 🙂

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Hotel perto do aeroporto de Auckland

Quando me mudei do Brasil para Nova Caledônia, passei pela Nova Zelândia. Como a viagem é super longa e ainda teríamos uma escala de 8 horas no aeroporto, fomos para um hotel perto do aeroporto de Auckland para descansar.

Novotel Aeroporto Auckland – Review

Gente, pra começar, não ganhei nada pra escrever este post. Antes tivesse ganhado porque achei a diária caríssima. Foram 700 reais! Este pra falar a verdade foi o único aspecto negativo do hotel, o preço salgado.

O hotel é bem bacana e a maior vantagem deste hotel é a localização. É só sair do desembarque e atravessar a rua. Sério, só andar uns 20 metros.

Dá uma olhada no preços do Novotel.

Nós fizemos a reserva no dia anterior, pois entramos às 6 da manhã no hotel – ou seja – tem que fazer como se tivesse entrado na noite.

Chegamos e fomos direto pro quarto tomar um banho depois de quase 30 horas viajando. É incrível o poder de uma água quente no corpo. Meu quarto era como esse da foto, como estávamos muito cansados, acabei não fazendo nenhuma foto nossa.

Foto divulgação

Depois dormimos todos umas duas horas e descemos pra comer e já fazer check-out. O café da manhã vai até às 10, então deu pra descansar bem antes.

Os funcionários foram super prestativos! Era domingo de Páscoa e fomos supreendidos pelo Coelho da Páscoa que passou no café da manhã distribuindo ovinhos de chocolate. Pra neném, que tinha comido apenas frutas no vôo de Buenos Aires pra Auckland, quisemos oferecer algo mais substancial, e conseguimos um purê de batatas no restaurante.

Comer abacate na classe executiva é muito chique né?!

Conclusão, vale a pena para quem precisar descansar depois de uma viagem muito longa. Também vale a pena para os viajantes que já querem dormir perto do aeroporto pra voltar pro Brasil. Dinheiro é pra isso, minimizar perrengues e maximizar conforto!

Neste link você pode cotar sua estadia no Novotel Airport Auckland!

Outros hotéis pertos do Aeroporto de Auckland

O Novotel é praticamente dentro do aeroporto de Auckland, pra mim é o ideal pra descansar em longas escalas.

Existem algumas outras opções um pouco mais afastadas, mas ainda assim na proximidade do aeroporto. Acho ideal pra quem vai pernoitar e seguir viagem no dia seguinte, ou seja, tem mais tempo pra se locomover. Com um shuttle se resolve a distância 😉

Ibis Budget Auckland Airport – este hotel vale a pena pelo melhor preço! Diárias por volta de 350 reais. Fica a mais ou menos 1 km do aeroporto e eles tem transfer pago para lá. Pra quem está de carro alugado, pode chegar e usar o estacionamento grátis por uma noite e devolver no aeroporto. O Ibis Budget costuma ter instalações bem simples, mas sempre limpinhas.

Foto divulgação

Jet Park Airport Hotel – fica a 5/10 minutos de carro do aeroporto, diárias à partir de 450 reais, mas com transfer gratuito. Estacionamento gratuito. Um pouco mais caro que o Ibis, mas com mais serviços inclusos com o wifi.

Foto divulgação

Sudima Auckland Airport – também a 5/10 minutos de carro do aeroporto. Um hotel 4 estrelas muito confortável. Inclui wifi, estacionamento e transfer gratuito pro aeroporto. Diárias à partir de 500 reais.

Foto divulgação

Travelers Homestay – uma pousada mais simpleszinha com diárias à partir de 316 reais. Tem wifi gratuito e um jardim pra descansar. Tem estacionamento incluso mas não tem transfer pro hotel, é uma opção pra quem está de carro alugado.

Foto divulgação

Leia mais sobre a Nova Zelândia nestes posts:

10 dias pela Ilha Sul da Nova Zelândia
5 dias pela Ilha Norte da Nova Zelândia
Se lança para a Nova Zelândia Djáh!
Guia de sobrevivência na Nova Zelândia
Cavernas de Waitomo

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Viajar para a África do Sul com crianças e bebês

Será que vale a pena viajar para a África do Sul com crianças e bebês? Sim ou com certeza?! Fui com minhas filhas com 3 anos e a bebê tinha 5 meses e vou mandar a real: com crianças maiores é mais fácil. Óbvio né gente?!

Mas se você não quer deixar os pequenos para trás, dá pra aproveitar sim. Em outro ritmo, outros passeios, outros esquemas, mas será com certeza lindo e divertido!

Já as crianças maiores e adolescentes vão curtir MUITO a África do Sul.

Que criança não ama mato, bicho, praia e comida boa?! Podem ser pequenos, mas já são bon vivants!

A África do Sul é um país muito kid friendly, crianças são bem quistas e sempre tem estrutura para elas.

Melhores passeios para fazer com crianças na África do Sul

Veja esses posts sem falta, eu conto tudo sobre Joanesburgo, Cape Town, Safari com crianças e até Vinícolas com as crianças:

Joanesburgo com crianças
Cape Town com crianças
3 vinícolas para ir com crianças na África do Sul
Vinícola Spier: Onde ficar em Stellenbosch
Safari com crianças na África do Sul: Aquila Private Reserve

Dicas Práticas para viajar com crianças para a África do Sul

1. Criança precisa da carteira de vacinação contra Febre Amarela?

Sim, exceto para bebês de até 1 ano.

Não se preocupe que seu filho não vai contrair febre amarela na África. Na verdade, a África do Sul é quem pede atestado de vacinação para quem vem do Brasil, pois somos nós quem temos a febre amarela por aqui.

No Brasil é permitido vacinar contra febre amarela à partir dos 9 meses no posto de saúde. Converse com o pediatra do seu filho sobre o assunto.

2. Documentação das crianças para entrar na África do Sul

Devido à preocupação com tráfico de crianças, a África do Sul está apertando o cerco com a documentação dos pequenos.

Uma nova regulamentação de Abril de 2019 diz que a certidão de nascimento das crianças PODE ser pedida na imigração junto ao passaporte. Isso não quer dizer que será pedida, mas sim que eles tem esse direito. Ou seja, TEM que levar uma cópia autenticada da certidão de nascimento!

Quando eu fui com as meninas (Dezembro de 2018) essa regra ainda não estava valendo. Neste link do consulado Sul-Africano no Brasil tem essa informação, bem pequena e em itálico dentro da caixa de formulários.

3. Criança viajando para a África do Sul com apenas um dos pais

A África do Sul é bem exigente quanto à viagem de menores desacompanhados de um dos pais. Mesmo que o passaporte da criança conste a permissão para viajar com apenas um dos pais, isso não é suficiente.

Tem que preencher um formulário onde o outro pai autoriza o primeiro a viajar sozinho com a criança.

Dá uma olhada nesta página do Consulado em Cape Town com mais detalhes. E também baixe o formulário do Itamaraty neste link: (FORMULARIO_MRE_ form p autoriz viag menor desac- INGLES)

No site do consulado Sul-Africano tem um outro formulário em inglês, um affidavit (link aqui). Eu (eu ok gente) gosto de pecar pelo excesso e levaria os dois documentos.

4. Alimentação na África do Sul

Praticamente todo restaurante tem menu kids, com as opções de mini-hamburguer, nuggets, pizza (que eu sinceramente não gosto de oferecer). Geralmente tem também opções saudáveis, como carne com legumes ou macarrão à bolhonesa.

Um pequeno porém, é que quase todos os pratos de macarrão vem temperado com pimenta do reino. Não é por mal, mas na África do Sul eles tem o hábito de cozinhar tudo com pimenta e sal. Para nós adultos é muito suave, não é picante. Mas vocês sabem como são as crianças né… Não custa perguntar antes.

Para os lanchinhos durante o dia, passe no supermercado e pegue frutas, iogurtes, nozes e outras coisinhas. Meu supermercado preferido na África do Sul chama-se Woolsworth. É muito lindo, tudo organizado, produtos de excelente qualidade. Pra quem quer praticidade tem os potinhos de frutas picadas prontas. Uma mão na roda. Mas os outros mercados: Pick N’ Pay e Spar também são excelentes.

*Uma dica preciosa – ofereça ovos no café da manhã. Assim você fica tranquila se sua cria não almoçar muito bem, e à noite pode oferecer sua jantinha caseira. Pronto, sabe que no balanço do dia o filhote comeu bem.

5. Outros cuidados com a saúde das crianças

Eu sempre gosto de ficar em apartamentos quando viajo com as minhas filhas. Primeiro porque te dá mais liberdade, mas acima de tudo, porque me permite cozinhar. Além da economia financeira, é a certeza de que as crianças vão se alimentar bem.

Veja aqui uma lista de apartamentos em Joanesburgo.
Veja aqui a lista de apartamentos em Cape Town.

Lembre-se sempre dos cuidados básicos de higiene, como lavar frutas e verduras, cozinhar os alimentos, lavar as mãos com água e sabão e etc. Essas coisinhas “simples” evitam grandes problemas.

E quanto à água?! Nos primeiros dias nós compramos água mineral para tomar, depois a gente não estava mais dando conta e tomamos água da torneira – como os locais. Exceto a bebê que estava em aleitamento materno exclusivo. Ninguém passou mal.

Pai e filha no aquário de cape town

6. Malária na África do Sul

Joanesburgo e Cape Town não tem risco de malária. Pode ir TRAN-QUI-LO!!

A única região da África do Sul que tem risco de malária é no Kruger. O risco de malária é baixo, mas existe. Eu (EU ok gente) não iria com bebê para o Kruger, mas com crianças maiores sim.

Cuide da prevenção, use roupas de manga longa e passe repelente. Não precisa tomar nenhum remédio.

Nesse post falamos sobre saúde e farmácia de viagem.

Quem quiser comprar repelente na África do Sul indico o Peacefull Sleep.

7. Seguro de Viagem

Já falei muito sobre isso. Não corra riscos! Tem que fazer um seguro de viagem para toda a família. É aquele tipo de coisa que ninguém quer usar, mas tem que ter. Amigos nossos já foram salvos pelo seguro quando o filho pegou pneumonia no inverno Nova Iorquino. A gente sempre torce pelo melhor, mas “shit happens“.

Não é caro, um seguro na África do Sul custa em média 10 reais por dia.

Faça uma cotação na Seguros Promo, nosso parceiro. Eles fazem um comparativo de várias seguradoras e trazem a melhor comparação de preço. E, tem mais…

Nossos leitores tem direito a um desconto de 5% (adicional ao do boleto). É só inserir o cupom SELANCA5 pra ganhar. Ou seja, fica bem acessível contratar este serviço para viajar tranquilo. Clique aqui para fazer sua cotação.

Ou então leia nosso post: Seguro de viagem para a África, como funciona.

8. Transporte e locomoção com crianças na África do Sul

Nós optamos por levar as nossas cadeirinhas de carro. Alugar uma cadeirinha é caríssimo, dependendo do tempo que você vai ficar, com o dinheiro do aluguel dá até pra comprar outra.

O negócio é que os aeroportos são longe da cidade e eu não gosto de arriscar andar com criança sem segurança, principalmente em estrada. Sim, é um porre carregar aqueles trambolhos, mas faz parte da vida de pai e mãe.

Uma dica importantíssima, alugue um carro sedan. Nós passamos um mega perrengue com um carro hatch porque não cabiam todas as tralhas e malas. Veja certinho antes de fechar o aluguel. Sempre alugo carro no exterior com a RentCars. Você escolhe se quer pagar online em reais ou na moeda local quando chegar, mas pagando no Brasil é possível parcelar. Clique aqui pra fazer sua cotação.

9. Acessibilidade

Já me perguntaram sobre acessibilidade para cadeirantes na África do Sul. Gente, que vergonha, mas eu não reparei. São coisas que nós – que não temos nenhuma dificuldade – não reparamos né?! A única coisa que posso dizer é que estávamos com nosso carrinho trambolho e não me lembro de ter passado nenhuma dificuldade em andar com ele nas atrações turísticas.

10. O que levar pra África do Sul?

Honestamente, não precisa levar nada. Não é roça lá e não é fim do mundo. Você vai encontrar tudo que precisa, como fraldas, shampoo, sabonete infantil, leite em pó, cookies, biscoito, frutas… qualquer coisa que você precise.

Leve só aquilo que você levaria para uma outra viagem qualquer.  Aproveite que lá as coisas são um pouquinho mais baratas e compre por lá.

Espero ter ajudado esclarecendo as muitas dúvidas de viajar para a África do Sul com crianças e bebês. Ficou em dúvida?! Escreve aqui nos comentários que eu respondo!

E aí, vamos encarar?!

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~ Se Lança ~

Joanesburgo com Crianças

Talvez passear em Joanesburgo com crianças não seja sua prioridade número 1 na África do Sul, mas estou aqui pra te contar que tem bastante atividades pra fazer com crianças e adolescentes em Joanesburgo.

No post Turistando em Joanesburgo eu conto tudo o que eu acho de bacana na cidade, a maioria das dicas de lá dá pra curtir com a família toda.

Neste post aqui, vou contar em específico as atividades que eu considero boas opções com crianças e adolescentes.

O que fazer em Joanesburgo com crianças

1. Jardim Botânico Walter Sisulu

Este parque é muito lindo e uma excelente opção de passeio pela natureza. Logo na entrada tem uma fonte de água, dessas que saem do chão. Então recomendo levar uma troca de roupa pra criançada poder correr solta e se molhar.

Tem também um parquinho infantil super legal, além da cachoeira (apenas para ver). De infraestrutura, tem um restaurante, mas a grande maioria das pessoas leva piquenique. Tem também banheiros e bebedouros.

2. Gold Reef City

É um parque de diversões cujo tema é a mineração do ouro, fica bem ao lado do Museu do Apartheid, ou seja – dá pra unir este passeio em dois. Visitar o museu e parque de diversões, atividades para todos na família. No parque tem atrações para todas as crianças, mas estas não são divididas por idade, mas sim por altura – mais especificamente – para quem tem mais ou menos que 1m e 30 cms de altura.  Também é possível comprar só a entrada no parque, sem acesso aos brinquedos.

Os ingressos podem ser comprados com antecedência no site oficial do parque.

Para chegar lá, é só ir até a estação Park Station do Gautrain e pegar o shuttle até o parque. Custa 25 rands por trecho.

Gold Reef City – Fotos do site oficial

3. Bird Park at Montecasino

Vale a pena uma visita ao Montecasino, um espaço muito bacana com restaurantes, lojas, cinema, boliche e o casino é claro. Para as crianças, tem um passeio especial, que é o parque de pássaros. O apiário é formado por mais de 60 espécies em lindos jardins pelos quais se caminham.

4. Cradle of Humankind

Traduzido significa o Berço da Humanidade, é um sítio arqueológico com a maior variedade de hominídeos já encontradas. Além do museu e exposição tem um passeio pelas cavernas Sterkfontein. Fica a 90 minutos de carro de Joanesburgo. É um passeio muito interessante e educativo, principalmente para as crianças maiores e adolescentes.

Pra quem não vai alugar carro, pode contratar este serviço guiado até lá.

5. Lion & Safari Park

Já começo dizendo que esse passeio é controverso. Há quem não recomende visitar parques que permitem interação com animais, mas deixo que cada um decida por si.

O Lion & Safari Park é um estabelecimento bem antigo na cidade, hoje está de cara nova em espaço próprio. Lá é possível acariciar filhotes de leões e a girafa. Outro passeio é o safari pelo recinto com os animais semi-soltos (digo isso porque eles são soltos mas são alimentados, não caçam).

Lá dentro tem dois restaurantes, um parque infantil muito legal e muitas lojas de coisas africanas. O ambiente é muito bem cuidado.

6. Sci Bono Discovery Center

É um museu de ciência e tecnologia no bairro de Newtown. Tem quase 400 exibições que as crianças podem interagir, tocar, experimentar e curtir o espaço. Abre todos os dias da semana às 9 horas, com a diferença que aos fins de semana fecha às 16:30 e durante a semana às 17:00. Crianças abaixo de 3 anos não pagam, de 3 a 18 anos pagam 40 rands e adultos 60 rands.

Sci Bono – Foto do site oficial

7. Elephant Santuary

É uma instituição que cuida de elefantes órfãos. Tem 3 visitas diárias às 8, 10 e 14 horas. É um passeio bastante interativo, lá você escova o elefante, passa a mão nele, leva ele pra passear pela tromba e etc. Tem também uma parte educativa, onde o guia senta com a turma e conta muitas curiosidades sobre elefantes. Um pouco caro, mais ou menos 100 reais por pessoa, mas acho que vale a pena. Fica em Hartbeespoort Dam, onde tem uma linda represa, aproximadamente 50 mins de Sandton. Veja detalhes no site da instituição.

8. Acrobranch

Um parque de arborismo para correr solto, gastar energia e sentir um pouco de adrenalina. Além das trilhas nas árvores tem também tirolezas e trampolins. Tem atividades para crianças à partir de 3 anos e pistas mais difíceis para adolescentes e adultos. Os preços vão de 140 a 280 rands dependendo do pacote de aventura escolhido.

Tem também uma unidade em Cape Town. Confirma mais detalhes no site oficial.

9. Croc City

Parque dos crocodilos e répteis, onde é possível segurar um crocodilo bebê no colo e acariciar cobras. Não é lá meu tipo de passeio… mas as crianças curtem né!? Tem também uma tiroleza onde o aventureiro “sobrevoa” sobre um lago com jacarés. Aos sábados e domingos às 14 horas é possível assistir à alimentação dos crocodilos.

Custa 90 rands para adultos e 60 para crianças. A tiroleza é à parte e custa 100 rands. Veja mais informações no site oficial.

Onde comer em Joanesburgo com crianças

Papachinos – restaurante mais família da cidade. Neste lugar as crianças são destaque, e não acomodadas… Tem área para brincar, menu próprio e muito barulho. São 6 unidades espalhadas pela cidade, só achar a mair perto de você.

Melrose Arch – eu sou fã deste shopping. Ele tem lojas fechadas e também a céu aberto, mas o mais legal são as duas praças com restaurantes. As crianças correm soltas por ali e se divertem, um clima super família, enquanto os pais sentam, observam e apreciam. Recomendo ir no restaurante Piza e Vino.

Melrose Arch

Onde ficar em Joanesburgo com crianças

Pra hospedar-se com crianças no exterior, eu acho que tem que ser apartamento. Principalmente se forem muitos dias. Dá um pouquinho mais de trabalho, mas assim é possível administrar melhor as refeições e horários. Nós ficamos neste apartamento aqui – chama Villa in the Village. Foi ótimo porque é pertinho do shopping, de um supermercado e de um parque (Mushroom Park). Outra coisa ótima é a churrasqueira à gas do lado de fora, faz uns bifes ali sem fazer sujeira e boa. A desvantagem é a escada, pra quem está com crianças muito pequenas, acho perigoso. Mas no geral, recomendo.

Neste link tem outras opções de apartamentos em Joanesburgo.

Sobre sugestões de bairros e hotéis em Joanesburgo, veja este nosso post: Onde ficar em Joanesburgo.

Outras dicas para viajar a Joanesburgo com crianças

Nós fizemos todos os passeios de carro. Alugamos um carro pela RentCars, site que compara preço de várias locadoras. Retiramos e devolvemos no aeroporto. Levamos nossas duas cadeirinhas de criança do Brasil mesmo.

Joanesburgo é impossível ficar sem carro, principalmente com a família. A única exceção foi nosso último dia na cidade, que iríamos só pernoitar no aeroporto (este hotel), resolvemos ir ao shopping pelo Gautrain – super seguro por sinal.

Também fiz seguro de saúde para todos nós na SegurosPromo. Nosso parceiro aqui do blog. A última coisa que eu quero é usar seguro, mas tem que ter. Nunca viajo sem.

Nossos leitores tem direito a um desconto de 5% (adicional ao do boleto). É só inserir o cupom SELANCA5 pra ganhar. Fica bem acessível contratar este serviço para viajar tranquilo. Clique aqui para fazer sua cotação. Vale a pena.

Leia mais sobre África do Sul com crianças:

Cape Town com crianças
3 vinícolas para ir com crianças na África do Sul
Vinícola Spier: Onde ficar em Stellenbosch
Safari com criança na África do Sul: Aquila Private Reserve
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É seguro viajar para a África do Sul?
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Cape Town com Crianças

Cape Town com crianças é uma maravilha só! Ousaria dizer que é o destino perfeito pra família, mesclando atividades de adultos, das crianças e atividades que todos podem aproveitar juntos.

Nós passamos 1 semana em Cape Town com as crianças e vou contar tudo o que fizemos.

Waterfront com Crianças

Um dos melhores locais da cidade, sem dúvida, é o Waterfront. Com ou sem crianças o Waterfront é sempre uma ótima pedida. Tem de tudo lá, restaurantes, lojas, passeios, exposições, música ao vivo, barcos, artesanato, feira de comidinhas e muita gente pra deixar o local bem vivo. Eu adoro e sempre que vou a Cape Town começo meu passeio lá, e depois vou várias vezes durante a viagem.

Confira o que tem pra fazer no Waterfront:

1. Aquário Two Oceans

Sucesso certeiro com crianças. O aquário é bem legal e interativo. Além dos peixes, tem pinguins, cobras, tubarão (sim!) e muitas espécies do mar. Espaço de brincar, pipoca pra comprar e muitos aquários interessantes para admirar. Uma das melhores partes é um túnel, onde você fica como se estivesse debaixo do mar.

2. Roda Gigante

Confesso que nas outras 4x que fui a Cape Town, nunca senti muita vontade de subir na Roda Gigante, mas com crianças, a gente caça atrações para que eles possam se divertir também né. E não é que foi legal!? Preços: 150 rands por adulto, crianças até 17 anos pagam 75 rands e os pequenos abaixo de 4 anos não pagam. Compre ingressos antecipados aqui.

3. Parquinhos

Sou fã número 1 de parar em parquinhos infantis durante as viagens. Acho uma necessidade básica. Criança que é criança só quer brincar! Então aproveite que no Waterfront tem vários parquinhos e deixe eles correrem soltos um pouco, sem compromisso, sem horário, só brincar!

O maior é em frente ao shopping V&A. Tem outro menor perto da torre do relógio e outro na entrada do galpão do mercado de comidas.

4. Lojas de brinquedos no Waterfront

São duas as maiores: Hamleys e Toy Kingdom. Em ambas você encontra de tudo. Os preços geralmente são menores que no Brasil, mas não é Estados Unidos OK? É mais barato, mas não absurdamente mais barato.

A Hamley’s fica dentro do shopping V&A. A Toy Kingdom fica um pouco mais afastada do burburinho. Pra chegar lá tem que cruzar o shopping todo e sair na rua Breakwater Boulevard. A loja fica ali ao lado da concessionária Aston Martin.

Dentro do galpão de artesanatos (The Watershed) tem uma loja de brinquedos de pano chamada Shongololo. São bonecas e bichinhos de pano, cada um feito à mão com cores e padrões diferentes. É  uma excelente opção pra quem quer comprar um brinquedo africano e de quebra ajudar um empreendedor local. 

5. Passeio de barco

Começo dizendo que nós não fizemos este passeio, acho que minhas crianças são muito pequenas pra ficar uma hora e meia navegando – ia ser estresse na certa! Mas acho um passeio bacana pra fazer com crianças maiores. Confira o post do Pedro no Bastante Sotaque, ele dá detalhes deste passeio.

Dixtrict Six

1. Iziko Museu de História Natural

O ponto alto do museu Iziko é o esqueleto de uma Baleia Jubarte, um dos maiores mamíferos do planeta. Apenas a mandíbula é original da baleia, a carcaça suspensa é uma réplica, mas que igualmente impressiona. Só a mandíbula são 3 metros de cumprimento! No mais tem animais africanos empalhados, fósseis e réplicas de dinossauros.

Após o passeio aproveite para conhecer a doceria e o café mais famosos do bairro:

2. Charlys Bakery

A doceria já teve até um reality show, foi aí que explodiu sua fama. Já era famosa na cidade pelos seus bolos artísiticos, mas depois do programa de televisão, o mundo conheceu a Charlys Bakery. Lá você pode escolher um cupcake pra saborear. Honestamente, é gostoso sim, mas não é o melhor bolo da vida. A fama é mais pela arte que pelo sabor – minha opinião. Ao lado, tem uma das sete molduras pra tirar foto com a table mountain.

3. Truth Coffee

Um café super descolado, com cara de Mad Max e cheiro de café torrado. Não é lá passeio que as crianças vão curtir, mas é no meio do caminho entre o museu e a loja de bolos – então vale o pit stop pros adultos. São cafés do mundo todo, misturados entre si para achar o equilíbrio perfeito. Também existe uma recomendação de coagem para cada tipo de café. Vale super a pena conhecer.

4. District Six Museum

Ainda no bairro, tem o District Six Museum, eu não conheci, mas é uma sugestão de passeio bem perto do café. O museu traz uma exibição sobre a vida no antigo distrito, uma comunidade de escravos libertos, imigrantes, mercadores e trabalhadores.

Passeios na Natureza

1. Table Mountain e Teleférico

É um passeio clássico na Cidade do Cabo, e por ser uma das atrações mais famosas, tem que seguir algumas dicas para não se estressar com the kids. Na alta temporada, essa atração é lotadassa, então siga essas dicas certeiras:

  1. Compre o ingresso online no site oficial, assim evita a fila de compra de ingresso e pode ir direto para a fila da entrada. Pode levar o voucher no celular mesmo, vale por 7 dias.
  2. Vá à atração de uber, taxi ou transporte público My Citi. É beeeeem difícil estacionar.
  3. Se ainda assim quiser ir no seu carro, a dica é subir até a atração de carro, desembarcar todos e estacionar DEPOIS da entrada da Table Mountain. Essa dica é muito boa porque todo mundo para ANTES da entrada, formando um caos completo.
  4. Leve um casaquinho. Em cima da montanha costuma ventar e fazer frio, mesmo em dias quentes.

2. Noon Gun

Todos os dias, ao meio dia, é disparado um canhão da montanha Signal Hill. Lá do alto tem uma vista bonita também.

No entanto, só recomendo o passeio se for muito do interesse das crianças mesmo. Achei perrengue pra chegar lá. Também fui fora do horário e achei super vazio.

3. Boulder’s Beach e Cabo da Boa Esperança

Faça estes dois passeios no mesmo dia pois são próximos de si e longes de Cape Town. No Cabo as crianças maiores vão gostar da trilha, as menores podem subir de funicular até o Cape Point.

Para ir ao Cape of Good Hope, melhor voltar pro carro e dirigir até lá.

Depois de conhecer este parque natural, vá até Boulder’s Beach. Essa praia é famosa pelos pinguins africanos que nela habitam. É a coisa mais fofa de ver.

Quem tem filhos adolescentes, eu sugiro fazer o passeio de barco para avistar tubarões e focas. Sai de Simon’s Town. Neste post eu conto certinho como fazer o passeio e/ou mergulho com os tubarões brancos.

4. Praias de Cape Town para ir com crianças

As praias que recomendo dentro da cidade são Clifton Beach e Camps Bay. A primeira é formada por 4 praias pequenas e mais tranquilas, vão muitas famílias pra lá. Camps Bay é uma praia maior, porém com muito mais estrutura. Tem o calçadão, lojas, restaurantes, sorveteria e até um guarda volumes.

Não deixe de ler tudo sobre as praias de Cape Town neste post.

Outras duas praias muito recomendadas para ir com crianças são a Bikini Beach e Langebaan. Infelizmente não conheci nenhuma das duas, justamente porque é uma pernada pra chegar. Minhas filhas estavam de saco cheio de ficar em carro então optei por não incluí-las no roteiro. Uma pena.

Sobre Langebaan você pode conferir aqui no Blog Bastante Sotaque.

Camps Bay

5. Vinícolas para ir com crianças na região de Cape Town

Gente, uma das minhas maiores preocupações era achar vinícolas que todos nós pudéssemos curtir. Acho um dos melhores passeios em Cape Town: ir pra alguma vinícola almoçar e aproveitar aquela vibe boa. No fim conheci 3 vinícolas para ir com crianças na África do Sul (confira o post).

Fomos na Bloemendal, Vergelegen e Spier. Curtimos todas elas. Bebemos bem, comemos bem, fomos bem atendidos e o mais importante, as crianças também brincaram, comeram e se divertiram!

Sugestão de Sorveterias

Por fim, vou deixar uma lista das sorveterias que conhecemos na cidade. Aqui em casa, eu sou a chata da alimentação saudável, mas nas férias a gente relaxa (um pouco) e deixa entrar mais guloseimas no menu. Confira as sorveterias da cidade:

Gelato Mania – tem 4 unidades espalhadas pela cidade. As de mais fácil acesso são no shopping V&A e a unidade no calçadão em Camps Bay. Tudo a ver né? Sorvetinho na beira da praia.

Unframed Ice Cream – esse sorvete era um que eu estava doida pra conhecer. A propaganda era grande, a expectativa também. Posso dizer que foi um encontro meio frustrado. O sorvete é gostoso, desses de sabor exótico, coisa artística. Provei de açucar mascavo, mas prefiro o sorvete mais convencional. O sabor baunilha deles tava muito bom. Tem duas unidades, uma perto na Kloof St e outra no barracão de comidinhas do Waterfront.

Haagen-Daz – Não tem erro! Sempre maravilhoso. Amo o sorvete de morango deles. A loja fica dentro do Shopping V&A.

Gelato Mania em Camps Bay

Onde ficar em Cape Town com crianças

Nos hospedamos no bairro Gardens/Oranjezicht neste apartamento aqui. O bairro é super residencial e o apartamento é excelente. Tem uma linda vista pra Table Mountain e fomos surpreendidos positivamente por um parque público bem ao lado. Levamos as crianças lá para brincarem no playground. Também fica a apenas 5 minutos de caminhada de um shoppinzinho com supermercado, padaria e até uma loja de brinquedos fofa.  Recomendo.

Mais dicas para curtir Cape Town com as crianças

Nós fizemos todos estes passeios de carro. Alugamos um carro pela RentCars, site que compara preço de várias locadoras. Retiramos e devolvemos no aeroporto. Levamos nossas duas cadeirinhas de criança do Brasil mesmo.

Também fiz seguro de saúde para todos nós na SegurosPromo. Nosso parceiro aqui do blog. A última coisa que eu quero é usar seguro, mas tem que ter. Não viajo sem nunca.

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~ Se Lança ~

Vinícola Spier: Onde ficar em Stellenbosch

A vinícola e hotel Spier é uma excelente opção para fazer de base e explorar Stellenbosch e Franschhoek. Fica a somente 10 minutos de carro do centro de Stellenbosch e perto de várias outras vinícolas famosas. Vou descrever neste post TUDO que tem por lá no Spier Vinícola.

(Já viu nossa lista das 10 melhores vinícolas em Stellenbosch!?)

Várias amigas já tinham me recomendado o Spier, mas eu pessoalmente não conhecia. Fiquei lá em Dezembro de 2018 por 3 noites, e assino embaixo, vale a pena. (Fomos com nosso carro alugado em Cape Town, pela RentCars, site que traz vários comparativos de preço).

O Spier não tem nada de ultra luxuoso, mas tudo é super bem pensado e confortável sabe!? Vários pequenos mimos e detalhes que fazem a diferença. Como deixar um docinho no travesseiro toda noite e os sabonetes super cheirosos são feitos na vinícola mesmo. Além do lugar ser lindo mesmo!

O que fazer na Vinícola Spier

Wine Tasting – são 3 opções de degustação de vinhos, o preço vai de 40 a 90 rands dependendo da carta de vinhos da qual vai degustar. Tem a opção de parear a degustação com chocolates também. Para quem viaja com crianças a tiracolo, estas podem fazer uma pequena degustação de suco de uva. O wine tasting dura uns 30 a 45 minutos. Geralmente não tem comida em wine tasting, mas aqui é possível comprar uma tábua de queijos e azeitonas para acompanhar.

Linda vista do Wine Tasting

São 4 restaurantes no Spier, mais pra frente no post explico cada um.

Feira de Artesanato – um excelente local para comprar artefatos africanos. Uma feira ao ar livre com alguns expositores.

Artesanato

No Spier tem várias piscinas, não tipo um parque aquático, é que cada bloco de quartos dividem uma piscina pequena. O acesso para esta piscina pequena dá-se pela varanda dos quartos. Tem também a piscina grande que pode ser acessada por todos os hóspedes, esta fica perto do restaurante.

Piscina do quarto

É possível também emprestar bicicletas (com assento para carregar as crianças) ou fazer passeio de Segway. As bikes são de graça, o passeio de Segway nós não fizemos, mas custa entre 375 a 700 rands por pessoa dependendo do passeio escolhido.

A antiga casa grande do Spier foi transformada em museu, dentro encontram-se os móveis da época. Ao lado desta mansão, tem um galpão com uma exposição sobre artefatos pré-históricos. E por todo recinto do Spier, existem obras de arte espalhadas. Nós fomos em Dezembro, então além disso tudo, quando escurecia eram ligadas luzes de Natal – o Spier Light’s Festival.

Antiga casa grande da fazenda
Arte pela vinícola Spier

Muita coisa pra fazer né!? Como se não bastasse, tem mais atividades pensando nos pequenos:

O que fazer com crianças na Vinícola Spier

Brinquedoteca – Gente, um ponto alto do lugar: tem brinquedoteca com monitora =) Crianças à partir de 3 anos podem ficar sem os pais lá, desde que sejam hóspedes. Excelente oportunidade pra deixar os pequenos e fazer wine tasting. Sem falar que o espaço é super bacana mesmo, as crianças vão curtir. Permitidos crianças até 12 anos.

As monitoras obviamente não falam português, mas me disseram que sempre tem brasileiros por lá e eles se viram na comunicação, mesmo sem falar nada de inglês.

Parquinho – Este parquinho a céu aberto é uma excelente opção pra deixar as crianças correrem pra gastar aquele finalzinho de energia sabe!? Chegar no quarto e jogar na cama haha. Sou fã dos parquinhos de madeira.

Owl & Eagle Encounter – Um abrigo para aves que foram resgatadas, principalmente de cativeiros ilegais. Muitas das aves lá não podem ser reinseridas na natureza pois tiveram suas asas cortadas. Outras foram criadas como animais de estimação desde bebê e não sabem viver sem interação humana. Cada caso é um caso.

De qualquer maneira, é um trabalho bacana de conhecer. Os biólogos por lá dão uma ajuda na explicação e as crianças podem até passar a mão na coruja.

Onde comer no Spier

São 4 restaurantes: Vadas, Eight, Spier Farm Kitchen e o Restaurante do Hotel. Conheci 3 das 4 e recomendo todas. Super gostoso.

Eight- é o restaurante mais gourmet do Spier, mas com preços acessíveis. Comemos um peixe maravilhoso. O prato kids de macarrão também estava uma delícia. Os funcionários são super bacanas. Minha filha de 3 anos (que não para quieta um segundo) tomou um tombaço da cadeira, antes que eu pudesse pensar em pedir gelo, já tinham trazido e colocado na cabeça dela. Adorei este lugar, me senti super bem acolhida.

Mesas no Eight

Vadas Smokehouse – este restaurante é estilo tapas. Você pede várias coisas do menu pra formar seu prato. É um estilo mais despojado. Estava tudo muito gostoso também, mas nós sempre achamos esses menus tapas uma furada porque sai muito caro. Talvez seja porque meu marido come muito (rs) e a gente acaba tendo que pedir muita comida. Não tem menu kids, então fomos caçando as tapas que a pequena aceitaria, como um steak, milho cozido etc. Isso também encarece, pois paga preço de adulto.

Lindo né!?

Restaurante do Hotel – um menu mais variado, tem peixe, pasta, carne, etc. Por ser o restaurante mais próximo dos quartos, acabamos jantando aqui duas noites. Tudo bem gostoso também, o peixe também estava muito bom.

Spier Farm Kitchen – foi o único que não conhecemos. É aqui que tem as cestas para piquenique. Você pode fazer piquenique por toda fazenda Spier, mas não pode levar sua própria comida, então neste restaurate/deli você escolher entre as lindas opções de cestas que tem.

Hospedagem no Spier

E por fim, falemos da hospedagem no Spier. O quarto era enorme, com cama dessas super king size. No nosso quarto adicionaram um berço de viagem e também uma caminha de solteiro para as crianças. Mas teve noite de dormirmos os 4 na mega super cama.

Quarto do Spier

Os quartos ficam numa vila que parece cidade cenográfica:

O café da manhã é maravilhoso, desses que você come mais do que deve só porque tem tudo lá. Ovos, frutas, muffins, croissants, bacon, pães, bolos, queijos, iogurtes e por aí vai.

Nós fizemos a reserva no Booking pra pagar em reais. Veja aqui neste link valores e disponibilidade. 

O veredito final é: Vale super a pena!

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3 Vinícolas para ir com crianças na África do Sul

3 vinícolas para ir com crianças na África do Sul

Uma das minhas grandes paixões sul-africanas são as vinícolas. Na minha última viagem para lá, fui com minhas duas filhas, por isso pesquisei muito algumas vinícolas para ir com crianças na África do Sul. Um lugar onde todos da família pudessem aproveitar.

E claro que não fiquei decepcionada. Sul-africano também tem filho! Achei esta lista gringa das melhores vinícolas para ir com crianças, inicialmente o plano era conhecer 6, mas viagem com filho é outro ritmo. Consegui visitar 3 delas, segue minha listinha:

1. Bloemendal

Esse lugar é pequeno e fofo, mas não seria minha primeira opção de vinícola se não fossem as crianças. O que nos atraiu para lá foi o enorme parquinho bem em frente ao restaurante Bon Amis.

A criançada corre solta por aqui! Recomendo que você ligue antes e reserve uma mesa do lado de fora, o restaurante lota!

Gente, foi um dos lugares que ficamos mais tranquilos tomando um vinhozinho de boa. Todo mundo que vai lá tem criança, então o clima é super família e ninguém se importa se um pentelho passar correndo pela sua mesa. Sem contar que o vinho é uma delícia!

Além do parquinho e restaurante (com menu kids), tem degustação de vinhos e uma pista de bike. O banheiro tem trocador para bebê.

Uma vantagem dele é que fica pertinho de Cape Town, são apenas 25 minutos do centro. A desvantagem é que é longe de Stellenbosch e Franschhoek.

2. Vergelegen

Essa vinícola é muito linda!! Uma das mais lindas que já fui EVER (independente de ir ou não com kids).

É uma propriedade gigante, com lindas árvores, jardins para caminhada, às vezes tem eventos ao ar livre… vale super a pena conhecer.

Lá tem dois restaurantes, dos quais apenas um aceita crianças, o Stables. Mas é bem gostoso e refinado. Este restaurante tem uma área externa que dá para o parquinho, uma fonte de água (na época cheia de girinos dentro) e uma das vistas mais lindas que já pude apreciar!

O restaurante tem opções de pratos infantis e trocador para bebê no banheiro.

Paga-se 10 ou 20 rands por adulto pra entrar na Vergelegen. Além de almoçar por lá acompanhado de uma garrafa de vinho, você pode caminhar por esta linda fazenda. Recomendo.

3. Spier

Da lista, o Spier é a vinícola mais conhecida. E tem lá sua razão para isso, é a mais turística. Mas isso não quer dizer que seja ruim, mas sim que tem muita infraestrutura.

Nós passamos 3 noites no Spier e valeu super a pena. Tem piscina, espaço kids com monitor para os hóspedes (crianças à partir de 3 anos podem ficar lá sem os pais), 4 restaurantes, parquinho, feirinha de artesanatos, área para caminhada, pedras pra subir, degustação de vinhos, museu, casa histórica e arte espalhada pela propriedade.

Dentre as atividades, pode-se alugar segway ou bicicleta. É possível fazer também piqueniques. Há também uma pequena área de resgate de aves. Lá se pode conhecer o trabalho de recuperação de corujas, gaviões e outro tanto de pássaros.

Outra vantagem do Spier é sua localização. Está a 10 minutos de Stellenbosch, sendo um excelente local para dormir e fazer de base pra explorar a região de vinícolas de Stellenbosch e Franschhoek.

Veja neste link valores e disponibilidade do Spier.

Vinícolas com crianças – no mapa

Essas três vinícolas ficam um afastadas entre si, então não dá pra conhecer todas em um dia só.

O Spier e Vergelegen são mais próximas, pode-se considerar visitar as duas no mesmo dia.

O Bloemendal pode ser combinado com uma visita às praias que ficam ao norte de Cape Town e tem uma linda vista da Table Mountain.

O importante é que dá pra curtir um vinho com linda vista na África do Sul e ao mesmo tempo as crianças também aproveitarem!

vinicolas para ir com crianças na africa do sul

Outras dicas para curtir com as crianças na África do Sul:

Gente uma coisa que nunca viajo sem é seguro de viagem, principalmente depois das crianças. Aquele tipo de coisa que ninguém que usar, mas é bom ter, não se brinca com saúde! E não é caro, uma semana de seguro pra África custa 69 reais.  Nós usamos a Seguros Promo que traz um comparativo de várias seguradoras.

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(Se você não sabe o que é um seguro de viagens, leia este post aqui).

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